CoronaVirus, panico justificado...?
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Primeira pagina do JN de hoje "fome se alastra em.milhares de crianças"...
Correio da manha "restaurantes e cafés so abrem a fim de abril"
Nao coloquem a culpa na pandemia..
Sao.medidas do governo/parlamento que provocam isso
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Qualnhick Escreveu:Foi o Natal e os Portugueses que incumprem e a variante Inglesa ...
O mesmo efeito em Espanha
Foi o confinamento que nos salvou ...
Foi tão bem feito que até chegou a Espanha o efeito
Ja a vaga de frio nao tem nenhuma relacao.
http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?f=3&t=90128&start=8425#p1623362
O mesmo efeito em Espanha em quê?
De resto nem "merece" sequer qualquer tipo de comentário...
https://ourworldindata.org/coronavirus-data-explorer?zoomToSelection=true&time=2020-12-24..latest&country=ESP~PRT®ion=World&casesMetric=true&interval=smoothed&perCapita=true&smoothing=7&pickerMetric=total_cases&pickerSort=desc
Gráfico 4 : Portugal Daily Deaths
Gráfico 5 : Espanha Daily Deaths
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
José Artur Paiva, Diretor de Medicina Intensiva no Hospital de São João
“Os próximos dez dias serão os mais desafiantes dos meus 36 anos de médico”
O reforço da luta contra a covid em Portugal com equipas médicas estrangeiras está a levar profissionais do sector a sair em defesa do Sistema Nacional de Saúde. Uma das medidas propostas nesta fase crítica é a abertura de mais 207 camas de Cuidados Intensivos em dez dias (ver texto ao lado), projeto que o presidente do Colégio de Medicina Intensiva da Ordem dos Médicos e diretor desta área no maior hospital da região Norte diz não ser utópico e poder permitir que o sistema consiga aguentar o pico da pressão sobre os hospitais.
Os epidemiologistas calculam o máximo de ocupação dos Cuidados Intensivos no fim da próxima semana. Teremos as camas necessárias?
Com o cumprimento do despacho ministerial, que mandou cessar a atividade cirúrgica normal e até a prioritária, há ainda a possibilidade de abrir camas adicionais de Medicina Intensiva recorrendo às áreas de Cirurgia e de Recobro Anestésico. Mas não bastam as camas, é necessário recorrer a estes profissionais, que têm alguma experiência de monitorização e podem integrar as equipas de Intensivos, reforçando a nossa capacidade. E, somando todas as camas de âmbito nacional, podemos abrir 207. Os epidemiologistas calculam no pico da terceira onda a necessidade de 1000 a 1100 camas de Intensivos — espero que mais perto das mil —, e sabendo que, em confinamento, temos necessidade de entre 380 e 400 camas de Intensivos para patologias não covid, somando tudo e usando uma taxa de ocupação de 90%, superior à ideal, precisamos, portanto, de 1540 camas de Intensivos em dez dias. Como temos cerca de 1340 camas à escala nacional, se essas 200 abrirem com brevidade — e o tempo é essencial — dão capacidade ao Sistema Nacional de Saúde para vencer esta fase sem passarmos pelas estratégias da Medicina de Catástrofe.
Onde vão buscar profissionais para mais 200 camas?
Já estamos a utilizar muitos profissionais de outras áreas, como a Anestesia, a Medicina Interna ou a Pneumologia. Não só médicos, mas sobretudo enfermeiros que se transferiram para a Medicina Intensiva para colaborar neste esforço. O adicional que estamos a sugerir não é, portanto, uma novidade, mas um aprofundamento desta estratégia, e, à luz dos números que temos, esses profissionais existem e o contributo deles tem sido de uma generosidade extraordinária, fundamental para a sobrevivência do sistema. Não posso esconder, contudo, que é à custa de uma sobrecarga enorme e da perceção de que não temos os recursos humanos ideais. É preciso ser muito claro: a forma que temos de não deixar nenhum doente para trás e de dar os cuidados necessários a todos que deles necessitem é precisamente aceitar que vamos trabalhar em espaços e com equipas que não têm o topo da Medicina Intensiva. Mas a redução da qualidade de trabalho não será significativa, porque estes profissionais estarão inseridos em equipas de intensivistas. Temos de passar uma mensagem de um enorme foco e tranquilidade, e agora é o momento em que esta é mais necessária, porque foi com esta gente que conseguimos vencer quase 11 meses de enorme desafio. Foi à custa de um esforço sobre-humano destas pessoas. E os próximos dez dias serão os mais difíceis, mas também é o momento mais esperançoso, porque, com o Plano de Vacinação, contamos que no verão pelo menos as formas graves da doença possam ser reduzidas, mesmo sem imunidade de grupo. Temos de salientar o valor destes profissionais e do Sistema Nacional de Saúde, público e privado, em vez de dispersar a mensagem por um grupo de ajudas que, sendo bem-vindas, não podem ser aceites de forma desestruturada.
Os médicos levantam essa vaga de fundo, num último fôlego de resistência?
Não é verdade. O esforço é indiscutivelmente dos médicos e dos enfermeiros, e muito do mérito da resiliência e da qualidade de trabalho é deles, mas esta política não é desestruturada. Existe uma Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional de Medicina Intensiva, da qual sou subcoordenador, e o que estou a dizer-lhe foi proposto à ministra da Saúde, reiterado por ela e, mais ainda, objeto de um despacho. Mas não é a publicação de um despacho que torna um objetivo real, é a sua implementação. E daí alguns de nós termos esta preocupação de convocatória de todos, incluindo os administradores hospitalares, para a execução deste despacho. E para uma mensagem de grande confiança. Tenho receio de que as notícias das ajudas internacionais possam fazer os profissionais de saúde sentir alguma desmotivação e falta de reconhecimento pelo trabalho feito. É bom receber ajudas, mas estas têm de ser analisadas e fazer parte de uma cadeia, cujo primeiro elo é essa expansão máxima possível de camas, equipamentos e pessoas.
Esse objetivo é exequível?
É possível e, sendo possível, temos de o concretizar. Muitas vezes ficamos a 80% ou 90% do objetivo, mas este é realista, mesmo que complicado, não pelo número, mas pelo tempo. Não faz sentido ter objetivos utópicos. Mas se me perguntar se tenho a certeza de que vou conseguir, respondo que não tenho. Mas se ficarmos a 80% será excelente.
Essas camas já estão a ser abertas?
Sim, o objetivo é ir concretizando dia a dia. Desde que apresentámos este objetivo à ministra, na passada sexta-feira, já aumentámos cerca de 50 camas, pelo menos. A ARS do Algarve mais do que triplicou as camas de Medicina Intensiva, a do Norte mais do que duplicou. No Centro, o aumento foi de 2,5 e em Lisboa e Vale do Tejo aumentou em 1,8 e continua a aumentar muito. A grande dificuldade é o tempo, mas, sublinho, a solução não está dentro dos hospitais. Este é um plano de contingência transitório, porque, rapidamente, estas camas têm de ser devolvidas aos doentes não covid que precisam de ser operados.
Todos os hospitais aderiram?
São muito poucos os hospitais que não estão no máximo dos planos de contingência. Não faz sentido que haja alguns no supramáximo e outros abaixo. Para isso é necessário cessar toda a atividade cirúrgica, ocupar essas áreas e transferir os recursos humanos para a Medicina Intensiva. Os privados estão a colaborar muito, seja da forma tradicional, seja por acordos para o tratamento de doentes não covid. Como poderíamos responder a um desafio destes se não convocássemos todos? Esta situação convoca-nos a todos como cidadãos.
Além do esforço, com mais camas vão ter de trabalhar ainda mais. Terão de fazer Medicina de Guerra para não fazerem Medicina de Catástrofe.
É verdade, vamos ter de trabalhar mais. Já disse à minha equipa que os próximos dez dias vão ser um Porto-Benfica e que os bons jogadores nunca deixam de jogar. Vão ser os dez dias mais desafiantes dos meus 60 anos de idade e dos meus 36 anos de médico.
Mas não aguentam muito mais do que dez dias...
Não, por isso fazemos um pedido muito sério para haver cautela no desconfinamento. Vamos precisar de um confinamento prolongado e de um desconfinamento gradualista. Vamos ter de tirar coisa a coisa, monitorizando o efeito, porque se fizermos a asneira de não ser assim estaremos a correr um risco enorme. Espero ser ouvido. Se o confinamento não tivesse sido gradual, teríamos evitado o que estamos a viver agora. Além disso, temos de contar com o esforço enorme das equipas de Saúde Pública na realização de testes e inquéritos epidemiológicos, sem esquecer o cumprimento do Plano de Vacinação.
Esta semana chegaram ajudas externas. Como conjugá-las com o vosso projeto?
Todas as ajudas são bem-vindas, devem ser analisadas e, se aceites, incluídas num plano de resposta. A gestão das notícias destes apoios tem de ser muito cuidada, para não ser desmotivacional do enorme esforço que os profissionais de saúde têm feito. O brio dos profissionais portugueses é tão indesmentível e evidente que não pode ser colocado em causa, e o enfoque da mensagem tem de ser de uma enorme confiança neles e no Sistema Nacional de Saúde. É uma mensagem da tutela de apoio à implementação desse reforço que agora se pede. Assim como do reforço do transporte de doentes entre hospitais e regiões, que não pode ser visto como algo negativo. Seja como for, é totalmente diferente ter profissionais estrangeiros integrados nas nossas equipas do que o transporte de doentes para outros países.
Está otimista?
Numa pandemia, tenho muito medo dos otimistas. As coisas são mais bem geridas por não otimistas, que usam os princípios máximos de precaução e segurança. Não me inclua, por favor, nesse grupo. Sinto apenas a tranquilidade de conhecer quem faz clínica há muitos anos e sinto um orgulho muito grande em vestir essa farda e estar todos os dias ao lado da minha gente nesse trabalho. E do papel da Medicina Intensiva na redução da letalidade desta doença, num momento tão especial das nossas vidas. A tranquilidade vem do conhecimento das pessoas que estão a trabalhar nesta área pelo país fora.
https://leitor.expresso.pt/semanario/se ... -de-medico
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Actualização:

A nível europeu, Portugal está sensivelmente na média segundo a dashboard do ECDC:
https://qap.ecdc.europa.eu/public/exten ... racker-tab
A nível europeu, Portugal está sensivelmente na média segundo a dashboard do ECDC:
https://qap.ecdc.europa.eu/public/exten ... racker-tab
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
djovarius Escreveu:Marco, isso sempre foi a minha reflexão.
Mais do que as vacinas, um medicamento que possa tornar o corona em algo banal é que permite o regresso rápido à normalidade.
Há mais produtos em teste.
Estou convencido de que daqui a 6 ou 9 meses já teremos aquilo que precisamos para esquecer este apocalipse.
Hoje deram 9 mil vacinas? Bem, com mais 7 mil casos novos, já dá mais 16 mil possíveis imunizações. Lá para o meio do Verão, vai ficar tudo (mais ou menos) bem.
dj
Na prática são complementares. Tratamento mesmo que seja altamente eficaz não chega pois o virus continua (continuaria) a transmitir-se a taxas elevadas e a mutar (quanto mais infecções/transmissão, mais mutação). A componente de investigação das vacinas tem corrido tremendamente bem (tanto a rapidez na disponibilidade de soluções como as elevadas taxas de eficácia a que se tem chegado... em larga medida terá sido reflexo do enorme esforço que se fez mas talvez também "alguma sorte" à mistura). Já um tratamento que seja game changer como preconizas, está a tardar mais em aparecer, apesar do esforço igualmente enorme. Deixo este recurso que penso que está bastante actualizado:
Everything you need to know about the COVID-19 therapy trials
De uma forma geral, é durante as fase 2 e 3 dos ensaios clínicos que se mede realmente a eficácia dos fármacos/tratamentos.
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
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O mesmo efeito em Espanha
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco, isso sempre foi a minha reflexão.
Mais do que as vacinas, um medicamento que possa tornar o corona em algo banal é que permite o regresso rápido à normalidade.
Há mais produtos em teste.
Estou convencido de que daqui a 6 ou 9 meses já teremos aquilo que precisamos para esquecer este apocalipse.
Hoje deram 9 mil vacinas? Bem, com mais 7 mil casos novos, já dá mais 16 mil possíveis imunizações. Lá para o meio do Verão, vai ficar tudo (mais ou menos) bem.
dj
Mais do que as vacinas, um medicamento que possa tornar o corona em algo banal é que permite o regresso rápido à normalidade.
Há mais produtos em teste.
Estou convencido de que daqui a 6 ou 9 meses já teremos aquilo que precisamos para esquecer este apocalipse.
Hoje deram 9 mil vacinas? Bem, com mais 7 mil casos novos, já dá mais 16 mil possíveis imunizações. Lá para o meio do Verão, vai ficar tudo (mais ou menos) bem.
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Regresso ás aulas presenciais: As previsões apontam para o início de março, com menos de 4 mil novos casos diários... mas também falam de um regresso faseado, começando com o pré-escolar e 1º ciclo e alargando-se mais tarde aos restantes. Acho que seria importante os primeiros voltarem ainda antes do final de fevereiro... esperemos que seja possível!
https://sicnoticias.pt/especiais/corona ... qoN5bjCqbM
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Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Aqui fica uma versão mais completa da notícia:
https://www.timesofisrael.com/new-israe ... -hospital/
E esta outra que cita um segundo hospital com um outro farmaco:
https://www.ynetnews.com/health_science ... /rJoYyaYeO
Não encontro informação sobre os trials mas subentende-se das notícias que são sem controlo e não randomizados, o que é típico de Trials Phase 1. Só para alertar que não é anormal (na verdade, é frequente) farmacos serem anunciados como promissores na fase 1 e depois verificar-se que na verdade não funcionam ou não funcionam melhor que a alternativa em fases posteriores.
https://www.timesofisrael.com/new-israe ... -hospital/
E esta outra que cita um segundo hospital com um outro farmaco:
https://www.ynetnews.com/health_science ... /rJoYyaYeO
Não encontro informação sobre os trials mas subentende-se das notícias que são sem controlo e não randomizados, o que é típico de Trials Phase 1. Só para alertar que não é anormal (na verdade, é frequente) farmacos serem anunciados como promissores na fase 1 e depois verificar-se que na verdade não funcionam ou não funcionam melhor que a alternativa em fases posteriores.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco Martins Escreveu:Se leres o que disse, não falei numa situação hipotética! São casos reais de pessoas conhecidas!
Que conheces em 3ª ou 4ª via, e numa de «fica a ideia que»... e que generalizas para mais de 100 mil...
Marco Martins Escreveu:Quando na passagem de informação, a colega lhe diz que apenas voltou porque o vencimento na SS é menor que estar na escola, mas que se as aulas começarem, volta a ficar em casa e nem o trabalho tem de levar alguns dossiers com ela para se por ao corrente da situação das turmas e alunos, isto diz muito! Não é preciso generalizar! Até na secretaria sabem o que vai acontecer, mas não podem fazer nada, e isto revolta!
Se uma pessoa volta a trabalhar e onde facilmente obtém uma baixa, o que chamamos a isto? Atendimento rápido do nosso sistema de saúde?
Mas tu é que generalizaste! Dando de barato que esse caso é realmente de baixa duvidosa, é um em quantos? Qual será o ramo de atividade onde não há pessoas menos cumpridoras ou pior que isso? Conheces algum?
Como te disse, não digo que não hajam casos, até na escola onde estou, mas eu não conheço. Mas conheço alguns colegas que continuam a dar aulas sendo que, no contexto atual, não lhes seria difícil arranjar um médico que lhes desse um atestado, já que têm comorbilidades que os tornam pessoas de risco.
Marco Martins Escreveu:Sim, tenho 4 familiares como professores e dois deles já estão há mais de 20 anos em contrato adeternum!!!
E sim, sei dos cortes e dos desgovernos na educação! E sobre isso não questionei nada, pois sei que é verdade e isso penaliza toda a educação (e isto teria muito pano para mangas para discussão)!
Em relação aos professores sim, existem dois tipos de trabalhadores... os contratados e os do quadro, onde os sindicatos apenas defendem uns!
E conhecendo isto, que é um dado real constatável porque qualquer pessoa (basta consultar as listas públicas de ordenação de candidatos dos vários grupos de recrutamento e olhar para o tempo de serviço e data de nascimento dos candidatos) pergunto-te se alguma vez te indignaste publicamente contra isto? É que não fazer nada para acabar com esta vergonha (tanto pela exploração de pessoas, como pelo mal que estão a fazer ao país) e dar-se ao trabalho de escrever o que escreveste no início, generalizando uma coisa que sabemos que existirá em todos os ramos de atividade, em todas as profissões, parece-me completamente desnecessário... inútil mesmo!
Marco Martins Escreveu:A ideia não é atacar uma classe inteira, mas sim o que se passa!
E o que se passa? O que tu fizeste foi generalizar, não apresentaste dados nenhuns (eu até teria curiosidade em ter acesso a alguns dados sobre o assunto) apenas umas histórias do «diz que disse»...
Marco Martins Escreveu:Basta comparar o número de baixas no privados e nos públicos!
Fonte para estes dados?
Marco Martins Escreveu:Não estou a dizer que as condições são as mesmas, pois isso tem directamente muita influência, mas se existem muitas diferenças, tem de se ver porque acontecem e criar condições para que não aconteçam!
Concordo, mas preciso de dados concretos e ai o debate será outro e provavelmente mais produtivo/interessante... fundamentar um debate destes com aquilo que fizeste no início... vou ali é já volto!
Marco Martins Escreveu:Embora o risco seja menor, o problema do ensino à distância é que dá muito mais trabalho do que o ensino presencial (principalmente para quem tem na turma, alunos com necessidades especiais)!
Não sei se isto será verdade, no meu sim, mas há muitas variáveis, depende até do plano E@D de cada escola. Por exemplo, se não fosse Diretor de turma acho que não me daria mais trabalho, seria o mesmo de forma muito diferente. Por outro lado, os professores que estão na SS têm cortes significativos se estiverem de baixa (os que ainda estão na CGA têm muito menos) e não correndo riscos no E@D, podem ser tentados a voltar ao serviço... lá está, é daquelas coisas que não se pode tentar tirar conclusões com dois ou três casos que conhecemos, só com dados concretos da situação global. Uma coisa é certa, com a dificuldade com que as escolas estão a ter em arranhar professores para lecionarem todas as disciplinas, se aumentarem as baixas será ainda mais difícil... sendo certo que a falta de professores é um problema que está a agravar-se de ano para ano (e nos próximos aumentarão bastante as aposentações de docentes) e temo que a degradação da qualidade da escola pública (que já se nota) venha a causar muitos problemas ao país... mas, de certa forma, temos aquilo que merecemos, a sociedade portuguesa não se preocupa com o essencial... o teu texto inicial é um bom exemplo daquilo a que me refiro!
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/h ... sDestaques
Hospital em Israel diz que pode ter encontrado a cura para a Covid-19
29 pacientes recuperaram da infeção em cinco dias após tomar o medicamento.
Correio da Manhã 15:32
Hospital Ichilov em Tel Aviv
Hospital Ichilov em Tel Aviv FOTO: Getty Images
Um Hospital em Israel alega que pode ter encontrado a cura para a Covid-19, de acordo com um relatório da KAN News.
Os investigadores do Hospital Ichilov de Tel Aviv anunciaram, na quinta-feira, resultados positivos em testes preliminares para a cura da Covid-19.
O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção do Cancro do hospital, testou o medicamento EXO-CD24 em 30 pacientes infetados com o novo coronavírus, em estado moderado e grave.
29 desses doentes melhoraram em apenas dois dias, tendo alta três a cinco dias depois da toma.
O outro paciente também recuperou, mas demorou mais alguns dias, de acordo com o hospital.
Arber garante que o medicamento é barato e eficaz e deve ser administrado uma vez por dia, durante cinco dias.
Depois destes resultados positivos, o hospital pediu ao Ministério da Saúde a extensão do estudo a mais pacientes.
Hospital em Israel diz que pode ter encontrado a cura para a Covid-19
29 pacientes recuperaram da infeção em cinco dias após tomar o medicamento.
Correio da Manhã 15:32
Hospital Ichilov em Tel Aviv
Hospital Ichilov em Tel Aviv FOTO: Getty Images
Um Hospital em Israel alega que pode ter encontrado a cura para a Covid-19, de acordo com um relatório da KAN News.
Os investigadores do Hospital Ichilov de Tel Aviv anunciaram, na quinta-feira, resultados positivos em testes preliminares para a cura da Covid-19.
O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção do Cancro do hospital, testou o medicamento EXO-CD24 em 30 pacientes infetados com o novo coronavírus, em estado moderado e grave.
29 desses doentes melhoraram em apenas dois dias, tendo alta três a cinco dias depois da toma.
O outro paciente também recuperou, mas demorou mais alguns dias, de acordo com o hospital.
Arber garante que o medicamento é barato e eficaz e deve ser administrado uma vez por dia, durante cinco dias.
Depois destes resultados positivos, o hospital pediu ao Ministério da Saúde a extensão do estudo a mais pacientes.
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É preciso viver..nao apenas existir.
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- Registado: 19/2/2007 10:01
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Ainda preprint, mas os investigadores de Oxford (parceiros da AstraZeneca) dizem que a vacina que desenvolveram apresenta um grau de eficácia similar com a variante britânica (B.1.1.7):
Efficacy of ChAdOx1 nCoV-19 (AZD1222) Vaccine Against SARS-CoV-2 VOC 202012/01 (B.1.1.7)
Efficacy of ChAdOx1 nCoV-19 (AZD1222) Vaccine Against SARS-CoV-2 VOC 202012/01 (B.1.1.7)
Findings: Between 1st October 2020 and 14th January 2021, 499 participants developed Covid-19infection. 1524 NAAT positive nose/throat swabs were collected from these participants during the trial. Of these, 323 swabs from 256 participants were successfully sequenced.ChAdOx1 nCoV-19 recipients had a significantly lower viral load as represented byminimum PCR Ct value (p<0.0001) and were NAAT positive for a shorter time (p<0.0001) than participants who received the control vaccine. Virus neutralisation activity by vaccineinduced antibodies was 9-fold lower against the B.1.1.7 variant than against a canonical non B.1.1.7 lineage. Vaccine efficacy against symptomatic NAAT positive infection was similar for B.1.1.7 and non-B1.1.7 lineages (74.6% [95%CI 41.6-88.9] and 84% [95% CI 70.7-91.4] respectively). There was no difference in anti-spike antibody titres between individuals who had received a prior ChAdOx1 vectored vaccine and those who were naïve to ChAdOx1.
Interpretation: Efficacy of ChAdOx1 nCoV-19 against the B.1.1.7 variant of SARS-CoV-2 is similar to the efficacy of the vaccine against other lineages. Furthermore, vaccination with ChAdOx1 nCoV-19 results in a reduction in the duration of shedding and viral load, which may translate into a material impact on transmission of disease.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Ainda sem melhorias, a média está agora em 9 mil vacinas por dia (na última semana) e o total em 379 mil.

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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Carrancho_ Escreveu:Este tópico está completamente politizado, é uma pena. O Covid-19 deixou de ser o foco, passou a ser uma arma de arremesso político.
O Covid deve ser visto como a pandemia que é, e deve ser analizado como ele é!
Contudo à volta dos números, contágios, soluções, vacinas, existem muitas outras realidades que influenciam tudo o resto!
E isso (a meu ver) também deve ser debatido e exposto... contudo existem moderadores, e sendo este um fórum ligado à bolsa, também devem intervir como já o costumam fazer.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Este tópico está completamente politizado, é uma pena. O Covid-19 deixou de ser o foco, passou a ser uma arma de arremesso político.
Um abraço,
Carrancho
Carrancho
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Ou seja, pegas numa situação que a tua esposa te relatou, que por sua vez também a ela alguém lá na escola lhe deve ter relatado, e generalizas para os cerca de 100 mil professores (devem ser um pouco mais) que o país tem! Muito bem!
Se leres o que disse, não falei numa situação hipotética! São casos reais de pessoas conhecidas!
artista_ Escreveu:«Baixa duvidosa», «a ideia que deu», tudo dados muito consistentes para fundamentar uma tese generalizada!![]()
![]()
Quando na passagem de informação, a colega lhe diz que apenas voltou porque o vencimento na SS é menor que estar na escola, mas que se as aulas começarem, volta a ficar em casa e nem o trabalho tem de levar alguns dossiers com ela para se por ao corrente da situação das turmas e alunos, isto diz muito! Não é preciso generalizar! Até na secretaria sabem o que vai acontecer, mas não podem fazer nada, e isto revolta!
Se uma pessoa volta a trabalhar e onde facilmente obtém uma baixa, o que chamamos a isto? Atendimento rápido do nosso sistema de saúde?
artista_ Escreveu:Eu diria que tu é que os estás a meter no mesmo saco! Ainda para mais com coisas como «a ideia que deu»... Volto ao que escrevi antes, alguma vez te preocupaste com os 30 mil professores que são contratados adeternum? e alguma vez te preocupaste com aqueles que já estiveram 20 ou mais anos a contrato mas já entraram para os quadros (uma boa parte deles porque a UE (depois de queixas dos sindicatos) disse ao Crato que assim também era exploração a mais, dava muito nas vistas)? Alguma vez te preocupaste com o facto de neste momento haver centenas de milhares de alunos que não têm professor de uma ou mais disciplinas porque eles cortaram tanto a carreira que já se nota a falta de professores? Alguma vez te preocupaste com os problemas que isto representa para o futuro do país? Claro que não, é mais fácil conduzir o nosso discurso por coisas como «a ideia que deu»...
Sim, tenho 4 familiares como professores e dois deles já estão há mais de 20 anos em contrato adeternum!!!
E sim, sei dos cortes e dos desgovernos na educação! E sobre isso não questionei nada, pois sei que é verdade e isso penaliza toda a educação (e isto teria muito pano para mangas para discussão)!
Em relação aos professores sim, existem dois tipos de trabalhadores... os contratados e os do quadro, onde os sindicatos apenas defendem uns!
artista_ Escreveu:Eu também sou professor, não digo que não hajam casos desses, acho até impossível que não existam, em mais de 100 mil seria difícil não haver um que tivesse poucos escrúpulos e/ou se aproveitasse dos sistema. Mas a opinião que tenho é que o país deve muito às escolas, se estamos muito melhor hoje, se conseguimos reagir melhor a crises, se somos mais inovadores, se temos mais gente reconhecida internacionalmente que alguma vez tivémos, isso deve-se em muito ao facto de se ter aumentado significativamente a qualificação dos portugueses nas últimas décadas. Por isso, acho completamente descabido que alguém venha atacar uma classe inteira com coisas do género que aqui falas... e ainda dizer «não digo que sejam todos», como quem diz, «haverá alguns que não são», no entanto não tens sequer conhecimento real de um. Tal como muitos portugueses, o que tens é uma ideia pré-concebida, e todo o rumor, por mais mal fundamentado que seja, serve para «alimentar» esse virus que tens pré-instalado no teu sistema!![]()
A ideia não é atacar uma classe inteira, mas sim o que se passa!
Basta comparar o número de baixas no privados e nos públicos!
Não estou a dizer que as condições são as mesmas, pois isso tem directamente muita influência, mas se existem muitas diferenças, tem de se ver porque acontecem e criar condições para que não aconteçam!
artista_ Escreveu:Para terminar, quando escrevi que não percebia o racional disso, foi porque a ideia que tenho (tendo em conta comunicados dos sindicatos) é que haveria mais baixas este ano no ensino presencial porque, sendo a classe docente muito envelhecida, haverá muitos que professores que pertencem aos grupos de risco em relação à Covid... a verdade é que do ano passado para este ano a falta de professores acentuou-se significativamente, não sei se há mais professores de baixa por causa da Covid ou se tem a ver com o número crescente de aposentações (provavelmente será das duas), mas o risco para os professores no ensino à distância deixará de existir e não o contrário.
Embora o risco seja menor, o problema do ensino à distância é que dá muito mais trabalho do que o ensino presencial (principalmente para quem tem na turma, alunos com necessidades especiais)!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Tal como cá, na Alemanha o COVID serve de arma de arremesso politico..
Scholz classifica de “desgraça” gestão das vacinas de Von der Leyen
O atual ministro das Finanças alemão terá dito que a gestão das vacinas feita pela Comissão Europeia, que é presidida pela alemã Ursula Von der Leyen, é uma "desgraça".
O ministro das Finanças alemão, Olaf Scholz, terá dito que a gestão das vacinas por parte da Comissão Europeia é uma “desgraça” numa reunião do Governo de Angela Merkel na segunda-feira. De acordo com o The Guardian, que cita o jornal alemão Bild, o vice-chanceler está a tentar explorar o descontentamento com a situação antes das eleições nacionais.
Scholz, que deverá ser o candidato a chanceler do SPD (sociais-democratas de centro-esquerda), terá criticado diretamente a presidente da Comissão Europeia, a alemã Ursula Von der Leyen, pela gestão das vacinas, afirmando que Berlim não poderá deixar esta situação repetir-se. Em 2019, o SPD opôs-se à nomeação de Von der Leyen para presidente da Comissão Europeia por esta ser uma “candidata inadequada”.
Com as eleições à porta, em setembro, a CDU (conservadores de centro-direita) está a ser pressionada internamente pelo ritmo de vacinação na Alemanha. Até ao momento, apenas 3,2% da população recebeu pelo menos uma dose, o que compara com os 5% da Dinamarca, 4% da Irlanda, 3,8% de Espanha ou 3,7% de Itália. A média europeia é de 3,16%.
https://eco.sapo.pt/2021/02/04/scholz-c ... der-leyen/
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
BearManBull Escreveu:mais_um Escreveu:O que será que a bastonária dos enfermeiros vai dizer agora, magra fura filas?![]()
Qual é a reacção que esperavas? Conformismo ou que tivessem aplaudido?
Os enfermeiros ainda são dos melhores profissionais que temos em Portugal, ganham ordenados que até dão pena e que estão praticamente inalterados desde do tempo prè crise de divida, fazem horários horribilis e ainda têm de levar com gonorreia verbal de políticos...
O chico espertismo dever ser apontado e criticado, agora ela é bastonária dos enfermeiros, não é suposto ter um comportamento de baixo nivel... mas vamos esperar para ver como ela vai reagir....sentados de preferência...
Em relação à gonorreia verbal..vamos quem é que a fez....
Por exemplo, como se pode ver aqui neste tópico há quem se apresse a defender comportamentos em relação a determinadas pessoas quando critica os mesmos comportamentos noutras pessoas, isso diz muito da honestidade intelectual de quem os faz ou melhor da falta dela. Se o assunto não fosse trágico, seria uma comédia.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
mais_um Escreveu:O que será que a bastonária dos enfermeiros vai dizer agora, magra fura filas?![]()
Qual é a reacção que esperavas? Conformismo ou que tivessem aplaudido?
Os enfermeiros ainda são dos melhores profissionais que temos em Portugal, ganham ordenados que até dão pena e que estão praticamente inalterados desde do tempo prè crise de divida, fazem horários horribilis e ainda têm de levar com gonorreia verbal de políticos...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Caramelo Escreveu:Costa é fisicamente incapaz de dizer uma verdade?
"Sobre a espectacular quantidade de patranhas que o dr. Costa desferiu em cerca de 24 horas. Nisto, ele é exímio. E em proibir, castigar, ameaçar e obrigar. As ditaduras são assim: força e mentiras. De resto, mais nada, só ruínas."
https://observador.pt/programas/ideias- ... ma-verdade
Como nao sabem como atacar o Governo Costa agora inventam polemicas com as vacinas e a pandemia..
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Costa é fisicamente incapaz de dizer uma verdade?
"Sobre a espectacular quantidade de patranhas que o dr. Costa desferiu em cerca de 24 horas. Nisto, ele é exímio. E em proibir, castigar, ameaçar e obrigar. As ditaduras são assim: força e mentiras. De resto, mais nada, só ruínas."
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"Sobre a espectacular quantidade de patranhas que o dr. Costa desferiu em cerca de 24 horas. Nisto, ele é exímio. E em proibir, castigar, ameaçar e obrigar. As ditaduras são assim: força e mentiras. De resto, mais nada, só ruínas."
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
O Siza Vieira foi dizer ao NYT que o povo violou as restrições do Natal. Será que foram as restrições que o governo tinha levantado
Ou porque tentaram imitar o Presidente
Em entrevista à TVI, o Presidente e candidato a um segundo mandato na corrida a Belém disse que no dia 23 de dezembro vai almoçar fora num restaurante com a família que vem do Brasil, mas garantiu que “como são ligeiramente mais do que cinco ficam em duas mesas espaçadas”. Ainda nesse dia, Marcelo Rebelo de Sousa vai jantar com os irmãos e cunhadas e são novamente cinco. Já na véspera de Natal, dia 24 de dezembro, o Chefe de Estado vai jantar “com parte da família, são cinco”, apontou. Para o dia de Natal, Marcelo não tem previstos quaisquer encontros familiares, mas no dia 26 de dezembro, como não é o Presidente que está a organizar “são sete”. “Não é em minha casa, estou com dúvidas sobre como vão arrumar a mesa”, atirou.
Admitindo que tenta “dar o exemplo” e apesar de o Governo não ter limitado o número de agregados familiares permitido nas celebrações de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa sinaliza que “o ideal são cinco à mesa”, apelando a que os portugueses “não estraguem o que se está a fazer e os números que temos tido”. As declarações do Chefe de Estado dividem as opiniões dos especialistas ouvidos pelo ECO. Se há quem considere que este modelo “é uma solução feliz”, há também quem defenda que “não é o mais aconselhável”, dado que os contactos devem ser reduzidos ao máximo.
Que cambada de mentirosos, andam todos a imitar o chefe
Ou porque tentaram imitar o Presidente
Em entrevista à TVI, o Presidente e candidato a um segundo mandato na corrida a Belém disse que no dia 23 de dezembro vai almoçar fora num restaurante com a família que vem do Brasil, mas garantiu que “como são ligeiramente mais do que cinco ficam em duas mesas espaçadas”. Ainda nesse dia, Marcelo Rebelo de Sousa vai jantar com os irmãos e cunhadas e são novamente cinco. Já na véspera de Natal, dia 24 de dezembro, o Chefe de Estado vai jantar “com parte da família, são cinco”, apontou. Para o dia de Natal, Marcelo não tem previstos quaisquer encontros familiares, mas no dia 26 de dezembro, como não é o Presidente que está a organizar “são sete”. “Não é em minha casa, estou com dúvidas sobre como vão arrumar a mesa”, atirou.
Admitindo que tenta “dar o exemplo” e apesar de o Governo não ter limitado o número de agregados familiares permitido nas celebrações de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa sinaliza que “o ideal são cinco à mesa”, apelando a que os portugueses “não estraguem o que se está a fazer e os números que temos tido”. As declarações do Chefe de Estado dividem as opiniões dos especialistas ouvidos pelo ECO. Se há quem considere que este modelo “é uma solução feliz”, há também quem defenda que “não é o mais aconselhável”, dado que os contactos devem ser reduzidos ao máximo.
Que cambada de mentirosos, andam todos a imitar o chefe

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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
“Vacinámos todas as pessoas do Hospital Beatriz Ângelo. Todas. E posso dizer-lhe que os administradores foram os últimos. Vamos fazer o mesmo com todos os elementos do Hospital da Luz. A maior parte já foi vacinada e vamos receber as vacinas para os restantes ainda hoje"
Isabel Vaz, CEO do Grupo Luz Saúde
No Serviço Nacional de Saúde houve até agora duas posições diferentes sobre este assunto. O Hospital São João, no Porto, também decidiu vacinar todos os funcionários.
Já o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, tem um entendimento diferente e defendeu que as administrações não estavam incluídas no grupo prioritário.
https://observador.pt/especiais/grupo-l ... iz-angelo/
Isabel Vaz, CEO do Grupo Luz Saúde
No Serviço Nacional de Saúde houve até agora duas posições diferentes sobre este assunto. O Hospital São João, no Porto, também decidiu vacinar todos os funcionários.
Já o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, tem um entendimento diferente e defendeu que as administrações não estavam incluídas no grupo prioritário.
https://observador.pt/especiais/grupo-l ... iz-angelo/
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Um artigo a ler, especialmente para quem pensa que temos o exclusivo do chico esperto...
Ser muito rico dá acesso à vacina? A elite global tenta
Dubai vai oferecer vacina chinesa em pacote de luxo para atrair turismo, enquanto a Florida tenta cortar “turismo de vacinas”. Há modos mais criativos para ter acesso a uma: um casal de milionários canadiano fez-se passar por funcionários de um hotel.
https://www.publico.pt/2021/02/04/mundo ... ta-1949337
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Bar38 Escreveu:Não seria positivo ou ate imperioso fazer um teste serológico antes da administração da vacina...
Talvez numa óptica apenas de "poupança" de vacinas numa altura em que são tão escassas. Mas iria complicar todo o processo e não estou certo que fosse realmente vantajoso (mesmo as pessoas que já foram infectadas tendencialmente devem-se vacinar, especialmente agora que vão aparecendo tantas variantes, assim como casos de reinfecção).
Há estudos que revelam que quem já teve em contacto com o virus apenas necessite de uma dose da vacina. Obviamente que numa perspectiva de poupança vacinas (já que é e enquanto for um bem escasso) e administrar apenas as necessárias e prioritariamente a quem realmente delas necessita
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