Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A derrota de Orban é uma derrota para Rússia, e uma vitória para a Europa.
Pedro
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
21h de negociaçoes e nao estao, como esperado, alinhados nas coisas realmente importantes. 

Editado pela última vez por Goya777 em 13/4/2026 8:27, num total de 1 vez.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Joe Rogan claims Trump started the war in Iran to distract Americans from the Epstein files
https://www.independent.co.uk/news/worl ... 54216.html
“O objetivo atual de Netanyahu é sabotar as negociações de paz em curso e prosseguir com as suas políticas expansionistas na região, porque, caso contrário, será julgado no seu país e provavelmente enviado para a prisão”, assinalou o Ministério dos Negócios Estrangeiros turco.
Primeiro-ministro solicitou o adiamento das sessões por estar ocupado com a guerra iniciada pelo seu país e pelos Estados Unidos contra o Irão
https://cnnportugal.iol.pt/amp/guerra/m ... ee7c62eeac
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Países não autorizados pelo Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP/NPT) que têm armas nucleares na mesma:
O TNP (de 1970) só reconhece oficialmente 5 países como potências nucleares:
EUA, Rússia, Reino Unido, França e China.
Os outros que têm armas nucleares mesmo assim e que não são autorizados (nunca assinaram o TNP ou saíram dele) são:
• Israel → ~90 ogivas (política de ambiguidade: nunca confirma nem desmente). Nunca assinou o TNP.
• Índia → ~160–170 ogivas. Nunca assinou o TNP.
• Paquistão → ~170 ogivas. Nunca assinou o TNP.
• Coreia do Norte → ~35–65 ogivas. Assinou o TNP mas saiu em 2003 e fez testes.
Estes quatro países têm armas nucleares ilegalmente segundo o espírito do TNP, mas ninguém lhes faz nada de sério (nem sanções pesadas, nem ataques preventivos).
Por que “ninguém faz nada”?
• Realpolitik pura: atacar um país com armas nucleares é extremamente arriscado (risco de guerra nuclear ou retaliação devastadora).
• Alianças e interesses: Israel tem apoio total dos EUA; Índia é parceira estratégica contra a China; Paquistão é complicado mas tem peso na Ásia; Coreia do Norte tem a China como proteção.
• Custo demasiado alto: No caso de Israel ou Índia, uma ação militar custaria mais do que o benefício. No caso da Coreia do Norte, o risco de guerra total na península é enorme.
Enquanto isso, o Irão (que assinou o TNP e está legalmente proibido de ter armas nucleares) é atacado preventivamente, sofre sanções duras e vê o seu programa bombardeado.
É exatamente o duplo critério que tu apontas desde o início da conversa:
Israel pode ter (e usa isso como dissuasor), a Coreia do Norte pode ter, a Índia e o Paquistão podem ter… mas o Irão não pode. E quando o Irão tenta, o mundo (ou pelo menos EUA + Israel) reage com força.
Isso não torna o regime iraniano “bonzinho” — ele tem retórica agressiva, financia proxies e ameaça Israel. Mas o padrão não é consistente. É seletivo, depende de quem é aliado ou inimigo dos EUA no momento.
É um dos motivos pelos quais muita gente (incluindo eu, quando olhamos com honestidade) acha que o ataque preventivo ao Irão tem um cheiro forte de hipocrisia. O sistema internacional de não-proliferação é mais sobre poder do que sobre regras iguais para todos.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Encontro histórico. JD Vance reúne-se com negociadores iranianos
CNN, BBC, SkyNews, Euronews passaram as semanas anteriores a noticiar que nao existiam negociaçoes.
É esta a qualidade dos media que temos...
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Grok, apesar de ser “apoiante” do Trump, é mais racional do que muitos dos seus apoiantes reais
Grok: Concordei contigo porque os factos, até agora, suportam a tua conclusão principal: os ataques não removeram o urânio, não mudaram o regime e criaram um problema novo e imediato (o fecho/control do Estreito de Ormuz) que não existia antes. Isso é uma avaliação racional e honesta do resultado concreto até 10 de abril de 2026.
Não foi difícil concordar porque não é uma questão de “gostar ou não de Trump”. É só olhar para o que foi prometido versus o que realmente aconteceu:
• Prometido (implícito ou declarado): neutralizar a ameaça nuclear de forma decisiva e criar condições para uma mudança de regime (Trump apelou diretamente aos iranianos para “tomarem o vosso governo” e falou em “regime change” no início da operação).
• Entregue: atraso temporário + regime ainda no poder + urânio ainda lá + estreito ainda com problemas + preços do petróleo ainda elevados.
Por isso concordei. Não foi por simpatia ou antipatia política — foi porque a evidência aponta nessa direção.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Goya777 Escreveu:BearManBull Escreveu:Aeroportos europeus arriscam ficar sem jet fuel dentro de três semanas
O que é que a América tem que ver com as reservas de jet fuel da Europa?
Essa falsa ignorancia nao te fica bem
Fico surpreendido, pensava que pagava impostos aos gaijios de S Bento e de Bruxelas.
Afinal devem estar a transferir o dinheiro para americas por isso que é que se estao a borrifar para a integradide, estabilidade, soberania das naçoes europeias.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:macau5m Escreveu:BearManBull Escreveu:Aeroportos europeus arriscam ficar sem jet fuel dentro de três semanas
Um risco destes a concretizar-se vai ser uma catástrofe.
Rússia/China refasteladas com as debilidades do castelo de cartas da UE.
Mais uma vitória da América em toda a linha. Essa grande potência não perde uma. Vá lá que desta vez até pediu ajuda à China e chora baba e ranho porque a Europa não ajuda.
O que é que a América tem que ver com as reservas de jet fuel da Europa?
Essa falsa ignorancia nao te fica bem
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Rússia/China refasteladas com as debilidades do castelo de cartas da UE.
Não sei se a China estará assim tão refastelada.
Se esta história dos estreiros chega ao Estreito de Malaca, lá se vai a China.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
macau5m Escreveu:BearManBull Escreveu:Aeroportos europeus arriscam ficar sem jet fuel dentro de três semanas
Um risco destes a concretizar-se vai ser uma catástrofe.
Rússia/China refasteladas com as debilidades do castelo de cartas da UE.
Mais uma vitória da América em toda a linha. Essa grande potência não perde uma. Vá lá que desta vez até pediu ajuda à China e chora baba e ranho porque a Europa não ajuda.
O que é que a América tem que ver com as reservas de jet fuel da Europa?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Aeroportos europeus arriscam ficar sem jet fuel dentro de três semanas
Um risco destes a concretizar-se vai ser uma catástrofe.
Rússia/China refasteladas com as debilidades do castelo de cartas da UE.
Mais uma vitória da América em toda a linha. Essa grande potência não perde uma. Vá lá que desta vez até pediu ajuda à China e chora baba e ranho porque a Europa não ajuda.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Aeroportos europeus arriscam ficar sem jet fuel dentro de três semanas
Um risco destes a concretizar-se vai ser uma catástrofe.
Rússia/China refasteladas com as debilidades do castelo de cartas da UE.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O oleoduto Leste-Oeste, na Arábia Saudita, transporta 7 milhões de barris de petróleo por dia.
O Irão estará a exigir 1 milhão de dólares por navio que atravesse o Estreito de Ormuz, pagos em criptomoedas.
https://x.com/Faytuks/status/2041855328896090487
Pedro
O Irão estará a exigir 1 milhão de dólares por navio que atravesse o Estreito de Ormuz, pagos em criptomoedas.
BREAKING: Saudi Arabia’s vital east-west oil pipeline carrying crude from the Gulf to the Red Sea for export has been attacked, according to two people familiar with the matter. -FT
https://x.com/Faytuks/status/2041855328896090487
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Trump já tem um motivo para adiar o "deadline"
O Kataib Hezbollah, vai libertar a jornalista Shelly Kittleson.
Pedro
O Kataib Hezbollah, vai libertar a jornalista Shelly Kittleson.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
E o Alan Magee que caiu de uma altura de 6700 metros e sobreviveu, foi tratado por médicos alemães e ainda teve de aguentar um par de anos como POW. Eventualmente foi libertado no fim da guerra.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mais espetacular, a história de Dieter Dengler no Vietname, tem tudo , abate ,captura ,fuga , sobrevivência, resgate….
Ha filme e documentário com o próprio Dengler lembro-me de ver o documentário.
O caso de maior sobrevivência continua a ser Hugh Glass ainda há pouco revi o filme .
O caso mais extraordinário de fuga até por ter indo para o campo nazi como infiltrado ,será sempre do capitão Witold Pilecki, depois de ter sofrido com os nazis sofreu muito mais com os comunistas brutalmente torturando e morto o seu filho tinta 13 anos quando viu o pai pela última vez levado pelos comunas tudo fez para reabilitar o seu nome hoje é um herói na Polónia ‘
Se querem fazer boa impressão junto de um polaco ou melhor de uma polaca citem este nome eu sempre o fiz e juntava .
E eles ficam encantados se falarem de uma das maiores vitórias na 2.ª guerr acto de maior bravura a tomada do Monte Cassino era praticamente “impossível” de conquistar todos falharam menos os polacos , há um segredo que muito polacos não sabem o corpo polaco utiliza-o o animal com mais força nas paras traseiras , quem viveu no campo sabe l
Ha filme e documentário com o próprio Dengler lembro-me de ver o documentário.
O caso de maior sobrevivência continua a ser Hugh Glass ainda há pouco revi o filme .
O caso mais extraordinário de fuga até por ter indo para o campo nazi como infiltrado ,será sempre do capitão Witold Pilecki, depois de ter sofrido com os nazis sofreu muito mais com os comunistas brutalmente torturando e morto o seu filho tinta 13 anos quando viu o pai pela última vez levado pelos comunas tudo fez para reabilitar o seu nome hoje é um herói na Polónia ‘
Se querem fazer boa impressão junto de um polaco ou melhor de uma polaca citem este nome eu sempre o fiz e juntava .
E eles ficam encantados se falarem de uma das maiores vitórias na 2.ª guerr acto de maior bravura a tomada do Monte Cassino era praticamente “impossível” de conquistar todos falharam menos os polacos , há um segredo que muito polacos não sabem o corpo polaco utiliza-o o animal com mais força nas paras traseiras , quem viveu no campo sabe l
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Behind Enemy Lines
Passado na Bósnia (que é um país bem bonito e... bastante vazio).
Muito fantasiado.
Duh...
Só partilhei porque retrata uma situação parecida.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Behind Enemy Lines
Passado na Bósnia (que é um país bem bonito e... bastante vazio).
Muito fantasiado.
Penso que ainda é uma das fugas mais longa, atrás das linhas inimigas.
Chris Ryan, pertencia ao esquadrão B do 22.º Regimento SAS (Special Air Service).
https://www.imdb.com/title/tt5879636/pl ... _=tt_ov_pl
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
UMA FORMAÇÃO DE 6 MESES
Nem todos os militares são obrigatoriamente treinados em SERE. Na verdade, apenas aqueles cujas funções são mais visadas pelo inimigo precisam passar por esse treinamento intensivo antes de serem enviados para o campo, especialmente os pilotos da Força Aérea dos EUA.
Para esses pilotos, o programa é dividido em duas partes. Depois de serem formados como aviadores do exército americano, eles devem passar por uma primeira etapa chamada “curso de orientação”.
Durante duas semanas, os candidatos são avaliados quanto ao seu potencial de sucesso no programa SERE, explica a Força Aérea dos EUA. Nesse período de quinze dias, os instrutores SERE analisam a condição física, as habilidades de liderança e de trabalho em equipe, assim como o comprometimento dos participantes.
Após essa primeira etapa de testes, os candidatos com melhor desempenho podem se inscrever no “curso de aprendizado de formação especializada SERE”, que dura cinco meses e duas semanas. Essa segunda etapa é composta por 17 fases de treinamento. Os candidatos são treinados em ambientes isolados, incluindo florestas, desertos, regiões costeiras, áreas tropicais e alto mar.
Eles também aprendem técnicas de resgate de pessoas, primeiros socorros em ambientes selvagens, evacuação em terrenos difíceis e combate corpo a corpo. Os alunos aprendem, por exemplo, a construir abrigos térmicos, usar espelhos para sinalizar aeronaves, improvisar sinais luminosos e encontrar água e comida em condições extremas.
Os especialistas SERE são treinados para sobreviver nas condições mais extremas:
“O treinamento destina-se a prepará-los para permanecer vivos, evitar a captura sempre que possível, resistir à tortura se forem capturados e maximizar suas chances de recuperação em caso de ferimentos”, afirmou David A. Deptula, general aposentado da Força Aérea americana e reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais, ao Wall Street Journal.
Uma vez concluída a formação, os alunos se tornam oficialmente especialistas SERE, o que lhes permite ser enviados em missões mais delicadas para defender os interesses dos EUA. Devido à sua reputação, essa formação americana ultrapassou fronteiras e hoje também é oferecida em outros países
Nem todos os militares são obrigatoriamente treinados em SERE. Na verdade, apenas aqueles cujas funções são mais visadas pelo inimigo precisam passar por esse treinamento intensivo antes de serem enviados para o campo, especialmente os pilotos da Força Aérea dos EUA.
Para esses pilotos, o programa é dividido em duas partes. Depois de serem formados como aviadores do exército americano, eles devem passar por uma primeira etapa chamada “curso de orientação”.
Durante duas semanas, os candidatos são avaliados quanto ao seu potencial de sucesso no programa SERE, explica a Força Aérea dos EUA. Nesse período de quinze dias, os instrutores SERE analisam a condição física, as habilidades de liderança e de trabalho em equipe, assim como o comprometimento dos participantes.
Após essa primeira etapa de testes, os candidatos com melhor desempenho podem se inscrever no “curso de aprendizado de formação especializada SERE”, que dura cinco meses e duas semanas. Essa segunda etapa é composta por 17 fases de treinamento. Os candidatos são treinados em ambientes isolados, incluindo florestas, desertos, regiões costeiras, áreas tropicais e alto mar.
Eles também aprendem técnicas de resgate de pessoas, primeiros socorros em ambientes selvagens, evacuação em terrenos difíceis e combate corpo a corpo. Os alunos aprendem, por exemplo, a construir abrigos térmicos, usar espelhos para sinalizar aeronaves, improvisar sinais luminosos e encontrar água e comida em condições extremas.
Os especialistas SERE são treinados para sobreviver nas condições mais extremas:
“O treinamento destina-se a prepará-los para permanecer vivos, evitar a captura sempre que possível, resistir à tortura se forem capturados e maximizar suas chances de recuperação em caso de ferimentos”, afirmou David A. Deptula, general aposentado da Força Aérea americana e reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais, ao Wall Street Journal.
Uma vez concluída a formação, os alunos se tornam oficialmente especialistas SERE, o que lhes permite ser enviados em missões mais delicadas para defender os interesses dos EUA. Devido à sua reputação, essa formação americana ultrapassou fronteiras e hoje também é oferecida em outros países
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- Registado: 9/9/2013 15:13
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
NOW: U.S. airstrikes targeting shelters and defensive facilities on Iran's Kharg Island.
https://x.com/clashreport/status/2041471699497996617
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Bahrein era o Quartel General da 5ª Frota, hoje, os EUA não têm navios no Golfo Pérsico, nem no Golfo de Omã, e foram obrigados a afastar o USS Abraham Lincoln CSG, para o Mar Arábico, a 1.000 kms da costa iraniana.
Agora o O USS Tripoli, com os 2.500 fuzileiros da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, terá rumado para o Oceano Índico.
https://x.com/Globalsurv/status/2041131588147097782
Pedro
Agora o O USS Tripoli, com os 2.500 fuzileiros da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, terá rumado para o Oceano Índico.
BREAKING;IRAN Announces Missile Attack on USS Tripoli in Latest Wave of Operation True Promise 4
Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) targeted the USS Tripoli (LHA-7) with missiles as part of the latest wave ("98th wave" or similar) of "Operation True Promise 4." They claimed the strike forced the ship—with around 5,000 personnel aboard—to withdraw toward the southern Indian Ocean.
No official confirmation from US!!
https://x.com/Globalsurv/status/2041131588147097782
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
https://www.instagram.com/reel/DWmqo5-jX3z/?igsh=MTBjbWd0NWdrYm41MA%3D%3D
Novo Indicador
STRIPPERS PREDICT WAR SECRETS LEAKED IN CLUB
THE NEW PIZZA INDEX?
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STRIPPERS PREDICT WAR SECRETS LEAKED IN CLUB
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
djovarius Escreveu:Boas,
Pedro, há 26 anos? Libertar refens? Não foi antes há 46 anos?
Abraço
dj
Sim, desculpa o lapso, foi em 1980.
Pedro


