off Topic - Vinhos

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

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off Topic - Vinhos

por Nyk » 18/11/2008 20:56

Vinho da Quinta do Crasto considerado terceiro melhor do mundo
Hoje às 18:34
O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado este ano o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que pela primeira vez classificou um vinho português entre os dez melhores do seu “ranking” anual.
A Wine Spectator analisou mais de 19500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o vinho chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor.

Seguiu-se o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005 e o vinho português Quinta do Castro, Douro Reserva Vinhas Velhas 2005.

Entre os 100 melhores do mundo destacaram-se também o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98ª posição).

A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal na lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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por carf2007 » 18/11/2008 21:20

revista norte-americana Wine Spectator


Vi uma vez uma reportagem sobre essa revista ( penso que no "60 minutes" ) sobre um caso de corrupção de uma marca italiana de vinhos ...

Como noutros tipos de revistas ( informatica, carros, etc ...) a classificação depende das "luvas"
"Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos." Shakespeare
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por mquinaz » 18/11/2008 21:32

Espectacular. Se há coisa em que nós Portugueses somos bons, é na pinga. Vou já ver do tacho e beber uma litrada :mrgreen:
Carteira mquinaz

Se me interesso rápidamente sei... Prof. Salete

Bons Negócios e melhor Saúde
mquinaz
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por Capitão Nemo » 18/11/2008 21:41

Não conheço muito vinhos estrangeiros, mas os vinhos portugueses são muito bons.

É extraordinário que num país tão pequeno haja diferentes zonas demarcadas e tão diferentes qualidades de vinho.

Vinho do Porto, Alvarinho, Verdes, Brancos e Tintos, Alentejo, Douro, Ribatejo, Dão...

Isto acompanhado com umas comezainas maravilhosas que não troco por outra culinária seja de Itália, da Índia, do Japão de onde quiserem!

O nosso peixe e marisco é do melhor mas concordo que a carne da Argentina, a gostosa picanha Argentina, não a conseguimos alcançar.
Cumprimentos,

Cap. Nemo
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Ee paa !

por bboniek33 » 18/11/2008 22:23

Esta coisa da vinhaca devia ser resolvida nos tascos e coiso. Esses tipos dos waines que gargarejam a pinga e depois cospem fora... nao percebem nada da pinga. Isso ee gente inculta: nem bebem nem saiem de cima. :roll:
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por Nyk » 20/11/2008 22:14

As melhores formas de investir no “néctar dos deuses”
Os vinhos franceses das regiões de Bordéus e da Borgonha são os mais cotados a nível internacional. Em Portugal, o vinho do Porto é o que tem maior potencial.

Catarina Melo

No ano de 1985 foi arrematado o vinho mais caro de sempre. Um investidor pagou 160 mil dólares num leilão da Christie’s por uma garrafa de Château Latife de 1787 . Um vinho que, segundo os especialistas, nem estará em condições de beber. Excêntricos ou não, o certo é que muitos investidores dispõem-se a “alargar os cordões à bolsa” para apostar num mercado que pretende ser uma alternativa a investimentos tradicionais, como a bolsa. A título de exemplo, o índice britânico de vinhos de alta qualidade, Liv Exchange 100, apresenta uma rentabilidade de 99% nos últimos três anos.

Segundo estimativas, o mercado mundial de investimento em vinhos ultrapassa os mil milhões de euros, alimentado pela procura de países como o Japão e os países emergentes. Paulo Martins, director da consultora de vinhos Vino Invest, alerta, ainda assim, que nem todos os vinhos permitem retornos elevados mas “se forem bons valorizam sempre”. Para este especialista, um “néctar dos deuses” pode atingir uma rentabilidade anual de 15%, considerando três anos como horizonte mínimo de investimento recomendado. Em termos internacionais será difícil destronar os vinhos franceses das regiões de Bordéus e Borgonha. Os tintos de Bordéus, onde se destacam os designados Château, são conhecidos como as ‘blue chips’ do mundo do vinho, enquanto em Borgonha alguns vinhos brancos chegam a ultrapassar a cotação dos tintos. Aí dominam sobretudo os ‘domaine de la Romanée-Conti’. Já entre os ‘château’ mais valiosos estão cinco vinhos: os Château Lafite Rothschild, Mouton Rothschild, Margaux, Latour e Haut Brion.

O valor dos vinhos franceses é atestado pelas valorizações alcançadas. A título de exemplo, uma caixa de 12 garrafas de um Château Lafite Rothschild de 1996 adquirida por 1.250 libras em Setembro de 1998, dez anos depois terá um valor comercial de 7.700 libras, o que equivale a uma valorização de 516%.

Já nos vinhos nacionais, a dimensão do mercado não dará muita margem para retornos. Ainda assim, existe um consenso em relação ao potencial do vinho do Porto. Segundo Virgílio Loureiro, enólogo e professor do Instituto Superior de Agronomia, “os Portos de anos excepcionais de colheita (1994, 1997, 2000 ou 2003) de firmas inglesas como a Fonseca, a Taylor’s ou a Dows duplicam de preços facilmente”. Contudo, a Quinta do Noval é apontada como a grande estrela na constelação dos vinhos do Porto. “Boas colheitas têm dado bons investimentos”, lembra Paulo Martins. A prestigiada revista americana de vinhos “Wine Spectator” já reconheceu o seu valor tendo considerado o ‘vintage’ Noval Nacional de 1931 como o terceiro melhor vinho do século XX. Agora foi a vez de considerar o vinho da Quinta do Crasto como o terceiro melhor do mundo.


Alguns dos vinhos nacionais e internacionais mais valiosos

1 - Château de Bordéus
Em Bordéus produz-se a “nata” dos vinhos. Os mais famosos são os Château: Latife Rothschild, Mounton Rothschild, Margaux, Latour e Haut Brion. 12 garrafas de Chateau Latour de 1982 têm um valor comercial de 15,5 mil libras, mais 163% do que há três anos. Em Dezembro o Palácio do Correio Velho leiloa um exemplar desse ano.

2 - Romanée-Conti- Borgonha
A Borgonha é outra das regiões de topo não só dos vinhos tintos mas sobretudo dos brancos. Nessa região a denominação “Domaine de la Romanée-conti” é o grande destaque. Por exemplo, uma caixa de Romanée-Conti de 1990 foi vendida num leilão da Sotheby’s no final de 2007 por 263 mil dólares.

3 - Porto- Quinta do Noval Nacional
O vinho do Porto vintage é o mais consensual em Portugal como investimento. O Quinta do Noval Nacional é a estrela. A área da vinha é pequena e sobreviveu à filoxera (doença da vinha) no séc. XIX. No último leilão de vinhos do Palácio do Correio Velho foi arrematada por 1600 euros uma garrafa de 1963.

4 - Madeira- Barbeito Terrantez
A grande longevidade é o grande trunfo dos melhores vinhos que são produzidos na Madeira. Alguns podem durar em condições de serem consumidos mais de 200 anos. No próximo leilão de vinhos no início de Dezembro, o PCV vai levar a leilão uma garrafa de Barbeito Terrantez de 1795.

5 - Tinto do Douro- Barca Velha
O vinho da marca Barca Velha produzido na região do Douro é uma das excepções de referência internacional entre os vinhos tintos, contando com mais de 50 anos de tradição de produção. A colheita de 1991 é considerada por muitos especialistas como a melhor dos últimos 15 anos.


Alternativas para investir em vinhos

Leilões
Nos eventos de grandes leiloeiras, como a Christie’s ou a Sotheby’s, encontra-se o que de melhor há no universo dos vinhos. Em Portugal, o Palácio do Correio Velho e a Leiria & Nascimento também organizam leilões de vinhos. Comprar nesses eventos tem como vantagem o facto de a avaliação ser feita por especialistas.

Fundos de Investimento
Em Portugal não estão disponíveis, mas existem vários fundos que investem em vinhos ou em empresas que os produzem. O Vintage Wine Fund é um dos mais conhecidos. A três anos oferece um retorno de 14%. A vantagem destes fundos é permitir uma exposição a uma carteira diversificada de vinhos.

ConsultoriaComprar aos distribuidores de marcas famosas é das alternativas mais rentáveis. Consultoras especializadas em vinhos, fazem-no com condições ainda mais vantajosas e têm especialistas que constroem carteiras de vinhos à medida dos clientes. A britânica Vino Invest presta esse tipo de serviço a clientes portugueses.


Cuidados
- A colheita: O vinho de um ano de colheita de excepcional qualidade tende a valorizar mais do que o de outros anos. Ex: Quinta do Noval Nacional de 1931.

- Estado na compra: Quanto melhor o estado de conservação de uma garrafa (rótulo e cápsula) e da sua caixa, maior será o valor de mercado do vinho.

- A longevidade: Um vinho velho não é necessariamente mais valioso porque pode estar “avinagrado”. O vinho da Madeira é um dos mais duráveis (mais de 200 anos).

- A conservação: Garantir a qualidade do vinho é essencial para atingir o retorno máximo na venda. Temperaturas abaixo de 14º, humidade entre 70% e 75% e evitar as trepidações ajudam a assegurar o valor do vinho
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por Nyk » 20/11/2008 22:31

:mrgreen:
Anexos
Um banho de boa colheita.JPG
Um banho de boa colheita.JPG (63.25 KiB) Visualizado 6568 vezes
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Lista bem acessível

por rufa » 21/11/2008 11:33

Já provei a maior parte e vale a pena :P

Espumantes
Os espumantes Vértice, do Douro, destacam-se pela sua qualidade acima da média em relação à restante produção nacional, de que só a Raposeira e a Murganheira se aproximam. A razão é simples: o seu enólogo, Celso Pereira, vindima as uvas e vinifica-as correcta e propositadamente para obter um vinho base de qualidade destinado a ser espumantizado. É um procedimento enológico indispensável para se obter um bom espumante.

Vértice Douro Reserva Bruto 2006
Excepcional. De uma frescura fantástica. Excelente. €12

Vértice Douro Super Reserva 2005
Excepcional. Já mais sofisticado, é um vintage soberbo, que nos oferece o prazer de beber para celebrar a vida. €13/€14

Vinhos brancos
É cada vez mais fácil encontrar um vinho branco português de qualidade. Acresce à quantidade a diversidade de estilos, sustentada por diferentes métodos de vinificação e pelas castas eleitas (Alvarinho, Bical, Arinto, Verdelho e Moscatel de Setúbal, entre outras). A presente selecção procura ser representativa dessa diversidade, assim como de uma oferta em que a relação qualidade - preço foi ponderada de forma significativa.

Soalheiro Alvarinho 2007
Excepcional. O enólogo Luís Cerdeira é o autor deste Alvarinho, nascido em Melgaço, que exemplifica do melhor que se faz na região do Minho. €9

Evel Douro 2007
Excepcional. Os vinhedos da Quinta da Granja (Real Companhia Velha), situada no planalto entre Favaios e Alijó, estão sobretudo encepados com Moscatel Galego. Coube ao enólogo norte-americano Jerry Luper o mérito de ter revelado o potencial da casta predominante neste vinho branco de eleição. €3,50

Lavradores de Feitoria Viosinho Douro 2007
Excepcional. Paulo Ruão, o «arquitecto» deste marco da enologia duriense, demonstrou com este branco a grandiosidade da casta Viosinho. Um vinho moderno, elegante, aromático. €8,50

Quinta da Romaneira Douro 2007
Excepcional. Um branco moderno e consistente. €10

Bons Ares Regional Duriense 2007
Excepcional. Bonito à vista na sua cor de casca de limão; aromas frutados; sabores intensamente frescos e persistentes. Dos melhores brancos com a assinatura de João Nicolau de Almeida. Beba-o como aperitivo a 9ºC. €6,50

Altano Douro 2007
Excepcional. A um preço imbatível, é claramente excepcional. Muita intensidade aromática e frescura de sabores. €3,50

Prova Régia Arinto Bucelas 2007
Excepcional. A região de Bucelas corria o risco de morrer e o seu renascimento deve- -se ao aparecimento da Quinta da Romeira. Este Prova Régia é um hino à casta Arinto. €2,99

Luís Pato Vinhas Velhas Regional Beiras 2007
Excepcional. Este produtor bairradino é prestigiado sobretudo pelos seus tintos, mas nos últimos anos tem apurado os seus brancos. Dos raros vinhos excepcionais actualmente criados em território bairradino. €6,50

Domingos Soares Franco Verdelho Terras do Sado 2007
Excepcional. Já o escrevi e repito: com a assinatura do director de enologia da José Maria da Fonseca, é o melhor Verdelho português, tal como sucedeu na colheita anterior. €16

Vale da Judia Terras do Sado 2007
Excepcional. O virtuosismo da casta Moscatel de Setúbal expressa neste branco perfumado, que o enólogo Jaime Quendera desenhou com mestria e saber. €3,50

Quinta da Bacalhôa Regional Terras do Sado 2007
Excepcional. Filipa Tomás da Costa desenho um dos melhores brancos da península de Setúbal. €17

Dona Ermelinda Palmela 2007
Excepcional. Afinou com o tempo em garrafa. Se em Abril, quando o bebi pela primeira vez, estava muito bom, agora atingiu a excepcionalidade, tal como tinha acontecido na colheita anterior. €3,52

Valle Pradinhos Regional Transmontano 2007
Muito Bom. Quase excepcional, mas continua muito bom. €8,45

Rosés
A moda dos rosés continua em crescendo.

Quinta do Cidrô Rosé 2007
Muito Bom Um dos mais equilibrados rosés de 2007: cor de morango, grande intensidade aromática e sabores muito frescos. €5

Onda Nova Rosé 2007
Muito Bom A casta Aragonês deu cor, corpo e aromas a este rosé, frutado, fresco e seco. €7
Tintos
Não há assim tantos vinhos tintos de qualidade superior como seria admissível num país com vinhedos dominados por encepamentos de castas tintas. Do que descobrimos este ano, destacamos o melhor.

Barca Velha Douro 2000
Excepcional. É o primeiro Barca Velha do séc. XXI e também a primeira declaração de Luís Sottomayor como director de enologia da Casa Ferreira. Trata-se de um tinto majestático, constituído por Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinto Cão, que estagiou durante ano e meio em barricas de carvalho francês, até ser engarrafado em 2002. Só este ano chegou ao consumidor, o que diz bem de toda a exigência posta no processo de maturação e afinamento deste vinho mítico nascido na colheita de 1952 por arte e saber de Fernando Nicolau de Almeida. €75 (no Clube 1500 da Sogrape).

Quinta do Vale Meão Douro 2006
Excepcional. Francisco Olazabal (filho) hesitou em declarar o Vale do Meão 2006, mas o resultado é de uma qualidade ímpar, embora em menor número de garrafas. Um tinto mais elegante do que as colheitas anteriores, mais feminino, sem deixar de ser vigoroso. não disponível

Quinta do Noval Douro 2005
Excepcional. António Agrellos trouxe mais qualidade a esta colheita. A de 2004 já era grandiosa; a de 2005 oferece-nos um excepcional vinho do Douro e do mundo. €42,50

Quinta da Romaneira Douro DOC 2005
Excepcional. Um tinto muito frutado, intenso, encorpado. €33

Vértice Douro Grande Reserva 2006
Excepcional. Um retrato do Douro traçado pela enologia de Celso Pereira. €6

Duorum Douro Colheita 2007
Muito Bom. A primeira colheita lançada no mercado por José Maria Soares Franco, resultante da empresa que criou no Douro em parceria com João Portugal Ramos. €8

Ramos Pinto Collection Douro 2006
Muito Bom. Elaborado com uvas das Quintas do Bom Retiro e da Ervamoira. O lote final é constituído por Touriga Nacional e Francesa (30% cada) e 40% de castas misturadas, em que se destaca a Tinta Barroca. Este tinto foi vinificado em lagar e em cubas inox. A fermentação maloláctica decorreu em tonéis de carvalho francês, onde 40% do vinho estagiou, e o restante passou 18 meses em barricas usadas. De cor quase granat, com uma expressão aromática muito viva e sabores vinosos intensos e persistentes, este tinto é elegante e harmonioso. €14,95

Duas Quintas Douro Reserva 2005
Excepcional. João Nicolau de Almeida vai afinando os seus vinhos ano após ano na Casa Ramos Pinto. Esta Reserva 2005 surge imperial. €21

Lavradores de Feitoria Quinta da Costa das Aguaneiras Douro 2005
Excepcional. O trio Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional moldaram a estrutura deste tinto cor de amoras maduras, com aromas e sabores intensos a uvas frescas bem vinificadas. A passagem por barricas novas de carvalho francês deu-lhe a dimensão de grande tinto. €3,95

Quinta dos Aciprestes Douro 2005
Muito Bom. Pela relação qualidade-preço, é um tinto excepcional. €7

Evel Douro Grande Reserva 2005
Excepcional. Um grande tinto, melhor do que as colheitas anteriores, quando era designado por Grande Escolha. €4,15

Valle Pradinhos Regional Transmontano 2005
Muito Bom. A muito bom nível para o preço. €8,75

Quinta do Crasto Douro 2007
Muito Bom. Um tinto para beber jovem. €7,65

Colinas de São Lourenço Private Collection Bairrada 2005
Excepcional. Um tinto muito concentrado e encorpado, elaborado a partir de Touriga Nacional, Merlot e Baga, a casta rainha da Bairrada. €12

Casa Cadaval Trincadeira Vinhas Velhas Ribatejo 2006
Excepcional. A Trincadeira é uma casta mal-amada no Douro e tolerada no Alentejo. Só atinge o auge na Casa Cadaval, no Ribatejo, e isso não acontece todos os anos. Esta colheita 2006 atesta o que acabo de afirmar. É absolutamente excepcional e rara. €9,99

Quinta da Mimosa Palmela 2005
Muito Bom. A casta tinta Castelão é claramente predominante nos encepamentos dos vinhedos da península de Setúbal, mas são raros os vinhos de qualidade que nos oferece. Esta Mimosa é um exemplo de um bom nível qualitativo. €7,45

Onda Nova Syrah 2006
Excepcional. O melhor Syrah nascido em Portugal. Um vinho moderno, elegante e vigoroso com os seus 14,5% vol. álcool. Excelente para beber desde já ou mais tarde. €8,50

In: José António Salvador, VISÃO Gourmet - 18 Nov 2008

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Re: Lista bem acessível

por Jiboia Cega » 21/11/2008 14:27

rufa Escreveu:Prova Régia Arinto Bucelas 2007
Excepcional. A região de Bucelas corria o risco de morrer e o seu renascimento deve- -se ao aparecimento da Quinta da Romeira. Este Prova Régia é um hino à casta Arinto. €2,99


rufa, este é o vinho que mais me surpreendeu ultimamente. Pela relação qualidade/preço, principalmente.

Um vinho branco desta qualidade e por 3.00€ é um verdadeiro achado.

Mesmo quem não aprecia vinho branco aconselho vivamente a experimentar. Encontra-se muito facilmente em qualquer hipermercado.
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por mais_um » 23/11/2008 21:02

Boas!


Consegui desencantar 1 caixa do dito cujo 8-) , espero em breve dar-vos a minha opinião... :mrgreen: :mrgreen:

Um abraço
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Madeira

por rufa » 5/12/2008 10:30

Economia: portal sapo.


Vinho da Madeira em leilão por milhares de euros
00h29m
RITA JORDÃO LOPES, CORRESPONDENTE EM LONDRES
Durante séculos o vinho da Madeira viveu na sombra do conceituado Porto. Mas este mês, é o vinho do arquipélago nacional quem recebe as honras de estrela de um leilão que a Christie's leva a cabo em Londres.

Sob o título de "melhores e mais raros vinhos", o leilão tem como atractivo principal uma colecção de vinho da Madeira das caves de William Leacock. No total são mais de 180 lotes que representam quase dois séculos da produção de vinho da companhia Leacock & Co. e são uma grande parte da colecção de William Leacock, o último membro da família inglesa a geria a empresa, antes de esta ter sido comprada pela Companhia de Vinho da Madeira, em 1981.

O leilão foi ontem antecipado por uma prova de Vinho da Madeira acompanhada pelo perito Michael Broadbent M.W., na qual estiveram em prova vinhos como um Solera datado de 1808 e três gerações de Sercial datadas de 1870, 1890 e 1927.

Em leilão, a 11 de Dezembro, estará também um lote de 12 garrafas de Terrantez, produzido por Thomas Slapp Leacock em 1881, um lote cujo valor está estimado entre os 2800 e os 4150 euros.

"É uma impressionante colecção de vinho da Madeira, um dos melhores e mais celebrados vinhos no mundo. Todas as garrafas foram retiradas por funcionários do departamento de vinhos da Christie's das caves da mansão que a família Leacock tem no Funchal. Foram transportadas para Londres por mar, tal como inúmeras importações feitas durante os últimos quinhentos anos", afirmou o chefe de departamento de vinhos da Christie's, Chris Munro lembrando os fortes laços que existem entre Inglaterra e a produção do Vinho da Madeira.

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Vinhos

por paulo_neves28 » 5/12/2008 11:07

Vinhos Biológicos (proveniente de uvas biológicas)
a preços mt competitivos... qualidade/preço

tanto nacionais com premios ganhos nesta area do Bio
como internacionais
ver em serviços (item)
www.origembio.eu
 
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por Nyk » 11/12/2008 19:26

Christie's
Vinhos da Madeira antigos batem recordes em leilão londrino
Um lote de garrafas de vinho da Madeira de 1795 foi hoje arrematado por 13.120 euros em Londres, num leilão que atraiu interesse de coleccionadores e profissionais do sector de vários países



A licitação mais alta foi para um conjunto de seis garrafas de vinho Terrantez de 1795 produzido pela F. F. Ferraz & Cia., que estava avaliado entre 2.400 e 3.100 euros.

Um comprador não identificado ofereceu 13.122 euros (11.500 libras), mais de quatro vezes acima da estimativa mais alta, pagando 2.187 euros por garrafa.

Outros lotes do mesmo vinho, mas de quantidades inferiores de garrafas, obtiveram valores mais baixos, rondando os 1.312 e os 1.750 euros por garrafa.

Um Leacock Terrantez de 1846 foi o outro vinho que ultraassu os mil euros por garrafa, ao vender por 4.986 euros o lote de três garrafas, resultando em 1.662 por unidade.

Ao todo, foram vendidos 182 lotes de vinho da Madeira de diferentes produtores e colheitas.

Aos preços são acrescentados 15 por cento de prémio pago à Christie’s.

Grande parte das licitações foram feitas na sala, mas houve também compradores ao telefone e na Internet, nomeadamente do Japão.

As garrafas vieram da garrafeira particular de William Leacock, o herdeiro da família inglesa que produziu e comercializou vinho da Madeira desde o século XVIII, que entretanto vendeu o negócio.

Presente na sala do leilão, em Londres, o inglês, que continua a residir no Funchal, mostrou-se pouco afeiçoado às garrafas que pertenceram à família durante várias gerações ao longo de mais de 200 anos.

«Não vale a pena guardar tanta quantidade de vinho de qualidade», disse à agência Lusa.

Leacock garantiu de que «alguns destes vinhos são de grande qualidade», mas não revelou se os provou ou bebeu antes.

Em declarações à agência Lusa ainda antes do leilão, o director da área de vinhos da Christie’s, David Elswood, afirmou que os vinhos da Madeira são comprados para serem consumidos e não como investimento.

«As pessoas que compram ‘Madeira’ não são pessoas que especulam em vinho para obter lucro, mas são pessoas que compram vinhos raros para beber», estimou.

Além do vinho da Madeira, foram hoje a leilão garrafas de vinho francês, italiano e espanhol.

O total das vendas rendeu cerca de 950 mil euros.

Lusa/SOL





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por atomez » 12/12/2008 3:17

Os vinhos do Dão estiveram durante muitos anos abaixo do seu real valor.

Agora estão a ressurgir, e ainda bem.

Este é francamente bom -- Quinta Mendes Pereira
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
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por Nyk » 14/3/2009 11:43

Drink&Dreams;de Luís Figo vai lançar edição limitada de vinho do Douro
Sónia Santos Pereira
14/03/09 00:05


--------------------------------------------------------------------------------
Collapse Comunidade
Partilhe: Craque do Inter de Milão controla 5% da empresa produtora do vinho ‘super-premium’ D+D. Mercado vai receber 25 mil garrafas da colheita de 2006.

Luís Figo não precisa de apresentações. E muito menos em Portugal e Espanha. Por isso, quem melhor que o craque do Inter de Milão para abraçar um projecto vitivinícola ibérico e ajudar a que ganhe projecção? Luís Figo gostou do desígnio e associou-se à Sogevinus e à Bodegas Emílio Moro para o lançamento do vinho super-premium D+D, com uma participação de 5% na Drink&Dreams. As primeiras 25 mil garrafas, da colheita de 2005, que foram colocadas à venda no Verão, esgotaram em 15 dias. E muito em breve vai ser lançada no mercado a colheita de 2006, numa edição limitada de 25 mil garrafas.
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por Nyk » 29/3/2009 15:09

Portugal tem muito para oferecer», diz especialista mundial
«Preço elevado» pode condicionar expansão dos vinhos
2009/03/29 13:51Redacção / JFAAAA
Jancis Robinson adverte que preço elevado pode condicionar a sua implementação no mercado internacional
A britânica Jancis Robinson, uma das mais conceituadas especialistas mundiais de vinhos, considera que «Portugal tem muito para oferecer», mas adverte que o preço elevado dos vinhos de topo pode condicionar a sua implementação no mercado internacional.

Jancis Robinson falava à Agência Lusa em Dusseldörf, Alemanha, onde participou numa prova de vinhos oferecida por Carlos Quintas, um economista português que assinalou o décimo aniversário da sua colecção privada de vinhos portugueses, que conta actualmente com 18 mil garrafas.

Autora do livro «Jancis Robinson prova os melhores vinhos portugueses», publicado em 1999, a «mestre do vinho» inglesa não tem dúvidas que «a qualidade do vinho português aumentou enormemente em 10 anos», mas diz que «o problema é que os preços dos vinhos de topo aumentaram bastante».

«Há um mercado para eles em Portugal, o que os torna um pouco caros demais fora de Portugal», diz, comentando que «actualmente há uma disjunção entre os preços que os portugueses estão preparados para pagar por vinhos de topo e o que o resto do Mundo está preparado para pagar».

Para Jancis Robinson, esse pode ser um obstáculo para que os vinhos portugueses de grande qualidade possam expandir-se.

«No curto termo, sim. Os vinhos que os portugueses gostam mais parecem muito dispendiosos para os não portugueses, infelizmente».

Por seu lado, Carlos Quintas considera que a questão do preço do vinho em Portugal é estrutural: «A nossa estrutura de preços é baseada em 10, 15, 20, 40 hectares, não é baseada em 100 ou 200 ou 1.000 hectares, e isso naturalmente condiciona muito o preço».

No entanto, o coleccionador acha que «o mercado internacional não é tão avesso à questão do preço, pelo menos o mercado alemão», aquele que melhor conhece, onde os consumidores pagam «se o vinho tem carácter e tem muita personalidade».

Carlos Quintas admite todavia que «haverá dificuldades para uma grande expansão no mercado inglês ou países anglófonos», onde a questão do preço é mais tida em conta.
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por TRSM » 29/3/2009 16:01

Aceitam-se propostas :wink:
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Olá Tito

por mcarvalho » 29/3/2009 16:25

Vai abrindo que eu bebo 2 copos

:wink:

abraço

mcarvalho
 
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por Nyk » 8/4/2009 20:57

Consumo de vinho no mundo diminuiu no ano passado


A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) estima que o consumo de vinho no mundo foi de 242,9 milhões de hectolitros em 2008, com uma diminuição de 0,8 por cento comparativamente a 2007.
Os dados da OIV, com sede em Paris, são divulgados num relatório sobre o mercado mundial de vinho.

A OIV, criada em 2001, é uma organização intergovernamental técnica e científica para as questões relativas a vinha, vinhos e bebidas à base de vinho.

Com base no relatório, a organização estima que o consumo de vinho no mundo se situou entre 237,1 e os 24,7 milhões de hectolitros, o que equivale a uma média de consumo na ordem dos 242,9 milhões de hectolitros.

Este valor representa uma diminuição no consumo na ordem dos dois milhões de hectolitros em relação a 2007, ano em que se consumiu uma média de 244,9 milhões de hectolitros.

Segundo a OIV, esta quebra resulta principalmente da diminuição da procura na União Europeia (UE), a qual foi apenas compensada parcialmente em 2008 com o aumento da procura na América do Norte.
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por nunofaustino » 9/4/2009 13:05

TRSM Escreveu:Aceitam-se propostas :wink:


Eu penso que o segundo vinho te vai agradar mais do que o primeiro (isto sem menosprezar o primeiro que é um grande vinho).

Um abr
Nuno

PS relativamente à notícia colocada pelo Nyk, penso que houve alguns investimentos feitos na vinha em Portugal que vão sofrer o facto de terem sido efectuados sob pressupostos muito optimistas.
Pluricanal... não obrigado. Serviço péssimo e enganador!!!
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por Nyk » 17/4/2009 20:07

O primeiro-ministro José Sócrates pediu esta sexta-feira, em Viseu, aos empresários do sector dos vinhos para «arregaçarem mangas» e apostarem numa área em que «Portugal tem orgulho».

«Este é um sector que melhorou muito» e «tem vinhos de altíssima qualidade», disse José Sócrates, citado pela agência Lusa.

«Vivemos uma das mais sérias e profundas crises mundiais. Este é o momento para deixar uma palavra de confiança, e dizer que é preciso investir», acrescentou o primeiro-ministro.

Marca de prestígio nacional

Durante a cerimónia de assinatura de contratos de atribuição de verbas para promoção de vinhos portugueses fora da União Europeia, que decorreu durante a tarde no Solar do Dão, em Viseu, o primeiro-ministro sublinhou que «Portugal tem orgulho no sector do vinho».

José Sócrates referiu que sempre que fez viagens ou deslocações, «o sector dos vinhos foi sempre um dos que esteve presente, acrescentando prestígio a Portugal».

«Queremos que [as exportações] subam. Temos de trabalhar na promoção e os vinhos portugueses são de qualidade», acrescentou.

200 mil empregos

Sobre os contratos esta sexta-feira assinados, Sócrates considerou que «permitem uma parceria estratégica entre Estado e empresas, para promover o vinho português, como forma de afirmar a agricultura e a economia portuguesa».

O Ministro da Agricultura, Jaime Silva, realçou que «o vinho é importantíssimo para a agricultura portuguesa. São 200 mil postos de trabalho, 600 milhões de euro de exportação por ano».

«Curiosamente, num momento de crise, é um sector que mostra dinamismo, com um aumento das exportações», acrescentou.

O programa de promoção de vinhos em mercados de países terceiros é uma parceria com o sector privado, financiado publicamente com 16 milhões de euros, num investimento de 32 milhões de euros.

De acordo com o ministro da Agricultura, «os mercados do norte da Europa, dos países escandinavos, Estados Unidos e Canadá» são os mercados prioritários.

«Contrariamente ao que os sinais de crise dão noutros sectores, estamos a crescer nos Estados Unidos e Canadá», disse Jaime Silva.

O ministro referiu ainda que a «China e Rússia foram indicados como novos mercados, com potencialidade enorme de crescimento», mas onde é preciso começar por «fazer a pedagogia de consumo».

As verbas que alicerçam este programa de promoção de vinhos em mercados de países terceiros resultam de um envelope financeiro que Portugal conseguiu para apoiar o sector vitivinícola, quando, em Dezembro de 2007, sob a presidência portuguesa da União Europeia, se concluiu a reforma da Organização Comum do Vinho.
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por Nyk » 26/4/2009 16:00

Adega de Favaios saiu vencedora em Itália
Três vinhos a concurso, três medalhas
26.04.2009 - 14h15
Por Luísa Pinto
Não foi a primeira vez que receberam prémios, mas desta vez teve um sabor especial. Tratou-se da Vinitaly 2009, a 17.ª edição de um concurso internacional de vinhos, que decorreu há um mês, em Verona (Itália). Estiveram inscritos 3699 vinhos, provenientes de 32 países diferentes. A Adega Cooperativa de Favaios fez um pleno: concorreu com três vinhos e trouxe três medalhas.

A adega duriense participou apenas na categoria de "Vinhos de Denominação de Origem/ Vinhos Licorosos". Em cada categoria, as 21 comissões e os 105 juízes, compostos na sua maioria por enólogos, vitivinicultores e jornalistas da especialidade, atribuem apenas quatro prémios a quatro vinhos - sendo que depois atribuem ainda uma Gran Menzione a alguns mais.

No total foram atribuídas 113 medalhas e, na categoria dos vinhos licorosos, Favaios trouxe o primeiro, o segundo e o quarto prémios. A Grande Medalha de Ouro foi atribuída ao vinho Adega de Favaios 10 anos; a medalha de prata foi atribuída ao Adega de Favaios 1989 e a Medalha de Bronze (4.º prémio) foi atribuído ao Favaíto. O segundo prémio foi atribuído a um vinho da casa, um Marsala Doc Vergine Dry Riserva del centenário 1980. Mas há mais rótulos portugueses nesta categoria, com um Madeira a encabeçar a lista das Gran Menzione: trata-se do Madeira VQPRD Branco Boil 1978

Na pátria do vermute, o seu principal concorrente, a Adega de Favaios, arrebatou o palmarés, sendo especialmente de sublinhar o facto de ter conseguido uma medalha de bronze com um vinho de grande produção, como é o caso do Favaíto. O Grande prémio especial Vinitaly 2009, que é atribuído ao vinho mais pontuado de todos os que estão a concurso, em todas as categorias, foi entregue ao Canadá e ao vinho: Niagara on the Lake.
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por Nyk » 29/4/2009 7:28

Adega de Borba duplica vinificação
Carlos Caldeira
29/04/09 00:05


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Collapse Comunidade
Partilhe: A Adega de Borba está a preparar a criação de um novo centro de vinificação de vinhos tintos.

Fundada em 1955, a Adega Cooperativa de Borba foi a primeira de uma série de adegas cooperativas constituídas no Alentejo, com o incentivo e ajuda da então Junta Nacional do Vinho, numa altura em que o sector não tinha o protagonismo que hoje tem na economia regional. De facto, não fosse esse empurrão decisivo dado pelo referido organismo estatal - que assim permitiu uma organização comercial e de transformação para os vinhos do Alentejo -e a cultura da vinha teria desaparecido completamente da região, pois todos os incentivos da época estavam virados para a cultura dos cereais, e fazer do Alentejo o celeiro do País era uma política mais que consolidada para a época.
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Feira do vinho Alvarinho em Melgaço!

por Mondraker » 29/4/2009 14:25

Estão todos convidados. Bons negocios!
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por The Mechanic » 29/4/2009 14:35

Hmmm...Alvarinho é muito bom. Até os Espanhois, quando vou a Santiago Compostela, comer umas tapas e uns Mejillones, espetam logo com um jarro de "Alvariño" à frente de um gajo, que é um regalo...

Muito bom.
Editado pela última vez por The Mechanic em 29/4/2009 15:08, num total de 1 vez.
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