Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Trump já tem um motivo para adiar o "deadline"
O Kataib Hezbollah, vai libertar a jornalista Shelly Kittleson.
Pedro
O Kataib Hezbollah, vai libertar a jornalista Shelly Kittleson.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
E o Alan Magee que caiu de uma altura de 6700 metros e sobreviveu, foi tratado por médicos alemães e ainda teve de aguentar um par de anos como POW. Eventualmente foi libertado no fim da guerra.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mais espetacular, a história de Dieter Dengler no Vietname, tem tudo , abate ,captura ,fuga , sobrevivência, resgate….
Ha filme e documentário com o próprio Dengler lembro-me de ver o documentário.
O caso de maior sobrevivência continua a ser Hugh Glass ainda há pouco revi o filme .
O caso mais extraordinário de fuga até por ter indo para o campo nazi como infiltrado ,será sempre do capitão Witold Pilecki, depois de ter sofrido com os nazis sofreu muito mais com os comunistas brutalmente torturando e morto o seu filho tinta 13 anos quando viu o pai pela última vez levado pelos comunas tudo fez para reabilitar o seu nome hoje é um herói na Polónia ‘
Se querem fazer boa impressão junto de um polaco ou melhor de uma polaca citem este nome eu sempre o fiz e juntava .
E eles ficam encantados se falarem de uma das maiores vitórias na 2.ª guerr acto de maior bravura a tomada do Monte Cassino era praticamente “impossível” de conquistar todos falharam menos os polacos , há um segredo que muito polacos não sabem o corpo polaco utiliza-o o animal com mais força nas paras traseiras , quem viveu no campo sabe l
Ha filme e documentário com o próprio Dengler lembro-me de ver o documentário.
O caso de maior sobrevivência continua a ser Hugh Glass ainda há pouco revi o filme .
O caso mais extraordinário de fuga até por ter indo para o campo nazi como infiltrado ,será sempre do capitão Witold Pilecki, depois de ter sofrido com os nazis sofreu muito mais com os comunistas brutalmente torturando e morto o seu filho tinta 13 anos quando viu o pai pela última vez levado pelos comunas tudo fez para reabilitar o seu nome hoje é um herói na Polónia ‘
Se querem fazer boa impressão junto de um polaco ou melhor de uma polaca citem este nome eu sempre o fiz e juntava .
E eles ficam encantados se falarem de uma das maiores vitórias na 2.ª guerr acto de maior bravura a tomada do Monte Cassino era praticamente “impossível” de conquistar todos falharam menos os polacos , há um segredo que muito polacos não sabem o corpo polaco utiliza-o o animal com mais força nas paras traseiras , quem viveu no campo sabe l
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Behind Enemy Lines
Passado na Bósnia (que é um país bem bonito e... bastante vazio).
Muito fantasiado.
Duh...
Só partilhei porque retrata uma situação parecida.
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― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Behind Enemy Lines
Passado na Bósnia (que é um país bem bonito e... bastante vazio).
Muito fantasiado.
Penso que ainda é uma das fugas mais longa, atrás das linhas inimigas.
Chris Ryan, pertencia ao esquadrão B do 22.º Regimento SAS (Special Air Service).
https://www.imdb.com/title/tt5879636/pl ... _=tt_ov_pl
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
UMA FORMAÇÃO DE 6 MESES
Nem todos os militares são obrigatoriamente treinados em SERE. Na verdade, apenas aqueles cujas funções são mais visadas pelo inimigo precisam passar por esse treinamento intensivo antes de serem enviados para o campo, especialmente os pilotos da Força Aérea dos EUA.
Para esses pilotos, o programa é dividido em duas partes. Depois de serem formados como aviadores do exército americano, eles devem passar por uma primeira etapa chamada “curso de orientação”.
Durante duas semanas, os candidatos são avaliados quanto ao seu potencial de sucesso no programa SERE, explica a Força Aérea dos EUA. Nesse período de quinze dias, os instrutores SERE analisam a condição física, as habilidades de liderança e de trabalho em equipe, assim como o comprometimento dos participantes.
Após essa primeira etapa de testes, os candidatos com melhor desempenho podem se inscrever no “curso de aprendizado de formação especializada SERE”, que dura cinco meses e duas semanas. Essa segunda etapa é composta por 17 fases de treinamento. Os candidatos são treinados em ambientes isolados, incluindo florestas, desertos, regiões costeiras, áreas tropicais e alto mar.
Eles também aprendem técnicas de resgate de pessoas, primeiros socorros em ambientes selvagens, evacuação em terrenos difíceis e combate corpo a corpo. Os alunos aprendem, por exemplo, a construir abrigos térmicos, usar espelhos para sinalizar aeronaves, improvisar sinais luminosos e encontrar água e comida em condições extremas.
Os especialistas SERE são treinados para sobreviver nas condições mais extremas:
“O treinamento destina-se a prepará-los para permanecer vivos, evitar a captura sempre que possível, resistir à tortura se forem capturados e maximizar suas chances de recuperação em caso de ferimentos”, afirmou David A. Deptula, general aposentado da Força Aérea americana e reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais, ao Wall Street Journal.
Uma vez concluída a formação, os alunos se tornam oficialmente especialistas SERE, o que lhes permite ser enviados em missões mais delicadas para defender os interesses dos EUA. Devido à sua reputação, essa formação americana ultrapassou fronteiras e hoje também é oferecida em outros países
Nem todos os militares são obrigatoriamente treinados em SERE. Na verdade, apenas aqueles cujas funções são mais visadas pelo inimigo precisam passar por esse treinamento intensivo antes de serem enviados para o campo, especialmente os pilotos da Força Aérea dos EUA.
Para esses pilotos, o programa é dividido em duas partes. Depois de serem formados como aviadores do exército americano, eles devem passar por uma primeira etapa chamada “curso de orientação”.
Durante duas semanas, os candidatos são avaliados quanto ao seu potencial de sucesso no programa SERE, explica a Força Aérea dos EUA. Nesse período de quinze dias, os instrutores SERE analisam a condição física, as habilidades de liderança e de trabalho em equipe, assim como o comprometimento dos participantes.
Após essa primeira etapa de testes, os candidatos com melhor desempenho podem se inscrever no “curso de aprendizado de formação especializada SERE”, que dura cinco meses e duas semanas. Essa segunda etapa é composta por 17 fases de treinamento. Os candidatos são treinados em ambientes isolados, incluindo florestas, desertos, regiões costeiras, áreas tropicais e alto mar.
Eles também aprendem técnicas de resgate de pessoas, primeiros socorros em ambientes selvagens, evacuação em terrenos difíceis e combate corpo a corpo. Os alunos aprendem, por exemplo, a construir abrigos térmicos, usar espelhos para sinalizar aeronaves, improvisar sinais luminosos e encontrar água e comida em condições extremas.
Os especialistas SERE são treinados para sobreviver nas condições mais extremas:
“O treinamento destina-se a prepará-los para permanecer vivos, evitar a captura sempre que possível, resistir à tortura se forem capturados e maximizar suas chances de recuperação em caso de ferimentos”, afirmou David A. Deptula, general aposentado da Força Aérea americana e reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais, ao Wall Street Journal.
Uma vez concluída a formação, os alunos se tornam oficialmente especialistas SERE, o que lhes permite ser enviados em missões mais delicadas para defender os interesses dos EUA. Devido à sua reputação, essa formação americana ultrapassou fronteiras e hoje também é oferecida em outros países
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
NOW: U.S. airstrikes targeting shelters and defensive facilities on Iran's Kharg Island.
https://x.com/clashreport/status/2041471699497996617
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Bahrein era o Quartel General da 5ª Frota, hoje, os EUA não têm navios no Golfo Pérsico, nem no Golfo de Omã, e foram obrigados a afastar o USS Abraham Lincoln CSG, para o Mar Arábico, a 1.000 kms da costa iraniana.
Agora o O USS Tripoli, com os 2.500 fuzileiros da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, terá rumado para o Oceano Índico.
https://x.com/Globalsurv/status/2041131588147097782
Pedro
Agora o O USS Tripoli, com os 2.500 fuzileiros da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, terá rumado para o Oceano Índico.
BREAKING;IRAN Announces Missile Attack on USS Tripoli in Latest Wave of Operation True Promise 4
Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) targeted the USS Tripoli (LHA-7) with missiles as part of the latest wave ("98th wave" or similar) of "Operation True Promise 4." They claimed the strike forced the ship—with around 5,000 personnel aboard—to withdraw toward the southern Indian Ocean.
No official confirmation from US!!
https://x.com/Globalsurv/status/2041131588147097782
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
https://www.instagram.com/reel/DWmqo5-jX3z/?igsh=MTBjbWd0NWdrYm41MA%3D%3D
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
djovarius Escreveu:Boas,
Pedro, há 26 anos? Libertar refens? Não foi antes há 46 anos?
Abraço
dj
Sim, desculpa o lapso, foi em 1980.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Boas,
Pedro, há 26 anos? Libertar refens? Não foi antes há 46 anos?
Abraço
dj
Pedro, há 26 anos? Libertar refens? Não foi antes há 46 anos?
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A FARP (Forward Arming and Refueling Point), foi montada a sul de Isfahan, a 320 quilômetros da costa iraniana.
Os EUA destruiram dois C-130 e dois helicópeteros MH-6 (assalto) / AH-6 (ataque) Little Bird, provavelmente, por não terem tido tempo para carregar os helicópteros e/ou por não terem conseguido descolar os C-130.
Há 26 anos, efectuaram uma operação semelhante (Eagle Claw), tendo montado uma FARP no Grande Deserto de Sal, tendo como finalidade a libertação dos reféns da embaixada americana, em Teerão. A Operação Eagle Claw, foi um fracasso.
https://x.com/andynovy/status/2040707983328326002
Pedro
Os EUA destruiram dois C-130 e dois helicópeteros MH-6 (assalto) / AH-6 (ataque) Little Bird, provavelmente, por não terem tido tempo para carregar os helicópteros e/ou por não terem conseguido descolar os C-130.
Há 26 anos, efectuaram uma operação semelhante (Eagle Claw), tendo montado uma FARP no Grande Deserto de Sal, tendo como finalidade a libertação dos reféns da embaixada americana, em Teerão. A Operação Eagle Claw, foi um fracasso.
https://x.com/andynovy/status/2040707983328326002
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O 427 Esquadrão de Operações Especiais da ForçaAérea dos EUA, com operadores Delta e PJ's, e com a ajuda da CIA, resgataram o Operador de Sistemas de Armas (WSO - Weapon Systems Officer), do F-15 Eagle, abatido no Irão.
Pedro
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Kamal Kharazi, foi Ministros dos Negócios Estrangeiros e conselheiro do Aiatolá Khamenei, é/era o "elo de ligação" a JD Vance, via Paquistão.
A mulher terá morrido.
https://x.com/AJENews/status/2039425816665153740
Pedro
A mulher terá morrido.
BREAKING: Iranian media said Kamal Kharrazi, head of the Strategic Council on Foreign Relations, was seriously wounded in a strike on his home.
https://x.com/AJENews/status/2039425816665153740
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
"Casualty Cover-Up”: The Pentagon Is Hiding U.S. Losses Under Trump in the Middle East
https://theintercept.com/2026/04/01/iran-war-us-casualty-numbers-trump-hegseth/
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
NirSup Escreveu:O caso da travessia do Estreito de Bósforo é um caso especial, baseado numa Convenção muito antiga (antes da Convenção da ONU de liberdade de navegação - UNCLOS) e aceite pacificamente pelos países envolvidos.
Não misturar alhos com bugalhos.
By Nirvana
Não percebo muito da coisa, e muito menos, sou jurista, mas nem o Irão, em os EUA ratificaram essa convenção, e por estranho que pareça, os navio militares americanos atravessavam o Estreito de Ormuz, navegando em águas iranianas.
Recordar que a Turquia bloqueou o Estreito aos navios da marinha russa, com base na Convenção de Montreux.
Eu não defendo o bloqueio do Estreito, apenas a irresponsabilidade de dar um pretexto ao Irão para o fazer.
O Estreito de Ormuz, na parte mais estreita tem cerca de 30 kms, mas apenas duas vias de navegação de cerca de 3 kms cada.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
NirSup Escreveu:PMP69 Escreveu:Kooc Escreveu:O ponto aqui, já referido em alguns posts, mas que tem passado entre os pingos da chuva, é a soberania sobre o estreito. Passariam a controlar e a taxar quem passa por lá, e ou muito me engano, ou os restantes países não vão aceitar isso.
Esse não tem volta a dar, com este regime vai ser assim.
É um objetivo com décadas, que apenas aguardava um pretexto.
Pedro
Se a moda pega, Portugal vai passar cobrar uma portagem a todos os navios de mercadorias e petroleiros que atravessam as águas territoriais portuguesas.
By Nirvana
Espanha&UK o estreito de Gibraltar e o canal da Mancha UK&França.
É o novo direito internacional. AI de quem está contra que é Trumpista.
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― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:NirSup Escreveu:Se a moda pega, Portugal vai passar cobrar uma portagem a todos os navios de mercadorias e petroleiros que atravessam as águas territoriais portuguesas.
By Nirvana
A Turquia cobra um valor por tonelada a quem atravessa o Estreito de Bósforo.
Pedro
O caso da travessia do Estreito de Bósforo é um caso especial, baseado numa Convenção muito antiga (antes da Convenção da ONU de liberdade de navegação - UNCLOS) e aceite pacificamente pelos países envolvidos.
Não misturar alhos com bugalhos.
By Nirvana
It’s easy to make money in the stock market. What’s hard is choosing the winning horse. And only he wins the prize
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O USS George HW Bush e a sua escolta (USS Mason, USS Donald Cook, USS Ross .....), patiram da Base Naval de Norfolk, Virgínia, rumo ao Mediterrâneo.
Entretanto, há rumores que o USS Gerald R. Ford, vai voltar para a região, depois de uns dias de descanso em Split, Croácia.
O USS Gerald R. Ford está destacado há 280 dias, e dia 15 de abril passa o record, pós-guerra do Vietname, do USS Harry S. Truman, que na pandemia, esteve 294 no mar, tendo-se verificado vários suicidios, o que o obrigou a atracar.
Deve demorar uma semana a chegar.
Pedro
Entretanto, há rumores que o USS Gerald R. Ford, vai voltar para a região, depois de uns dias de descanso em Split, Croácia.
O USS Gerald R. Ford está destacado há 280 dias, e dia 15 de abril passa o record, pós-guerra do Vietname, do USS Harry S. Truman, que na pandemia, esteve 294 no mar, tendo-se verificado vários suicidios, o que o obrigou a atracar.
Deve demorar uma semana a chegar.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
NirSup Escreveu:Se a moda pega, Portugal vai passar cobrar uma portagem a todos os navios de mercadorias e petroleiros que atravessam as águas territoriais portuguesas.
By Nirvana
A Turquia cobra um valor por tonelada a quem atravessa o Estreito de Bósforo.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Trump ainda não percebeu que mesmo que o Masoud Pezeshkian quisesse, não manda nada.
Trumpo fala hoje às 21 horas (horário da costa leste) aos americanos.

Pedro
Trumpo fala hoje às 21 horas (horário da costa leste) aos americanos.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:Kooc Escreveu:O ponto aqui, já referido em alguns posts, mas que tem passado entre os pingos da chuva, é a soberania sobre o estreito. Passariam a controlar e a taxar quem passa por lá, e ou muito me engano, ou os restantes países não vão aceitar isso.
Esse não tem volta a dar, com este regime vai ser assim.
É um objetivo com décadas, que apenas aguardava um pretexto.
Pedro
Se a moda pega, Portugal vai passar cobrar uma portagem a todos os navios de mercadorias e petroleiros que atravessam as águas territoriais portuguesas.
By Nirvana
It’s easy to make money in the stock market. What’s hard is choosing the winning horse. And only he wins the prize
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BREAKING: Iranian missiles have reportedly struck the Batelco headquarters in Hamala, Bahrain.
Batelco is the Bahrain's largest telecommunications company and hosts Amazon Web Services infrastructure.
https://x.com/Globalsurv/status/2039217892311408906
Pela primeira vez, o Irão usou um missíl de cruziero anti-navio, que atingiu um petroleiro do Catar.
Trump vai ficar associado à maior derrocada do poder de influência dos EUA no mundo, começando pela Europa e pelo fim da Nato, como a conhecemos, pelas fissuras que começam a aparecer entre a Casa Branca e a Arábia Saudia, com o anúncio da eventual saída dos EUA, chegando a Israel.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Recordar que há 15 anos o Irão já tinha ameaçado "fechar" o Estreito de Ormuz (Operação Velayat-90).
Não sou especialista ou jurista, mas para atravessar o Estreito, é necessário entrar em águas iranianas, e apesar do Irão ter "aceite" até Fevereiro, os tratados que se referem à navegação no Estreito, nunca os assinou ou ratificou.
O Irão esperava um pretexto, que lhe foi dado de bandeja por Trump, e todos sabiam que o ia fazer.
Pedro
Não sou especialista ou jurista, mas para atravessar o Estreito, é necessário entrar em águas iranianas, e apesar do Irão ter "aceite" até Fevereiro, os tratados que se referem à navegação no Estreito, nunca os assinou ou ratificou.
O Irão esperava um pretexto, que lhe foi dado de bandeja por Trump, e todos sabiam que o ia fazer.
Pedro
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