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Caldeirão da Bolsa

F. Ramada - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

por Elias » 14/10/2010 18:10

Obrigado kuby.

Sabes se há mais casos?
 
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por gratuito » 14/10/2010 19:08

Esta menina como lhe chamam foi retirada da bolsa há alguns anos e obrigou-me vender as acções que detinha em acção potestativa. Nem posso ouvir falar nela.
 
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por kuby » 15/10/2010 9:37

Bom dia Elias

Fui recuperar aqui uma noticia do negócios de 2008 e refere que é o PIS20 mais a FRAMADA:

Três casas decimais alargadas a todas as cotadas
03 Setembro 2008 | 00:01
Raquel Godinho - rgodinho@negocios.pt

O mês de Setembro trouxe novidades à negociação na bolsa de Lisboa. Desde segunda-feira, todas as empresas do PSI-20, e também a Ramada Investimento, passaram a cotar com três casas decimais.
O mês de Setembro trouxe novidades à negociação na bolsa de Lisboa. Desde segunda-feira, todas as empresas do PSI-20, e também a Ramada Investimento, passaram a cotar com três casas decimais.

Mas o objectivo da Euronext Lisbon é que todas as empresas do Eurolist passem a incluir esta lista, adiantou fonte oficial da gestora da bolsa portuguesa ao Negócios. A 1 de Novembro a alteração será alargada a outras cotadas, não estando ainda confirmado se serão já todas as companhias, ou se esta será mais uma etapa do processo.

Numa tentativa de harmonização com os restantes mercados da NYSE Euronext, a mudança que foi inicialmente aplicada apenas a 10 empresas nacionais passou, na última segunda-feira, a ser extensiva a todas as companhias do PSI-20 e à mais recente cotada do mercado português, a Ramada Investimentos. Na mesma data, esta alteração foi sentida nos mercados de Amesterdão, Bruxelas e Paris.

De acordo com a informação disponibilizada pela NYSE Euronext no seu "site", na primeira sessão do mês de Setembro a decimalização foi alargada a um conjunto de 71 empresas cotadas nas bolsas Euronext, tendo em vista "melhorar a eficiência do mercado".

Este ano a inovação será ainda alargada até um total de 400 companhias destes mercados. Este tem sido um processo faseado que teve início em Janeiro, data em que foi introduzido um "tick size" (variação mínima da cotação) de 0,005 euros, ou 0,001 euros a 29 títulos dos mercados europeus da NYSE Euronext.

A decimalização permite diminuir os "tick sizes" o que reduz os "spreads" (intervalo entre o preço da procura e da oferta), tornando "a negociação mais eficiente e reduzindo o custo implícito de negociação para o investidor final".

A NYSE Euronext adianta que a análise à fase inicial deste procedimento demonstrou que, em média, os "spreads" foram reduzidos em 60%, o que representa uma poupança de custos de oito pontos base para o investidor final.

Fonte oficial da Euronext Lisbon, contactada pelo Negócios, sublinhou que um dos principais objectivos desta mudança é "aumentar a qualidade na formação do preço" e, assim, diminuir a volatilidade, o que se torna mais claro nos títulos com uma cotação mais reduzida, nos quais uma pequena alteração pode significar uma valorização ou desvalorização acentuada. Desta forma, a gestora pretende que a mudança que está a ser inicialmente aplicada aos "títulos que os investidores procuram mais" seja estendida a todas as empresas do Eurolist.

A mesma fonte avançou ainda que segundo a informação de que dispõe, desde que alguns títulos começaram a cotar com três casas decimais, "houve um aumento na qualidade do preço em 50%" e também um "aumento na negociação que não se consegue quantificar".

Outra mudança efectuada esta semana, na bolsa nacional, tem a ver com o valor do "tick size". A variação mínima da cotação das acções era anteriormente de 0,005 euros e passou agora a ser de 0,001 euros para as 21 empresas com três casas decimais. Com excepção da Galp Energia, o título com a cotação mais elevada e o único em que se mantém o anterior valor.


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Kuby
 
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por Elias » 15/10/2010 9:38

Obrigado kuby.
 
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por kuby » 15/10/2010 9:45

Já agora a não é só a Galp a negociar com um tick size de 0,005 (todas as outras com 0,001) uma vez que com a quebra da PT dos 10 euros também já só é possível com 0,005. A JM se voltar para cima também passa automaticamente (creio!).

Cumps

Kuby
 
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por HCC » 8/11/2010 17:17

Lucros do Grupo Ramada crescem mais de 6 vezes para 3,5 milhões
05 Novembro 2010 | 18:43
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O resultado líquido do Grupo Ramada ascendeu a 3,471 milhões de euros nos primeiros nove meses, superior em 590,1% ao registado no período homólogo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa revela que, no período de Janeiro a Setembro de 2010 as receitas operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 67, 384 milhões de euros, apresentando um decréscimo de 13,2% face às receitas operacionais de igual período de 2009.

Os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 58.832 milhares de euros, apresentam um decréscimo de 18,1% face aos 71,863 milhões de euros de igual período de 2009.

O EBITDA do Grupo no período de Janeiro a Setembro de 2010 foi de 8.552 milhares de euros, apresentando um aumento de 47,7% face a igual período de 2009. A margem EBITDA foi de 12,7% sendo de 7,5% no período homólogo de 2009.
 
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por HCC » 9/11/2010 11:12

Esta empresa é uma potencial candidata a ser retirada de bolsa.

Reagiu atempadamente à crise e está a regressar aos resultados de antes da crise
com uma estrutura com menos custos.

Tendo em conta que os resultados que prevejo para este ano serão de 25% da sua capitalização bolsista penso que existe
uma forte probabilidade de ser adquirida ou através de uma OPA ou de um MBO,
pois a actual estrutura accionista de controle da empresa possui 52% das acções o que para uma capitalização de 20Me sobra apenas cerca de 10Me no mercado
o que com estes resultados seriam recuperados em apenas 2 anos já que o PER é 4 talvez um dos melhores do nosso mercado.

Dado que a liquidez desta empresa é muito reduzido e que a cotação tem estado a lateralizar entre os 0.7 e 0.8 não reagindo aos movimentos do mercado nem aos resultados parece-me que existe alguém que as pretende manter a estes níveis sendo esta uma opinião pessoal.

P.S. - Detenho acções da F.Ramada e tenho reforçado aos valores actuais.
 
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por HCC » 10/11/2010 2:43

E dificil obter informações sobre esta empresa ... :-k

A Ramada Investimentos participou no aumento de capital da Base Holding sgps no final do ano anterior ficando com 14,3% do capital.
Actualmente esta Holding detém na totalidade o Grupo Botelho Moniz(Análises Clínicas), o Grupo SMIC(Imagiologia), e duas clinicas de cardiologia, a Cardioteste em Lisboa e o Centro de Cardiologia Moderna da Boavista no Porto.

Alguém me sabe informar sobre as contas desta Base Holding SGPS ?
 
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por vg1 » 29/11/2010 17:12

esta empresa fundamentalmente está atractiva
estou dentro a 0,76
 
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por Ulisses Pereira » 29/11/2010 17:27

Por que é que fundamentalmente está atractiva? Isso é que interessa saber porque é o mesmo que dizer que a acção está barata ou cara sem outro qualquer argumento.

Um abraço,
Ulisses
"Acreditar é possuir antes de ter..."

Ulisses Pereira

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por vg1 » 29/11/2010 18:46

Tens razão Ulisses,mas fiquei admirado ao analisar esta empresa.Concordo com a análise do HCC
 
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por Elias » 22/12/2010 19:03

Crédit Suisse reforça para mais de 5% na F. Ramada
22 Dezembro 2010 | 17:49
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O Crédit Suisse Group aumentou para mais de 5% a sua participação na F. Ramada.

O grupo suíço aumentou no passado dia 10 a sua participação na F. Ramada, com a aquisição de 500.000 acções.

Em comunicado à CMVM, a F. Ramada informa que o Crédit Suisse Group (CSG) passou a deter, após a compra de meio milhão de acções, um total de 1.486.016 acções da empresa portuguesa, representativas de 5,795% do seu capital social.

“As transacções líquidas representativas da alteração correspondem à transferência de posições existentes de clientes oriundas de outro custodiante”, sublinha o documento, acrescentando que “a entidade que adquiriu estas acções foi o Crédit Suisse AG”.

A participação de 1.486.016 acções é detida pelo Crédit Suisse AG.
 
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por EuroVerde » 23/12/2010 20:28

Um aspecto de triângulo descendente.
Pode quebrar em alta ou em baixa.
À medida que nos aproximamos do vértice a liquidez tende a ser na maioria dos casos menor.

A MM200 está a reprimir a acção e o suporte está na zona do 0,71/0,7 euros.

Caso rompa em alta a LTD pode disparar e voltar a cair, ou simplesmente lateralizar por mais uns meses.
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por heterocedastico25 » 5/1/2011 13:46

A F. Ramada está muito barata. Já tem resultados positivos e em recuperação, está a transaccionar a 46% do valor contabilístico (1.62), tem alguma dívida mas 70 milhões são financiamento de terrenos florestais que tem arrendados.
 
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por HCC » 13/1/2011 11:23

Noticia animadora para a actividade desta empresa

Produção de veículos ganha ânimo em 2010 PDF Imprimir E-mail

Até Outubro, sector regista subida de 24%. Principais fábricas do país também se encontram a produzir mais
in Jornal de Notícias, por Bruno Amorim e Armando Fonseca Júnior, 03-12-2010

“As dificuldades são como as montanhas. Só se aplainam quando avançamos sobre elas.”A indústria automóvel nacional parece estar a levar à letra a sabedoria popular japonesa. Numa difícil conjuntura económica, a produção de carros está a crescer, respondendo à maior procura dos mercados internacionais. Estes sinais positivos também se verificam nas principais fábricas do sector que estão instaladas no país.

Entre Janeiro e Outubro de 2010, produziram-se mais de 132 mil veículos em Portugal, uma subida de 24% face a 2009. Adão Ferreira, Secretário Técnico da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) ressalva que “ainda é um valor inferior aos verificados em 2007 e 2008” (150 mil veículos), mas admite que são “dados animadores”.

A indústria portuguesa dos componentes para automóveis exporta 80% das vendas “e foi fortemente condicionada pelo que se passa a nível internacional”, refere Adão Ferreira.

Nos primeiros 10 meses do ano, a Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, produziu 83 417 veículos. “Até ao final de 2010 estamos confiantes de que iremos aumentar a produção em 15%, face a 2009”, diz fonte oficial da unidade fabril.

A Autoeuropa justifica o crescimento da produção com “o lançamento dos modelos Volkswagen Sharan e SEAT Alhambra”e a necessidade de responder à procura externa. “O país para o qual produzimos mais (a Alemanha) está a recuperar”, acrescenta.

Já a fábrica PSA, de Mangualde, produzirá 43 700 veículos, o que vale uma escalada de 37% em relação a 2009. Perante este cenário, “a facturação prevista ronda os 370 milhões de euros em 2010”, assinala o director financeiro, Elísio Oliveira, que vê na “retoma do mercado” e no facto da empresa ter conseguido “resistir às ameaças da crise, ajustando-se ao novo contexto”, os principais motivos para o crescimento registado.

Durante este ano, PSA de Mangualde aumentou mesmo o seu efectivo de 900 para 1200 trabalhadores, sendo que essas 300 pessoas começaram a trabalhar no início de Novembro.

Também a Renault, em Cacia, que faz componentes para automóveis, incrementou actividade. “As previsões apontam para a subida da facturação de 194 milhões de euros para 230 milhões”, diz fonte oficial da marca francesa.

A unidade fabril da Renault exporta tudo o que produz e até teve de criar 100 postos de trabalho para dar resposta “à forte procura dos mercados internacionais”.

Por sua vez, a Mitsubishi Fuso Trucks, em Abrantes, fabricará 6000 veículos em 2010. “Teremos um crescimento na casa dos 100%. Contudo, esse valor estará ainda a 50% do obtido em 2008”, frisa o administrador Jorge Rosa.

Em Abril, a redução de encomendas forçou a Mitsubishi a acordar com os colaboradores um plano de redução do horário de trabalho de 20%, mas a reacção dos mercados inverteu a situação.

Quanto à seguinte montanha por aplainar, o próximo ano, a AFIA diz que ainda é uma incógnita. “É certo que a indústria sofrerá as consequências do fim dos incentivos ao abate na generalidade dos países europeus, pelo que não se prevêem grandes aumentos na produção”, estima.

Mas o futuro não deixa de ser visto com optimismo. A Autoeuropa refere que as suas “perspectivas para 2011 são positivas”, enquanto a PSA Mangualde espera “manter o actual nível de actividade e de emprego”.
Volkswagen Autoeuropa



A Autoeuropa, em Palmela, arrancou em 1991, um investimento de Volkswagen e da Ford de 1,97 mil milhões de euros. Em 1999, o Grupo Volkswagen assumiu a unidade, que já passou os 1,5 milhões de veículos produzidos. Em 2010, vai fabricar 100 mil carros.

* Local - Palmela
* Produção - VW Eos, VW Scirocco, VW Sharan e SEAT Alhambra
* 1300 milhões - Volume de negócios em 2009
* 3000 Trabalhadores

PSA Peugeot Citroën



A unidade fabril PSA Peugeot Citroen, em Mangualde, começou a operar em1962. A produção prevista para 2010 é de 47 300 veículos (modelos Citroën Berlingo e Peugeot Partner), o que representa um acréscimo de 37% em relação ao ano anterior.

* Local - Mangualde
* Produção- Citroën Berlingo, Berlingo First, Peugeot Partner e Peugeot Origin
* 370 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1200 - Trabalhadores

Renault Cacia

A fábrica Renault CACIA (Companhia Aveirense de Componentes para a Indústria Automóvel) nasceu em 1981. A unidade produz caixas de velocidades e componentes para motores. Este ano, o aumento da produção levou à contratação de 100 pessoas.

* Local - Cacia (Aveiro)
* Produção - Fabrico de caixas de velocidades e componentes para motores
* 230 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1100 - Trabalhadores

Mitsubishi Fuso Trucks Europe

Criada em 1980, a fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, Abrantes, produz o modelo Canter para mais de 30 países europeus. Esta unidade já fabricou mais de 150 mil veículos, sendo que vai produzir cerca de 6000 modelos da Canter em 2010.

* Local - Tramagal (Abrantes)
* Produção - Mitsubishi Canter
* 70 milhões - Volume de negócios em 2009
* 350 - Trabalhadores

RETOMA - SINAIS POSITIVOS A SURGIR

Unidade fabril
Cacia fabricará baterias
A construção, em Cacia, de uma fábrica da Renault Nissan para produzir baterias de carros eléctricos foi adiada para 2011. O plano prevê criar 200 empregos e 250 milhões de euros de investimento. Deverá estar a funcionar em 2012.

Carro eléctrico
Mobicar avança em 2011
A V.N. Automóveis, firma que faz carroçarias para a Isuzu, vai arrancar, no segundo semestre de 2011, com a montagem do Mobicar, carro eléctrico português desenvolvido pelo Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.

Mitsubishi Canter
Tramagal faz híbrido
Ainda em 2011, a fábrica Mitsubishi no Tramagal deverá começar a produzir uma versão híbrida do modelo de camião ligeiro da Canter. Esta nova aposta da marca vai permitir a exploração de novos mercados, como o Médio Oriente.
 
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por HCC » 13/1/2011 17:17

A capitalização bolsista desta empresa a estes valores de 0,7
é de tal forma baixa que não reflete minimamente o seu valor actual sequer
podendo este valor ser explicado apenas pela possível obtenção de resultados negativos no futuro.

Senão vejamos:
- Passivo total 135 Me
- Passivo área imobiliária 85 Me

A imobiliária é remunerada através de rendas durante os próximos 18 anos que atualmente
se cifram em 5,4 Me ou seja uma taxa de 6.5%, suficiente para cobrir o juro actual e acautelar possiveis subidas de tx de juro no futuro, razão pela qual a excluo desta avaliação.

- Passivo excluindo a área imobiliária 50 Me

- Contas a receber de clientes 30,6 Me
- Existências 21,8 Me

Apenas estas duas rubricas são suficientes para cobrir o restante passivo

Sendo que, a empresa ainda possui 20 Me em disponibilidades, ou seja, 0,8 euros por acção isto sem considerar sequer os restantes activos.

Esta é uma forma muito simplista de avaliação, até pq a empresa apesar da crise actual não chegou
sequer a apresentar resultados trimestrais negativos o que aumenta ainda mais a sua avaliação
mas o mercado costuma ter razão e parece entender que irá ter prejuizos no futuro, embora eu pessoalmente tenha dificuldade em acreditar nessa situção.
 
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por HCC » 21/1/2011 11:54

Produção Automóvel com crescimento de 26% em 2010

A produção automóvel cresceu no mês de Dezembro de 2010 quando comparada com o mês homólogo do ano anterior, tendo sido produzidos 14.096 veículos automóveis, ou seja, um acréscimo de 83,7% determinado pelo aumento da produção de ligeiros de passageiros (+79,6%), de comerciais ligeiros (+88,1%) e de veículos pesados (+322,5%).

Em termos acumulados, no período de Janeiro a Dezembro de 2010, saíram das linhas de fabrico nacionais 158.723 veículos o que corresponde a um aumento da produção de 26%, face ao ano anterior.


De salientar que as cinco fábricas de automóveis a operar em Portugal apresentaram taxas de crescimento homólogas muito significativas em 2010 e que são a seguir indicadas por ordem decrescente : VN Automóveis 129,3%; Mitsubishi 108,8%; Peugeot Citroen 37,3%; Toyota Caetano 29,8%; Autoeuropa 17,8%.

Do total dos 158.723 veículos produzidos em Portugal em 2010, 97,4% dos veículos destinaram-se ao mercado externo e, apenas, os restantes 2,6% se destinaram ao mercado nacional. Quanto às exportações por países de destino, 83,8% dos veículos foram para a UE-27 com a França e a Alemanha a ocuparem os primeiros lugares com 36,6% e 19,1% da produção exportada, respectivamente.

Estes números vêm confirmar o importante contributo do sector da indústria automóvel para as exportações do país. E isto num momento em que é fundamental aumentar as nossas exportações.


19.JAN. 2011 – PR/04

Gabinete de Comunicação da ACAP
Telefone directo: + 351 21 303 53 03
Email: mail@acap.pt
 
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por heterocedastico25 » 21/1/2011 16:30

E o potencial de ser retirada de bolsa pelos accionistas maioritários com uma oferta, mesmo que fosse "apenas" ao valor contabilístico!
 
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por HCC » 26/1/2011 2:34

Alguma informação sobre a atividade internacional desta empresa,
sendo que a obra para a bonduelle foi iniciada no último trimestre

( Retirado da apresentação de uma exposição em França)

Société – STORAX EQUIPEMENTS
Stand – E009
Présentation – Fabricant de solutions de stockage à
forte densité.
Faits marquants en 2010
◆ Changement de Direction : M. Francisco Vinals
remplace M. Bernard d’Aste
parti en retraite en Janvier
2010
◆ Réalisation d’un bâtiment
autoportant pour la société
Bonduelle de 25.000 palettes
en chambre froide négative
(38,50 mètres de hauteur)
◆ Réalisation d’une installation
en palettier mobile en
France de plus de 24.000 palettes Europe
Nouveautés 2010 prévues sur le salon
◆ Solution de stockage 100 % automatisée : I-Cube
dont une maquette sera présentée sur le salon

http://www.supplychainmagazine.fr/TOUTE ... log-49.pdf
 
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por HCC » 15/2/2011 16:32

Resultados anuais de 2010 - 11 de Março de 2011
 
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por HCC » 12/3/2011 12:19

Lucros da F. Ramada mais que duplicam em 2010
11 Março 2011 | 18:44
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As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.

As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.

Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.

O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.

Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.

Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
 
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por HCC » 13/3/2011 21:13

A análise destes resultados é um pouco dificil, pois não tenho os dados
referentes ao balanço que só serão publicados no relatório de contas final.

No entanto, a F.Ramada parece continuar a recuperar do início de ano extremamente mau
aproximando-se gradualmente da actividade pré-crise.

Este último trimestre, foi sofrivel o que já era algo esperado tendo em conta a forte subida dos
preços do aço, tendo no entanto as vendas mantido um desempenho em crescendo.

Os resultados porém sairam acima do que esperava, com a rubrica de outros proveitos a compensar
a perda de margens devido á subida dos preços do aço, no entanto sem o relatório final não posso analisar
até que ponto é que esses proveitos influenciaram os resultados.

De destacar ainda, a opinião da administração que me parece ser ligeiramente optimista para este ano.

Sendo assim, mantenho a minha aposta nesta empresa que penso estar bastante sub-avaliada em termos de capitalização bolsista.

Terminou 2010 com um PER inferior a 4 e EBITDA/Cap.Bolsista de 2 :shock:
 
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por Vodka7 » 14/3/2011 17:09

Lucros da F. Ramada mais que duplicam em 2010

As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.

As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.

Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.

O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.

Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.

Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
 
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por canguru » 14/3/2011 23:56

o volume foi de tal forma excepcional que até se ve no semanal.
Anexos
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por HCC » 15/3/2011 12:46

Produção automóvel em Portugal cresce mais de 44% até Fevereiro
15 Março 2011 | 11:29
Hugo Paula - hugopaula@negocios.pt
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A produção automóvel cresceu em termos homólogos nos primeiros dois meses do ano, com o contributo de todos dos tipos de veículos.
A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) divulgou que o número de automóveis produzidos nos primeiros dois meses deste ano ascendeu a 34.458, representando um crescimento de 44,1%. Os dados relativos apenas a Fevereiro dão conta da produção de 17.155 veículos, ou seja 39,1% acima do produzido no mesmo mês do ano passado.

O crescimento da produção de automóveis ligeiros de passeiros foi a maior nos primeiros dois meses do ano, crescendo 46% para 24.944 unidades.

Já relativamente apenas ao mês de Fevereiro o maior crescimento foi nos comerciais de passageiros, em que a produção avançou 43,2% para 4.389 unidades. A produção de veículos pesados cresceu 13,9% para 409 veículos em Janeiro.

Do número total de veículos produzidos em Fevereiro 98,5% foi destinado à exportação. Donde, a produção de veículos para exportação cresceu 40,6%, refere a ACAP.

A Volkswagen, que controla a Autoeuropa, foi responsável pela produção de 80% dos ligeiros de passageiros produzidos em Portugal nos primeiros dois meses do ano. Já a Citroën foi responsável por 48,8% dos comerciais ligeiros, enquanto a Mitsubishi produziu 80% dos veículos pesados feitos nos primeiros dois meses.
 
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