Caldeirão da Bolsa

BES - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Açor3 » 23/2/2009 10:57

BES recusa qualquer participação no plano de saneamento do BPP


23/02/2009


O Banco Espírito Santo não vai ter qualquer participação no plano de saneamento do BPP, disse fonte oficial do banco ao Negócios.

No plano de saneamento do BPP, cuja versão foi entregue quinta-feira pela actual administração ao Banco de Portugal, estão previstos três cenários.

Mas, segundo fontes contactados pelo Negócios, a passagem da gestão dos produtos de retorno absoluto para outro banco é a hipótese que reúne maiores probabilidades de ser concretizada.

Para o efeito, dos bancos nacionais e internacionais sondados, são três aqueles que integram a lista final de candidatos: BES, BCP e Citigroup.

No entanto, segundo fonte oficial do banco liderado por Ricardo Salgada, o “BES nega qualquer participação no plano de saneamento do BPP”.




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por Elias » 21/2/2009 11:23

Aqui fica o gráfico correcto.
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por Elias » 21/2/2009 11:23

Aqui fica o gráfico correcto.
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por Elias » 21/2/2009 0:15

Epá tens toda a razão!

Não sei de onde veio aquele ficheiro vou já corrigir o gráfico.

Obrigado pelo alerta.

1 abraço,
Elias
 
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por bp1511 » 21/2/2009 0:13

Elias,

Quem dera a muita gente estes valores...
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por Elias » 21/2/2009 0:03

Este gráfico também já não é actualizado há bué.

O BES está em mínimos de 12 anos (1997). Hoje fechou mesmo em cima do suporte dos 5 euros. Se quebrar deve partir para novos trambolhões.
 
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por Nyk » 20/2/2009 8:16

BES reduz prazo de bloqueio de acções
O Banco Espírito Santo (BES) pretende reduzir de cinco para apenas três dias o prazo de bloqueio das acções para efeitos de participação nas assembleias gerais (AG) da instituição.

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Maria João Gago
mjgago@negocios.pt


O Banco Espírito Santo (BES) pretende reduzir de cinco para apenas três dias o prazo de bloqueio das acções para efeitos de participação nas assembleias gerais (AG) da instituição.

A proposta vai ser apresentada na próxima reunião de accionistas, agendada para 16 de Março próximo, cujo principal ponto será a aprovação de um aumento de capital destinado a levantar 1,2 mil milhões de euros.

Com esta proposta, o BES aproxima os seus estatutos da recomendação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que aconselha a que o prazo de bloqueio das acções seja o mais curto possível. No entanto, com esta alteração o BES ainda ficará aquém do que é imposto pela directiva sobre o direito dos accionistas.

Este diploma comunitário, que está fase de transposição, prevê o fim do prazo de bloqueio de acções para efeitos de participação em AG. Em alternativa, é criado um mecanismo de "data de registo", a partir da qual as acções que forem vendidas deixam de conferir direito a participar na reunião de accionistas. E mesmo que tenha vendido os títulos, o investidor pode participar na AG desde que fosse seu titular na data de registo.

A proposta de alteração estatutária, apresentada pelo conselho de administração do banco e já disponível no respectivo site, prevê ainda um aligeiramento, ainda que marginal, da blindagem de estatutos. Isto porque no artigo que especifica em que situações é que a AG terá de aprovar por maioria qualificada de dois terços dos votos emitidos é introduzido um novo ponto esclarecendo que "as abstenções não são contadas para quaisquer deliberações".

Adicionalmente, as alterações prevêem ainda a adequação dos estatutos ao aumento de capital que vai ser aprovado na reunião de 16 de Março. Na AG já ficará definido o valor final do futuro capital social do banco, assim como o novo valor nominal das acções.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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por Nyk » 13/2/2009 20:44

BES pretende aumento de capital e encaixe de 1200 milhões de euros

A administração do Banco Espírito Santo pretende que a assembleia-geral anual de accionistas delibere um aumento de capital mediante entradas em dinheiro e com um encaixe de 1200 milhões de euros, anunciou a CMVM na quinta-feira

Segundo a nota entregue e difundida pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários o «aumento de capital tem como objectivo colocar os rácios de capital do Banco em conformidade com os níveis exigidos pelas recentes alterações regulamentares, permitindo o reforço do posicionamento competitivo do Grupo BES».

O aumento de capital terá um processo dividido em três fases. A primeira fase «consistirá numa redução do valor nominal de cada uma das suas acções dos actuais 5 Euros para 1 Euro, através da redução do seu capital social de 2500 milhões de Euros para 500 milhões de Euros e na constituição de uma reserva especial no montante de 2000 milhões de Euros, que voltará a ser reintegrada no capital social no final deste processo».

O BES esclarece que «esta operação, que não tem qualquer impacte directo na situação líquida do banco, destina-se a facilitar a realização de um aumento de capital por novas entradas em dinheiro tendo em conta as condições de mercado prevalecentes».

A segunda fase «passa pela realização de um aumento do capital social mediante entradas em dinheiro e com emissão de novas acções com o valor nominal de um euro cada, através de subscrição pública e reserva de preferência para os accionistas».

O banco garante que «o montante máximo que o capital social poderá atingir após este aumento é de 1700 milhões de euros». A terceira fase «será executada através de um novo aumento do capital social, por incorporação de reservas (incluindo a reserva especial de 2000 milhões de euros constituída na primeira fase e prémios de emissão e reservas livres evidenciados no balanço do banco, até ao limite de 1300 milhões de Euros), com um valor máximo de 3300 milhões de Euros, mediante o aumento do valor nominal de todas as acções».

«O montante exacto deste novo aumento de capital, bem como o novo valor nominal das acções, será também determinado na data da Assembleia Geral, sendo o montante máximo que o capital social poderá atingir após este último aumento de capital de 4500 milhões de euros», informa o Grupo BES.

Lusa/SOL
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Aumento de Capital cheio de truques

por joao5 » 13/2/2009 11:12

Parece-me que o BES prepara um aumento de capital armadilhado.

Começam por retirar 2 kM aos actuais accionistas para depois os distribuírem pelos novos accionistas - que serão diferentes na medida em que nem todos os actuais accionistas estarão em condições de acorrer ao aumento de capital.

Para estes coloca-se um forte dilema: Vender já, provavelmente a perder dinheiro, ou ser comido no "esquema".

Pena não haver um "Jo" no BES que ponha este AC em causa, cuja legalidade (a julgar pela forma como foi pré-anunciado no post anterior) me parece muito duvidosa.
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por Açor3 » 12/2/2009 22:06

BES INFORMA SOBRE PROCESSO DE DELIBERAÇÃO DE AUMENTO DE CAPITAL
O Conselho de Administração do Banco Espírito Santo solicitou a convocação da sua
Assembleia Geral Anual de Accionistas para o próximo dia 16 de Março de 2009.
Pretende-se que nesta Assembleia seja deliberado um aumento do capital social,
mediante entradas em dinheiro e com um encaixe previsto de cerca de 1.200 milhões de
Euros. O referido aumento de capital tem como objectivo colocar os rácios de capital do
Banco em conformidade com os níveis exigidos pelas recentes alterações regulamentares,
permitindo o reforço do posicionamento competitivo do Grupo BES e a prossecução do
crescimento sustentado do seu negócio.
O aumento do capital social será executado através de um processo que envolve três
fases:
Reuters: BES.LS
Bloomberg: BES PL
www.bes.pt/investidor
INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA
Relações com Mercado
e com a CMVM
Júlio André
Tel 21 350 88 38
Fax 21 350 12 89
Relações com Investidores
Elsa Santana Ramalho
Tel.: 21 359 73 90
Fax 21 359 70 01
Email: investidor@bes.pt
Banco Espírito Santo S.A.- Sociedade Aberta - Sede: Av. da Liberdade, nº 195, 1250-142 Lisboa Portugal
Conservatória Registo Comercial Lisboa e de Pessoa Colectiva nº 500 852 367 - Capital Social: 2.500.000.000.00 euros
1. A primeira consistirá numa redução do valor nominal de cada uma das suas acções dos actuais 5 Euros para 1
Euro, através da redução do seu capital social de 2.500 milhões de Euros para 500 milhões de Euros e na
constituição de uma reserva especial no montante de 2.000 milhões de Euros, que voltará a ser reintegrada no
capital social no final deste processo.
Esta operação, que não tem qualquer impacto directo na situação líquida do Banco, destina-se a facilitar a
realização de um aumento de capital por novas entradas em dinheiro tendo em conta as condições de
mercado prevalecentes na data da Assembleia Geral.
2. A segunda passa pela realização de um aumento do capital social mediante entradas em dinheiro e com
emissão de novas acções com o valor nominal de 1 Euro cada, através de subscrição pública e reserva de
preferência para os accionistas.
Na data da Assembleia Geral será decidido o montante exacto deste aumento de capital e do prémio de
emissão das novas acções. O encaixe que se prevê vir a resultar deste aumento é de cerca de 1.200 milhões de
Euros. O montante máximo que o capital social poderá atingir após este aumento é de 1.700 milhões de Euros.
3. A terceira fase será executada através de um novo aumento do capital social, por incorporação de reservas
(incluindo a reserva especial de 2.000 milhões de Euros constituída na primeira fase acima descrita e prémios de
emissão e reservas livres evidenciados no balanço do Banco, até ao limite de 1.300 milhões de Euros), com um
valor máximo de 3.300 milhões de Euros, mediante o aumento do valor nominal de todas as acções. O montante
exacto deste novo aumento de capital, bem como o novo valor nominal das acções, será também determinado
na data da Assembleia Geral, sendo o montante máximo que o capital social poderá atingir após este último
aumento de capital de 4.500 milhões de Euros.
Lisboa, 12 de Fevereiro de 2009
BANCO ESPÍRITO SANTO, S.A.
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por Açor3 » 11/2/2009 12:16

Consórcio aumento capital BES fechado com tomada firme


11/02/2009


(Corrige mês em que se realiza a AG do BES no segundo parágrafo. Onde se lia Fevereiro deve ler-se Março. Segue versão corrigida.)

CASTELO BRANCO, 11 Fev (Reuters) - O sindicato bancário do aumento de capital de 1.200 milhões de euros (ME) a realizar pelo Banco Espírito Santo (BES) está fechado, tendo a operação a garantia de ser tomada firme, disse Ricardo Espírito Santo Salgado, Chief Executive Officer (CEO).

Adiantou que a Assembleia Geral (AG) do segundo banco privado de Portugal para a aprovação deste 'cash call' foi antecipada para 16 de Março, data após a qual está previsto um 'roadshow' para apresentação do aumento de capital a investidores.

"O sindicato está fechado e temos confirmações escritas (por parte dos bancos) de que o aumento de capital está tomado firme. Vários bancos mostraram interesse em tomar firme a operação", disse o CEO num encontro com jornalistas.

No entanto, o CEO do BES não identificou o conjunto de instituições que participam neste consórcio, nem deu quaisquer indicações quanto ao eventual intervalo de preços de subscrição.

"Temos de ter a aprovação por parte da AG e fazer o 'roadshow'. O preço convém ser definido o mais tardar possível uma vez que o mercado está volátil", afirmou.

O BES está a preparar novas metas estratégicas para até 2011, lembrando o CEO que "o aumento de capital vai dar margem para o BES crescer mais depressa a nível internacional".

"Nós devemos apresentar as novas metas já em 'roadshow'", afirmou.

Adiantou que, apesar de o crescimento orgânico ser a prioridade do grupo, se aparecer alguma oportunidade no âmbito da expansão internacional é possível que o grupo analise.

"Em Espanha, não. Em Espanha vai ser crescimento orgânico e com muito cuidadinho", afirmou Ricardo Salgado.

Acrescentou que "a banca, na Europa, vai ter de 'sarar as suas feridas' e vai ter de resolver" os seus problemas de capital.


(Por Sérgio Gonçalves; Editado por Patrícia Vicente Rua)

((---Lisboa Editorial 351 21 3509207, lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: patricia.rua.reuters.com@reuters.net))





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por Açor3 » 11/2/2009 12:09

Banca
BES apresenta plano de negócio para 2011 em Março
Maria Ana Barroso
11/02/09 10:54


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"O mercado está a melhorar", disse Ricardo Salgado.
Collapse Comunidade
Partilhe: O BES deve apresentar as novas metas para o triénio 2009-2011 durante o ‘road-show’ que fará para captar investidores para o aumento de capital de 1,2 mil milhões que deverá concretizar em Abril.

Segundo adiantou Ricardo Salgado, presidente do BES, aos jornalistas, num encontro na região de Castelo Branco, o ‘road-show', momento que servirá para definir o preço final do reforço de capital, deverá ter início logo a seguir à assembleia geral (AG) que deverá aprovar o aumento de capital do banco.

A AG, adiantou ainda, inicialmente prevista para o final de Março, foi antecipada para 16 de Março com o objectivo de ser aproveitado o facto de, neste momento, ter havido uma boa receptividade por parte dos bancos.

"O sindicato está fechado; temos confirmações escritas" de instituições que irão tomar firme a operação "Há muitos pretendentes, para nossa surpresa", referiu Ricardo Salgado.

As acções do BES avançavam 0,73% para 5,24 euros.





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por CarlPipe » 10/2/2009 20:47

O BES até está com os indicadores a dar sinais interessantes, mas o problema parece que vem de fora, isto é, o mercado não gostou do que disse o Obama e o Timothy Geithner, e estão a ser bastante penalisados... E o BES como irá reagir?

Os indicadores não vão aguentar e irão inverter?
Gostaria de algum comentário.

Cumprimentos
 
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por Açor3 » 10/2/2009 13:54

"Se o crédito crescer a 5% já é um bom nível"


10/02/2009


O BES admite que a sua carteira de crédito possa crescer 5% este ano, uma taxa de progressão correspondente a metade do nível de expansão registado em 2008. "Se o crédito crescer a 5% já é um bom nível", admitiu Amílcar Morais Pires, administrador financeiro da instituição, num encontro com jornalistas.


"Em França, o Governo está a pedir aos bancos que aumentem o crédito entre 3% e 5%. Prevemos um abrandamento mas o crédito ainda pode crescer", afirmou o gestor


No final do ano passado, o crédito a clientes do BES totalizava 51,9 mil milhões de euros, um aumento de 10% face ao final de 2007.




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por Açor3 » 10/2/2009 13:44

BES quer colocar aumento de capital junto de grandes fortunas mundiais


10/02/2009



O BES pretende colocar uma parte do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros junto de grandes fortunas mundiais. Nesse sentido, o sindicato colocador vai incluir um banco com um boa rede de "private banking", revelou Amílcar Morais Pires, administrador financeiro da instituição.

Com a aposta nas grandes fortunas internacionais, o BES pretende compensar a expectável redução do interesse de investidores institucionais como os fundos soberanos e “hedge funds” que estão a sofrer grande pressão de resgates.

Desta forma, o banco pretende também manter o actual equilíbrio entre a participação accionista do núcleo duro de investidores, que ronda os 45%, e a posição dispersa no mercado.

O BES está neste momento a fechar o contrato de tomada firme de cerca de 55% do aumento de capital com um sindicato bancário constituído por quatro instituições internacionais, cuja identidade será anunciada em breve. Entre os bancos colocadores está o BES Invetsimento, limitou-se a revelar Morais Pires.



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por Açor3 » 10/2/2009 13:08

Banca
BES lança fundo de capital de risco de 120 milhões
Maria Ana Barroso
10/02/09 10:42


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É o terceiro fundo que o BES lança nesta área.
Collapse Comunidade
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BES reduz orçamento para publicidade em 20% 10:40
O BES prepara-se para lançar um fundo de capital de risco de 120 milhões de euros, destinado a apoiar projectos de investimento na área da "inovação tecnológica", adiantou Joaquim Goes, administrador do banco.

Este terceiro fundo que a instituição lança nesta área, desde 2000, destinar-se-á a investimentos a serem realizados até 2011 ou 2012.

Ontem, o banco anunciou também a criação de um fundo de capital de risco destinado a apoiar PME "que sejam empresas viáveis". O valor, que será superior a 100 milhões de euros, não foi ainda adiantado.

As acções do BES desciam 0,90 para 5,15 euros.

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por Açor3 » 10/2/2009 11:52

Crise leva BES a reduzir investimento em comunicação em 20%


10/02/2009


O Banco Espírito Santo (BES) vai reduzir em 20% o investimento em comunicação a realizar este ano, revelou Joaquim Goes, administrador da instituição, num encontro com jornalistas. Este corte não terá qualquer reflexo no investimento em projectos de sustentabilidade, garantiu o gestor.

"Vamos preservar os apoios ao nível da sustentabilidade, o que se vai traduzir num aumento do peso relativo desta componente no orçamento de comunicação", esclareceu Joaquim Goes.

Uma das principais medidas tomadas pelo BES para reduzir o orçamento de comunicação foi o fim do patrocínio aos três grandes clubes de futebol portugueses. A partir de Junho próximo, o banco deixa de estar associado ao Porto, Sporting e Benfica.




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por Nyk » 10/2/2009 8:17

BES lança produtos para travar subida do malparado
O Banco Espírito Santo (BES) está a ajustar a sua oferta comercial à necessidade de travar o aumento do crédito malparado. O produto de crédito à habitação que está a comercializar desde Janeiro inclui um seguro gratuito de protecção ao crédito, que assume o pagamento dos empréstimos caso o cliente deixe de pagar.

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O Banco Espírito Santo (BES) está a ajustar a sua oferta comercial à necessidade de travar o aumento do crédito malparado. O produto de crédito à habitação que está a comercializar desde Janeiro inclui um seguro gratuito de protecção ao crédito, que assume o pagamento dos empréstimos caso o cliente deixe de pagar.

Em breve, a instituição vai lançar também um fundo de arrendamento habitacional ao qual os clientes que não conseguem pagar o crédito podem vender o seu imóvel, ficando com o direito de permanecer na habitação.

Para Jorge Martins, administrador do BES com o pelouro da banca de retalho, o seguro de crédito é uma das medidas mais importantes que o banco tomou para travar o aumento do incumprimento. Esta protecção está incluída no crédito à habitação e vigora durante toda a vida do empréstimo. Em caso de desemprego involuntário, salários em atraso, acidente ou doença, o seguro paga o empréstimo por um período que pode chegar a 12 meses, num máximo de 1.700 euros por mês.
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por Nyk » 9/2/2009 19:42

BES quer captar 150 mil novos clientes este ano
O BES tem como objectivo atrair 150 mil novos clientes do segmento de retalho este ano, revelou Jorge Martins, administrador da instituição.

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O BES tem como objectivo atrair 150 mil novos clientes do segmento de retalho este ano, revelou Jorge Martins, administrador da instituição.

Em termos de captação de recursos, de balanço e fora de balanço, a meta aponta para a captação de mil milhões de euros, em PPR e depósitos.

O banco pretende ainda aumentar em 13% os produtos vendidos junto dos clientes.
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por Nyk » 9/2/2009 19:25

BES prepara fundo de arrendamento habitacional
O Banco Espírito Santo vai lançar um fundo de arrendamento habitacional à semelhança do que já aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos, revelou Jorge Martins, administrador do BES responsável pela área de banca de retalho, num encontro com jornalistas.

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O Banco Espírito Santo vai lançar um fundo de arrendamento habitacional à semelhança do que já aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos, revelou Jorge Martins, administrador do BES responsável pela área de banca de retalho, num encontro com jornalistas.


O BES já solicitou autorização à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) para constituir um fundo com um valor de até 20 milhões de euros.


Além disso, o banco vai avançar com a criação de seguros de protecção ao crédito.
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por Nyk » 9/2/2009 18:31

BES lança fundo de capital de risco para apoiar PME
O Banco Espírito Santo vai lançar um fundo de investimento de capital de risco com o objectivo de apoiar a recapitalização das pequenas e médias empresas (PME) portuguesas, revelou António Souto, administrador do BES com o pelouro da banca de empresas. O valor desta linha ainda não está definido.

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O Banco Espírito Santo vai lançar um fundo de investimento de capital de risco com o objectivo de apoiar a recapitalização das pequenas e médias empresas (PME) portuguesas, revelou António Souto, administrador do BES com o pelouro da banca de empresas. O valor desta linha ainda não está definido.


"Queremos contribuir para a recapitalização de PME que tenham insuficiência de capital para ajudar a ultrapassar a crise e a sobreviver à passagem da crise desde que tenham valor acrescentado no mercado internacional, ou seja, desde que sejam empresas viáveis", adiantou o gestor num encontro com jornalistas.


Actualmente, o BES já tem um fundo de capital de risco para apoiar empreendedores, no âmbito da aposta na inovação, no valor de 120 milhões de euros.


O fundo para PME será subscrito não apenas por entidades ligadas ao BES mas também "por outros investidores que queiram beneficiar do potencial" das empresas em causa.
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por Açor3 » 9/2/2009 15:13

Preço-alvo do BES cai perto de metade num ano
Lisbon Brokers, Millennium IB e KBW actualizaram avaliações. Os resultados anuais do Banco Espírito Santo (BES) e o aumento de capital anunciado, no valor de 1,2 mil milhões de euros, levaram três bancos de investimento a actualizar a avaliação do banco.

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Lisbon Brokers, Millennium IB e KBW actualizaram avaliações.

Os resultados anuais do Banco Espírito Santo (BES) e o aumento de capital anunciado, no valor de 1,2 mil milhões de euros, levaram três bancos de investimento a actualizar a avaliação do banco.

Os lucros da instituição registaram uma quebra de 33,7% em 2008 para os 402,3 milhões de euros, valor que superou a média das estimativas dos analistas. "Na sequência do aumento de capital e dos resultados de 2008, reduzimos as estimativas de ganhos por acção em 13% para 2009 e em 26% para 2010", explicou o KBW. O banco reduziu, também, o preço-alvo de 7 para 6,6 euros por acção, um valor que representa um potencial de valorização de 29%. E subiu ainda a recomendação de "underperform" para "market perform".

Após o anúncio do aumento de capital do BES, a Lisbon Brokers avançou com dois cenários a aplicar às novas acções: um desconto de 20% e de 25%", referiu a analista Sara Amaral. "Assumindo um desconto de 25%, além de uma ligeira revisão às nossas estimativas, apontamos para um valor justo de 5,00 euros, o que compara com o nosso 'target' antes do aumento de capital de 5,60 euros", acrescentou a analista da Lisbon Brokers.
O Millennium Investment Banking também baixou a sua avaliação, mas em 11% para 7,40 euros. Estas actualizações deixaram o preço-alvo médio do BES em 9,53 euros, valor que representa um potencial de valorização de 87% e uma queda de 97% face ao "target" do banco em Janeiro de 2008. ALM


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por EuroVerde » 7/2/2009 18:52

bvlteam Escreveu:epa decide te euroverde.
um dia o bes é um bom titulo outro dia é pessimo
desculpa la mas tens de ser mais frio a analisar o titulo.
na minha opinião o bes é um melhor titulo da banca nacional e entrando nesta altura podera se conseguir uma pequena valorização.


Porquê é o melhor?

Não sei até que ponto é que a espanhola Fun pode ter influência no BES.

Técnicamente, ele vem numa cunha descendente e na última sessão rompeu em alta a cunha. No entanto são raras vezes que depois não entra num ressalto, mas desta vez acho que o caminho vai ao contrário. Devido a sucessivas noticias, uma após outra e não se sabe quantoas mais.
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por bvlteam » 7/2/2009 18:43

epa decide te euroverde.
um dia o bes é um bom titulo outro dia é pessimo
desculpa la mas tens de ser mais frio a analisar o titulo.
na minha opinião o bes é um melhor titulo da banca nacional e entrando nesta altura podera se conseguir uma pequena valorização.
 
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por Açor3 » 6/2/2009 20:52

Espanhola Fun & Basics abre falência (act.)
A cadeia espanhola de acessórios de moda Fun & Basics, que está presente em Portugal, pediu protecção ao abrigo da lei de falências junto do Tribunal do Comércio de Madrid, segundo a imprensa espanhola. A dívida da empresa é de 1,5 milhões de euros e o Banco Espírito Santo está entre os credores.

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Carla Pedro
cpedro@negocios.pt


(actualiza com mais informação)

A cadeia espanhola de acessórios de moda Fun & Basics, que está presente em Portugal, pediu protecção ao abrigo da lei de falências junto do Tribunal do Comércio de Madrid, segundo a imprensa espanhola. A dívida da empresa é de 1,5 milhões de euros e o Banco Espírito Santo está entre os credores.

A empresa, criada em 1994, abriu a sua primeira loja em 1997 e um ano depois iniciou o seu processo de expansão, contando actualmente com uma rede de 75 estabelecimentos – 23 são lojas próprias e as restantes são franchisadas – em Espanha, Portugal, México e Canadá. Está também presente noutros países, como os EUA e o Japão, através de lojas em centros comerciais, lojas multimarca e aeroportos. No total está em mais de 300 lojas multimarca.

A Fun & Basics, que se dedica à concepção, fabrico e comercialização de malas, artigos de viagem, calçado, acessórios e complementos de moda, foi agora declarada em ‘concurso de credores’ (que antes se denominava ‘suspensão de pagamentos’) pelo Tribunal do Comércio de Madrid, refere o “El País”.

De acordo com o “La Vanguardia”, a empresa teve de apresentar em Novembro um pedido de insolvência devido a problemas de liquidez que a impediram de pagar 1,5 milhões de euros aos seus fornecedores.

A Fun & Basics, que precisa de uma elevada liquidez para financiar a compra de mercadorias, está em negociações com a banca para ver se consegue uma proposta dos seus credores.

Fontes da empresa comentaram ao “La Vanguardia” que já receberam o apoio de sete das dez entidades financeiras com as quais negoceia. A Fun & Basics, que é assessorada pela sociedade de advogados CMS Albiñana y Suárez de Lezo, tem como credores o Banco Espírito Santo, Bankinter, Fortis Bank e Banco Madrid, segundo as suas contas, havendo ainda a acrescentar o La Caixa, Caixa Catalunya, Banco Sabadell, Banco Popular e Deutsche Bank, refere a mesma publicação.

Fonte do BES disse ao Negócios que a estrutura de dívida da empresa não é relevante para o banco português. Na imprensa espanhola, o BES surge em terceiro lugar na designação dos bancos credores, sendo essa a ordem de relevância na estrutura de dívida da empresa de acessórios de moda.

A partir da data de publicação do anúncio no Boletim Oficial do Estado, os credores da empresa dispõem de cerca de um mês para comunicarem à administração concursal os valores que lhes são devidos pela Fun & Basics. Segundo a “Telecinco”, os credores deverão reportar os valores em dívida até 5 de Março. A administração concursal só tratará da supervisão, já que os gestores da empresa mantêm os poderes de gestão do património.

Segundo as contas apresentadas no Registo Comercial, correspondentes a 2007, as dívidas da Fun & Basics ascendiam a 5,86 milhões de euros, sendo que a maioria (4,56 milhões) era dívida de curto prazo junto de fornecedores e entidades financeiras. A médio e longo prazo, as dívidas junto de entidades de crédito ascendiam a 1,3 milhões de euros, com vencimento entre 2008 e 2011, adiantou o “La Vanguardia”.

Entrar em concurso de credores significa que a Fun & Basics vai poder continuar a gerir o seu património, mas estará submetida à intervenção da administração concursal. O concurso de credores é uma situação temporária, sendo ainda possível que a empresa possa superar este revés e manter no futuro a sua actividade, salienta o portal “Neomoda”.

Segundo os dados mais recentes do Instituto de Informação em Franchising, o investimento para abrir um franchising da Fun & Basics em Portugal é de 110.000 euros.

O Negócios tentou contactar a empresa, nas suas instalações em Portugal e em Espanha, mas sem sucesso.


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