Mota Engil - Tópico Geral

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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por Punitor » 29/8/2019 18:34

Honestamente nem sei se esta empresa apresenta resultados só semestralmente ou se o faz em todos os trimestres.
O que sei é que deveria de ter vergonha de apresentar aos seus acionistas estes resultados líquidos que estão para além de miseráveis...
Devem ser os piores resultados do PSI...
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maceirafernandesjose » 4/9/2019 10:52

A mota atestou o depósito a 1,70 e está agora com pouco combustivel,está outra vez no posto de abastecimento mas já sem greve. :)
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral"uma opinião"

por valeaquilino » 4/9/2019 11:11

Para descer, não precisa de combustível, basta pôr em Ponto Morto,... :mrgreen:

CumPrim/
ValeAquilino
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por Manuel_13 » 10/9/2019 16:02

A Mota está com mais de 1 milhão de títulos negociados a subir mais de 4%, acima dos 2 euros.
Parece-me que voltou o interesse pelo título. Tem feito bons volumes nos últimos dias.
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por PIKAS » 11/9/2019 17:00

Ulisses,

Se puderes faz o favor de colocar um gráfico teu com as resistências mais próximas.
Obrigado,
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por fjcbolsa » 11/9/2019 17:05

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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por jorgemvm » 11/9/2019 17:26

acabaram as férias!
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maturidade » 26/9/2019 11:54

Boas.
Veio dos 2.15, para os 1.80€, que foi num âpice.
esta mais o BCP e os CTT, foi desçer nas horas.
Deve estar para breve uma boa recuperação.
O BCP já leva mais de 5%.
esta deve estar também para arrancar.

abraços
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por forza algarve » 26/9/2019 13:46

entrei nesta cotada hoje...vamos ver se a que ficou para tras hoje da' um pulo nos proximos dias
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por jmatos0808 » 26/9/2019 20:54

Esqueceram-se de dizer a Pharol, tambem levou 1 bela porrada nestes dias. Mota claramente é cotada de andar entre 1,70€ e 2,15€. Se cair novamente amanha e a Pharol subir, vendo Pharol e compro Mota
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maturidade » 27/9/2019 9:08

Boas.
teima em não acompanhar as recuperações das fortes quedas dos últimos dias.
vamos ver se ela acorda. :idea: :idea: :idea: :idea: :idea:

abraços
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por JespHope » 27/9/2019 9:51

Viva.
Tirando o facto de ter descido com alguma força nos últimos dias, qual o racional para que esperar que suba neste momento?
Não consigo perceber se o suporte nos 1,8x ainda é válido, mas sendo, se calhar pode ser interessante...

Algum entendido consegue identificar os suportes e resistências?
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por RFPB » 27/9/2019 10:21

Quanto irá subir, ninguém sabe.
Para mim tinha 2 suportes, um a 1,813€ e outro a 1,713€. Um já foi.
Quanto a resistências:
- 1,834€;
- 1,960€;
- 2,026€;
- 2,110€.

Tem vários gaps, mas tenho como alvo um a 2,138€, que foi um gap de mudança de tendência.

Nota: A minha opinião é parcial, uma vez que já tenho um 1.º lote.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por forza algarve » 27/9/2019 10:26

hoje pelo menos e por enquanto vai se aguentando no positivo
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por jmatos0808 » 27/9/2019 14:43

forza algarve Escreveu:hoje pelo menos e por enquanto vai se aguentando no positivo


ou nao, mas tambem nao deverá cair muito mais, parece-me estar a atingir o limite para inverter a tendencia pois está a começar a lateralizar aliado ao facto de estar perto da sobrevenda... Mas ainda não considero o preço ideal para entrar, considero sim ali pelos 1,66/1,70€
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maturidade » 27/9/2019 15:13

Boas.
esquisito esta apatia pela ação.
o BCP e os CTT, que tinham levado no pêlo para caraças já recuperaram vêm entre ontem e hoje e esta nada.
estranho....


abraços
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maturidade » 30/9/2019 15:47

Boas.
Anda super controlada.
BCP, CTT, PHAROL, já subiram vêm nestes 3 últimos dias de negociação.
esta ainda não recuperou nada de nada desde a ida aos 2.15.
Mantêm-se nos 1.80€.
até quando???
enfim coisas da bolsa.....

abraços
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por fjcbolsa » 30/9/2019 16:13

:lol:
Se subisses quando desejamos, não era MAU. Também estou com algumas :wink:
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por xxx...talha bestas...xxx » 2/10/2019 9:46

para quem entrou nos últimos dias, quais os pressupostos que se basearam para tal?

a ME perto do suporte de € 1,80, em caso de descer abaixo da cotação presente, invariavelmente irá visitar valores abaixo dos mínimos das últimas 52 semanas.
Anexos
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por lfhm83 » 2/10/2019 10:51

Quem entrou acreditava na reacção ao suporte nos 1,8. Mas ontem confirmou que o suporte foi à vida portanto estou em crer em novos mínimos.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por lfhm83 » 9/10/2019 12:57

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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por maceirafernandesjose » 9/10/2019 13:09

A mota desceu abaixo de 1,80 e precisa agora voltar para cima para que os touros mantenham o controlo,mas aqui combustivel não falta. :)
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por novo2000 » 9/10/2019 16:54

A Mota-Engil anunciou esta quarta-feira que ganhou três novos contratos, no valor de 327 milhões de euros, em três mercados onde tem presença significativa: Angola, Moçambique e Portugal.

JN, 16h36.
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por Punitor » 10/10/2019 18:29

Normalmente os contratos que ganha são logo acompanhados de seguida pela emissão de mais obrigações...
E, será que o mercado incorpora ainda os milhões desses contratos que depois pouco se refletem nos resultados?
Aliás, não dá para compreender a maneira como são calculados os resultados nesta empresa, por muito pequena que seja a margem de lucro...
Deve mais de 2x a sua capitalização e com os lucros declarados, talvez na próxima década tenha o triplo da dívida, ou aconteça coisa pior ainda...
 
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Re: Mota Engil - Tópico Geral

por cali010201 » 12/10/2019 12:46

Angola já pagou 182 milhões de euros a construtoras. Mas contas não batem certo

https://expresso.pt/economia/2019-10-11 ... atem+certo


Angola já pagou €182 milhões. Mas há cortes e desacertos nos cálculos

ABÍLIO FERREIRA

Um ano depois da ofensiva diplomática em Luanda do primeiro-ministro, António Costa, ter dado o pontapé de saída, o movimento de regularização das dívidas de Angola às construtoras portuguesas regista avanços favoráveis, mas as contas nem sempre batem certo e uma boa parte dos intervenientes está insatisfeita com os resultados.

O tema é uma moeda de duas faces. Há o lado benigno que resulta de negociações fechadas, pagamentos realizados e dinheiro a circular. Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, os acordos firmados “diretamente entre as empresas e as autoridades angolanas” já drenaram 75 mil milhões de kwanzas (€182 milhões) e “representam três quartos da dívida certificada até à data”.

No caso das construtoras, o lado inquietante mistura dívidas não reconhecidas, revisão dos valores, imposição de títulos de dívida pública como pagamento e severas perdas cambiais nas empreitadas registadas em moeda local. Um bom sinal é que as associações empresariais deixaram de lidar com pedidos de ajuda de construtoras desesperadas com as dívidas de Angola. “Pelo que sabemos, o programa decorre sem sobressaltos, segundo os princípios definidos. Muitas empresas já receberam, mas desconhecemos o grau de execução. As únicas queixas decorrem das perdas que resultam da desvalorização cambial”, diz ao Expresso Ricardo Pedrosa Gomes, presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS).

Reconhecer, certificar e acertar o modo de pagamento, sendo que a aceitação de títulos de dívida pública, convertíveis na banca com algum desconto, agiliza a operação. Dito assim, parece simples. Mas há sempre pedras no caminho para remover. Este é um processo “tudo menos linear, em que cada contrato tem de ser escrutinado, podendo surgir divergências e litígios”, reconhece Ricardo Gomes.

PERÍMETRO ESTATAL

Vamos a casos práticos. A Cogedir, uma empresa de projetos, reclama 1,7 milhões de dólares por serviços prestados ao governo da província de Cuando-Cubango, na altura dirigida pelo general Higino Carneiro, entretanto caído em desgraça. Mas as duas partes estão longe de um entendimento. O empresário Moutinho Cardoso fica satisfeito se no rescaldo da operação receber 400 mil dólares. As autoridades “cortaram nos valores do contrato e não reconheceram uma parte dos custos e trabalhos”. Depois, “propuseram o pagamento em Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos”, que a Cogedir recusou. Em resumo, “as contas continuam por acertar”.

A experiência da Lena Engenharia, do Grupo Nov, é semelhante. No rescaldo do ciclo depressivo 2012/15, a dívida somava 8 mil milhões de kwanzas. A cotação oficial à época ditava que um dólar valia 100 kwanzas — a relação atual é de 1 para 378. “70% da dívida já está certificada, mas como decorrem ainda negociações não se avançou para a fase de pagamento”, diz o presidente da Lena, Joaquim Paulo Conceição. O gestor não arrisca um número final.

Nos contratos em moeda local, o valor desfalece por causa da severa desvalorização cambial

A Lena está disponível para receber em títulos de dívida pública, seguindo uma prática generalizada que levou construtoras como a Mota-Engil ou a Teixeira Duarte a acumularem, respetivamente, €152 milhões e €24,5 milhões de títulos de dívida pública. No caso das empresas angolanas, 60% das dívidas (211 mil milhões de kwanzas no total) foram pagas em OT. O conglomerado Elevo, que absorvera construtoras como Edifer, MonteAdriano ou Hagen e esbraceja para sobreviver, já manifestara a deceção por só ter conseguido certificar uma pequena parte dos €160 milhões reclamados. Contactado esta semana, o presidente do grupo, Gilberto Rodrigues, respondeu “não ter disponibilidade para falar ao Expresso”.

Este é “um tema delicado”, dizem os industriais, que não querem ferir suscetibilidades em Luanda, invocando a singularidade africana em que “as faturas são do sexo feminino mas nem sempre dão à luz ao fim de nove meses”.

Uma parte das divergências no acerto de contas, segundo fontes do sector, residirá na definição do perímetro estatal. As construtoras podem estar a incluir na lista das dívidas trabalhos para empresas ligadas a dirigentes do MPLA ou do aparelho de Estado que a Administração Central não reconhece. “É natural que o Governo seja criterioso e descarte dívidas de empresas que, de facto, não são da esfera pública”, reconhece o presidente da AECOPS.

Quando o tema são as dívidas, António Mota, o patrão da Mota-Engil, repete o lema de que “Angola paga tarde, mas paga sempre”. Ricardo Pedrosa Gomes subscreve e reconhece que “o histórico do relacionamento confirma tal visão”. Mas nem sempre o dinheiro chega a tempo. Quando, no fim de 2018, declarou falência, a MSF Engenharia apontou a dívida angolana (€46 milhões) como uma das causas do colapso.

Produção no exterior ganha fôlego. México bate Angola

A indústria da construção opera em 35 mercados. No biénio 2017-18, a produção subiu €900 milhões

A produção das construtoras portuguesas no exterior ganhou um novo fôlego e está em modo de recuperação depois de um mínimo relativo em 2016 (€4,4 mil milhões). No biénio 2017-18, a brigada nacional que opera em 35 países faturou mais €900 milhões, mas está ainda longe do máximo da década (€5,6 mil milhões). A evolução dos novos contratos segue a mesma tendência. A carteira de obras no fim de 2018 estava nos €5,3 mil milhões. Esta década a produção regista uma subida acumulada de €1,6 mil milhões (40%).

A geografia do negócio está em mudança. A novidade de 2018 é que o México ascendeu ao pódio externo (€1,2 mil milhões) puxado pelo desempenho da Mota-Engil, rompendo com a histórica hegemonia de Angola (€1,1 mil milhões). Mas esta glória é efémera. Olhando para os novos contratos é inevitável que Angola regresse à liderança folgada. O continente africano beneficia de uma pedalada mais vigorosa e Angola volta a ser a locomotiva de um pelotão que congrega agentes como Moçambique, Argélia, Malawi e um novo mercado em ascensão — África do Sul (€131 milhões). Com a carteira no México em declínio, o continente americano perde sedução. Mas, Brasil, Peru e Colômbia permanecem como mercados fundamentais. Nas duas geografias, a indústria portuguesa está no top 3 da produção europeia.


Ricardo Pedrosa Gomes, presidente da AECOPS-Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços, acentua o “mérito da indústria portuguesa” em projetos de grande envergadura e defende “o reforço da cooperação entre Estado e empresas, através da cobertura do risco de crédito e na gestão da dívida para impedir que atrasos no pagamento inviabilizem a afirmação no exterior”. O industrial receia que as posições conquistadas na região subsariana de África estejam “sob a ameaça da cobiça de multinacionais”, depois da União Europeia incluir a região na lista dos financiamentos prioritários. As construtoras portuguesas “precisam de mecanismos de apoio idênticos aos dos seus adversários”, avisa Ricardo Pedrosa Gomes.

Na Europa, o mercado polaco é o único que revela vitalidade (€291 milhões), respondendo por 46% da produção em todo o continente. As construtoras lusas revelam dificuldades em singrar em mercados maduros. A produção no exterior equivale a 6% da balança exportadora de bens e serviços. A.F.
 
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