CoronaVirus, panico justificado...?
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Gaio Azul Escreveu:Conheço melhor o caso da minha irmã em Portland nos EU. Atualmente, o ensino está a ser transmitido online. Os alunos sem computadores têm usado telemóveis. Os que não têm a net são dirigidos a hotspots. Os que realmente procuram soluções parecem conseguir. Procuram "salvar" a maioria ou pelo menos os interessados. Julgo que há muito trabalho feito de modo independente pelos alunos também.
Pois, mas isso é que será feito até ao 3º ciclo, só que ai se alguns ficarem para trás, por alguma razão, não será grave, haverá tempo de recuperar. A questão do secundário é muito mais sensível, devido aos exames e ao acesso ao ensino superior. Uma coisa será haver um caso ou outro muito excecional, outra é correr riscos de haver grandes diferenças entre o que foi dados a uns e o que tiveram outros... no caso do ensino básico eles transferiram a resolução dos problemas para as escolas e sistemas locais, que de uma forma ou de outra penso que as coisas serão feitas. Mas no secundário não podem correr esses riscos, terão de ser eles a arranjar metodologias que garantam a equidade entre todos os alunos, tenho quase a certeza que terá um tratamento diferente e, se for possível, será com aulas presenciais.
Concordo que haja diferenças entre o que será dado e recebido mas julgo que por exemplo no caso dela não dão a materia toda online. Ou seja não passam o dia todo a dar a aula. Concentram se mais na partilha de links relacionados com a matéria para a preparação aos exames finais. Contam com uma grande independência do aluno e muita motivação. Falam com os alunos online esporadicamente para responder a dúvidas. Os alunos fazem o upload dos trabalhos e eles corrigem. Os interessados conseguem se adaptar.
"Open-minded people don't care to be right, they care to understand. There's never a right or wrong answer. Everything is about understanding."
"Do not judge. You do NOT know what STORM I have asked them to walk through." God
"Be sure to taste your words before you spit them out."
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco,
O que é isto do certificado de imunidade ? Existem garantias que o virus já não volta a acontecer ?
At+e ao momento Descomheço. E isto parece "banha da cobra" para vender ao estrangeiro que Portugal é seguro !
E destes erros que me assusta no futuro !
Embora tenha uma posição neutral quanto ao uso de mascaras, nesyas situações critico vivamente a sua utilizaçáo !
O que é isto do certificado de imunidade ? Existem garantias que o virus já não volta a acontecer ?
At+e ao momento Descomheço. E isto parece "banha da cobra" para vender ao estrangeiro que Portugal é seguro !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Declaração da Raínha Elizabeth II há pouco:
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Lisboa:
Na minha opinião, estás a simplificar um pouco demais, que era o que o meu outro post endereçava: os casos positivos não são estritamente uma função dos testes (embora o número de testes seja um dos inputs).
Por outras palavras, não será CP=F(x) mas CP=F(x,y,z) em que x=numero de testes, y=criterio para testes e z=numero real de infectados. Por outras palavras ainda, a taxa de positivos também vai depender (expectavelmente) dos criterios e prioridades estabelecidas para testagem e do numero efectivo de pessoas infectadas. Basicamente era o que o meu outro post queria dizer.
Não sei até que ponto interessa estar a matutar muito nestas coisas, mas considerar só o número de testes e usar isso como referência única parece-me demasiado simplista. Nem sei se estamos a discordar de alguma coisa (quiçá eu interpretei mal o que querias dizer, não sei).
Quanto ao interesse de aumentar o número de testes, para permitir conhecer melhor a situação, penso que ninguém disputa. O problema é que testa-se o que se consegue e não o que se quer (existem limites de natureza logística, não se pode inventar recursos que não existem). E claro que o esforço para testar mais também varia de país para país.
Na maior parte das vezes , parece-me que testar depende mais da "Vontade " do que da capacidade dos Paises para consehuir essa logistica. ( sei que não será consebsual)
Por exemplo:
Não tendo KITS de ultima geração , XPTO, provavelmente terei uns termometros de velha geraçáo que mais coisa menos coisa dará algum resultado..............
Por precaução isolaria e identificava essas situações e teria o meu controlo !
N´+s dos diversos serviços 24 de cada país, são igualmente indicadores de situação e podem ser traduzidos em nºs
talvez ajudasse a consolidar os n´ªs reais desta situação que por vezes e mna maior parte não se traduz nos valores divulgados oficialmente.
Talvez simplifique um pouco a questão, mas quando as coisas sáo faceis de entender não vale a pena complicar
A CHINA divulgou 0,06 de testes à população .............e a Ruropa caminha para mais de 1% dos testes.............. Isto faz da Europa uma situação pior que a CHina
Provavelmente não !
O Brasil tem 0,03 dos testes realizados 55 mil testes enquanto Potugal tem 75 mil ( ontem) . O Brasil está melhor que portugal ?????????????????
Não SEI ! Se houver numeros crediveis no Brasil saberemos !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:
Quanto ao interesse de aumentar o número de testes, para permitir conhecer melhor a situação, penso que ninguém disputa. O problema é que testa-se o que se consegue e não o que se quer (existem limites de natureza logística, não se pode inventar recursos que não existem). E claro que o esforço para testar mais também varia de país para país.
Nem de propósito...
Cinco equipas de militares processam testes 24 horas por dia
O mais difícil foi encontrar reagentes no mercado, devido à quebra dos stocks. Mas já têm feito um recurso caseiro.
https://www.publico.pt/2020/04/05/polit ... ia-1910647
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Bom, com algum atraso meu, aqui vai a actualização da situação em Itália.
Pelo segundo dia consecutivo, baixaram os óbitos diários registados e o número de individuos em cuidados intensivos.
O número de casos activos continua a subir mas há aqui um "problema", em Espanha o número de casos resolvidos está a avançar bastante mais depressa, pelo que isto deverá ser resultado de diferentes critérios para classificar como recuperado. Se estiver a existir um grande atraso em Itália, o último gráfico poderá estar a dar uma ideia pior do que a realidade.
Actualização/Itália
Casos activos confirmados: +2972 (total:91246)
Recuperados: +819 (total:21815)
Óbitos: +525 (total:15887)
Em cuidados intensivos: 3994 (-17)

Casos novos confirmados diários ao longo das últimas três semanas:

Casos activos desde o início do mês de Março:

Fonte dos dados: Protezione Civile
Pelo segundo dia consecutivo, baixaram os óbitos diários registados e o número de individuos em cuidados intensivos.
O número de casos activos continua a subir mas há aqui um "problema", em Espanha o número de casos resolvidos está a avançar bastante mais depressa, pelo que isto deverá ser resultado de diferentes critérios para classificar como recuperado. Se estiver a existir um grande atraso em Itália, o último gráfico poderá estar a dar uma ideia pior do que a realidade.
Actualização/Itália
Casos activos confirmados: +2972 (total:91246)
Recuperados: +819 (total:21815)
Óbitos: +525 (total:15887)
Em cuidados intensivos: 3994 (-17)
Casos novos confirmados diários ao longo das últimas três semanas:
Casos activos desde o início do mês de Março:
Fonte dos dados: Protezione Civile
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Gaio Azul Escreveu:Conheço melhor o caso da minha irmã em Portland nos EU. Atualmente, o ensino está a ser transmitido online. Os alunos sem computadores têm usado telemóveis. Os que não têm a net são dirigidos a hotspots. Os que realmente procuram soluções parecem conseguir. Procuram "salvar" a maioria ou pelo menos os interessados. Julgo que há muito trabalho feito de modo independente pelos alunos também.
Pois, mas isso é que será feito até ao 3º ciclo, só que ai se alguns ficarem para trás, por alguma razão, não será grave, haverá tempo de recuperar. A questão do secundário é muito mais sensível, devido aos exames e ao acesso ao ensino superior. Uma coisa será haver um caso ou outro muito excecional, outra é correr riscos de haver grandes diferenças entre o que foi dados a uns e o que tiveram outros... no caso do ensino básico eles transferiram a resolução dos problemas para as escolas e sistemas locais, que de uma forma ou de outra penso que as coisas serão feitas. Mas no secundário não podem correr esses riscos, terão de ser eles a arranjar metodologias que garantam a equidade entre todos os alunos, tenho quase a certeza que terá um tratamento diferente e, se for possível, será com aulas presenciais.
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Lisboa:
Na minha opinião, estás a simplificar um pouco demais, que era o que o meu outro post endereçava: os casos positivos não são estritamente uma função dos testes (embora o número de testes seja um dos inputs).
Por outras palavras, não será CP=F(x) mas CP=F(x,y,z) em que x=numero de testes, y=criterio para testes e z=numero real de infectados. Por outras palavras ainda, a taxa de positivos também vai depender (expectavelmente) dos criterios e prioridades estabelecidas para testagem e do numero efectivo de pessoas infectadas. Basicamente era o que o meu outro post queria dizer.
Não sei até que ponto interessa estar a matutar muito nestas coisas, mas considerar só o número de testes e usar isso como referência única parece-me demasiado simplista. Nem sei se estamos a discordar de alguma coisa (quiçá eu interpretei mal o que querias dizer, não sei).
Quanto ao interesse de aumentar o número de testes, para permitir conhecer melhor a situação, penso que ninguém disputa. O problema é que testa-se o que se consegue e não o que se quer (existem limites de natureza logística, não se pode inventar recursos que não existem). E claro que o esforço para testar mais também varia de país para país.
Na minha opinião, estás a simplificar um pouco demais, que era o que o meu outro post endereçava: os casos positivos não são estritamente uma função dos testes (embora o número de testes seja um dos inputs).
Por outras palavras, não será CP=F(x) mas CP=F(x,y,z) em que x=numero de testes, y=criterio para testes e z=numero real de infectados. Por outras palavras ainda, a taxa de positivos também vai depender (expectavelmente) dos criterios e prioridades estabelecidas para testagem e do numero efectivo de pessoas infectadas. Basicamente era o que o meu outro post queria dizer.
Não sei até que ponto interessa estar a matutar muito nestas coisas, mas considerar só o número de testes e usar isso como referência única parece-me demasiado simplista. Nem sei se estamos a discordar de alguma coisa (quiçá eu interpretei mal o que querias dizer, não sei).
Quanto ao interesse de aumentar o número de testes, para permitir conhecer melhor a situação, penso que ninguém disputa. O problema é que testa-se o que se consegue e não o que se quer (existem limites de natureza logística, não se pode inventar recursos que não existem). E claro que o esforço para testar mais também varia de país para país.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Obrigado por esta partilha, mais_um, este tema dos modelos e previsões do pico já tinha passado por aqui e penso que essa entrevista trás alguma luz e esclarecimento sobre a questão, que julgo que era importante deixar.
Por ser um tema já abordado várias vezes neste tópico, sem termos muita informação, até porque os políticos têm alguma dificuldade (compreensível) em explicar informação técnica, pensei que seria interessante partilhar
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Lisboa, aparentemente, no que diz respeito à questão dos lares, em França, especificamente, uns serão confirmados outros serão possíveis, segundo esta peça do Liberation:
https://www.liberation.fr/checknews/202 ... el_1784232
Enfim, estas coisas irão, de melhor ou pior forma, ser esclarecidas com o tempo. Para já é tudo "indicativo".
Foram essas as duvidas mas que em nada invalidada, a base fundamental para qualquer análise
TESTAR TESTAR TESTAR
e comparar com base, nos % de testes realizados em funçáo da populaçáo.
Foi apenas mais uma nota , na busca da verdade e na credibilidade dos n´ºs , pois sempre tem sido e continuará a ser o espirito deste forum e a postura do seu brilhante moderador, desde a primeira hora !
Com posiçoes de defesa, com posiçoes contrárias mas com o maximo de informação possível para que cada um avalie e retire as suas conclusões.
Abc D
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Obrigado por esta partilha, mais_um, este tema dos modelos e previsões do pico já tinha passado por aqui e penso que essa entrevista trás alguma luz e esclarecimento sobre a questão, que julgo que era importante deixar.
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Covid-19. Baltazar Nunes, epidemiologista do Ricardo Jorge: “Vamos ter de manter o distanciamento até haver vacina”
Em entrevista ao Expresso, o coordenador da Unidade de Investigação Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) explica como é que os peritos estão a traçar a curva epidémica e a informar o Governo, qual a evolução do contágio em Portugal e realça a relevância das medidas de contenção social
Todos os dias, a meio da tarde, Baltazar Nunes recebe da Direção-Geral da Saúde (DGS) a base de dados com informação detalhada sobre os novos casos de covid-19. O coordenador da unidade de investigação epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) tem estatísticos, matemáticos, epidemiologistas, físicos computacionais e sociólogos a trabalhar esses dados para atualizar diariamente a curva epidémica, perceber a velocidade do vírus e enviar as conclusões ao Governo. “A mensagem mais importante é que estamos a aplanar a curva”, sublinha. Mas até haver vacina, teremos de fazer quarentenas cíclicas e manter o distanciamento em relação aos idosos para evitar uma segunda onda de contágio “com crescimento exponencial”.
Que apoio estão a dar à DGS?
Além de termos ajudado a elaborar o plano de resposta à epidemia e trabalharmos na vigilância da mortalidade, fazemos os estudos epidemiológicos. Todos os dias, desde 14 de março, recebemos da DGS a base de dados para desenhar a curva epidémica tendo em conta o dia de início dos sintomas de cada pessoa. Tudo isto para poder medir de forma correta a velocidade de transmissão da doença.
Como medem essa velocidade?
Na curva epidémica de hoje ainda não estão as pessoas que desenvolveram sintomas ontem ou anteontem e não foram diagnosticadas. O tempo mediano entre os primeiros sintomas e o diagnóstico é cerca de quatro a cinco dias e esse atraso faz com que a curva destes últimos dias esteja incompleta. Ora, nós aplicamos um método estatístico para estimar os casos que já ocorreram, mas que ainda não foram reportados. Isso permite desenhar uma curva mais completa, para poder então calcular e estimar a força da infeção e a velocidade a que os casos estão a surgir. Aplicando uma série de outros métodos estatísticos, percebemos de quantos em quantos dias o número duplica. Naturalmente estes cálculos têm erros, porque são extrapolações sobre coisas que não aconteceram. Mas só assim é que conseguimos dar ao Ministério da Saúde informação sobre o que se está a passar agora, que é muito importante, e não apenas o que se passou há uma semana. Tem havido uma obsessão em projetar o futuro e estimar o pico, mas nada disso pode ser feito se não se souber exatamente a situação atual.
Têm previsões para o pico?
Fizemos só numa fase inicial. São as análises mais frágeis e é mesmo muito difícil de prever. Por estranho que pareça, o mais provável é saber que chegámos ao pico depois de ele passar. Quanto mais baixo é o R [número médio de pessoas que um infetado contagia], mais lento será o crescimento da epidemia, mais tempo durará e mais longe estará o pico. A previsão é tão falível que tanto posso dizer que vai ser em maio ou junho, como perceber que afinal foi ontem.
Se não se sabe quando é, porque se fala em fim de abril ou início de maio?
Provavelmente para que as pessoas tenham alguma perspetiva do que poderá acontecer. Mas não é uma informação muito robusta. Neste momento, do nosso ponto de vista, é preferível não falar em datas, porque basta que a velocidade de crescimento mude para que a previsão do pico seja outra. Dar previsões que variam muito diminui a credibilidade do que se faz e não é recomendável.
Fará sentido abrir as escolas daqui a um mês?
Vai depender da situação até lá. Ainda estamos a tentar perceber o que está a acontecer agora.
Mas estamos a achatar a curva?
Sim, essa é a mensagem mais importante. Estamos a baixar o R e já não crescemos a uma velocidade exponencial como no início. A redução da transmissão começou a notar-se na semana do anúncio do encerramento das escolas e depois foi gradual. Os novos casos estiveram a crescer 30% por dia e agora rondam os 10% ou 15%. É um decréscimo quase para metade.
É garantido que não teremos a mesma evolução de Itália e Espanha?
A nossa curva começou a crescer a uma velocidade menor do que Itália ou Espanha. Mas se por alguma razão, daqui para a frente, aligeiramos as medidas antes de a epidemia se extinguir, não tenho dúvidas de que podemos chegar a esses valores. Só não estamos com os números de Itália e Espanha porque, como disse o professor Manuel Carmo Gomes, temos a mão em cima da mola. Tiramos a mão e isto levanta. E só não tem sido tão mau porque as medidas de contenção foram implementadas numa fase precoce, muito por conta do que vimos acontecer em Itália e Espanha. Se o encerramento das escolas e o estado de emergência tivessem acontecido uma ou duas semanas mais tarde, teríamos atuado com o sistema já em disrupção. Mas numa fase como esta, ainda com tantas pessoas suscetíveis de serem infetadas, se voltar tudo como estava antes, sem medidas, teremos uma segunda onda de contágio e com um crescimento exponencial.
Com uma grande parte da população sem imunidade, se levantarmos todas as medidas, a segunda onda de contágio é inevitável?
É. A pergunta é que dimensão irá ter. Claro que não é como agora, porque toda a população estava suscetível e na altura já não estará.
Quando devem arrancar os testes para medir a imunidade?
Há várias propostas. O ideal era fazê-los numa fase anterior à epidemia e no instituto temos bancos de soros que nos permitem ir ver, por exemplo, no verão passado, se alguém tinha anticorpos para o vírus. Mas devem sobretudo ser feitos no pico ou numa fase de descida dos números (ver pág. 18). Sabemos que se a epidemia corresse sem controlo teríamos 50% ou 60% da população imune, mas morria uma série de pessoas e o sistema de saúde colapsava. Com a implementação de medidas contemos a epidemia, mas o revés é que a população não vai ficar imune. Daí o risco da segunda onda de contágio. Antes de chegar, devemos fazer estes testes para avaliar qual será a sua dimensão e quais as medidas mais eficazes.
Até aparecer uma vacina, vamos ter quarentenas cíclicas?
Sim, vai ser necessário manter o distanciamento, como está a acontecer na China. E sobretudo em relação aos idosos. A não ser que se encontre outra estratégia de impedir que as pessoas possam infetar os mais velhos.
O modelo matemático do Imperial College aponta para 3800 mortes em Portugal numa primeira fase de supressão. É realista?
É muito difícil de dizer. Os cenários servem para alterar o presente e não para pensar se são ou não possíveis no futuro. O importante é que quem decide olhe para esses valores de maneira a preparar o SNS, implementando medidas e preparando recursos para situações extremas.
https://leitor.expresso.pt/semanario/se ... anciamento
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Lisboa, aparentemente, no que diz respeito à questão dos lares, em França, especificamente, uns serão confirmados outros serão possíveis, segundo esta peça do Liberation:
https://www.liberation.fr/checknews/202 ... el_1784232
Enfim, estas coisas irão, de melhor ou pior forma, ser esclarecidas com o tempo. Para já é tudo "indicativo".
https://www.liberation.fr/checknews/202 ... el_1784232
Enfim, estas coisas irão, de melhor ou pior forma, ser esclarecidas com o tempo. Para já é tudo "indicativo".
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Os casos contabilizados de covid na generalidade dos paises sao obtidos atraves dos testes, sim. Nao sei ao certo qual é a tua questao...
Também não tenho dúvidas quanto a isso . A minha dúvida surge no acrescentar dos nºs de lares, pois tamb+em parto do principio que os mesmos foram testados e que portanto, teriam entrado para o nº de testes e para o nº de falecimentos ( porque lhes foi diagniosticado COVID)
Pela forma que está a ser colocada nas noticias, parece que agarraram uma listagem de pessoas falecidas em Lares e acrescenta-se os nºs de COVID.
Não suscita grandes dúvidas na generalidade, com excepção de ITALIA , atendendo ao que coloquei " náo haver tempo para identificar as verdadeiras causas e que mais tarde se verá ", ou seja , testa coVID .............COVID at+e ao fim !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Gaio Azul Escreveu:Por quê não privilegiar e focar no ensino online para a preparação aos exames?
Já que tudo vai ser adiado...
Penso que será uma hipótese que estará a ser estudada, mas não será tão fácil como possa parecer. Há muitos casos complicados de alunos que não têm net em casa, haverá muitas aulas em que alguns alunos podem perder a ligação, problemas na escola, e outros que agora não nos passarão pela cabeça, mas em dezenas ou centenhas de milhares de alunos vão acontecer. Acho que havendo a possibilidade de aulas presenciais, mesmo que de uma forma muito controlada, será sempre a que seguirão...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Os casos contabilizados de covid na generalidade dos paises sao obtidos atraves dos testes, sim. Nao sei ao certo qual é a tua questao...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:LISBOA_CASINO Escreveu:Se o nº estiver errado, retiro tudo o que disse e peço desculpas pelo comentário infeliz
Não sei se o número estará certo, e também concordo que quanto mais testes melhor. Ainda assim, se as pessoas cumpriram as medidas de contigência em 3/4 semanas deverão ter identificado todos os focos de propagação e isolado o que havia para isolar... retirar o certo não significa que podem circular à vontade, ficam com as medidas restritivas a que todos os portugues estão sujeitos!
Sem testares, sem controlares indicios ( temperaturas por ex.) dificilmente saberemos a verdadeira situação em que se encontra a população.
E uma coisa é certa ! Sendo o indice de propagação fortissimo........só uma atuação rápida sobre as situaçoes evita o ressurgimento de novas ondas de contágio.
Se náo testarmos.........................náo sabemos como estamos em cada momento !
Será que OVAr era assim tão diferente do resto do País , no momento em que o cerco foi declarado ?
Se nessa altura tivessemos feito testes intensos noutras regiãoes haveriam mais ovares ?
Hoje náo haverá regiões com mais casos per capita ?
Alfumas duvidas existenciais !
Mas sim, sai do cerco para acompanhar iguais medida do Páis,
Porque , provavelmente, OVAR não seria muito pior do que as restantes zonas do Páis, na altura em que foram tomadas as medidas,
E se tivessemos começado por testar Lares em Lisboa......................
Teriamos cercado Lisboa ?
Duvidas !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Os casos detectados são, em larga medida, uma função dos testes. Não exclusivamente, mas é por certo um dos grandes factores.
Quanto à propagação real da epidemia, resulta das características do virus (que se pode simplificar e sintetizar no Ro) e nos hábitos e ou medidas de restrição, densidade demográfica e etc que acabarão resultando num R efectivo, que evoluirá no tempo.
Infelizmente, não temos uma fotografia instantanea dessa propagação real, apenas a amostra distorcida que nos chega dos testes. Muito embora possamos fazer estimativas e inferências, melhores ou piores, a partir de outros dados disponíveis.
Marco,
Casos de COVID não são todos por testes COVID ? ( pelo menos na Europa ?)
Apesar de poder ser em pequena escala, essa situação ainda distorce mais os numeros !
Eu associo casos a testes realizados, internamentos de geste positiva nos testes e nortes de COVID , alguem a quem foi diagnosticado COVID.
Eu penso que se deve tratar da genelaliadade........ Sinceramente. Embora este tema dos lares, me tenha deixado um pouco na dúvida.
As pessoas foram testadas ou foi so acrescentar ao extenso rol das vitimas?
Na Italia, mesmo assim eu disse que tinha lido .... Diagnosticado à entrada ...... confirmado à saida ! Mas nesta perspetiva a saida ainda se encontraria mais carregada !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
LISBOA_CASINO Escreveu:Se o nº estiver errado, retiro tudo o que disse e peço desculpas pelo comentário infeliz
Não sei se o número estará certo, e também concordo que quanto mais testes melhor. Ainda assim, se as pessoas cumpriram as medidas de contigência em 3/4 semanas deverão ter identificado todos os focos de propagação e isolado o que havia para isolar... retirar o certo não significa que podem circular à vontade, ficam com as medidas restritivas a que todos os portugues estão sujeitos!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Os casos detectados são, em larga medida, uma função dos testes. Não exclusivamente, mas é por certo um dos grandes factores.
Quanto à propagação real da epidemia, resulta das características do virus (que se pode simplificar e sintetizar no Ro) e nos hábitos e ou medidas de restrição, densidade demográfica e etc que acabarão resultando num R efectivo, que evoluirá no tempo.
Infelizmente, não temos uma fotografia instantanea dessa propagação real, apenas a amostra distorcida que nos chega dos testes. Muito embora possamos fazer estimativas e inferências, melhores ou piores, a partir de outros dados disponíveis.
Quanto à propagação real da epidemia, resulta das características do virus (que se pode simplificar e sintetizar no Ro) e nos hábitos e ou medidas de restrição, densidade demográfica e etc que acabarão resultando num R efectivo, que evoluirá no tempo.
Infelizmente, não temos uma fotografia instantanea dessa propagação real, apenas a amostra distorcida que nos chega dos testes. Muito embora possamos fazer estimativas e inferências, melhores ou piores, a partir de outros dados disponíveis.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Gaio Azul Escreveu:Por quê não privilegiar e focar no ensino online para a preparação aos exames?
Já que tudo vai ser adiado...
Penso que será uma hipótese que estará a ser estudada, mas não será tão fácil como possa parecer. Há muitos casos complicados de alunos que não têm net em casa, haverá muitas aulas em que alguns alunos podem perder a ligação, problemas na escola, e outros que agora não nos passarão pela cabeça, mas em dezenas ou centenhas de milhares de alunos vão acontecer. Acho que havendo a possibilidade de aulas presenciais, mesmo que de uma forma muito controlada, será sempre a que seguirão...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Nota ;
Apesar de Portugal estar a caminhar para um bom nível de testes, fiquei surpreendido que em pleno Cerco Sanitário e prestes a ser levantado.............
Apenas se tenham efetuado 2% de testes à população local ?????
Na Coreia varreram tudo no rai da Zona infetada..................Luta Casa a casa .... Palmo a Palmo !
Critérios !
Um cerco revela uma situação muito grave e sendo grave, deveremos tomar todas as medidas necessárias para identificar com a maior exactidão possível a dimensáo do problema !
Com 2 %???????????
Se o nº estiver errado, retiro tudo o que disse e peço desculpas pelo comentário infeliz
Apesar de Portugal estar a caminhar para um bom nível de testes, fiquei surpreendido que em pleno Cerco Sanitário e prestes a ser levantado.............
Apenas se tenham efetuado 2% de testes à população local ?????
Na Coreia varreram tudo no rai da Zona infetada..................Luta Casa a casa .... Palmo a Palmo !
Critérios !
Um cerco revela uma situação muito grave e sendo grave, deveremos tomar todas as medidas necessárias para identificar com a maior exactidão possível a dimensáo do problema !
Com 2 %???????????
Se o nº estiver errado, retiro tudo o que disse e peço desculpas pelo comentário infeliz
Editado pela última vez por Lisboa_Casino em 5/4/2020 18:35, num total de 1 vez.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
"MarcoAntonio Escreveu:Xacal Escreveu:Marco,
Também temos de ter em conta que as curvas desses gráficos são em valores absolutos, como o nosso país é mais pequeno o vírus tem menos por onde se espalhar e por isso a curva achata mais cedo.
"Finalmente, como já disse inúmeras vezes, os números per capita também são importantes. Mas não são o supra-sumo ou a única coisa que interessa analisar pois eles também introduzem distorções. Se o virus for introduzido numa região menos populosa em termos globais, e se propagar de individuo para individuo de forma semalhante a outra região bastante mais populosa, com densidade semelhante, em termos per capita a curva subirá bem mais depressa, quer isso dizer que as medidas estão a resultar pior? Claro que não!.. É a análise per capita que estará a introduzir essa distorção. Porque mede uma coisa diferente do que a curva em números absolutos mede. O que os números per capita dão é uma perspectiva à escala global do país (e estarão relacionados, se assumirmos que os recursos hospitalares são mais ou menos equiparáveis entre países, em termos per capita - muito embora para isto o melhor era usar esses dados mesmos - com o stress colocado no sistema de saúde, por exemplo). Mas não dão uma ideia clara nem pouco mais ou menos de como o virus se está a propagar dado que ele não se propaga per capita, ele propaga-se por individuos.
Eu estou essencialmente a reiterar coisas que já disse, francamente.
Todas as versões têm limitações, estou perfeitamente consciente delas, explico a maior parte delas e conto com o sentido crítico de quem lê os meus comentários e análises para não disparar em sentidos em que não é suposto. O que no limite não consigo evitar, por mais reparos e ressalvas que coloque.
Mas o universo / a População será sempre a dos testes efetuados e não a população de um País. DEpois podemos extrapular,,,,,,,,,,,,,,,,,em função da % de testes.
Com todas as distorçoes , essa e a base de partida .....
Pois, os casos são respeitamtes a testes porque sem testes não havia casos contabilizados;
Os internamentos são de individuos testados;
AS mortes sáo respeitantes a individuos testados ( bom agora com esta historia dos lares , náo sei bem... mas parece-me que sim !=
Os testes sáo a base de comparação e náo a população dos paises !
Com todas as limitaçoes que possam existir..................
E é por isso que afirmo...............
BOLSONARO ! ACORDA ! Estás a viajat na maionese !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Em relação à reabertura das atividades, deverá ser coisa que estará todos os dias a ser tratada, muito provavelmente estudando o que outros paíeses estão a fazer7fizeram, nomeadamente a China. Acho é que não será nada fácil, porque muita coisa que resulta em teoria não resultará na prática porque se hoje há muita gente a não cumprir, com restrições menos apertadas, será muito pior... e, mesmo que todos cumpram, haverá sempre riscos maiores, sendo que, não havendo descontrole, conseguindo manter os números relativamente baixos o sistema de saúde vai ter capacidade de resposta e vai-se construíndo uma imunidade de grupo... mas o equilíbrio não deve ser nada fácil de conseguir!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Xacal:
Um gráfico é uma construção. Enquanto obedecer às regras internas de construção, está correcto por definição. O que fazes depois com ele (como o usas/interpretas) é outra coisa. Agora dizer que sabes que não está correcto, epistemologicamente, não faz sentido. É um completo overstatement que só demonstra que não estás a ligar ao que estou a escrever, o que me parece uma pena.
A curva para a frente, do ponto de vista da cronologia da epidemia em Portugal, é especulativa. Ainda não chegamos lá. Podemos truncar ou não o gráfico, não é importante para o que te estava a indicar, como terias entendido se realmente estivesses interessado no que eu estou a escrever. Nada te obriga a estares, óbvio, mas é de mau tom dizer que sabes que não está correcto quando não pareces estar minimamente interessado.
Um gráfico é uma construção. Enquanto obedecer às regras internas de construção, está correcto por definição. O que fazes depois com ele (como o usas/interpretas) é outra coisa. Agora dizer que sabes que não está correcto, epistemologicamente, não faz sentido. É um completo overstatement que só demonstra que não estás a ligar ao que estou a escrever, o que me parece uma pena.
A curva para a frente, do ponto de vista da cronologia da epidemia em Portugal, é especulativa. Ainda não chegamos lá. Podemos truncar ou não o gráfico, não é importante para o que te estava a indicar, como terias entendido se realmente estivesses interessado no que eu estou a escrever. Nada te obriga a estares, óbvio, mas é de mau tom dizer que sabes que não está correcto quando não pareces estar minimamente interessado.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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