Pharol - Topico geral
Re: Pharol - Topico geral
lito Escreveu:fiquei desapontado com a pouca informação dada pela empresa sobre o seu futuro
para mim que se agravar o conflito com o Irão para mim vão aproveitar para deitar abaixo bastante
OH Lito !!!!! A PHAROL
É um IRÃO AINDA MAIOR !!!!
- irão dar a volta à OI;
. Irão desenvolver novos negócios
. Irão receber uma PIPA de Massa da Rio FORTE !!!
Nos entretanto,
Vão vendendo os direitos televisivos do Campeonato da SUECA !!!!!
Aliás, tão entretidos que estavam com a JOGATANA que, ontem, até falharam a hora de publicação de resultados!!!!
Aquilo estava renhido e tiveram de ir Á NEGRA !!!!
Santamaria - Let's go to Afrika
https://www.youtube.com/watch?v=TidAB6NCuu4
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Re: Pharol - Topico geral
o futuro é esperar pelo fim dos processos em tribunal..para a estrutura ir comendo..no fim é liquidada..!!
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Re: Pharol - Topico geral
fiquei desapontado com a pouca informação dada pela empresa sobre o seu futuro
para mim que se agravar o conflito com o Irão para mim vão aproveitar para deitar abaixo bastante
para mim que se agravar o conflito com o Irão para mim vão aproveitar para deitar abaixo bastante
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Re: Pharol - Topico geral
Eduardo R. Escreveu:J.f.vieira Escreveu:Uma recompra de ações próprias pela Pharol SGPS SA faria sentido aos preços atuais. A cotação continua abaixo do valor contabilístico por ação, pelo que a empresa estaria a recomprar ativos com desconto, aumentando o NAV por ação dos restantes acionistas.
O balanço é sólido e praticamente sem dívida, o que dá margem para esse tipo de decisão. Além disso, com a presença de um acionista relevante como a Davidson Kempner Capital Management, qualquer movimento estratégico ganha outro peso.
Por outro lado, a empresa continua dependente do desfecho ligado à Rio Forte Investments S.A., pelo que manter liquidez também pode ser prudente.
No fundo, recompra seria um sinal claro de confiança — mas tudo depende da estratégia que a administração quiser seguir.
J.f.vieira
Pensa um pouco: o valor da Pharol está ligado a um ativo contingente a decisões do tribunal que não sabe quando serão nem qual será o desfecho. Até essa altura, que serão certamente anos, irá continuar a sangrar dinheiro para suportar a sua estrutura. A estratégia dos gestores, para contornar este marasmo, passa por vender o sonho de que a Pharol vai investir noutras empresas para se reerguer. E tu achas que seria um sinal de confiança eles desbaratarem a liquidez de que precisam para ir sobrevivendo de forma empolar o preço da ação. Ação essa que é iliquida, cotada num índice secundário de um mercado secundário.
.................. ..................... .....................
Eduardo R., bom ponto — e vale a pena aprofundar sem cair em posições absolutas.
Em resumo: tens toda a razão ao sublinhar que a tese de valor da Pharol SGPS SA está fortemente condicionada a um ativo contingente (Rio Forte Investments S.A.) cujo desfecho e calendário são incertos — e que, até lá, a sociedade terá custos (legais, de estrutura, administrativos) que “sangram” caixa. Isso explica perfeitamente o desconto que o mercado exige hoje e a desconfiança de muitos investidores.
Dito isto, há três pontos que convém distinguir antes de concluir que uma recompra seria sempre “irresponsável”:
1. Sinal vs. consumo de liquidez
É indiscutível que uma recompra gasta caixa e reduz margem de manobra — e portanto não faz sentido se a empresa precisa desse caixa para sobreviver ou para cobrir custos previsíveis do processo.
Por outro lado, uma recompra de pequena escala, condicionada e bem comunicada (ex.: limites, autorização por parte da AG, execução apenas com excesso de tesouraria) funciona mais como um instrumento de alocação de capital do que como um “empolar artificial” do preço. Ou seja: faz diferença a forma como a recompra é desenhada.
2. Contexto do acionista de referência
A entrada da Davidson Kempner Capital Management altera o jogo: trata-se de um investidor com experiência em situações especiais. Isso não elimina o risco jurídico, mas torna plausível que haja uma visão mais estruturada sobre timing e utilização de capital — e potencialmente mecanismos coordenados (dividendos extraordinários, recompras condicionais, negociações estratégicas).
Se a administração fosse lançar um programa de buy-back, teria de o pensar tendo em conta essa nova realidade acionista (governance, possíveis movimentos ativistas, limites regulatórios).
3. Alternativas mais prudentes e coerentes
Em vez de uma recompra aberta e imediata, opções mais sensatas seriam: autorização para programas condicionais (executados só com “excesso de liquidez” definido), distribuição de dividendos extraordinários apenas após realização de ativos, ou recompra limitada via ofertas públicas de aquisição reversa quando houver cash disponível sem comprometer a operação.
Outra via é aumentar a transparência: publicar uma política de capital clara (mínimo de caixa, critérios para recompras, prioridades de uso de capital), o que já por si cria confiança sem esgotar recursos.
Conclusão — resposta directa ao teu ponto: és justo ao afirmar que rebaixar a reserva de caixa numa empresa cuja recuperação depende de processos longos e incertos é arriscado e pode ser especulativo. Mas não é uma verdade absoluta que toda e qualquer recompra seja má: o que conta é quem decide, em que condições, e com que transparência. Se a gestão autorizar recompras sem regras e sem reservar liquidez para o processo Rio Forte, então tens toda a razão em criticar. Se, pelo contrário, se criar um mecanismo disciplinado (limites, gatilhos, comunicação), então a recompra pode ser uma ferramenta válida para corrigir assimetrias de preço — desde que não comprometa a solvência nem a capacidade de pagar custos jurídicos.
J.f.vieira
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Re: Pharol - Topico geral
Apramg Escreveu:Vem aí o diabo: a PT vai regressar ao PSI. Porque razão repete esta profecia até à exaustão?
Porque uma empresa como a PHAROL cotada na Bolsa Principal já e escandaloso !
Se a colocarem no INDICE Nacional é Vergonhoso !!!
Empresas sem atividade ´devem estar cotadas no
Mercado do Balcão da Taberna!!!!
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Re: Pharol - Topico geral
J.f.vieira Escreveu:Uma recompra de ações próprias pela Pharol SGPS SA faria sentido aos preços atuais. A cotação continua abaixo do valor contabilístico por ação, pelo que a empresa estaria a recomprar ativos com desconto, aumentando o NAV por ação dos restantes acionistas.
O balanço é sólido e praticamente sem dívida, o que dá margem para esse tipo de decisão. Além disso, com a presença de um acionista relevante como a Davidson Kempner Capital Management, qualquer movimento estratégico ganha outro peso.
Por outro lado, a empresa continua dependente do desfecho ligado à Rio Forte Investments S.A., pelo que manter liquidez também pode ser prudente.
No fundo, recompra seria um sinal claro de confiança — mas tudo depende da estratégia que a administração quiser seguir.
J.f.vieira
Pensa um pouco: o valor da Pharol está ligado a um ativo contingente a decisões do tribunal que não sabe quando serão nem qual será o desfecho. Até essa altura, que serão certamente anos, irá continuar a sangrar dinheiro para suportar a sua estrutura. A estratégia dos gestores, para contornar este marasmo, passa por vender o sonho de que a Pharol vai investir noutras empresas para se reerguer. E tu achas que seria um sinal de confiança eles desbaratarem a liquidez de que precisam para ir sobrevivendo de forma empolar o preço da ação. Ação essa que é iliquida, cotada num índice secundário de um mercado secundário.
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Re: Pharol - Topico geral
Uma recompra de ações próprias pela Pharol SGPS SA faria sentido aos preços atuais. A cotação continua abaixo do valor contabilístico por ação, pelo que a empresa estaria a recomprar ativos com desconto, aumentando o NAV por ação dos restantes acionistas.
O balanço é sólido e praticamente sem dívida, o que dá margem para esse tipo de decisão. Além disso, com a presença de um acionista relevante como a Davidson Kempner Capital Management, qualquer movimento estratégico ganha outro peso.
Por outro lado, a empresa continua dependente do desfecho ligado à Rio Forte Investments S.A., pelo que manter liquidez também pode ser prudente.
No fundo, recompra seria um sinal claro de confiança — mas tudo depende da estratégia que a administração quiser seguir.
J.f.vieira
O balanço é sólido e praticamente sem dívida, o que dá margem para esse tipo de decisão. Além disso, com a presença de um acionista relevante como a Davidson Kempner Capital Management, qualquer movimento estratégico ganha outro peso.
Por outro lado, a empresa continua dependente do desfecho ligado à Rio Forte Investments S.A., pelo que manter liquidez também pode ser prudente.
No fundo, recompra seria um sinal claro de confiança — mas tudo depende da estratégia que a administração quiser seguir.
J.f.vieira
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Re: Pharol - Topico geral
sem actividade, com custos...para o tempo que pode demorar e a erosão exposta..o valor não justifica
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Re: Pharol - Topico geral
Vem aí o diabo: a PT vai regressar ao PSI. Porque razão repete esta profecia até à exaustão?
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Re: Pharol - Topico geral
A Pharol SGPS SA apresentou os resultados consolidados de 2025 e, na minha leitura, o relatório confirma aquilo que muitos investidores já sabem: estamos perante uma empresa financeiramente sólida, mas cujo verdadeiro potencial depende essencialmente de um fator extraordinário.
Em termos de números, a Pharol registou um lucro líquido de cerca de 2,1 milhões de euros em 2025. É um resultado positivo, mas muito inferior aos 24,2 milhões registados em 2024, ano que foi fortemente influenciado por efeitos não recorrentes. A nível operacional, a realidade mantém-se: o EBITDA continua negativo (cerca de -2,5 milhões de euros), o que significa que a estrutura corrente da empresa ainda não gera resultados operacionais positivos de forma
recorrente. Ou seja, o lucro não vem da atividade operacional tradicional, mas sobretudo de efeitos financeiros e fiscais.
Onde a empresa é claramente forte é no balanço. A Pharol termina 2025 com cerca de 96 milhões de euros em ativos totais, mais de 94 milhões em capitais próprios e apenas cerca de 2 milhões em passivo. Na prática, é uma empresa praticamente sem dívida, o que reduz drasticamente o risco financeiro e dá margem estratégica para enfrentar cenários adversos.
O ponto central continua a ser a exposição à Rio Forte Investments S.A.. Os instrumentos financeiros relacionados com a Rio Forte estão atualmente valorizados em cerca de 51,9 milhões de euros, o que corresponde a aproximadamente 5,79% do valor nominal total reclamado (897
milhões de euros). Isto significa que o mercado e as contas assumem uma recuperação muito conservadora. Qualquer evolução judicial favorável que permita uma recuperação superior poderá ter um impacto muito significativo no valor patrimonial da empresa. Por outro lado, este é também o principal fator de incerteza, porque depende de decisões judiciais e de processos de insolvência que podem arrastar-se no tempo.
Em termos de valor contabilístico, o NAV ronda aproximadamente os 0,11–0,12 euros por ação. Se a cotação estiver próxima dos 0,08 euros, isso implica um desconto na ordem dos 30% face ao valor contabilístico. Esse desconto pode ser interpretado de duas formas: ou como uma oportunidade, caso se acredite numa
recuperação mais expressiva da Rio Forte, ou como um prémio de risco que o mercado exige devido à incerteza e à ausência de geração operacional recorrente.
Resumindo a minha visão: a Pharol não é uma empresa de crescimento nem uma história operacional tradicional. É essencialmente um “asset play”, com balanço muito sólido e opcionalidade associada ao desfecho judicial da Rio Forte. O potencial existe, mas está concentrado num evento específico. Para investidores com perfil mais especulativo e horizonte longo, pode fazer sentido. Para quem procura previsibilidade de cash flows e crescimento operacional consistente, provavelmente continuará a ser uma empresa difícil de enquadrar.
Como sempre, tudo depende da tolerância ao risco e da convicção que cada um tem quanto ao desfecho do processo principal.
J.f.vieira
Em termos de números, a Pharol registou um lucro líquido de cerca de 2,1 milhões de euros em 2025. É um resultado positivo, mas muito inferior aos 24,2 milhões registados em 2024, ano que foi fortemente influenciado por efeitos não recorrentes. A nível operacional, a realidade mantém-se: o EBITDA continua negativo (cerca de -2,5 milhões de euros), o que significa que a estrutura corrente da empresa ainda não gera resultados operacionais positivos de forma
recorrente. Ou seja, o lucro não vem da atividade operacional tradicional, mas sobretudo de efeitos financeiros e fiscais.
Onde a empresa é claramente forte é no balanço. A Pharol termina 2025 com cerca de 96 milhões de euros em ativos totais, mais de 94 milhões em capitais próprios e apenas cerca de 2 milhões em passivo. Na prática, é uma empresa praticamente sem dívida, o que reduz drasticamente o risco financeiro e dá margem estratégica para enfrentar cenários adversos.
O ponto central continua a ser a exposição à Rio Forte Investments S.A.. Os instrumentos financeiros relacionados com a Rio Forte estão atualmente valorizados em cerca de 51,9 milhões de euros, o que corresponde a aproximadamente 5,79% do valor nominal total reclamado (897
milhões de euros). Isto significa que o mercado e as contas assumem uma recuperação muito conservadora. Qualquer evolução judicial favorável que permita uma recuperação superior poderá ter um impacto muito significativo no valor patrimonial da empresa. Por outro lado, este é também o principal fator de incerteza, porque depende de decisões judiciais e de processos de insolvência que podem arrastar-se no tempo.
Em termos de valor contabilístico, o NAV ronda aproximadamente os 0,11–0,12 euros por ação. Se a cotação estiver próxima dos 0,08 euros, isso implica um desconto na ordem dos 30% face ao valor contabilístico. Esse desconto pode ser interpretado de duas formas: ou como uma oportunidade, caso se acredite numa
recuperação mais expressiva da Rio Forte, ou como um prémio de risco que o mercado exige devido à incerteza e à ausência de geração operacional recorrente.
Resumindo a minha visão: a Pharol não é uma empresa de crescimento nem uma história operacional tradicional. É essencialmente um “asset play”, com balanço muito sólido e opcionalidade associada ao desfecho judicial da Rio Forte. O potencial existe, mas está concentrado num evento específico. Para investidores com perfil mais especulativo e horizonte longo, pode fazer sentido. Para quem procura previsibilidade de cash flows e crescimento operacional consistente, provavelmente continuará a ser uma empresa difícil de enquadrar.
Como sempre, tudo depende da tolerância ao risco e da convicção que cada um tem quanto ao desfecho do processo principal.
J.f.vieira
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Re: Pharol - Topico geral
Pedimos desculpas pelo atraso devido à reunião de emergência para a avaliação de eventual novo negócio
OPA á CGD
Aqueles resultados dão a volta à cabeça a qualquer um !!!
Quanto aos da PHAROl é o que temos
https://pharol.pt/cdn/frontend/webpage/ ... 148049.pdf
" Manutenção da valorização dos instrumentos de dívida da Rio Forte em 51,9 milhões de euros, avaliação sustentada por decisão judicial, ainda passível de recurso, proferida já em 2026 no
processo de insolvência da Rio Forte, reconhecendo a PHAROL como credora do montante
nominal de 897 milhões de euros
■ Decisão judicial, ainda passível de recurso, dissipando a contingência associada à ESI, no valor de
750 milhões de euros,
Será uma vergonha se esta empresa regressar ao PSI nestas condições !!!!
OPA á CGD
Aqueles resultados dão a volta à cabeça a qualquer um !!!
Quanto aos da PHAROl é o que temos
https://pharol.pt/cdn/frontend/webpage/ ... 148049.pdf
" Manutenção da valorização dos instrumentos de dívida da Rio Forte em 51,9 milhões de euros, avaliação sustentada por decisão judicial, ainda passível de recurso, proferida já em 2026 no
processo de insolvência da Rio Forte, reconhecendo a PHAROL como credora do montante
nominal de 897 milhões de euros
■ Decisão judicial, ainda passível de recurso, dissipando a contingência associada à ESI, no valor de
750 milhões de euros,
Será uma vergonha se esta empresa regressar ao PSI nestas condições !!!!
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Re: Pharol - Topico geral
A entrada da Davidson Kempner Capital Management no capital da Pharol, atingindo cerca de 20%, é um dado que não deve ser desvalorizado.
Estamos a falar de um fundo internacional especializado em situações especiais, reestruturações e ativos distressed. Não é capital especulativo de curto prazo nem investidor de retalho. Tipicamente entram quando identificam assimetrias claras entre preço de mercado e valor realizável, sobretudo em estruturas com componente jurídica relevante.
Com esta posição passam a ser um acionista de referência, com peso efetivo em assembleias e capacidade de influenciar decisões estratégicas. Não é uma participação passiva irrelevante. É uma posição suficientemente significativa para acompanhar de perto os desenvolvimentos,
reforçar se entenderem que o desconto persiste, ou condicionar movimentos futuros.
Naturalmente, isto não significa que exista qualquer intenção anunciada de OPA. Não existe, até ao momento, qualquer comunicação nesse sentido. No entanto, também não é descabido reconhecer que, se no futuro a posição ultrapassar o limiar legal dos 30%, o enquadramento muda e uma OPA obrigatória passa a ser uma possibilidade legal.
Não afirmo que vá acontecer.
Mas também não considero que esteja fora de contexto, tendo em conta o perfil do investidor e a dimensão já detida.
Fundos desta natureza não entram para “experimentar”. Entram porque veem uma relação risco/retorno favorável. O mercado fará a sua leitura com o tempo.
Fica a reflexão.
J.f.vieira
Estamos a falar de um fundo internacional especializado em situações especiais, reestruturações e ativos distressed. Não é capital especulativo de curto prazo nem investidor de retalho. Tipicamente entram quando identificam assimetrias claras entre preço de mercado e valor realizável, sobretudo em estruturas com componente jurídica relevante.
Com esta posição passam a ser um acionista de referência, com peso efetivo em assembleias e capacidade de influenciar decisões estratégicas. Não é uma participação passiva irrelevante. É uma posição suficientemente significativa para acompanhar de perto os desenvolvimentos,
reforçar se entenderem que o desconto persiste, ou condicionar movimentos futuros.
Naturalmente, isto não significa que exista qualquer intenção anunciada de OPA. Não existe, até ao momento, qualquer comunicação nesse sentido. No entanto, também não é descabido reconhecer que, se no futuro a posição ultrapassar o limiar legal dos 30%, o enquadramento muda e uma OPA obrigatória passa a ser uma possibilidade legal.
Não afirmo que vá acontecer.
Mas também não considero que esteja fora de contexto, tendo em conta o perfil do investidor e a dimensão já detida.
Fundos desta natureza não entram para “experimentar”. Entram porque veem uma relação risco/retorno favorável. O mercado fará a sua leitura com o tempo.
Fica a reflexão.
J.f.vieira
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Re: Pharol - Topico geral
Vale mais a mais do que a menos...mas aqui é ao contrário

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Re: Pharol - Topico geral
Se hoje fechar acima de 0,008, amanhã reforço, estou com um sentimento que vai subir.
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Re: Pharol - Topico geral
J.f.vieira Escreveu:Caros,
Entrei hoje na Pharol.
Aos níveis atuais considero que o mercado continua a descontar um cenário demasiado negativo face aos ativos potenciais ainda em jogo, sobretudo no plano jurídico. É evidente que existe incerteza e que não há catalisadores imediatos, mas é precisamente essa ausência de consenso que cria assimetria.
Não vejo isto como trade de dias, mas também não excluo movimentos técnicos caso entre algum volume ou notícia. Para mim é sobretudo uma posição com base no rácio risco/retorno atual, que considero favorável.
Gestão de risco sempre presente.
J.f.vieira
Desejo te a melhor sorte do mundo, apesar de pensar que é um investimento no escuro, mas claro cada um é que sabe e depende do montante investido
Boa sorte
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Re: Pharol - Topico geral
Dia 26 já temos mais esclarecimentos...ou não e fica tudo igual!
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Re: Pharol - Topico geral
Caros,
Entrei hoje na Pharol.
Aos níveis atuais considero que o mercado continua a descontar um cenário demasiado negativo face aos ativos potenciais ainda em jogo, sobretudo no plano jurídico. É evidente que existe incerteza e que não há catalisadores imediatos, mas é precisamente essa ausência de consenso que cria assimetria.
Não vejo isto como trade de dias, mas também não excluo movimentos técnicos caso entre algum volume ou notícia. Para mim é sobretudo uma posição com base no rácio risco/retorno atual, que considero favorável.
Gestão de risco sempre presente.
J.f.vieira
Entrei hoje na Pharol.
Aos níveis atuais considero que o mercado continua a descontar um cenário demasiado negativo face aos ativos potenciais ainda em jogo, sobretudo no plano jurídico. É evidente que existe incerteza e que não há catalisadores imediatos, mas é precisamente essa ausência de consenso que cria assimetria.
Não vejo isto como trade de dias, mas também não excluo movimentos técnicos caso entre algum volume ou notícia. Para mim é sobretudo uma posição com base no rácio risco/retorno atual, que considero favorável.
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Re: Pharol - Topico geral
é o PSI !!
depois querem investidores na bolsa nacional...desde a fiscalidade até clareza de normas..nada ajuda a nossa bolsa
depois querem investidores na bolsa nacional...desde a fiscalidade até clareza de normas..nada ajuda a nossa bolsa
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Re: Pharol - Topico geral
Dragon56 Escreveu:Eu ficaria era surpreendido se uma empresa sem atividade economica passar os 8 centimos.....
Eu relação à cotação não dou palpites , porque na Taberna de Lisboa , brinca-se aos indices à
vara larga!!!!
No DAX , uma empresa sem atividade e com resultados correntes negativos, nos 2 anos anteriores, não entra no Indice
Aqui..... a CMVM e os reguladores querem lá saber do perfil das empresas e das maningâncias que são feitas para cotar as empresas na Prateleira principal !´
É o que temos !!!!
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Re: Pharol - Topico geral
Eu ficaria era surpreendido se uma empresa sem atividade economica passar os 8 centimos.....
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Re: Pharol - Topico geral
Estão a colocar as típicas rolhas até aos 8 cêntimos mas já se sabe que 800.000 acções aqui não sao grandes rolhas.
Até à apresentação de resultados e anúncio das perspectivas futuras ficarei admirado se continuar abaixo de 8 cêntimos.
Até à apresentação de resultados e anúncio das perspectivas futuras ficarei admirado se continuar abaixo de 8 cêntimos.
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Re: Pharol - Topico geral
Parece-me que com os dados atuais e com a volatilidade a diminuir, dificilmente a PHAROL não caminhará para 10 cêntimos num prazo relativamente curto.
Se entretanto voltar a espreitar os valores de 7,00 cêntimos acho que vou cometer uma loucura e quintuplico a posição atual que é relativamente modesta (100.000).
Se entretanto voltar a espreitar os valores de 7,00 cêntimos acho que vou cometer uma loucura e quintuplico a posição atual que é relativamente modesta (100.000).
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Re: Pharol - Topico geral
Pmart 1 Escreveu:Para quem tiver menor conhecimento deixo um explicador e informações mais exaustivas sobre a Pharol:
Pharol
A Pharol SGPS SA tem um total de 896.512.500 ações ordinárias emitidas, admitidas à negociação na Euronext Lisbon.
A 31 de dezembro de 2024, a Sociedade detinha 74.689.552 ações próprias , que se a administração e acionistas decidirem podem ser extintas
Nessa possibilidade teremos um total de 821,822,948 ações
A Pharol não tem dívida ou é residual
Os activos ( incluindo divida RIOFORTE ) equivalem a um valor da ação de 0.1068 € considerando todo o capital social 896.512.500
Sem considerar as ações próprias o valor por ação é 0,1164€ considerando 821,822,948 ações
A Pharol detém créditos fiscais de largos milhões que podem ou não ser deduzidos em lucros.
A ação cota a 0,08 €/ação (18 Fevereiro 2026 ) com capitalização bolsista de 70 milhões de euros se considerarmos 896.512.500
A Pharol tem processo judicial contra os 3 administradores Zeinal Bava, Granadeiro e Luís Pacheco de Melo.
Ultimas informações que consegui verificar :
Ex-gestores da antiga PT querem que seguros de 300 milhões cubram prejuízo do investimento no GES
https://executivedigest.sapo.pt/ex-gest ... to-no-ges/
A Pharol tem um processo judicial contra a Deloitte sobre as auditorias efectuadas aos investimento no Grupo BES e a Deloitte após ter sido multado pela CMVM no ambito do processo em mercado de capitais , continua a recorrer no processo principal , e tem até agora todos os recursos da Deloitte tem sido rejeitados , ou seja aparentemente a Pharol poderá vir a ter sucesso neste processo.
https://jurisprudencia.pt/acordao/242880/
https://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad ... enDocument
É uma possibilidade forte um acordo extra Judicial.
Resumo valor dos activos com todas as ações : 0.1068 €
Considerando ações próprias : 0,1164 €
Cotação actual : 0,0790
A Pharol apresenta resultados na próxima semana dia 26 , esperemos que mais informção a estes processos seja adiantada e que novas medidas irão ser adotadas , será que irão vender créditos, será que irão procurar intensificar acordos extra judiciais , veremos o que parece um dado mais ou menos adquirido é que irá ter lucros dado os resultados do primeiro semestre basta que agora as aplicações financeiras tenham lucro tal irá acontecer e sabendo como foi o ano de 2025 nos mercados , será dificil que não tenham lucro
Espero ter dado uma leitura clara acrescentando mais informação á já dada pelo JF Vieira
............. .................... ......................
Pmart, acrescentava ainda um ponto importante: o dia 26 de fevereiro pode funcionar como catalisador, dependendo do que sair daí.
Para a Pharol, os cenários são essencialmente três:
Cenário positivo
Se houver uma decisão favorável ou sinais claros de avanço nos processos (Rioforte / Deloitte):
Reforça a probabilidade de recuperação efetiva
Reduz mais um nível de risco jurídico
Aumenta a confiança dos investidores
Neste caso, o mercado pode começar a antecipar resultados e reagir rapidamente, porque a ação ainda está muito descontada.
Cenário neutro
Se houver apenas adiamentos ou decisões intermédias:
Nada muda estruturalmente
O processo continua lento
A cotação pode continuar a lateralizar
É, historicamente, o cenário mais comum nestes processos longos.
Cenário negativo
Se surgir alguma decisão desfavorável:
Aumenta a incerteza
Atrasa ainda mais a materialização dos ativos
Pode pressionar a cotação no curto prazo
Menos provável, mas nunca impossível.
No fundo, o dia 26 não vai resolver tudo, mas pode dar sinais importantes sobre o rumo dos processos ligados à Rioforte e à Deloitte.
Se for positivo, o mercado começa a rever o risco e a reavaliar a empresa.
Se for neutro, continua a ser uma história de paciência.
Se for negativo, volta a pesar no sentimento.
Para quem está no longo prazo, o mais relevante não é o impacto num só dia, mas sim a tendência: cada passo favorável aproxima a Pharol de transformar direitos em dinheiro real.
É isso que, mais cedo ou mais tarde, vai refletir-se na cotação.
Opinião pessoal.
J.f.vieira
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Re: Pharol - Topico geral
O resto da leitura é ......o valor de balanço traduz a expectativa de recuperação dos créditos e a empresa refere como melhor expectativa 51 milhões a receber
sabe-se lá quando, se tudo correr bem !!!!
Portanto entre o receber e o dia de hoje , a 4 ou 5 anos - excelente praxo para o imbróglio a uma taxa anual de 5% contariamos com esses 51 milhões a valer 40 milhões !
Como não os recebe agora, os tais novos projetos da PHAROL la continua na gaveta para Inglês ver !!!
Entretanto a PHAROL vai suportando custos de estrutura do Campeonato da Sueca de 3 a 4 milhões
Para uma empresa que â cotação de hoje valeria perto de 70 milhões.
Já deve estar bem no preço !!!!
No entanto , enquanto a CMVM autorizar empresas sem atividade a cotarem no mercado principal, ainda autorizará esta
traquitana da PHAROL a chegar ao PSI20 !!!!
Enquanto houve OI contavam-se historias sobre a OI e nem ligavam aos créditos !!! Agora só resta a recuperação...
È agarrar-se à STORY !!!!
Quanto à cotação ...........Quero la saber !!!!
sabe-se lá quando, se tudo correr bem !!!!
Portanto entre o receber e o dia de hoje , a 4 ou 5 anos - excelente praxo para o imbróglio a uma taxa anual de 5% contariamos com esses 51 milhões a valer 40 milhões !
Como não os recebe agora, os tais novos projetos da PHAROL la continua na gaveta para Inglês ver !!!
Entretanto a PHAROL vai suportando custos de estrutura do Campeonato da Sueca de 3 a 4 milhões
Para uma empresa que â cotação de hoje valeria perto de 70 milhões.
Já deve estar bem no preço !!!!
No entanto , enquanto a CMVM autorizar empresas sem atividade a cotarem no mercado principal, ainda autorizará esta
traquitana da PHAROL a chegar ao PSI20 !!!!
Enquanto houve OI contavam-se historias sobre a OI e nem ligavam aos créditos !!! Agora só resta a recuperação...
È agarrar-se à STORY !!!!
Quanto à cotação ...........Quero la saber !!!!
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