Martifer - Tópico Geral
Martifer arranca finalmente com fábrica em Angola
Anunciada em Abril de 2006, durante a primeira visita de José Sócrates a Angola, foram necessários dois anos e meio para o grupo Martifer arrancar com a construção da fábrica de estruturas metálicas no país.
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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt
Anunciada em Abril de 2006, durante a primeira visita de José Sócrates a Angola, foram necessários dois anos e meio para o grupo Martifer arrancar com a construção da fábrica de estruturas metálicas no país.
"Começamos precisamente esta semana com os trabalhos de movimento de terras e terraplanagens", adiantou ao Negócios José Rodrigues, CEO da área das Construções Metálicas do grupo liderado pelos irmãos Martins.
Anunciada em Abril de 2006, durante a primeira visita de José Sócrates a Angola, foram necessários dois anos e meio para o grupo Martifer arrancar com a construção da fábrica de estruturas metálicas no país.
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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt
Anunciada em Abril de 2006, durante a primeira visita de José Sócrates a Angola, foram necessários dois anos e meio para o grupo Martifer arrancar com a construção da fábrica de estruturas metálicas no país.
"Começamos precisamente esta semana com os trabalhos de movimento de terras e terraplanagens", adiantou ao Negócios José Rodrigues, CEO da área das Construções Metálicas do grupo liderado pelos irmãos Martins.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Re: Amigo Teixeira...
lareco Escreveu:Finalmente alguem postou e bem sobre a Martifer...
Dou os meus sentidos parabens pela analise e reconheço que somente o pessoal de Aveiro e Viseu conhece a cotada em questão.
Aos outros foristas não se sintam desprestigiados com o coment,mas efectivamente so indo a Oliveira De Frades é que se tem a verdadeira dimensão da empresa.
Conheço parte do grupo e sei de alguns negocios que têm que de futuro criaram riqueza.
Reconheço no entanto que a martifer está muito exposta a area das estruturas metálicas e que num contexto de abrandamento empresarial será complicado.
Mas as oportunidades nesta area estão a crescer com uma situação dificil que alguns players do mercado estão a passar.O abrandamento do preço do ferro será um forte empurrão no crescimento das margens operacionais ainda não reflectido nestas contas(fecho e acabamento de obras em dezembro).
A dinâmica dos Irmãos Martins é extraordinária...acreditem..
Exacto, ele pode ter razão e tu também.
Mas provavelmente escrevia o mesmo com a MARTIFER a 8 euros.
Cumprimentos,
SMALL
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Finalmente alguem postou e bem sobre a Martifer...
Dou os meus sentidos parabens pela analise e reconheço que somente o pessoal de Aveiro e Viseu conhece a cotada em questão.
Aos outros foristas não se sintam desprestigiados com o coment,mas efectivamente so indo a Oliveira De Frades é que se tem a verdadeira dimensão da empresa.
Conheço parte do grupo e sei de alguns negocios que têm que de futuro criaram riqueza.
Reconheço no entanto que a martifer está muito exposta a area das estruturas metálicas e que num contexto de abrandamento empresarial será complicado.
Mas as oportunidades nesta area estão a crescer com uma situação dificil que alguns players do mercado estão a passar.O abrandamento do preço do ferro será um forte empurrão no crescimento das margens operacionais ainda não reflectido nestas contas(fecho e acabamento de obras em dezembro).
A dinâmica dos Irmãos Martins é extraordinária...acreditem..
Boas!
E achas que é por causa do que foi dito pelo nunesteixeira ou por mim ou por outro qualquer que a curto prazo a tendência da Martifer se vai alterar?! Eu acho que não. Se me perguntares se acho que a Martifer está desvalorizada? Respondo acho. Acredito na empresa em termos futuros? sim, acredito. È um bom investimento a longo prazo? Sim. Acho que ela vai descer mais? Não sei.

Uma das coisas que tenho aprendido em Bolsa é que em bear market nem as empresas com bons fundamentais escapam a grandes quedas.

Cumps
Amigo Teixeira...
Finalmente alguem postou e bem sobre a Martifer...
Dou os meus sentidos parabens pela analise e reconheço que somente o pessoal de Aveiro e Viseu conhece a cotada em questão.
Aos outros foristas não se sintam desprestigiados com o coment,mas efectivamente so indo a Oliveira De Frades é que se tem a verdadeira dimensão da empresa.
Conheço parte do grupo e sei de alguns negocios que têm que de futuro criaram riqueza.
Reconheço no entanto que a martifer está muito exposta a area das estruturas metálicas e que num contexto de abrandamento empresarial será complicado.
Mas as oportunidades nesta area estão a crescer com uma situação dificil que alguns players do mercado estão a passar.O abrandamento do preço do ferro será um forte empurrão no crescimento das margens operacionais ainda não reflectido nestas contas(fecho e acabamento de obras em dezembro).
A dinâmica dos Irmãos Martins é extraordinária...acreditem..
Dou os meus sentidos parabens pela analise e reconheço que somente o pessoal de Aveiro e Viseu conhece a cotada em questão.
Aos outros foristas não se sintam desprestigiados com o coment,mas efectivamente so indo a Oliveira De Frades é que se tem a verdadeira dimensão da empresa.
Conheço parte do grupo e sei de alguns negocios que têm que de futuro criaram riqueza.
Reconheço no entanto que a martifer está muito exposta a area das estruturas metálicas e que num contexto de abrandamento empresarial será complicado.
Mas as oportunidades nesta area estão a crescer com uma situação dificil que alguns players do mercado estão a passar.O abrandamento do preço do ferro será um forte empurrão no crescimento das margens operacionais ainda não reflectido nestas contas(fecho e acabamento de obras em dezembro).
A dinâmica dos Irmãos Martins é extraordinária...acreditem..
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A dívida de 2008 estará aos níveis de 2007 no final do ano!
(Agradece-se reflexões construtivas)
A dívida de 2008 estará aos níveis de 2007 no final
do ano, ao integrar os 269 M€ da venda da Repower! Posto isto, os resultados apresentados serão
altamente animadores para o ano 2008 dado os
crescimentos apresentados para o EBITDA
("O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado,
ascendendo a €50 Mn nos primeiros 9 meses do ano, um
acréscimo de153% face ao período homólogo").
Lemrar que:
Dívida em Dezembro de 2007 = -244 M€
Dívida em Setembro de 2008 = -585 M€
Venda da Repower 15DEZ2008 = +269 M€
Dívida prevista a DEZ 2008 = -316 M€ (estimativa)
(585 - 269 = 316)
M€ = milhões de euros
(ver página 4 de http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf )
A dívida de 2008 estará aos níveis de 2007 no final
do ano, ao integrar os 269 M€ da venda da Repower! Posto isto, os resultados apresentados serão
altamente animadores para o ano 2008 dado os
crescimentos apresentados para o EBITDA
("O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado,
ascendendo a €50 Mn nos primeiros 9 meses do ano, um
acréscimo de153% face ao período homólogo").
Lemrar que:
Dívida em Dezembro de 2007 = -244 M€
Dívida em Setembro de 2008 = -585 M€
Venda da Repower 15DEZ2008 = +269 M€
Dívida prevista a DEZ 2008 = -316 M€ (estimativa)
(585 - 269 = 316)
M€ = milhões de euros
(ver página 4 de http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf )
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Não esquecer que as contas apresentadas no final do 3º trimestre ainda não integram os 269 milhões de euros da venda da Repower! Este valor reduzirá a dívida apresentada (Dívida + Leasings = 585M€) para cerca de metade! O que dará aos resultados anuais globais de 2008, uma expressão bem mais positiva para a Martifer!
"(...) a Martifer acordou vender à Suzlon e a
Suzlon acordou adquirir à Martifer 2.060.788 acções
representativas de aproximadamente 22,48% do capital
social da Repower, pelo valor de 269.963.288 euros, em transacção a efectuar até ao dia 15 de Dezembro de 2008(...)"
Boas Nuno!
Eu não me esqueci mas o mercado parece que sim.

Como quem manda é o mercado... mais vale estar do lado dele do que contra.

Cumps
IMPORTANTE! 270 milhões de Euros da Venda da Repower !!!
Não esquecer que as contas apresentadas no final do 3º trimestre ainda não integram os 269 milhões de euros da venda da Repower! Este valor reduzirá a dívida apresentada (Dívida + Leasings = 585M€) para cerca de metade! O que dará aos resultados anuais globais de 2008, uma expressão bem mais positiva para a Martifer!
"(...) a Martifer acordou vender à Suzlon e a
Suzlon acordou adquirir à Martifer 2.060.788 acções
representativas de aproximadamente 22,48% do capital
social da Repower, pelo valor de 269.963.288 euros, em transacção a efectuar até ao dia 15 de Dezembro de 2008(...)"
FONTES:
1) http://www.martifer.com/InvestorRelatio ... foPriv.pdf
2)http://www.martifer.com/InvestorRelations/PT/20081104InfoPriv.pdf
3) http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf
"(...) a Martifer acordou vender à Suzlon e a
Suzlon acordou adquirir à Martifer 2.060.788 acções
representativas de aproximadamente 22,48% do capital
social da Repower, pelo valor de 269.963.288 euros, em transacção a efectuar até ao dia 15 de Dezembro de 2008(...)"
FONTES:
1) http://www.martifer.com/InvestorRelatio ... foPriv.pdf
2)http://www.martifer.com/InvestorRelations/PT/20081104InfoPriv.pdf
3) http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf
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Mas a MARTIFER tem tanta acção da EDP porquê?
Pretende ir buscar liquidez à bolsa? Credo?
E se os manos não tivessem comprado mais umas centenas de milhares de acções, onde andaria a cotação agora?
Parecem os pequenos accionistas no BCP..tiveram que comprar para terem crédito mais barato. Querem ver que sem investimento na EDP, não lhes vendiam nada?
Ou a TDU, que sobe e desce mais por causa do BCP do que das obras que ganha ou perde.
Quando é que as empresas aprendem a investir naquilo que sabem fazer, em vez de se colocarem a jeito para depender da evolução dos índices bolsistas?
Pretende ir buscar liquidez à bolsa? Credo?
E se os manos não tivessem comprado mais umas centenas de milhares de acções, onde andaria a cotação agora?
Parecem os pequenos accionistas no BCP..tiveram que comprar para terem crédito mais barato. Querem ver que sem investimento na EDP, não lhes vendiam nada?
Ou a TDU, que sobe e desce mais por causa do BCP do que das obras que ganha ou perde.
Quando é que as empresas aprendem a investir naquilo que sabem fazer, em vez de se colocarem a jeito para depender da evolução dos índices bolsistas?
Cumprimentos,
SMALL
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Dívida da Martifer preocupa analistas
Os analistas demonstram preocupação com o nível de dívida líquida alcançado pela empresa, na sequência da divulgação dos resultados trimestrais da companhia.
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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
Os analistas demonstram preocupação com o nível de dívida líquida alcançado pela empresa, na sequência da divulgação dos resultados trimestrais da companhia.
A empresa apresentou os seus resultados dos primeiros nove meses do ano ontem após o fecho do mercado, tendo reportado um prejuízo de 19,4 milhões de euros devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros.
A analista Teresa Caldeira do Caixa BI afirma que, em termos operacionais os resultados ficaram genericamente em linha com as suas estimativas. O banco destaca que a dívida líquida atingiu os 527 milhões de euros, “valores expressivos perante a estrutura da empresa”.
“Uma das nossas preocupações em relação à empresa refere-se ao nível de dívida líquida, sobretudo quando a empresa anunciava um montante de 312 milhões de euros de capex [investimento] para realizar este ano”, afirma Teresa Caldeira.
O BPI acredita que estes resultados terão um impacto “neutral a negativo” na empresa. A equipa de “research” do banco de investimento frisa que o “capital continua a demonstrar sinais de deterioração e o aumento nos níveis de dívida juntamente com a erosão de valor relacionada com o investimento na posição na EDP aumenta os riscos visíveis”.
O analista António Seladas, do Millennium IB, afirma numa nota de investimento divulgada ontem, que os números operacionais foram melhores do que as suas estimativas, sobretudo as receitas e EBITDA na divisão de Sistemas de Energia.
Quanto à Prio, a divisão de biocombustíveis, o banco frisa que também registou um comportamento melhor do que o esperado em termos de receitas. A divisão de estruturas metálicas também teve uma “performance” “ligeiramente melhor” do que previa.
O Millennium IB destaca que a dívida líquida atingiu os 522 milhões de euros o que compara que a sua estimativa de 470 milhões de euros para o final do ano e com os 428,1 milhões de euros no final do primeiro semestre.
Os três bancos de investimento recomendam “comprar” acções da Martifer. O Millennium IB atribui aos títulos um preço-alvo de 6,95 euros, enquanto o Caixa BI avalia as acções em 9,60 euros e o BPI atribui um “target” de 10,20 euros.
As acções seguiam a valorizar 0,55% para os 3,65 euros.
Os analistas demonstram preocupação com o nível de dívida líquida alcançado pela empresa, na sequência da divulgação dos resultados trimestrais da companhia.
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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
Os analistas demonstram preocupação com o nível de dívida líquida alcançado pela empresa, na sequência da divulgação dos resultados trimestrais da companhia.
A empresa apresentou os seus resultados dos primeiros nove meses do ano ontem após o fecho do mercado, tendo reportado um prejuízo de 19,4 milhões de euros devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros.
A analista Teresa Caldeira do Caixa BI afirma que, em termos operacionais os resultados ficaram genericamente em linha com as suas estimativas. O banco destaca que a dívida líquida atingiu os 527 milhões de euros, “valores expressivos perante a estrutura da empresa”.
“Uma das nossas preocupações em relação à empresa refere-se ao nível de dívida líquida, sobretudo quando a empresa anunciava um montante de 312 milhões de euros de capex [investimento] para realizar este ano”, afirma Teresa Caldeira.
O BPI acredita que estes resultados terão um impacto “neutral a negativo” na empresa. A equipa de “research” do banco de investimento frisa que o “capital continua a demonstrar sinais de deterioração e o aumento nos níveis de dívida juntamente com a erosão de valor relacionada com o investimento na posição na EDP aumenta os riscos visíveis”.
O analista António Seladas, do Millennium IB, afirma numa nota de investimento divulgada ontem, que os números operacionais foram melhores do que as suas estimativas, sobretudo as receitas e EBITDA na divisão de Sistemas de Energia.
Quanto à Prio, a divisão de biocombustíveis, o banco frisa que também registou um comportamento melhor do que o esperado em termos de receitas. A divisão de estruturas metálicas também teve uma “performance” “ligeiramente melhor” do que previa.
O Millennium IB destaca que a dívida líquida atingiu os 522 milhões de euros o que compara que a sua estimativa de 470 milhões de euros para o final do ano e com os 428,1 milhões de euros no final do primeiro semestre.
Os três bancos de investimento recomendam “comprar” acções da Martifer. O Millennium IB atribui aos títulos um preço-alvo de 6,95 euros, enquanto o Caixa BI avalia as acções em 9,60 euros e o BPI atribui um “target” de 10,20 euros.
As acções seguiam a valorizar 0,55% para os 3,65 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Belos resultados no 3º trimestre 2008 !!!
Nos 9 meses terminados em Setembro de 2008, os proveitos consolidados ascenderam a €663 Mn, representando um crescimento de 93% quando comparado
com igual período do ano passado.
• Todas as Áreas de Negócio contribuíram para este
forte crescimento. Os proveitos da área de Construções Metálicas cresceram 14% para €236Mn, os
proveitos da Equipamentos para Energia cresceram mais de 4 vezes para €241 Mn e os proveitos da
Agricultura & Biocombustíveis cresceram 120% para
€189Mn. Os proveitos da Geração Eléctrica
ascenderam a €11Mn.
• O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a €50 Mn nos primeiros 9 meses do ano, um
acréscimo de 153% face ao período homólogo. A margem
EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo
para 7,5% no terceiro trimestre deste ano, já que todas as Áreas de Negócio apresentaram melhores margens operacionais.
• Os resultados líquidos numa base ajustada
ascenderam a €11,8Mn, um acréscimo de 51% face ao
período homólogo ajustado.
Este crescimento é menor que o crescimento do EBITDA como resultado do programa de investimento em curso
que tem impacto significativo nos encargos
financeiros e amortizações, mas ainda sem contribuição relevante para o EBITDA do período.
• O investimento em activos fixos no período
ascendeu a €174Mn, principalmente na Geração
Eléctrica (48%),Equipamentos para Energia (25%) e
Agricultura & Biocombustíveis (20%).
Os investimentos industriais na fábrica de
módulos fotovoltaicos e no cluster eólico (assemblagem de turbinas e componentes) estão neste
momento em fase de conclusão, cumprindo-se o
calendário previsto.
• A Martifer Renewables tem neste momento em
construção 110MW de capacidade eólica na Roménia,
Polónia, Portugal e Brasil e terminou já a
construção de 6MW de capacidade solar fotovoltaica
em Espanha."
FONTE: http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf
com igual período do ano passado.
• Todas as Áreas de Negócio contribuíram para este
forte crescimento. Os proveitos da área de Construções Metálicas cresceram 14% para €236Mn, os
proveitos da Equipamentos para Energia cresceram mais de 4 vezes para €241 Mn e os proveitos da
Agricultura & Biocombustíveis cresceram 120% para
€189Mn. Os proveitos da Geração Eléctrica
ascenderam a €11Mn.
• O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a €50 Mn nos primeiros 9 meses do ano, um
acréscimo de 153% face ao período homólogo. A margem
EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo
para 7,5% no terceiro trimestre deste ano, já que todas as Áreas de Negócio apresentaram melhores margens operacionais.
• Os resultados líquidos numa base ajustada
ascenderam a €11,8Mn, um acréscimo de 51% face ao
período homólogo ajustado.
Este crescimento é menor que o crescimento do EBITDA como resultado do programa de investimento em curso
que tem impacto significativo nos encargos
financeiros e amortizações, mas ainda sem contribuição relevante para o EBITDA do período.
• O investimento em activos fixos no período
ascendeu a €174Mn, principalmente na Geração
Eléctrica (48%),Equipamentos para Energia (25%) e
Agricultura & Biocombustíveis (20%).
Os investimentos industriais na fábrica de
módulos fotovoltaicos e no cluster eólico (assemblagem de turbinas e componentes) estão neste
momento em fase de conclusão, cumprindo-se o
calendário previsto.
• A Martifer Renewables tem neste momento em
construção 110MW de capacidade eólica na Roménia,
Polónia, Portugal e Brasil e terminou já a
construção de 6MW de capacidade solar fotovoltaica
em Espanha."
FONTE: http://www.martifer.com/RelContas/3T2008.pdf
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[b]Martifer[/b]
Com alguma pena minha,saí antes do previsto.
Tinha programado o trade para os 4 mas saí nos 3,80.
O mercado começou a mostrar fraquezas e até hoje a acção nunca descolou;prova disso é o RSI que nunca ultrapassou os 30.
Espero que o mercado reaja bem aos resultados, para dar alegrias ao que nela continuam.
Bem Hajam.
Cumprimentos bolsistas.
Tinha programado o trade para os 4 mas saí nos 3,80.
O mercado começou a mostrar fraquezas e até hoje a acção nunca descolou;prova disso é o RSI que nunca ultrapassou os 30.
Espero que o mercado reaja bem aos resultados, para dar alegrias ao que nela continuam.
Bem Hajam.
Cumprimentos bolsistas.
1886 – Estátua da Liberdade; oferecida pelos Franceses como aniversário do 1º século de independência dos EUA
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
Pondo de parte os maus resultados devido à participação na EDP, no que toca aos resultados operacionais vemos que também não foi nada por ai além. As margens foram "esmagadas" fortemente. O aumento do VN é devido à imensidade de investimento. Agora falta o dinheiro de volta desse investimento que pode levar mais alguns anos.
Euroverde, discordo quando diz que os RO não foram por aí alem. Foram melhor do que o esperado por alguns analistas.
"O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a 50 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 153% face ao período homólogo.". "A margem EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo para 7,5% no final do terceiro trimestre deste ano." Não acha que um crescimento do EBITDA na actual conjuntura de +153% são resultados excelentes?! Não acha que o retorno do investimento após a conclusao de mais alguns projectos será ainda maior?! Não acha que esta empresa tem um grande futuro?!
A todas estas perguntas eu respondo que sim.
No entanto concordo quando diz que a desvalorização da EDP tem influência pela negativa nos capitais próprios. Mas temos de nos lembrar de que quando houver valorização essa mesma situação voltará a aumentar os CP.
Cumprimentos
Subscrevo a 100% e continuo longo neste cotada.
Cumps
Viva,
eu neste momento não ligo muito a fundamentais... apenas me limito a tentar seguir a tendência de mercado...
E, portanto, mantenho a estratégia... se ela vier fazer novos mínimos, saio, caso contrário...
estou a pensar sair antes do previsto, ou seja, antes dos 4€...
É que esta acção continua a não dar grandes sinais de vida... e já por várias vezes(neste curto prazo) não passou dos 3,80...
Enquanto as outras empresas ligadas às renováveis continuam a subir.
Portanto, amanhã talvez abandone esta acção.
eu neste momento não ligo muito a fundamentais... apenas me limito a tentar seguir a tendência de mercado...
E, portanto, mantenho a estratégia... se ela vier fazer novos mínimos, saio, caso contrário...
estou a pensar sair antes do previsto, ou seja, antes dos 4€...
É que esta acção continua a não dar grandes sinais de vida... e já por várias vezes(neste curto prazo) não passou dos 3,80...
Enquanto as outras empresas ligadas às renováveis continuam a subir.
Portanto, amanhã talvez abandone esta acção.
Como se ganha dinheiro na bolsa?!
-Devo usar STOP's
-A tendência é minha amiga
-Não posso transformar um lucro em perda
-Devo cortar as perdas e deixar correr os ganhos
-As ações podem subir/descer mais do que penso e mais rápido
-Cumprir as regras anteriores...
-Devo usar STOP's
-A tendência é minha amiga
-Não posso transformar um lucro em perda
-Devo cortar as perdas e deixar correr os ganhos
-As ações podem subir/descer mais do que penso e mais rápido
-Cumprir as regras anteriores...
mlra Escreveu:Pondo de parte os maus resultados devido à participação na EDP, no que toca aos resultados operacionais vemos que também não foi nada por ai além. As margens foram "esmagadas" fortemente. O aumento do VN é devido à imensidade de investimento. Agora falta o dinheiro de volta desse investimento que pode levar mais alguns anos.
Euroverde, discordo quando diz que os RO não foram por aí alem. Foram melhor do que o esperado por alguns analistas.
"O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a 50 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 153% face ao período homólogo.". "A margem EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo para 7,5% no final do terceiro trimestre deste ano." Não acha que um crescimento do EBITDA na actual conjuntura de +153% são resultados excelentes?! Não acha que o retorno do investimento após a conclusao de mais alguns projectos será ainda maior?! Não acha que esta empresa tem um grande futuro?!
A todas estas perguntas eu respondo que sim.
No entanto concordo quando diz que a desvalorização da EDP tem influência pela negativa nos capitais próprios. Mas temos de nos lembrar de que quando houver valorização essa mesma situação voltará a aumentar os CP.
Cumprimentos
Os lucros não foram nada por ai além (tirando os resultados da EDP). Acredito na empresa mas não num futuro próximo. O EBITDA e o volume de negocios cresceu devido aos investimentos feitos. Mas as margens estão e vão continuar a ser esmagadas.
Pondo de parte os maus resultados devido à participação na EDP, no que toca aos resultados operacionais vemos que também não foi nada por ai além. As margens foram "esmagadas" fortemente. O aumento do VN é devido à imensidade de investimento. Agora falta o dinheiro de volta desse investimento que pode levar mais alguns anos.
Euroverde, discordo quando diz que os RO não foram por aí alem. Foram melhor do que o esperado por alguns analistas.
"O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a 50 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 153% face ao período homólogo.". "A margem EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo para 7,5% no final do terceiro trimestre deste ano." Não acha que um crescimento do EBITDA na actual conjuntura de +153% são resultados excelentes?! Não acha que o retorno do investimento após a conclusao de mais alguns projectos será ainda maior?! Não acha que esta empresa tem um grande futuro?!
A todas estas perguntas eu respondo que sim.
No entanto concordo quando diz que a desvalorização da EDP tem influência pela negativa nos capitais próprios. Mas temos de nos lembrar de que quando houver valorização essa mesma situação voltará a aumentar os CP.
Cumprimentos
mlra Escreveu:Boas!Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
A Martifer está a passar um mau bocado e na minha forma de ver, tudo conta. Teve prejuízo de 16,3M e o futuro não se sabe. É por isso que eu aqui à tempo fiz uma pergunta que era, porque razão a Martifer não estaria a cotar abaixo do Capital Próprio?
Caro Euroverde, a desvalorização da participaçãp da EDP é meramente contabilistica. Em nada altera a performance operacional de uma empresa. Para avaliar-mos a performance de uma empresa temos de olhar para os seus resultados operacionais. Através destes é que conseguimos saber se a empresa esta no bom caminho ou mão caminho.
No entanto concordo quando diz:Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
Cumps
Mira,
Pondo de parte os maus resultados devido à participação na EDP, no que toca aos resultados operacionais vemos que também não foi nada por ai além. As margens foram "esmagadas" fortemente. O aumento do VN é devido à imensidade de investimento. Agora falta o dinheiro de volta desse investimento que pode levar mais alguns anos.
mlra Escreveu:Boas!Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
A Martifer está a passar um mau bocado e na minha forma de ver, tudo conta. Teve prejuízo de 16,3M e o futuro não se sabe. É por isso que eu aqui à tempo fiz uma pergunta que era, porque razão a Martifer não estaria a cotar abaixo do Capital Próprio?
Caro Euroverde, a desvalorização da participaçãp da EDP é meramente contabilistica. Em nada altera a performance operacional de uma empresa. Para avaliar-mos a performance de uma empresa temos de olhar para os seus resultados operacionais. Através destes é que conseguimos saber se a empresa esta no bom caminho ou mão caminho.
No entanto concordo quando diz:Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
Cumps
Esta imparidade tem imflu~encia nos capitais próprios da Martifer. No entanto, esta imparidade tem como responsável a EDP, logo não me preocupa, dado que a EDP, quer queiram quer não, é uma empresa com resultados muito sólidos. A sua recuperação no mercado será concerteza bastante alta num futuro próximo.
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Boas!
Caro Euroverde, a desvalorização da participaçãp da EDP é meramente contabilistica. Em nada altera a performance operacional de uma empresa. Para avaliar-mos a performance de uma empresa temos de olhar para os seus resultados operacionais. Através destes é que conseguimos saber se a empresa esta no bom caminho ou mão caminho.
No entanto concordo quando diz:
Cumps
Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
A Martifer está a passar um mau bocado e na minha forma de ver, tudo conta. Teve prejuízo de 16,3M e o futuro não se sabe. É por isso que eu aqui à tempo fiz uma pergunta que era, porque razão a Martifer não estaria a cotar abaixo do Capital Próprio?
Caro Euroverde, a desvalorização da participaçãp da EDP é meramente contabilistica. Em nada altera a performance operacional de uma empresa. Para avaliar-mos a performance de uma empresa temos de olhar para os seus resultados operacionais. Através destes é que conseguimos saber se a empresa esta no bom caminho ou mão caminho.
No entanto concordo quando diz:
Levará o seu tempo até atingir de novo os 8.
Cumps
Irmãos Martins reforçam na Martifer para 40,48% do capital
Os irmãos Carlos e Jorge Martins, presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer reforçaram na empresa para 40,48% do seu capital, revelou a Martifer em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Os irmãos Carlos e Jorge Martins, presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer reforçaram na empresa para 40,48% do seu capital, revelou a Martifer em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A mesma fonte informa que recebeu da sua accionista MTO SGPS, S.A., sociedade considerada dominada por Carlos Manuel Marques Martins e Jorge Marques Martins, respectivamente Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Martifer SGPS, SA”, a comunicação de que adquiriu em bolsa um total de 223.946 acções, entre os dias 3 e 7 de Novembro.
“Após estas transacções, a sociedade MTO SGPS, S.A., passou a ser titular de 40.476.308 acções representativas do capital social da Martifer SGPS, S.A. correspondentes a 40,48% do capital social e a 40,48% dos direitos de voto”, conclui o comunicado.
Os irmãos Carlos e Jorge Martins, presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer reforçaram na empresa para 40,48% do seu capital, revelou a Martifer em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Jornal de Negócios Online
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Os irmãos Carlos e Jorge Martins, presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer reforçaram na empresa para 40,48% do seu capital, revelou a Martifer em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A mesma fonte informa que recebeu da sua accionista MTO SGPS, S.A., sociedade considerada dominada por Carlos Manuel Marques Martins e Jorge Marques Martins, respectivamente Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Martifer SGPS, SA”, a comunicação de que adquiriu em bolsa um total de 223.946 acções, entre os dias 3 e 7 de Novembro.
“Após estas transacções, a sociedade MTO SGPS, S.A., passou a ser titular de 40.476.308 acções representativas do capital social da Martifer SGPS, S.A. correspondentes a 40,48% do capital social e a 40,48% dos direitos de voto”, conclui o comunicado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Devido a participação na EDP que levou a perdas de 28 milhões
O resultado líquido atribuível ao Grupo Martifer caiu para 19,4 milhões de euros negativos. A razão para esta descida prende-se com a participação no capital da EDP.
«No final de Setembro, a empresa detinha 17,695 milhões de acções da EDP, com um valor de mercado de 52 milhões de euros. Foi registado um custo de 28,1 milhões de euros, devido à imparidade deste activo», refere a Martifer em comunicado.
Nos primeiros nove meses, os proveitos consolidados ascenderam a 663 milhões de euros, mais 93% do que quando comparado com igual período do ano passado.
Segundo o comunicado da empresa, todas as áreas de negócio contribuíram para este crescimento. Os proveitos nas construções metálicas subiram 14% para 236 milhões de euros, os equipamentos para energia cresceram para 241 milhões de euros, enquanto a área de agricultura e biocombustíveis mais do que duplicou até aos 189 milhões de euros.
O EBITDA subiu 153% até aos 50 milhões de euros, enquanto a margem EBITDA subiu de 5,3% para 7,5% no mesmo período.
O investimento em activos da Martifer foi de 174 milhões de euros, enquanto que os encargos líquidos ajustados mais do que quadruplicaram até aos 14,2 milhões de euros.
Expectativas
Apesar do ambiente macroeconómico «deprimido», a administração espera que a prestação das áreas de negócios de construções metálicas e equipamentos para energia esteja em linha com as expectativas.
«Na geração eléctrica espera-se que o EBITDA seja negligenciável no final de 2008, em resultado do forte desenvolvimento do pipeline, que ocorreu a um ritmo mais rápido do que incialmente esperado», refere ainda.
Já na área de agricultura e biocombustíveis estima que a prestação para o ano de 2008 «fique abaixo» em termos de proveitos, EBITDA e investimento.
As acções da Martifer fecharam a desvalorizar 1,63% para 3,63 euros.
O resultado líquido atribuível ao Grupo Martifer caiu para 19,4 milhões de euros negativos. A razão para esta descida prende-se com a participação no capital da EDP.
«No final de Setembro, a empresa detinha 17,695 milhões de acções da EDP, com um valor de mercado de 52 milhões de euros. Foi registado um custo de 28,1 milhões de euros, devido à imparidade deste activo», refere a Martifer em comunicado.
Nos primeiros nove meses, os proveitos consolidados ascenderam a 663 milhões de euros, mais 93% do que quando comparado com igual período do ano passado.
Segundo o comunicado da empresa, todas as áreas de negócio contribuíram para este crescimento. Os proveitos nas construções metálicas subiram 14% para 236 milhões de euros, os equipamentos para energia cresceram para 241 milhões de euros, enquanto a área de agricultura e biocombustíveis mais do que duplicou até aos 189 milhões de euros.
O EBITDA subiu 153% até aos 50 milhões de euros, enquanto a margem EBITDA subiu de 5,3% para 7,5% no mesmo período.
O investimento em activos da Martifer foi de 174 milhões de euros, enquanto que os encargos líquidos ajustados mais do que quadruplicaram até aos 14,2 milhões de euros.
Expectativas
Apesar do ambiente macroeconómico «deprimido», a administração espera que a prestação das áreas de negócios de construções metálicas e equipamentos para energia esteja em linha com as expectativas.
«Na geração eléctrica espera-se que o EBITDA seja negligenciável no final de 2008, em resultado do forte desenvolvimento do pipeline, que ocorreu a um ritmo mais rápido do que incialmente esperado», refere ainda.
Já na área de agricultura e biocombustíveis estima que a prestação para o ano de 2008 «fique abaixo» em termos de proveitos, EBITDA e investimento.
As acções da Martifer fecharam a desvalorizar 1,63% para 3,63 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Boas!
Na minha óptica foram excelentes resultados. A nivel de resultados operacionais EBITDA, EBIT e Margem EBIT aumentaram substancialmente. De referir que de negativo só mesmo os RLE devido á desvalorização em Bolsa da EDP.
Por outro lado não sei como irá reagir o mercado. Se aos excelentes resultados operacionais da empresa (que são os mais importantes a nivel fundamental) ou aos RLE negativos.
Cumps
Na minha óptica foram excelentes resultados. A nivel de resultados operacionais EBITDA, EBIT e Margem EBIT aumentaram substancialmente. De referir que de negativo só mesmo os RLE devido á desvalorização em Bolsa da EDP.
Por outro lado não sei como irá reagir o mercado. Se aos excelentes resultados operacionais da empresa (que são os mais importantes a nivel fundamental) ou aos RLE negativos.
Cumps
Primeiros nove meses do ano
Martifer regista prejuízos devido à participação na EDP
A Martifer reportou um prejuízo de 16,3 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, face ao período homólogo, devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros, informou a empresa de Oliveira de Frades em comunicado à CMVM.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Martifer reportou um prejuízo de 16,3 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, face ao período homólogo, devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros, informou a empresa de Oliveira de Frades em comunicado à CMVM.
Numa base ajustada, sem contabilizar o valor da sua participação na EDP (que desceu fortemente com a queda em bolsa), a Martifer teria lucros de 11,8 milhões de euros, o que corresponderia a um aumento de 51% face ao mesmo período do ano passado.
Nos nove meses terminados em Setembro de 2008, os proveitos consolidados ascenderam a 662,8 milhões de euros, representando um crescimento de 93% quando comparado com igual período do ano passado.
O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a 50 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 153% face ao período homólogo. A margem EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo para 7,5% no final do terceiro trimestre deste ano, “já que todas as áreas de negócio apresentaram melhores margens operacionais”, salienta o comunicado.
Os encargos financeiros líquidos aumentaram para 14,2 milhões de euros devido ao maior nível de endividamento, resultante do incremento de actividade e dos investimentos efectuados nos últimos 12 meses, refere a empresa. Os dividendos recebidos da posição na EDP ascenderam a 2,2 milhões de euros.
A empresa liderada por Carlos Martins refere ainda que a Martifer Renewables tem neste momento em construção 110MW de capacidade eólica na Roménia, Polónia, Portugal e Brasil e terminou já a construção de 6MW de capacidade solar fotovoltaica em Espanha.
Martifer regista prejuízos devido à participação na EDP
A Martifer reportou um prejuízo de 16,3 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, face ao período homólogo, devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros, informou a empresa de Oliveira de Frades em comunicado à CMVM.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Martifer reportou um prejuízo de 16,3 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, face ao período homólogo, devido à contabilização da desvalorização dos títulos da EDP, representada por uma imparidade de 28,1 milhões de euros, informou a empresa de Oliveira de Frades em comunicado à CMVM.
Numa base ajustada, sem contabilizar o valor da sua participação na EDP (que desceu fortemente com a queda em bolsa), a Martifer teria lucros de 11,8 milhões de euros, o que corresponderia a um aumento de 51% face ao mesmo período do ano passado.
Nos nove meses terminados em Setembro de 2008, os proveitos consolidados ascenderam a 662,8 milhões de euros, representando um crescimento de 93% quando comparado com igual período do ano passado.
O EBITDA cresceu a um ritmo mais elevado, ascendendo a 50 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 153% face ao período homólogo. A margem EBITDA também melhorou, de 5,3% no período homólogo para 7,5% no final do terceiro trimestre deste ano, “já que todas as áreas de negócio apresentaram melhores margens operacionais”, salienta o comunicado.
Os encargos financeiros líquidos aumentaram para 14,2 milhões de euros devido ao maior nível de endividamento, resultante do incremento de actividade e dos investimentos efectuados nos últimos 12 meses, refere a empresa. Os dividendos recebidos da posição na EDP ascenderam a 2,2 milhões de euros.
A empresa liderada por Carlos Martins refere ainda que a Martifer Renewables tem neste momento em construção 110MW de capacidade eólica na Roménia, Polónia, Portugal e Brasil e terminou já a construção de 6MW de capacidade solar fotovoltaica em Espanha.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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