Caldeirão da Bolsa

Presidenciais Americanas (2024)

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 23/2/2026 13:45

Descrição pessoal: Vizinhos e familiares o descreveram como “quieto”, “calmo”, alguém que “não falava muito” e que não era violento ou visto como alguém propenso a fazer coisas assim. 

Família: Segundo um primo, a família dele era de apoiantes de Trump, porém isso não foi ligado diretamente ao que aconteceu; o próprio Martin “não falava de política” segundo parentes.

Há um rumor que afirma que:
• Austin Tucker Martin teria se tornado obcecado pelos chamados “Epstein files” — documentos ligados ao caso de Jeffrey Epstein —
• E teria enviado textos a colegas em que falava sobre esses arquivos e sugeria que havia um encobrimento governamental sobre eles.
• Nessas mensagens, ele teria escrito que “o mal é real e inconfundível” e incentivado outros a “usar a influência que têm” para falar sobre os arquivos e o que o governo estaria a fazer. 

Quem publicou esse rumor

A versão inicial dessa história foi publicada por:
• TMZ, um site de notícias de celebridades e entretenimento, que obteve — segundo afirma — mensagens e relatos de colegas de Martin sobre seu fascínio pelos arquivos Epstein. 

Outros meios sensacionalistas como New York Post e 9News também relataram essa narrativa depois de o TMZ ter divulgado. 

Importante destacar

Este relato não foi confirmado oficialmente pelas autoridades — nem pelo FBI, nem pelo Serviço Secreto, nem por qualquer comunicado oficial mencionando que era esse o motivo.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por BearManBull » 22/2/2026 17:46

Mais um fanatico da legiao de Trump...
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 22/2/2026 16:47

Quem era
• O homem foi identificado pelas autoridades como Austin Tucker Martin, 21 anos. 

Cidadania e origem
• Era cidadão dos Estados Unidos, nascido e criado na Carolina do Norte. 
• As informações oficiais descrevem‑no como um homem branco. 

O que se sabe sobre ele
• Ele tinha sido reportado como desaparecido pela sua família alguns dias antes do incidente. 
• Investigadores acreditam que ele viajou da Carolina do Norte até à Flórida, possivelmente obtendo a espingarda no percurso. 
• Não foi divulgada nenhuma ligação política ou filiação partidária relacionada com ele. 
• As autoridades disseram apenas que não se conhece ainda o motivo pelo qual tentou entrar e que isso continua a ser investigado pelo FBI. 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 22/2/2026 16:21

• Um homem tentou entrar ilegalmente no perímetro da propriedade Mar-a-Lago
• Estava armado com uma espingarda.
• Transportava também um recipiente com combustível.
• Foi intercetado por agentes do Serviço Secreto dos EUA.
• Quando confrontado, levantou a arma numa posição considerada ameaçadora.
• Os agentes dispararam e o homem morreu no local.

• Trump não estava presente na propriedade.
• Não houve feridos entre agentes ou terceiros.


O que ainda não se sabe
• Identidade oficial do indivíduo (ainda não divulgada publicamente).
• Motivo.
• Eventual ligação política ou a grupos organizados.
• Se deixou manifesto ou mensagens públicas.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Opcard33 » 22/2/2026 8:18

Estava com uma revista com dezenas e desenas de fotos umas mais belas que outras, quase todos os modelos do mundo estão nos ficheiros , meio mundo de gente importante relacionava-se com ele para quem nem uma licenciatura tinha …

Os nomes mais citados de sempre , em termos históricos e globais
Jesus Christ ,Adolf Hitler, Donald Trump, William Shakespeare , Jeffrey Epstein

Porque existe este fenómeno e frenesi em tudo o que é espaço de informação ???
Porque existe Trump .

O único artigo que li com tino sobre o assunto é vai muito mais longe .

“ Parece que o caso Jeffrey Epstein seria uma bomba para a democracia, tal é o espanto ao descobrir que as elites se frequentam, trocam favores e escrevem e-mails entre si. Estupefação.

Como assim? O mundo não é uma justaposição de eremitas virtuosos, mas uma malha cerrada de vaidades e interesses — com o sexo como argamassa? Das nuvens, cai-se. Patatras. Tal é a antropologia comum dos grandes redes. A revista The Economist mostra que a maior parte dos documentos publicados pela justiça americana diz respeito a assistentes, prestadores de serviços, intermediários — uma logística. O resto? Uma cartografia colorida de financistas, cientistas, políticos. Um centro nevrálgico, sim. Uma polvo omnipotente desafiando as leis da sociabilidade, estamos longe disso.

Pois essas leis existem. Como sustenta o modelo de redes em “camadas”, inspirado nos trabalhos pioneiros de Robin Dunbar, somos estruturalmente limitados no número de relações que conseguimos manter. No núcleo: um punhado de íntimos. Em volta: círculos cada vez mais amplos e superficiais. Ninguém é capaz de estender indefinidamente o campo das suas amizades profundas — o que é possível, em contrapartida, é multiplicar os laços fracos. Nessa tipologia, Jeffrey Epstein não tinha nada de anómalo. Era um hipersociável: um indivíduo dotado de uma inteligência relacional situada na extremidade superior da distribuição, capaz de orquestrar, lisonjear, intimidar, apresentar uns aos outros. Um intermediário de galáxias. Ainda assim, esse tipo de virtuosismo exerce-se sobretudo na periferia da rede, nos anéis externos. Onde há muitos contactos, mas pouca intimidade. Abundância de mundanidades, mas escassez de verdadeiras obrigações morais e, sobretudo, recíprocas. Nada, porém, de antidemocrático em si. Trata-se até do combustível de sociedades complexas que ultrapassam largamente a dimensão de um clã paleolítico. A nossa modernidade funciona graças aos laços fracos: aqueles que propagam informação, oportunidades, ideias. A democracia não abole a hierarquia das aptidões sociais; não elimina nem o carisma, nem a sedução, nem o desembaraço social. Ela enquadra-os — e isso já é uma novidade maravilhosa à escala da nossa longa e suja história.

O que distingue um regime liberal aberto de um sistema oligárquico fechado não é a ausência de redes. É a existência de travões que impedem que elas se transformem em vetores de abusos descontrolados. No caso Epstein, pode-se criticar a lentidão processual, as indulgências passadas. Mas não se pode dizer que “nada” funcionou. Os documentos foram publicados. As cumplicidades estão e estarão sob escrutínio. Houve condenações — e provavelmente haverá outras.

Em outras palavras, Jeffrey Epstein não pertencia a uma casta mutante, mas a uma configuração antropológica documentada há muito tempo: o indivíduo de elevado capital social, mestre dos laços fracos, impulsionado por uma organização eficaz. E o que o perdeu não foi tanto a sua supersociabilidade, mas o facto de ter acreditado que tal arquitetura relacional poderia tudo absorver — inclusive os excessos criminosos do seu sangue demasiado quente.

Convém recordar: a democracia não é um regime feito por e para anjos. Ela sabe que o seu “parque humano” é povoado por ambiciosos, vaidosos e gananciosos, e esforça-se por gerir, apesar desses “vícios”, a melhor convivência possível e o máximo de justiça. As grandes redes existirão sempre. O desafio não é querer vê-las desaparecer, mas erguer diques capazes de conter os seus excessos. E, no caso Epstein, essa barreira acabou por se impor. Tarde demais para demasiadas vítimas, mas de forma suficientemente clara para indicar que nenhuma sociabilidade, por mais hipertrofiada que seja, garante a impunidade.
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 20/2/2026 18:06

Neftis Escreveu:
A Green e o Rogan estão a pôr-se ao largo porque já sabem o que está nos ficheiros. Mas o movimento MAGA não acaba com o Trump. Ele foi útil para esta gente chegar ao poder, e assim que deixar de o ser, ou cair em desgraça, haverá um sucessor.


Acho que o futuro do partido republicano não vai passar por nenhuma das pessoas próximas do Trump ou do MAGA. Mesmo que o futuro candidato do partido venha dessa ala, acho que perde para o candidato democrata, e depois escolhem outro completamente diferente nas eleições seguintes. Mas acho que depende também de como forem as eleições este ano e da taxa de rejeição no final do mandato
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Neftis » 20/2/2026 15:33

previsor Escreveu:A Marjorie Taylor Greene era próxima do grupo qAnon e do Trump, e pediu a demissão como representante no Congresso dos eua, equivalente a deputada, por causa das divergências com o Trump no caso Epstein. Os 2 têm mandado bocas um ao outro.

Trump:
“We have a lot of people that want to take Marjorie Traitor Greene’s place. Many, many candidates,”

Greene:
“Him calling me that has become a badge of honor because I’m not in his cult, I refused to bow to his demands to cover up the Epstein files to protect his friends, and I stopped fighting the hardest for a team that intentionally refuses to win,”

“Good luck trying to get women to vote for Republicans in the midterms you insensitive clowns. The Republican Party already has a woman voting problem,” “Keep mocking those of us who take rape and pedophilia seriously and demand accountability for corruption.”


Pesquisei o perfil dela no x e ainda é popular apesar da demissão


A Green e o Rogan estão a pôr-se ao largo porque já sabem o que está nos ficheiros. Mas o movimento MAGA não acaba com o Trump. Ele foi útil para esta gente chegar ao poder, e assim que deixar de o ser, ou cair em desgraça, haverá um sucessor.
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 20/2/2026 15:25

Virginia Giuffre — quem ela era, o que denunciou, o seu livro e como morreu

Virginia Giuffre é a única vítima conhecida publicamente da rede de Jeffrey Epstein que deu a cara. Ela relatou ter sido traficada e abusada sexualmente quando menor de idade, contando a sua experiência em entrevistas, processos judiciais e no livro de memórias Nobody’s Girl.

O que ela denunciou
• Alegou ter sido traficada por Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell, sendo forçada a ter relações sexuais com o príncipe Andrew, duque de York, membro da família real britânica, quando tinha 17 anos.
• As alegações contra Andrew levaram a um acordo extrajudicial em 2022, sem admissão de culpa por parte dele.

Livro de memórias (“Nobody’s Girl”)
• Nobody’s Girl: A Memoir of Surviving Abuse and Fighting for Justice foi concluído antes da sua morte e publicado postumamente em outubro de 2025.
• O livro detalha os abusos sofridos, incluindo experiências com Epstein, Maxwell e Andrew, e aborda os efeitos duradouros do trauma.

Como ela morreu
• Virginia Giuffre morreu em 25 de abril de 2025, aos 41 anos, na sua propriedade na Austrália Ocidental.
• A morte foi oficialmente classificada como suicídio por enforcamento.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 20/2/2026 13:06

A rede de Jeffrey Epstein recrutava vítimas principalmente por manipulação, promessas de dinheiro, presentes ou oportunidades de carreira, incluindo convites para trabalhos de modelo, sessões de fotografia ou “oportunidades profissionais” aparentemente legítimas. Muitas vezes, o recrutamento envolvia recrutadoras conhecidas das vítimas.

Havia vítimas muito jovens, com idades entre 10 e 12 anos em alguns relatos, mas a maioria tinha entre 13 e 17 anos, sendo vulneráveis e algumas com famílias em situação económica difícil ou com pouca supervisão. As vítimas eram levadas a acreditar que participavam em algo legítimo, o que facilitava o recrutamento e dificultava a denúncia.

A rede de Epstein era relativamente pequena e altamente controlada, composta por recrutadoras, assistentes e outros facilitadores, embora o número exato seja desconhecido. Todos os associados e empregados que participaram na rede permaneceram anónimos ou usaram pseudónimos nos relatos e documentos, protegendo-se de qualquer exposição devido à presença de pessoas poderosas, e não denunciaram nenhum indivíduo poderoso de abuso sexual.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 20/2/2026 10:44

A mulher que apresentou um processo civil em 2016 (identificada como “Jane Doe”, que não é o nome verdadeiro dela, mas um pseudónimo usado para proteger a sua identidade) alegou que foi violada quando tinha 13 anos por Donald Trump, em festas associadas a Jeffrey Epstein.

O processo foi retirado antes de ir a julgamento, não houve avaliação de provas em tribunal e não resultou em acusação criminal nem condenação. Portanto, trata-se de uma alegação que não foi comprovada judicialmente.

O processo foi retirado porque a mulher afirmou ter recebido ameaças, incluindo alegadas ameaças de morte, e disse que estava com medo pela sua segurança.

Como o caso foi retirado antes de julgamento, nunca houve fase de produção e avaliação de provas em tribunal. Isso significa que nem a acusação foi confirmada, nem foi considerada falsa por decisão judicial — simplesmente não chegou a ser testada no sistema legal.

Atualmente, não há informação pública sobre onde ela está; após retirar o processo, manteve-se anónima e não falou publicamente sobre o caso, presumivelmente por razões de segurança e privacidade.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 17/2/2026 20:15

A Marjorie Taylor Greene era próxima do grupo qAnon e do Trump, e pediu a demissão como representante no Congresso dos eua, equivalente a deputada, por causa das divergências com o Trump no caso Epstein. Os 2 têm mandado bocas um ao outro.

Trump:
“We have a lot of people that want to take Marjorie Traitor Greene’s place. Many, many candidates,”

Greene:
“Him calling me that has become a badge of honor because I’m not in his cult, I refused to bow to his demands to cover up the Epstein files to protect his friends, and I stopped fighting the hardest for a team that intentionally refuses to win,”

“Good luck trying to get women to vote for Republicans in the midterms you insensitive clowns. The Republican Party already has a woman voting problem,” “Keep mocking those of us who take rape and pedophilia seriously and demand accountability for corruption.”


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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 17/2/2026 16:59

O Obama disse que os aliens eram reais num podcast e depois teve de explicar o que quis dizer por causa da especulação que isso gerou

https://www.facebook.com/share/r/1Dfx3v ... tid=wwXIfr

Num episódio do podcast do jornalista Brian Tyler Cohen, Obama foi perguntado:
“Are aliens real?”
Ele respondeu:
“They’re real, but I haven’t seen them.”“They’re not being kept in Area 51 … There’s no underground facility unless there’s this enormous conspiracy and they hid it from the President of the United States.”


Obama's Instagram post added more context to his answer. "I was trying to stick with the spirit of the speed round, but since it's gotten attention let me clarify. Statistically, the universe is so vast that the odds are good there’s life out there. But the distances between solar systems are so great that the chances we’ve been visited by aliens is low, and I saw no evidence during my presidency that extraterrestrials have made contact with us. Really!" Obama wrote in the post.

https://uk.news.yahoo.com/obama-clarifi ... 9.html?utm
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 17/2/2026 14:30

O grupo QAnon estava certo em várias coisas, menos sobre o Trump

A teoria central do QAnon é uma mistura de várias conspirações, mas pode ser resumida assim:

1. “O Estado Profundo” controla tudo
• QAnon alega que existe um grupo secreto de políticos, celebridades, banqueiros e elites que manipulam governos, economias e mídia mundial.
• Esse grupo seria chamado de “Deep State” (Estado Profundo).

2. Uma suposta rede global de pedofilia
• Segundo QAnon, esse “Estado Profundo” estaria envolvido numa rede de tráfico sexual de crianças, abusando de menores em festas privadas ou eventos secretos.
• Pessoas influentes estariam diretamente envolvidas, incluindo presidentes, governantes e celebridades.

3. Donald Trump como “salvador”
• Os seguidores acreditam que Donald Trump estaria a combater secretamente essa rede, preparando prisões em massa chamadas de “The Storm” (A Tempestade).
• Cada mensagem anônima do tal “Q” (um suposto insider do governo) seria uma pista sobre esta guerra secreta.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Neftis » 16/2/2026 21:24

Vale o que vale, mas eu também acredito que o Epstein foi "suicidado", bem como a Virginia Giuffre. As mulheres que foram traficadas nesta rede têm a vida em risco, porque elas conhecem a identidade dos seus abusadores famosos e podem acusá-los. Note-se a perfídia do regime de Trump: nos documentos libertados pelo Departamento de Justiça americano pode-se ler a identidade de muitas das vítimas, mas os nomes dos abusadores estão protegidos! Isto é a mais pura intimidação das vítimas pelo Estado americano.

Acredito que Trump usava a rede do Epstein, ele próprio um traficante de mulheres. Para isso Trump organizava concursos de "beleza", em que também aí tinha ligações à Rússia, a maior "fábrica" de tráfico sexual. Mas estranho que ainda não se tenha estabelecido a ligação do Epstein à Mossad. De certeza que estavam ligados. Se até o Harvey Weinstein era protegido pela Mossad, o Epstein, muito mais útil e poderoso, de certeza que também era. Não é por nada que Israel tem todos os políticos americanos presos pelos t#&%+"*. :twisted:
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 16/2/2026 2:34

Neftis Escreveu:Com o VPN muda para um IP dos EUA e consegue ver o documentário. :wink:


Fiz isso. Ainda não vi tudo, mas falta pouco. Vi o documentário sobre o Salazar e acho que está bom, embora discorde um pouco de um comentário no final.

Estava a ver na televisão a falar do caso do Epstein e por causa da quantidade de pessoas envolvidas comecei a questionar-me se ele terá mesmo se suicidado. Pesquisei e continuei com dúvidas sobre se terá sido mesmo suicídio.


1. A causa oficial: suicídio por enforcamento
• O legista oficial de Nova Iorque declarou a morte como suicídio por enforcamento em 10 de agosto de 2019, com base na autópsia oficial. 

2. Falhas na prisão – câmaras e protocolo
• Relatórios internos e documentos judiciais mostram que várias câmeras de segurança perto da sua cela estavam desligadas ou com imagens inutilizáveis na noite da morte, tornando impossível confirmar visualmente o momento exato. 
• O companheiro de cela de Epstein foi removido um dia antes, deixando-o sozinho quando ele supostamente deveria ter alguém com ele por risco de suicídio. 
• Havia um protocolo de verificações de guarda a cada 30 minutos que não foi cumprido, e os guardas chegaram a falsificar registos. 

3. Lesões suspeitas no pescoço
• A autópsia oficial revelou fraturas nos ossos do pescoço, incluindo o osso hioide, que segundo especialistas são mais comuns em estrangulamento homicida que em suicídio por enforcamento, embora também possam ocorrer no suicídio em homens mais velhos. 
• Patologistas independentes contratados pela família (como Michael Baden) questionaram a interpretação dos ferimentos, dizendo que eram “extremamente incomuns” em suicídios por enforcamento. 

4. Circunstâncias incomuns de vigilância
• Epstein tinha sido colocado sob vigilância preventiva após uma alegada tentativa de suicídio dias antes, mas mesmo assim foi removido dessa vigilância antes da sua morte. 
• O facto de as rondas terem sido ignoradas e as câmeras estarem falhadas na noite em que ele morreu é citado como negligência operacional que deixou uma grande lacuna de supervisão. 

5. Conexões poderosas e teorias associadas
• Epstein era uma figura com ligação pública a muitas pessoas influentes ao longo dos anos, incluindo políticos, empresários e celebridades, o que alimentou conjecturas de que ele poderia ser “silenciado”. 
• Isso não é prova empírica de homicídio, mas é a base das teorias e da suspeita pública.




https://m.youtube.com/watch?v=w5qskSjEV ... NvbQ%3D%3D

O que acontece nesse vídeo:
• Epstein é perguntado se já teve uma “relação pessoal” com Trump e responde que sim.
• Depois é perguntado: “Você já socializou com Donald Trump na presença de mulheres com menos de 18 anos?”
• Epstein então diz: “Por mais que eu gostasse de responder a essa pergunta, hoje vou ter de invocar os meus direitos da 5ª, 6ª e 14ª Emendas” — o que significa que ele recusou a responder nessa altura.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Neftis » 15/2/2026 17:25

previsor Escreveu:
Neftis Escreveu:Há um documentário que passou recentemente na RTP, que se chama "Cidade Nazi", e que explica muito bem as origens de extrema-direita deste movimento "America First". Há uma parte em que Mussolini se dirige aos norte-americanos em inglês e, salvo erro, é a primeira vez que é dita a expressão "Make America Great Again". :wink:

https://www.rtp.pt/programa/tv/p46314


Acho que foi retirado da RTP Play e está bloqueado em todos os países, exceto nos EUA
https://m.youtube.com/watch?v=g9HmV_-EE ... NvbQ%3D%3D

O que está disponível é um vídeo sobre como o documentário foi realizado
https://m.youtube.com/watch?v=PPUSax3oB ... NvbQ%3D%3D

Ao pesquisar encontrei um documentário sobre Salazar
https://m.youtube.com/watch?v=SpvzrI6h1 ... p=2AE9kAIB


Com o VPN muda para um IP dos EUA e consegue ver o documentário. :wink:
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 15/2/2026 13:20

Neftis Escreveu:Há um documentário que passou recentemente na RTP, que se chama "Cidade Nazi", e que explica muito bem as origens de extrema-direita deste movimento "America First". Há uma parte em que Mussolini se dirige aos norte-americanos em inglês e, salvo erro, é a primeira vez que é dita a expressão "Make America Great Again". :wink:

https://www.rtp.pt/programa/tv/p46314


Acho que foi retirado da RTP Play e está bloqueado em todos os países, exceto nos EUA
https://m.youtube.com/watch?v=g9HmV_-EE ... NvbQ%3D%3D

O que está disponível é um vídeo sobre como o documentário foi realizado
https://m.youtube.com/watch?v=PPUSax3oB ... NvbQ%3D%3D

Ao pesquisar encontrei um documentário sobre Salazar
https://m.youtube.com/watch?v=SpvzrI6h1 ... p=2AE9kAIB
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 15/2/2026 9:00

Quotas de imigração europeias (1924‑1925)

As quotas foram estabelecidas pelo Immigration Act of 1924 (Johnson‑Reed Act), que determinou que cada nacionalidade podia enviar para os EUA no máximo 2 % do número de seus naturais residentes nos EUA segundo o censo de 1890, com um mínimo de 100 pessoas por ano. A partir desses critérios, o governo compilou as quotas oficiais numa proclamação presidencial para o ano fiscal 1924‑1925. 

Quotas de países europeus em 1924‑1925:

— Áustria: 785
— Bélgica: 512
— Checoslováquia: 3 073
— Dinamarca: 2 789
— Estónia: 124
— Finlândia: 471
— França: 3 954
— Alemanha: 51 227
— Grécia: 100
— Hungria: 473
— Islândia: 100
— Irlanda Livre (Irish Free State): 28 567
— Itália: 3 845
— Letónia: 142
— Lituânia: 344
— Luxemburgo: 100
— Mónaco: 100
— Países Baixos (Holanda): 1 648
— Noruega: 6 453
— Polónia: 5 982
— Portugal: 503
— Roménia: 603
— Rússia (europeia e asiática): 2 248
— San Marino: 100
— Espanha: 131
— Suécia: 9 561
— Suíça: 2 081
— Iugoslávia: 671
— (Outros europeus pequenos com quota mínima: Andorra 100, Albânia 100…)

https://www.presidency.ucsb.edu/documen ... l-year?utm

Os Estados Unidos foram o primeiro país no mundo a criar quotas de imigração baseadas em percentagem da população de cada nacionalidade já residente no país.
Antes de 1921‑1924, outros países tinham restrições de imigração (visto, saúde, raça, religião), mas nenhum estabeleceu um limite numérico oficial calculado como percentagem de residentes históricos de cada nacionalidade.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Neftis » 14/2/2026 15:16

Há um documentário que passou recentemente na RTP, que se chama "Cidade Nazi", e que explica muito bem as origens de extrema-direita deste movimento "America First". Há uma parte em que Mussolini se dirige aos norte-americanos em inglês e, salvo erro, é a primeira vez que é dita a expressão "Make America Great Again". :wink:

https://www.rtp.pt/programa/tv/p46314
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 14/2/2026 13:46

O Bush não parecia muito inteligente, mas agora com o Trump, parece mais inteligente
https://www.facebook.com/share/r/1GCbdp ... tid=wwXIfr




Um pouco de história

Origem do “America First”

A expressão “America First” apareceu no discurso político americano muito antes da Segunda Guerra Mundial — já era usada no final do século XIX e ganhou destaque por volta de 1915‑1916.
• Em 1915, o presidente Woodrow Wilson usou o slogan ao defender a neutralidade dos EUA na Primeira Guerra Mundial, enfatizando que os interesses do país deviam vir antes de alianças ou envolvimentos externos.

Imigração e “America First” nos anos 1920

Nos anos 1920, o slogan associou-se a políticas restritivas e xenófobas de imigração:
• Grupos e políticos defendiam proteger os interesses dos “americanos de pura cepa”, especialmente contra imigrantes do leste e sul da Europa.
• Isso refletiu-se no Immigration Act de 1924, que impôs cotas rígidas de imigração, favorecendo europeus do norte e oeste.

O nativismo e o racismo eram centrais nesta versão de “America First”: não se tratava apenas de priorizar os interesses americanos, mas também de excluir certos grupos considerados estrangeiros.

Relação com a Europa (anos 1930‑40)

Com o America First Committee, fundado em 1940, o foco mudou para a política externa:
• O comité defendia manter os EUA fora da Segunda Guerra Mundial e evitar envolvimento militar na Europa.
• Representava o sentimento isolacionista: muitos americanos não queriam que os conflitos europeus arrastassem os EUA para outra guerra.

O comité tornou o slogan famoso, mas “America First” já tinha um significado mais amplo antes disso, incluindo debates sobre imigração.

Resumo do “America First” original

Neutralidade/isolacionismo em relação à Europa — evitar guerras e compromissos militares.
Políticas restritivas de imigração — limitar a entrada de certos estrangeiros, especialmente de partes da Europa.
Desde cedo, o slogan combinou política externa isolacionista e políticas internas de definição de quem é “americano”.
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 14/2/2026 10:03

É uma ideia que já digo há algum tempo. Depois do Trump, as coisas vão ser diferentes, e algumas voltarão a ser como eram antes de ele ter aparecido.
As pessoas aos poucos vão ficar fartas deste género de políticas e animosidade, e nos eua já parecem fartas, e ainda faltam 3 anos para ele sair

Talvez venha a ser o próximo presidente dos EUA

“Donald Trump is temporary… “
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Newsom takes his anti-Trump arguments to Europe during Munich Security Conference

“I hope, if there’s nothing else I can communicate today: Donald Trump is temporary. He’ll be gone in three years,” Newsom told his international audience Friday in Germany.

The official topic Friday was climate policy and countering a warming planet, and Newsom was more than willing to hammer Trump for “doubling down on stupid” by effectively gutting the nation’s regulation of carbon pollution.

On Saturday, while still in Europe, Newsom plans to formalize a new partnership with Ukraine, signing a memorandum of understanding with regional leaders aimed at “advancing cooperation on economic recovery, innovation, and resilience,” according to his office.

The larger point of the travel, though, is Newsom continuing his effort to be recognized as Democrats’ highest-profile counter to the president, this time with a global emphasis. To be clear, Newsom doesn’t directly pitch himself as a presidential candidate yet. But his international appearances at Davos, when he told the international community to stand up to Trump, and then in Munich are just the latest of his many maneuvers that extend beyond his day job in Sacramento.

“He is certainly trying to project front-runner vibes,” said Democratic pollster Zac McCrary, whose Alabama-based firm was among the leading pollsters for Hillary Clinton’s, Joe Biden’s and Kamala Harris’ campaigns. “And like any Democratic governor trying to run for president, you have to build your national security credential, foreign policy chops. He’s in that phase here.”

https://kmph.com/news/local/newsom-take ... erence?utm



Talvez o futuro seja mais empático
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 12/2/2026 17:23

O que a propaganda política e o ódio fazem à cabeça das pessoas…

British woman, 23, shot dead by dad in US after Trump row was unlawfully killed, coroner rules

https://uk.news.yahoo.com/british-woman ... 1.html?utm
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por Neftis » 10/2/2026 16:56

Apesar de não suportar aquela música, tenho de elogiar a mensagem de Bad Bunny no espectáculo no intervalo do Super Bowl. A defender a identidade hispânica-americana, a recordar que a América não são os EUA, e o que os outros países americanos não aceitam a "doutrina" Donroe. Admiro-me como a NFL, que é um símbolo do imperialismo americano, quis afrontar Trump com este espectáculo anti-MAGA.

O jogo foi uma porcaria, apesar de para os americanos todos os Super Bowl serem históricos. Tenho até alguma dificuldade em qualificar o futebol americano de desporto, dada a sua artificialidade e o uso generalizado de doping e esteroides anabolizantes.
 
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por BearManBull » 1/2/2026 14:58

America is in the middle of a housing crisis, and it is not a mystery why. Home prices have surged far beyond wage growth, first-time buyers are locked out of the market and young families are increasingly forced to rent indefinitely or leave high-cost states altogether. This did not happen overnight, and it is the predictable result of decades of policy choices that made it harder and harder to build owner-occupied housing.

The data tells a clear story when viewed over time.

In 1950, the United States had 23.6 million owner-occupied housing units. By 2000, that number had climbed to roughly 70 million. That represents an increase of about 196% over 50 years. During that same period, the U.S. population grew from roughly 151 million to about 281 million, an increase of approximately 86%. For half a century, America was building owner-occupied housing at more than twice the rate of population growth. Housing supply was not merely keeping up with demand. It was staying well ahead of it.

That era is over.

At the end of the third quarter of 2025, the number of owner-occupied housing units had reached approximately 86.92 million. That is an increase of only about 24% since 2000. Over that same period, the U.S. population grew by roughly 22%. Housing growth and population growth are now moving almost in lockstep, which is a dramatic departure from the postwar model that made broad homeownership possible.

This slowdown is critical because population growth alone does not capture housing demand. Household formation, immigration, the number of families purchasing a second home and changing family structures all increase pressure on supply. When construction merely matches population growth, shortages become inevitable. When it falls behind, prices skyrocket.

One of the biggest reasons America is not building enough owner-occupied housing is regulation. In many cities and popular suburban areas, building codes are hundreds of pages long, and the number of regulations can reach the thousands.


The massive regulatory burden weighing down homebuilders makes it harder and more expensive to construct new homes. In 2021, an economic analysis by the National Association of Home Builders found that regulations add nearly $94,000 to the cost of building a new home. That burden prices millions of families out of the market before construction even begins.

Zoning restrictions, environmental reviews, permitting delays and land-use rules combine to make building slower, riskier and far more expensive than necessary. These barriers overwhelmingly benefit entrenched interests while harming working families and first-time buyers.

Land-use regulations have become particularly burdensome. In many states, huge swaths of land are owned by the federal or state government. In other cases, land is privately owned but local regulatory bodies have blocked developers and families from adding new homes. This has squeezed millions of homes into relatively small areas.

California offers a stark illustration. Roughly 90% of the state’s population lives on just 5.1% of its land area.

Because zoning and land-use rules are largely imposed by state and local governments, Washington cannot solve the housing crisis by decree. But it is not powerless.

President Donald Trump and Congress should use federal leverage to force change. Federal dollars for education, infrastructure, transportation and housing should be conditioned on measurable progress toward expanding owner-occupied housing. States that refuse to loosen land-use restrictions and reduce regulatory barriers should not receive unlimited federal subsidies.

This approach respects federalism while acknowledging reality. The federal government should not draw zoning maps, but it also should not bankroll policies that artificially restrict housing supply and drive up costs nationwide.

For America’s entire history, home and land ownership have been essential to economic stability, family formation and upward mobility. In previous generations, Americans built accordingly. Today, that commitment has been undermined by regulatory systems that make new housing scarce by design.


Como o ocidente se converteu na URSS. Diria mesmo que neste momento o ocidente está pior do que a URSS, vai valendo o desenvolvimento tecnologico e o valor artificial das moedas ocidentais USD/EUR.

A realidade é simples, se cortarem o supply da China&companhia que realmente produzem alguma coisa o ocidente fica em penurias.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Presidenciais Americanas (2024)

por previsor » 1/2/2026 13:52

Thousands of cyclists ride in honor of Alex Pretti
https://m.youtube.com/watch?v=FZnGd8QBboc
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