Altri - Tópico Geral
Re: Interessante
rjamartins Escreveu:Muito obrigado Ulisses.
Acabei de entrar na Altri.
Cpts
Podes sucintamente enumerar os motivos que te levaram a entrar?
Apesar de concordar com o teu ponto de entrada (apenas através do gráfico do Ulisses) não me satisfaz o suficiente para te acompanhar...
Abraço
Interessante
Muito obrigado Ulisses.
Acabei de entrar na Altri.
Cpts
Acabei de entrar na Altri.
Cpts
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Gráfico
Boa tarde,
Alguêm me poderá fornecer um gráfico actualizado da Altri?
Muito Obrigado
Alguêm me poderá fornecer um gráfico actualizado da Altri?
Muito Obrigado
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Análise
Altri é o título preferido do BCP
Pedro Duarte
24/02/09 11:50
--------------------------------------------------------------------------------
O Millennium BCP acredita que os títulos da empresa presidida por Paulo Fernandes têm o maior potencial de valorização na bolsa nacional.
Collapse Comunidade
Partilhe: O Millennium bcp anunciou hoje os seus cinco títulos com maior potencial de valorização em 2009, sendo a lista liderada pela Altri.
Esta semana, o Millennium bcp não procedeu a alterações de fundo aos seus títulos favoritos, continuando a apostar nos títulos da Sonae Indústria, da Altri, da Sonaecom, da Cofina e da Semapa.
A grande diferença é que a Altri é o título considerado como tendo o maior potencial de valorização, enquanto que na semana passada este lugar era ocupado pela Sonae Indústria.
Assim, os analisats do Millennium IB notam que a Altr tem um potencial de valorização de 274% face ao preço-alvo de 6,05 euros que o banco tem para o título em 2009. Segue-se a Sonaecom, que pode ganhar 161% até ao final de 2009.
A Sonae Indústria viu o seu potencial de valorização fortemente reduzido para apenas 138%, semelhante aos da Cimpor e da Semapa.
DE
Altri é o título preferido do BCP
Pedro Duarte
24/02/09 11:50
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O Millennium BCP acredita que os títulos da empresa presidida por Paulo Fernandes têm o maior potencial de valorização na bolsa nacional.
Collapse Comunidade
Partilhe: O Millennium bcp anunciou hoje os seus cinco títulos com maior potencial de valorização em 2009, sendo a lista liderada pela Altri.
Esta semana, o Millennium bcp não procedeu a alterações de fundo aos seus títulos favoritos, continuando a apostar nos títulos da Sonae Indústria, da Altri, da Sonaecom, da Cofina e da Semapa.
A grande diferença é que a Altri é o título considerado como tendo o maior potencial de valorização, enquanto que na semana passada este lugar era ocupado pela Sonae Indústria.
Assim, os analisats do Millennium IB notam que a Altr tem um potencial de valorização de 274% face ao preço-alvo de 6,05 euros que o banco tem para o título em 2009. Segue-se a Sonaecom, que pode ganhar 161% até ao final de 2009.
A Sonae Indústria viu o seu potencial de valorização fortemente reduzido para apenas 138%, semelhante aos da Cimpor e da Semapa.
DE
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
ALTRI
Bom, agora que o Gap está fehado, decidi abrir posição.
Com um RSI inferior a 15, não resisti a entrar, mesmo com o panorama envolvente....
Com a cotação severamente espremida e um movimento já muito exausto, aguardo pacientemente uma reacção técnica.
Fica o gráfico em anexo.
Cumprimentos bolsistas.
Com um RSI inferior a 15, não resisti a entrar, mesmo com o panorama envolvente....
Com a cotação severamente espremida e um movimento já muito exausto, aguardo pacientemente uma reacção técnica.
Fica o gráfico em anexo.
Cumprimentos bolsistas.
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1886 – Estátua da Liberdade; oferecida pelos Franceses como aniversário do 1º século de independência dos EUA
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
Altri
Estava a dar uma vista de olhos no nosso mercado e deparo-me com uma situação impressionante: 1 vela verde nas últimas 25 sessões.....
Não espanta que esteja completamente sobrevendida - RSI=18.
Quando o estocástico der sinal de entrada, julgo que vai arrancar e com força, dado o tombo que a tem acompanhado.
Se as árvores não sobem até ao céu, também não é de crer que esta papeleira caia eternamente..... digo eu....
Tendo um Beta elevado, vou estar de olho na recuperação... que vai ter que acontecer...
A acompanhar
Cumprimentos bolsistas.
Não espanta que esteja completamente sobrevendida - RSI=18.
Quando o estocástico der sinal de entrada, julgo que vai arrancar e com força, dado o tombo que a tem acompanhado.
Se as árvores não sobem até ao céu, também não é de crer que esta papeleira caia eternamente..... digo eu....
Tendo um Beta elevado, vou estar de olho na recuperação... que vai ter que acontecer...
A acompanhar
Cumprimentos bolsistas.
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1886 – Estátua da Liberdade; oferecida pelos Franceses como aniversário do 1º século de independência dos EUA
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
Fiquei chocado quando descobri que há três semanas que ninguém pega no tópico da Altri!!! E pensar que já foi a estrela da nossa bolsa, tendo subido 1000% em cerca de 2 anos... Só por causa disto, achei que se impunha fazer um comentário ao título.
A Altri tem vindo a arrastar-se numa lenta agonia desde há mais de 1 ano. De vez em quando acorda, qual vulcão adormecido, e dispara 50% ou mais (mas em regra estes movimentos têm sido precedidos por uma aceleração da queda).
Pormonor curioso: há 19 sessões que a Altri não faz uma vela branca (as últimas 18 velas foram negras ou dojis). Isto é super-hiper-ultra-mega-bear.
2 gráficos actualizados em anexo
A Altri tem vindo a arrastar-se numa lenta agonia desde há mais de 1 ano. De vez em quando acorda, qual vulcão adormecido, e dispara 50% ou mais (mas em regra estes movimentos têm sido precedidos por uma aceleração da queda).
Pormonor curioso: há 19 sessões que a Altri não faz uma vela branca (as últimas 18 velas foram negras ou dojis). Isto é super-hiper-ultra-mega-bear.
2 gráficos actualizados em anexo
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Atrasos licenças biomassa neutral a negativo Altri - BPI
Origem Reuters
Data 20-01-2009 08:57
LISBOA, 20 Jan (Reuters) - O atraso na atribuição de licenças para centrais de biomassa tem impacto neutral a
negativo para a Altri já que dificulta a criação de
valor da 'joint-venture' com a EDP , diz o BPI.
O 'Jornal de Negócios' refere que o governo português tinha
um plano de atribuir 100 megawatts de licenças, distribuídas por
15 centrais de biomassa, até final de 2007, mas até ao momento
só adjudicou quatro das licenças.
A Altri tem uma parceria com a EDP-Energias de Portugal para
a produção de biomassa, denominada EDP Bioeléctrica.
"Neutral a negativo. A joint-venture da Altri com a EDP está
a concorrer a 20 MW deste pacote de licenças. Portanto os
atrasos referidos devem significar que esta joint-venture poderá
ter mais dificuldades para consolidar o valor adicional", refere
o BPI no 'Iberian Daily'.
O negócio de biomassa representa 10 pct do Enterprise Value
calculado pelo BPI para a Altri.
Negociaram-se 42.301 acções da Altri a subir 0,49 pct para
2,06 euros.
Origem Reuters
Data 20-01-2009 08:57
LISBOA, 20 Jan (Reuters) - O atraso na atribuição de licenças para centrais de biomassa tem impacto neutral a
negativo para a Altri já que dificulta a criação de
valor da 'joint-venture' com a EDP , diz o BPI.
O 'Jornal de Negócios' refere que o governo português tinha
um plano de atribuir 100 megawatts de licenças, distribuídas por
15 centrais de biomassa, até final de 2007, mas até ao momento
só adjudicou quatro das licenças.
A Altri tem uma parceria com a EDP-Energias de Portugal para
a produção de biomassa, denominada EDP Bioeléctrica.
"Neutral a negativo. A joint-venture da Altri com a EDP está
a concorrer a 20 MW deste pacote de licenças. Portanto os
atrasos referidos devem significar que esta joint-venture poderá
ter mais dificuldades para consolidar o valor adicional", refere
o BPI no 'Iberian Daily'.
O negócio de biomassa representa 10 pct do Enterprise Value
calculado pelo BPI para a Altri.
Negociaram-se 42.301 acções da Altri a subir 0,49 pct para
2,06 euros.
Cumprimentos.
" Existem pessoas tão sumamente pobres que só têm dinheiro "
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Encerramento da CPK "neutral" a "negativo" para a Altri
Os analistas do Millennium e do ESR consideram que o encerramento da unidade de papel Kraft deverá ter um imopacto "neutral" para a Altri, dada a sua baixa contribuição nas contas da companhia. Já o BPI antevê um impacto "negativo", mas frisa o empenho da administração na criação de valor.
--------------------------------------------------------------------------------
Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
Os analistas do Millennium Investment Banking (IB) e do Espírito Santo Research (ESR) consideram que o encerramento da unidade de papel Kraft deverá ter um imopacto “neutral” para a Altri, dada a sua baixa contribuição nas contas da companhia. Já o BPI antevê um impacto “negativo”, mas frisa o empenho da administração na criação de valor.
Na passada sexta-feira, a Altri anunciou que a sua participada CPK – Papel Kraft, encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel. Os custos com o encerramento (no valor de cinco milhões de euros) estão “totalmente imputados” no último trimestre de 2008.
João Mateus, analista do Millennium Investment Banking (IB) refere que “uma muito baixa rentabilidade e a falta de perspectivas de recuperação”estiveram por trás desta decisão da Altri. O banco de investimento acrescenta que dado que a contribuição da CPK nos trimestres de 2008 para o EBITDA “tem sido praticamente nula”, mantém as estimativas para o ano de 2008 e anos seguintes.
Por outro lado, João Mateus realça que o custo de 5 milhões de euros “tem um impacto menor na avaliação e não altera o arredondamento do nosso preço-alvo”.
A recomendação concedida pelo Millennium IB é de “comprar”, enquanto o “target” é de 6,05 euros.
Os analistas do Espírito Santo Research (ESR) qualificam esta notícia de “neutral”, realçando que “de acordo com as nossas estimativas, a unidade CPK Kraft representou apenas 7% das receitas e 3% do EBITDA nas estimativas de 2009”.
O ESR atribui um “rating” de “comprar” à empresa e um preço-alvo de 3,9 euros.
Já o BPI considera que o impacto desta notícia deverá ser “negativo” para a companhia liderada por Paulo Fernandes, frisando que “este é um sinal de uma rápida deterioração da indústria de papel kraft, claramente pior do que as nossas expectativas”.
No “Iberian Daily” de hoje, a equipa de “research” do BPI adianta que deverá rever as estimativas para a Celtejo, que implicitamente incluíam uma contribuição positiva da CPK. Por outro lado, os analistas sublinham que o custo desta operação representa cerca de 7% do EBITDA estimado para 2008.
O banco de investimento relembra que já admitia uma queda de 3% nos preços em 2009, “que agora parece claramente optimista”.
“Contudo, acreditamos que é importante realçar o foco da gestão da Altri na criação de valor, nomeadamente as suas acções pró-activas na reestruturação do negócio da empresa”, afirmam os analistas do BPI. Estes responsáveis adiantam que a empresa efectuou recentemente o “spin-off” da F. Ramada e que com este encerramento, a Altri vai ficar completamente focada no negócio de pasta BEKP (pasta de papel de eucalipto branqueada).
O BPI tem uma recomendação de “acumular” para a Altri, cujas acções avalia em 3,00 euros.
As acções da Altri seguiam a desvalorizar 1,32% para os 2,17 euros.
Os analistas do Millennium e do ESR consideram que o encerramento da unidade de papel Kraft deverá ter um imopacto "neutral" para a Altri, dada a sua baixa contribuição nas contas da companhia. Já o BPI antevê um impacto "negativo", mas frisa o empenho da administração na criação de valor.
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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
Os analistas do Millennium Investment Banking (IB) e do Espírito Santo Research (ESR) consideram que o encerramento da unidade de papel Kraft deverá ter um imopacto “neutral” para a Altri, dada a sua baixa contribuição nas contas da companhia. Já o BPI antevê um impacto “negativo”, mas frisa o empenho da administração na criação de valor.
Na passada sexta-feira, a Altri anunciou que a sua participada CPK – Papel Kraft, encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel. Os custos com o encerramento (no valor de cinco milhões de euros) estão “totalmente imputados” no último trimestre de 2008.
João Mateus, analista do Millennium Investment Banking (IB) refere que “uma muito baixa rentabilidade e a falta de perspectivas de recuperação”estiveram por trás desta decisão da Altri. O banco de investimento acrescenta que dado que a contribuição da CPK nos trimestres de 2008 para o EBITDA “tem sido praticamente nula”, mantém as estimativas para o ano de 2008 e anos seguintes.
Por outro lado, João Mateus realça que o custo de 5 milhões de euros “tem um impacto menor na avaliação e não altera o arredondamento do nosso preço-alvo”.
A recomendação concedida pelo Millennium IB é de “comprar”, enquanto o “target” é de 6,05 euros.
Os analistas do Espírito Santo Research (ESR) qualificam esta notícia de “neutral”, realçando que “de acordo com as nossas estimativas, a unidade CPK Kraft representou apenas 7% das receitas e 3% do EBITDA nas estimativas de 2009”.
O ESR atribui um “rating” de “comprar” à empresa e um preço-alvo de 3,9 euros.
Já o BPI considera que o impacto desta notícia deverá ser “negativo” para a companhia liderada por Paulo Fernandes, frisando que “este é um sinal de uma rápida deterioração da indústria de papel kraft, claramente pior do que as nossas expectativas”.
No “Iberian Daily” de hoje, a equipa de “research” do BPI adianta que deverá rever as estimativas para a Celtejo, que implicitamente incluíam uma contribuição positiva da CPK. Por outro lado, os analistas sublinham que o custo desta operação representa cerca de 7% do EBITDA estimado para 2008.
O banco de investimento relembra que já admitia uma queda de 3% nos preços em 2009, “que agora parece claramente optimista”.
“Contudo, acreditamos que é importante realçar o foco da gestão da Altri na criação de valor, nomeadamente as suas acções pró-activas na reestruturação do negócio da empresa”, afirmam os analistas do BPI. Estes responsáveis adiantam que a empresa efectuou recentemente o “spin-off” da F. Ramada e que com este encerramento, a Altri vai ficar completamente focada no negócio de pasta BEKP (pasta de papel de eucalipto branqueada).
O BPI tem uma recomendação de “acumular” para a Altri, cujas acções avalia em 3,00 euros.
As acções da Altri seguiam a desvalorizar 1,32% para os 2,17 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Altri
Boas.
Esta noticia do encerramento de uma linha de produção, parece-me que vai ser bem recebida pelo mercado. O que não dá lucro neste tempos, mais vale estar parado.
Por isso espero que para a semana esta acção venha a ter mais algum movimento, pois ultimamente tem estado muito parada, mesmo os proprios volumes tem sido baixos, longe vão os tempos em que era diário volumes acima de 1 milhão...
PauloGMR
Esta noticia do encerramento de uma linha de produção, parece-me que vai ser bem recebida pelo mercado. O que não dá lucro neste tempos, mais vale estar parado.
Por isso espero que para a semana esta acção venha a ter mais algum movimento, pois ultimamente tem estado muito parada, mesmo os proprios volumes tem sido baixos, longe vão os tempos em que era diário volumes acima de 1 milhão...
PauloGMR
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- Registado: 29/11/2007 10:23
- Localização: 20
Altri encerra unidade de papel Kraft com perspectivas de degradação da procura
A participada da Altri, CPK Papel Kraft encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel, informou a empresa, sublinhando que os custos com o encerramento estão "totalmente imputados" no último trimestre de 2008.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
A participada da Altri, CPK – Papel Kraft encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à CMVM, sublinhando que os custos com o encerramento (no valor de cinco milhões de euros) estão “totalmente imputados” no último trimestre de 2008.
Segundo a mesma fonte, “a decisão foi tomada na sequência da degradação das perspectivas do negócio do papel Kraft e da constatação do contributo negligenciável desta unidade produtiva para o EBITDA do Grupo Altri, não se vislumbrando qualquer possibilidade de inverter a prazo a tal tendência”.
“Os custos com o encerramento dessa unidade produtiva, que se estimam num montante de cinco milhões de euros, estão integralmente imputados no último trimestre de 2008”, sublinha o comunicado.
A empresa salienta ainda o facto da decisão permitir ao grupo Altri “concentrar a actividade no seu core business, a exploração florestal e produção de pasta de papel”.
A participada da Altri, CPK Papel Kraft encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel, informou a empresa, sublinhando que os custos com o encerramento estão "totalmente imputados" no último trimestre de 2008.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
A participada da Altri, CPK – Papel Kraft encerrou a sua unidade de produção de papel Kraft na sequência da degradação das perspectivas do negócio deste tipo de papel, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à CMVM, sublinhando que os custos com o encerramento (no valor de cinco milhões de euros) estão “totalmente imputados” no último trimestre de 2008.
Segundo a mesma fonte, “a decisão foi tomada na sequência da degradação das perspectivas do negócio do papel Kraft e da constatação do contributo negligenciável desta unidade produtiva para o EBITDA do Grupo Altri, não se vislumbrando qualquer possibilidade de inverter a prazo a tal tendência”.
“Os custos com o encerramento dessa unidade produtiva, que se estimam num montante de cinco milhões de euros, estão integralmente imputados no último trimestre de 2008”, sublinha o comunicado.
A empresa salienta ainda o facto da decisão permitir ao grupo Altri “concentrar a actividade no seu core business, a exploração florestal e produção de pasta de papel”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Segundo o BPI
Descida do preço da pasta "negativa" para a Portucel, Semapa de Altri
Os analistas do BPI consideram que a descida dos preços da pasta de papel será negativa para as três empresas nacionais desta indústria cotadas em bolsa, a Portucel, a Semapa e a Altri.
--------------------------------------------------------------------------------
Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
Os analistas do BPI consideram que a descida dos preços da pasta de papel será negativa para as três empresas nacionais desta indústria cotadas em bolsa, a Portucel, a Semapa e a Altri.
O banco de investimento acredita que o corte dos preços da pasta de fibra longa (NBSK), anunciado ontem pela norte americana Domtar, será seguido por uma descida também na pasta de papel de eucalipto branqueada (BEKP), que tem peso elevado nas receitas da indústria portuguesa.
“É negativo. Vem confirmar a tendência negativa a que se vem assistir na indústria das pasta nos últimos meses e deverá continuar a pesar negativamente nos preços da pasta”, explicam os analistas do BPI, no diário de acções de hoje, que adiantam ainda que esta decida dos preços das pasta NBSK deverá “afectar também a evolução dos preços da pasta BEKP”.
A instituição recorda que a pasta BEKP representa 22% das receitas da Portucel, enquanto equivale a 87% da sua avaliação das acções da Semapa e a 90% da avaliação dos títulos da Altri.
No entanto, o banco mantém as recomendações de “comprar” para a Portucel e Semapa, com preços-alvo de 2,65 euros e 9,80 euros, respectivamente, e de “acumular” para a Altri, com um “target” de 3 euros.
Das três, a Semapa é a única que está a transaccionar positiva no mercado de capitais. Os títulos da empresa avançam 0,40% para os 6,52 euros. Já a Altri desvaloriza 1,47% e cota nos 2,217 euros, enquanto a Portucel recua 0,13% para os 1,516 euros.
Descida do preço da pasta "negativa" para a Portucel, Semapa de Altri
Os analistas do BPI consideram que a descida dos preços da pasta de papel será negativa para as três empresas nacionais desta indústria cotadas em bolsa, a Portucel, a Semapa e a Altri.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
Os analistas do BPI consideram que a descida dos preços da pasta de papel será negativa para as três empresas nacionais desta indústria cotadas em bolsa, a Portucel, a Semapa e a Altri.
O banco de investimento acredita que o corte dos preços da pasta de fibra longa (NBSK), anunciado ontem pela norte americana Domtar, será seguido por uma descida também na pasta de papel de eucalipto branqueada (BEKP), que tem peso elevado nas receitas da indústria portuguesa.
“É negativo. Vem confirmar a tendência negativa a que se vem assistir na indústria das pasta nos últimos meses e deverá continuar a pesar negativamente nos preços da pasta”, explicam os analistas do BPI, no diário de acções de hoje, que adiantam ainda que esta decida dos preços das pasta NBSK deverá “afectar também a evolução dos preços da pasta BEKP”.
A instituição recorda que a pasta BEKP representa 22% das receitas da Portucel, enquanto equivale a 87% da sua avaliação das acções da Semapa e a 90% da avaliação dos títulos da Altri.
No entanto, o banco mantém as recomendações de “comprar” para a Portucel e Semapa, com preços-alvo de 2,65 euros e 9,80 euros, respectivamente, e de “acumular” para a Altri, com um “target” de 3 euros.
Das três, a Semapa é a única que está a transaccionar positiva no mercado de capitais. Os títulos da empresa avançam 0,40% para os 6,52 euros. Já a Altri desvaloriza 1,47% e cota nos 2,217 euros, enquanto a Portucel recua 0,13% para os 1,516 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Cofihold vende mais de 20% da Altri a administradores das duas empresas
A Cofihold alienou fora de bolsa mais de 20% do capital da Altri. A venda de 21 milhões de títulos foi feita a administradores das duas empresas por 47,12 milhões de euros.
--------------------------------------------------------------------------------
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Cofihold alienou “fora de bolsa” mais de 20% do capital da Altri. A venda de 21 milhões de títulos foi feita a administradores das duas empresas por 47,12 milhões de euros.
Em vários comunicados emitidos para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Altri anunciou que a Cofihold, até agora a sua maior accionista, vendeu 21 milhões de acções da empresa, o que correspondia a 20,47% do capital da Altri.
O comunicado adianta que a acções foram vendidas a 2,244 euros por unidade, o que corresponde a um total de 47,12 milhões de euros. A venda foi feita directamente a administradores da empresa.
Paulo Fernandes, presidente da empresa, comprou 3,5 milhões de acções, pagando um total de 7,85 milhões de euros e ficando com um total de 6,48% do capital da Altri.
Domingos de Matos comprou igualmente 3,5 milhões de títulos, passando a deter 6,80% do capital da Altri.
A empresa Caderno Azul, que já era accionista directa da Altri, e da qual os administradores João Manuel de Oliveira (CFO da Altri) e Carlos Manuel de Oliveira são administradores, comprou mais de 4,6 milhões de títulos da empresa passando a ser titular de 9,02% do capital da companhia, de acordo com o mesmo comunicado.
O administrador Pedro Miguel de Oliveira também adquiriu mais de 2,3 milhões de acções ficando com uma participação de 4,22% do capital da Altri.
As acções da empresa seguiam a subir 1,11% para os 2,269 euros.
A Cofihold alienou fora de bolsa mais de 20% do capital da Altri. A venda de 21 milhões de títulos foi feita a administradores das duas empresas por 47,12 milhões de euros.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Cofihold alienou “fora de bolsa” mais de 20% do capital da Altri. A venda de 21 milhões de títulos foi feita a administradores das duas empresas por 47,12 milhões de euros.
Em vários comunicados emitidos para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Altri anunciou que a Cofihold, até agora a sua maior accionista, vendeu 21 milhões de acções da empresa, o que correspondia a 20,47% do capital da Altri.
O comunicado adianta que a acções foram vendidas a 2,244 euros por unidade, o que corresponde a um total de 47,12 milhões de euros. A venda foi feita directamente a administradores da empresa.
Paulo Fernandes, presidente da empresa, comprou 3,5 milhões de acções, pagando um total de 7,85 milhões de euros e ficando com um total de 6,48% do capital da Altri.
Domingos de Matos comprou igualmente 3,5 milhões de títulos, passando a deter 6,80% do capital da Altri.
A empresa Caderno Azul, que já era accionista directa da Altri, e da qual os administradores João Manuel de Oliveira (CFO da Altri) e Carlos Manuel de Oliveira são administradores, comprou mais de 4,6 milhões de títulos da empresa passando a ser titular de 9,02% do capital da companhia, de acordo com o mesmo comunicado.
O administrador Pedro Miguel de Oliveira também adquiriu mais de 2,3 milhões de acções ficando com uma participação de 4,22% do capital da Altri.
As acções da empresa seguiam a subir 1,11% para os 2,269 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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