Off topic - P'ra Descontra (novo)
A Enciclopédia mais completa .. ao abrigo do novo
acordo
um "exclusivo" que resolvi partilhar com quem o desejar ..
ps cada um que partilhe e aprecie como quiser..
eu é que não respondo a comentários nem especifico melhor
http://playmatehunter.com/playboys-play ... ex#char_75
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Editado pela última vez por mcarvalho em 27/12/2012 17:25, num total de 1 vez.
mcarvalho
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Piers Morgan atirou-se ao lobby das armas e agora o lobby das armas quer expulsá-lo dos EUA
O apresentador britânico da CNN chamou "estúpido", "idiota" e "perigoso" a um convidado pró-armas. Resposta: uma petição exige a sua deportação.
Record's mundiais...
... falhados!
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... falhados!

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Abraço,
Carrancho
Carrancho
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http://www.ciberduvidas.com/diversidades.php?rid=1014
[Diversidades]
Outra pronúncia *
Valdemar Cruz **
A INSISTÊNCIA de um certo humor televisivo lisboeta na exploração das particularidades fonéticas do modo de falar do Porto é eficaz como caricatura, mas tem o inconveniente de apresentar uma visão redutora de um fenómeno extensível a todo o País, e não exclusivo de uma dada região. O facto de ser o Porto a fonte inspiradora da graça a partir dos sons das palavras poderia ter várias explicações de raízes sociológicas, logo a começar pela natural rivalidade entre os dois principais centros urbanos, com passagem pela eterna questão da norma imposta pelo poder.
Fosse o Porto a sede do poder político e dos grandes órgãos de comunicação social difusores daquilo que se supõe ser o modo correcto de falar e, por certo, lá estariam os lisboetas a ser massacrados pelo modo como, por exemplo, acentuam o «u» em final de palavra.
Gil Vicente, no auto pastoril A Visitação, para fazer graça junto do rei imitava o falar das beiras, região onde, na altura, se situava algum do contra-poder à corte situada na capital. Os linguistas e foneticistas costumam relativizar a importância destas questões, e Armando Lacerda, considerado um dos maiores foneticistas da língua portuguesa, duriense assumido, gabava-se em Coimbra, onde dava aulas, de pertencer a uma cidade que tinha honra em guardar o seu sotaque. Ele próprio não fazia qualquer esforço para amenizar os ditongos.
Mais recentemente, Mário Vilela, catedrático da Faculdade de Letras do Porto e um dos grandes especialistas nesta área, fez uma experiência junto do corpo docente da escola, para avaliar até que ponto se verificava ou não, num sector mais culto, um assinalável afastamento dos traços distintivos do característico falar do Porto. O resultado foi elucidativo: a generalidade dos professores naturais do Porto assume com naturalidade que na sua linguagem estão presentes os traços identificadores da fonética portuense. Mário Vilela afirma que esta situação é reveladora da «auto-estima que as pessoas sentem pelos seus modos de ser, viver e falar».
O que distingue o falar do Porto, mais que a maior ou menor criatividade de algumas expressões populares - aliás presente em todo o País - é a fonética. Os órgãos que articulam a fala dos portuenses são rigorosamente iguais aos de qualquer português. Contudo, talvez por influência de réstias de uma língua anterior ao galaico-português, no Porto os «b», por exemplo, são mais fortes e sobrepõem-se aos «v». Daí resulta o «binhu» (vinho), «barãnda» (varanda), «biána» (Viana) ou «bibu» (vivo).
Os ditongos «ão» ou «õe» são muito acentuados e prolongam-se mais que em outras regiões. Para dizer limão, irmão, Bolhão ou cartão, um habitante do Grande Porto pode transformar um dissílabo num trissílabo ao acrescentar um «e» fechado e anasalado no final da palavra. A transcrição fonética permitiria entender este fenómeno em toda a sua extensão, mas não é perceptível pelo comum dos leitores, pelo que nos dispensamos de avançar aqui com um exercício quase académico.
É possível detectar fenómenos semelhantes em palavras como fonte ou morto. Um portuense de Miragaia ou da Sé - áreas onde se mantém com mais força este traço de identidade - acrescentará uma espécie de «u» antes dos «o» fechados de fonte e morto. No limite, uma palavra como ponte quase parecerá «põente», na boca de um residente na Bainharia.
E aqui temos uma outra faceta. Em palavras onde se encontram as palatais «lh», como telha ou palha, teremos «teilha» ou «pailha», como «beiju» para referir «vejo». Estes exemplos ilustram um modo de falar que tem vindo a perder-se, devido à influência normalizadora da televisão e da rádio. Ninguém espere, por isso, chegar ao Porto e tropeçar em portuenses que trocam os «b» pelos «v» e apresentam um sotaque muito cerrado e acentuado. Uma outra particularidade do falar do Porto, e nem sempre entendido para quem chega, é o modo descomplexado e até com sentido majorativo como são utilizadas palavras e expressões que noutros locais são tidos como grandes palavrões. Não é invulgar ouvir um amigo dizer a outro, dando-lhe uma palmada nas costas: «Anda cá, meu filho da menina...» Tal como não é uma coisa do outro mundo presenciar uma mãe a regalar-se com uma tropelia do filho, chamando-lhe carinhosamente «nasdaq do caraças».
Este jeito singular de criar expressões estranhas, com frequência brejeiras, muito explorado nos bairros populares, não tem qualquer carga negativa e constitui, muitas vezes, um factor de socialização. Nas duas caixas inventariamos algumas frases e expressões idiomáticas utilizadas no Porto ou na sua área de influência. Como se vê, há uma preponderância de frases e termos que jamais teriam lugar no baile de debutantes do Clube Portuense. Algumas são inequivocamente do Porto, outras terão sido assimiladas, mas em nenhum lado são ditas como aqui. E é esse modo muito particular de dizer que faz com que se tornem propriedade da comunidade de falantes portuenses.
Vocabulário
Aloquete - Cadeado
Azeiteiro - Aquele que vive à custa de prostitutas
Benha - Diz-se repetidas vezes, e é o grito de guerra dos arrumadores de carros para assinalar um lugar vago entre muitos outros disponíveis. É um «beinha» que prosaicamente significa «venha»
Botar - Pôr, deitar
Breca - Cãibra
Burgesso - Aquele que, além de burro, é teimoso
Canalha - Miúdos, catraios
Calcantes - Sapatos
Cimbalino - Café
Carago - Na verdade é caraças o que mais se utiliza para referir de forma metafórica o órgão sexual masculino
Cruzeta - Cabide
Chuço - Guarda-chuva
Estrugido - Refogado
Fino - Cerveja servida a copo
Infusa - Jarro
Moina - Polícia
Molete - Pão, carcaça
Mor - Termo utilizado pelas vendedeiras. Abreviatura de «amor»; forma carinhosa de chamar o cliente
Morcão - Palerma
Perseguida - Órgão sexual da mulher
Sameira - Cápsula de refrigerante
Vagem - Feijão verde
Expressões idiomáticas
Chá de Bico - Clister
Deu-lhe a filoxera - Desmaiou Dar corda aos vitorinos - Andar rápido, fugir
Dói-me o garfeiro todo - Doem-me os dentes
Estar com os vitorinos encharcados - Estar bêbado
Estar de beiços - estar amuado
Falar ao microfone - O que é suposto Monica Lewinsky ter feito a Clinton e que o Presidente dos EUA alega não ter sido uma relação sexuaL
Foi fazer tijolos - Morreu
Foi medir caixotes - Morreu
Mandar uma traulitada directa à caixa dos fusíveis - Dar um murro nas ventas, quer dizer, no focinho, ou seja, na cabeça
Narizinho de cheiro ou de caticha - Diz-se de alguém que se ofende facilmente Secou-se-lhe o céu da boca - Morreu
Vai no Batalha - Como quem diz: isso é filme; forma mais prosaica de dizer que é mentira
Vai à postura - Vai até à praça de taxi
Via de serventia - Expressão das mulheres do povo na sua relação com os ginecologistas
* Artigo publicado no semanário português Expresso do dia 1 de Novembro de 1998. :: 05/11/1998
Sobre o Autor
** Valdemar Cruz é jornalista do semanário "Expresso".
[Diversidades]
Outra pronúncia *
Valdemar Cruz **
A INSISTÊNCIA de um certo humor televisivo lisboeta na exploração das particularidades fonéticas do modo de falar do Porto é eficaz como caricatura, mas tem o inconveniente de apresentar uma visão redutora de um fenómeno extensível a todo o País, e não exclusivo de uma dada região. O facto de ser o Porto a fonte inspiradora da graça a partir dos sons das palavras poderia ter várias explicações de raízes sociológicas, logo a começar pela natural rivalidade entre os dois principais centros urbanos, com passagem pela eterna questão da norma imposta pelo poder.
Fosse o Porto a sede do poder político e dos grandes órgãos de comunicação social difusores daquilo que se supõe ser o modo correcto de falar e, por certo, lá estariam os lisboetas a ser massacrados pelo modo como, por exemplo, acentuam o «u» em final de palavra.
Gil Vicente, no auto pastoril A Visitação, para fazer graça junto do rei imitava o falar das beiras, região onde, na altura, se situava algum do contra-poder à corte situada na capital. Os linguistas e foneticistas costumam relativizar a importância destas questões, e Armando Lacerda, considerado um dos maiores foneticistas da língua portuguesa, duriense assumido, gabava-se em Coimbra, onde dava aulas, de pertencer a uma cidade que tinha honra em guardar o seu sotaque. Ele próprio não fazia qualquer esforço para amenizar os ditongos.
Mais recentemente, Mário Vilela, catedrático da Faculdade de Letras do Porto e um dos grandes especialistas nesta área, fez uma experiência junto do corpo docente da escola, para avaliar até que ponto se verificava ou não, num sector mais culto, um assinalável afastamento dos traços distintivos do característico falar do Porto. O resultado foi elucidativo: a generalidade dos professores naturais do Porto assume com naturalidade que na sua linguagem estão presentes os traços identificadores da fonética portuense. Mário Vilela afirma que esta situação é reveladora da «auto-estima que as pessoas sentem pelos seus modos de ser, viver e falar».
O que distingue o falar do Porto, mais que a maior ou menor criatividade de algumas expressões populares - aliás presente em todo o País - é a fonética. Os órgãos que articulam a fala dos portuenses são rigorosamente iguais aos de qualquer português. Contudo, talvez por influência de réstias de uma língua anterior ao galaico-português, no Porto os «b», por exemplo, são mais fortes e sobrepõem-se aos «v». Daí resulta o «binhu» (vinho), «barãnda» (varanda), «biána» (Viana) ou «bibu» (vivo).
Os ditongos «ão» ou «õe» são muito acentuados e prolongam-se mais que em outras regiões. Para dizer limão, irmão, Bolhão ou cartão, um habitante do Grande Porto pode transformar um dissílabo num trissílabo ao acrescentar um «e» fechado e anasalado no final da palavra. A transcrição fonética permitiria entender este fenómeno em toda a sua extensão, mas não é perceptível pelo comum dos leitores, pelo que nos dispensamos de avançar aqui com um exercício quase académico.
É possível detectar fenómenos semelhantes em palavras como fonte ou morto. Um portuense de Miragaia ou da Sé - áreas onde se mantém com mais força este traço de identidade - acrescentará uma espécie de «u» antes dos «o» fechados de fonte e morto. No limite, uma palavra como ponte quase parecerá «põente», na boca de um residente na Bainharia.
E aqui temos uma outra faceta. Em palavras onde se encontram as palatais «lh», como telha ou palha, teremos «teilha» ou «pailha», como «beiju» para referir «vejo». Estes exemplos ilustram um modo de falar que tem vindo a perder-se, devido à influência normalizadora da televisão e da rádio. Ninguém espere, por isso, chegar ao Porto e tropeçar em portuenses que trocam os «b» pelos «v» e apresentam um sotaque muito cerrado e acentuado. Uma outra particularidade do falar do Porto, e nem sempre entendido para quem chega, é o modo descomplexado e até com sentido majorativo como são utilizadas palavras e expressões que noutros locais são tidos como grandes palavrões. Não é invulgar ouvir um amigo dizer a outro, dando-lhe uma palmada nas costas: «Anda cá, meu filho da menina...» Tal como não é uma coisa do outro mundo presenciar uma mãe a regalar-se com uma tropelia do filho, chamando-lhe carinhosamente «nasdaq do caraças».
Este jeito singular de criar expressões estranhas, com frequência brejeiras, muito explorado nos bairros populares, não tem qualquer carga negativa e constitui, muitas vezes, um factor de socialização. Nas duas caixas inventariamos algumas frases e expressões idiomáticas utilizadas no Porto ou na sua área de influência. Como se vê, há uma preponderância de frases e termos que jamais teriam lugar no baile de debutantes do Clube Portuense. Algumas são inequivocamente do Porto, outras terão sido assimiladas, mas em nenhum lado são ditas como aqui. E é esse modo muito particular de dizer que faz com que se tornem propriedade da comunidade de falantes portuenses.
Vocabulário
Aloquete - Cadeado
Azeiteiro - Aquele que vive à custa de prostitutas
Benha - Diz-se repetidas vezes, e é o grito de guerra dos arrumadores de carros para assinalar um lugar vago entre muitos outros disponíveis. É um «beinha» que prosaicamente significa «venha»
Botar - Pôr, deitar
Breca - Cãibra
Burgesso - Aquele que, além de burro, é teimoso
Canalha - Miúdos, catraios
Calcantes - Sapatos
Cimbalino - Café
Carago - Na verdade é caraças o que mais se utiliza para referir de forma metafórica o órgão sexual masculino
Cruzeta - Cabide
Chuço - Guarda-chuva
Estrugido - Refogado
Fino - Cerveja servida a copo
Infusa - Jarro
Moina - Polícia
Molete - Pão, carcaça
Mor - Termo utilizado pelas vendedeiras. Abreviatura de «amor»; forma carinhosa de chamar o cliente
Morcão - Palerma
Perseguida - Órgão sexual da mulher
Sameira - Cápsula de refrigerante
Vagem - Feijão verde
Expressões idiomáticas
Chá de Bico - Clister
Deu-lhe a filoxera - Desmaiou Dar corda aos vitorinos - Andar rápido, fugir
Dói-me o garfeiro todo - Doem-me os dentes
Estar com os vitorinos encharcados - Estar bêbado
Estar de beiços - estar amuado
Falar ao microfone - O que é suposto Monica Lewinsky ter feito a Clinton e que o Presidente dos EUA alega não ter sido uma relação sexuaL
Foi fazer tijolos - Morreu
Foi medir caixotes - Morreu
Mandar uma traulitada directa à caixa dos fusíveis - Dar um murro nas ventas, quer dizer, no focinho, ou seja, na cabeça
Narizinho de cheiro ou de caticha - Diz-se de alguém que se ofende facilmente Secou-se-lhe o céu da boca - Morreu
Vai no Batalha - Como quem diz: isso é filme; forma mais prosaica de dizer que é mentira
Vai à postura - Vai até à praça de taxi
Via de serventia - Expressão das mulheres do povo na sua relação com os ginecologistas
* Artigo publicado no semanário português Expresso do dia 1 de Novembro de 1998. :: 05/11/1998
Sobre o Autor
** Valdemar Cruz é jornalista do semanário "Expresso".
mcarvalho
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- Registado: 17/2/2004 1:38
- Localização: PORTO
é muito interessante, em África também se fazem pontes desse género, isto é quando a rasante da ponte tem de ser muito baixa, e existe a possibilidade de a agua galgar a rasante, faz-se a ponte sem "restringimentos" laterais à agua, para que esta, se galgar a ponte, saia num instante. De resto a vista é fantástica
Trisquel Escreveu:A nova estrada que liga a Dinamarca à Suécia.
Cliquem no link.....aumentem o volume do som.....maximizem a imagem (ecrã total) e... coloquem o cinto de segurança.
Boa viagem))
http://www.youtube.com/embed/4T4vc1QqiP ... r_embedded
Não deixa de ser uma grande obra de engenharia, mas trata-se de uma estrada atlantica pertencente à noroega não ligando a Dinamarca á Suécia
http://en.wikipedia.org/wiki/Atlantic_Ocean_Road
A nova estrada que liga a Dinamarca à Suécia.
Cliquem no link.....aumentem o volume do som.....maximizem a imagem (ecrã total) e... coloquem o cinto de segurança.
Boa viagem
))
http://www.youtube.com/embed/4T4vc1QqiP ... r_embedded
Cliquem no link.....aumentem o volume do som.....maximizem a imagem (ecrã total) e... coloquem o cinto de segurança.
Boa viagem

http://www.youtube.com/embed/4T4vc1QqiP ... r_embedded
Cumpts.
Trisquel
A divindade, o princípio e o fim, a eterna evolução, o movimento, a vibração e a perpétua aprendizagem.
Trisquel
A divindade, o princípio e o fim, a eterna evolução, o movimento, a vibração e a perpétua aprendizagem.
Bravura
A verdadeira bravura num homem não se demonstra nos
campos de batalha,
não está nem na coragem de enfrentar animais ferozes,
nem nos perigos
que põem a sua vida em risco.
A verdadeira bravura está em sair de casa para beber
com os amigos, não
avisar a mulher de que não vai jantar, chegar em casa
de madrugada
pôdre de bêbado, ser recebido por ela com uma vassoura
na mão e ainda ter
peito para lhe perguntar:
- VAIS VARRER OU VAIS VOAR?
A verdadeira bravura num homem não se demonstra nos
campos de batalha,
não está nem na coragem de enfrentar animais ferozes,
nem nos perigos
que põem a sua vida em risco.
A verdadeira bravura está em sair de casa para beber
com os amigos, não
avisar a mulher de que não vai jantar, chegar em casa
de madrugada
pôdre de bêbado, ser recebido por ela com uma vassoura
na mão e ainda ter
peito para lhe perguntar:
- VAIS VARRER OU VAIS VOAR?
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
Problemas de colesterol:
" Depois dos 50 anos, a única coisa que o médico deixa um homem comer com gordura, é a sua própria mulher ..."

" Depois dos 50 anos, a única coisa que o médico deixa um homem comer com gordura, é a sua própria mulher ..."


"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não tenho a certeza" Einstein
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
“Com os actuais meios de acesso à informação, a ignorância não é uma fatalidade, mas uma escolha pessoal" Eu
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tvi24 ... -4071.html
EM VIDEO
Cliente 'mal vestido' recusa reunir com banco
Hoje20 comentários
Paulo Ribeiro, o cliente que foi impedido de levantar um cheque no Santander Totta de Celeirós por estar, alegadamente, 'mal vestido', aceitou o pedido de desculpas do banco mas recusou reunir-se com o mesmo, garantindo levar o caso até às últimas consequências.
Dono de uma sucata em Braga, Paulo Ribeiro viu-lhe vedada a possibilidade de levantar um cheque de 169 euros, que lhe fora dado como pagamento, depois de o gerente do banco o ter acusado de estar 'mal vestido', noticia o Jornal de Notícias.
"Ligaram-me a pedir desculpas e queriam ter uma reunião comigo. Aceito as desculpas mas não aceitei ter uma reunião. Vou até ao fim com isto", explicou o empresário ao JN, garantindo levar o assunto até às ultimas consequências.
O banco já abriu um inquérito e lamentou toda a situação, garantindo que "nunca defenderia uma política discriminatória". O gerente implicado no caso recusou-se a prestar declarações.
EM VIDEO
Cliente 'mal vestido' recusa reunir com banco
Hoje20 comentários
Paulo Ribeiro, o cliente que foi impedido de levantar um cheque no Santander Totta de Celeirós por estar, alegadamente, 'mal vestido', aceitou o pedido de desculpas do banco mas recusou reunir-se com o mesmo, garantindo levar o caso até às últimas consequências.
Dono de uma sucata em Braga, Paulo Ribeiro viu-lhe vedada a possibilidade de levantar um cheque de 169 euros, que lhe fora dado como pagamento, depois de o gerente do banco o ter acusado de estar 'mal vestido', noticia o Jornal de Notícias.
"Ligaram-me a pedir desculpas e queriam ter uma reunião comigo. Aceito as desculpas mas não aceitei ter uma reunião. Vou até ao fim com isto", explicou o empresário ao JN, garantindo levar o assunto até às ultimas consequências.
O banco já abriu um inquérito e lamentou toda a situação, garantindo que "nunca defenderia uma política discriminatória". O gerente implicado no caso recusou-se a prestar declarações.
Editado pela última vez por mcarvalho em 21/12/2012 11:30, num total de 1 vez.
mcarvalho
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Banco atende cliente na rua por estar 'mal vestido'
Pensando que se tratava de um romeno, o gerente do Santander Totta só atendeu Paulo Ribeiro, dono de uma sucata, no exterior da dependência. Tudo porque considerou que estava 'mal vestido'.
Paulo Ribeiro foi obrigado a receber 169 euros em plena rua, depois de se terem recusado a atende-lo no balcão de Celeirós, em Braga. Já foi apresentada queixa na GNR e o banco condenou este episódio, abrindo um inquérito, noticia o Jornal de Notícias.
"Vinha do trabalho e passaram-me um cheque de 169 euros. Como o banco fica no caminho decidi ir lá levantá-lo, mas fui posto na rua por estar mal vestido", declarou o empresário, de 36 anos ao Jornal de Notícias.
Indignado com a situação, Paulo Ribeiro acrescenta que o gerente pensava que ele era romeno e, por isso, não atendeu, considerando essa atitude racista. "Disse que só o dava depois de eu tomar banho e vestir outra roupa", declara ainda. A GNR foi ao local e o Santander Totta repudiou a atitude do gerente.
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=2957371&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA
Paulo Ribeiro foi obrigado a receber 169 euros em plena rua, depois de se terem recusado a atende-lo no balcão de Celeirós, em Braga. Já foi apresentada queixa na GNR e o banco condenou este episódio, abrindo um inquérito, noticia o Jornal de Notícias.
"Vinha do trabalho e passaram-me um cheque de 169 euros. Como o banco fica no caminho decidi ir lá levantá-lo, mas fui posto na rua por estar mal vestido", declarou o empresário, de 36 anos ao Jornal de Notícias.
Indignado com a situação, Paulo Ribeiro acrescenta que o gerente pensava que ele era romeno e, por isso, não atendeu, considerando essa atitude racista. "Disse que só o dava depois de eu tomar banho e vestir outra roupa", declara ainda. A GNR foi ao local e o Santander Totta repudiou a atitude do gerente.
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=2957371&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA
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