Mota Engil - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

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Deve ter sido o efeito SCO

por JUKIMSUNG » 29/5/2007 11:45

Mas como a Mota só subiu 10% parece-me que o caminho é nitidamente para cima.

Aqui concordo que em termos de fundamentais dificilmente se arranja melhor e tem uma pequena (enorme) particularidade esta empresa.

Construção (Nº1 em Portugal)
Parceria com a ACS (contrutora que domina os portos em espanha)
Várias opas a empresas portuárias
Martifer
Também já domina transporte ferroviário para espanha (para fazer a ligação a SINES, LISBOA, LEIXÕES)

Enfim, está aqui uma rica senhora em perspectiva. Aproveitei o amainar da Mota para entrar ao fecho de ontem nos 7,10. Aqueles 7,30 não têm força para a aguentar nem sequer até ao fim da semana. Agora deixam que quem quer mais valias saia satisfeito e daqui a uns tempos a malta regressa.
 
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MOTA

por Luka! » 29/5/2007 12:04

Lican Escreveu:
Oeiras Escreveu:esteve lá perto, mas segui-se um valente trambulhão de mais de 30 tiks. (alguém sabe porquê??)



Acho que o povo se assustou com a queda de 20% na Soares da Costa.
Mas não se vê o mesmo tipo de pânico nos outros títulos da bolsa de Lisboa pelo que devem ser vendas momentâneas para reduzir a pressão.

Lican.



Estou a aproveitar para reforçar na MOTA e qualquer consolidação do mercado beneficia a MOTA ...
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
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por Baiqueeuespero » 30/5/2007 6:57

Construção 2007-05-30 07:31
Resultado líquido da Mota-Engil sobe 35% no primeiro trimestre
A empresa de construção portuguesa liderada por António Mota anunciou hoje uma subida de 35,73% do seu lucro líquido para os 2,45 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, face aos 1,81 milhões de euros registados no mesmo período de 2006, e acima das estimativas dos analistas que apontavam para os 2,2 milhões de euros.

Tiago Silva

De acordo com um comunicado hoje emitido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Mota-Engil adianta que o seu lucro por acção cresceu 36,03% para os 0,0125 euros no período em análise face aos homólogos 0,0092 euros.

O volume de negócios da empresa aumentou 18,49% para os 319,71 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o compara com os 269,83 milhões de euros em igual período de 2006.

“Esta evolução do volume de negócios foi possível devido ao crescimento verificado pelas áreas de negócio Indústria e Energia (119%), e Ambiente e Serviços (113%), onde cerca de 27,1 milhões de euros são contributo do segmento da Logística. De registar ainda o contributo de cerca de 21,8 milhões de euros das concessionárias de auto-estradas”, esclarece a Mota-Engil.

Para o volume de negócios do Grupo a área de Engenharia e Construção contribuiu com 211 milhões de euros (face aos homólogos 228 milhões de euros); a área de Ambiente e Serviços com 51 milhões de euros (24 milhões de euros em 2006); a Indústria e Energia com 46,1 milhões de euros (contra os 21,5 milhões de euros de 2006); e a área de Concessões de transportes contribuiu com 21,8 milhões de euros.

A empresa sublinha que o seu EBITDA (resultados antes de gastos financeiros, impostos, depreciações e amortizações) progrediu 117,31% para os 55,61 milhões de euros nos primeiros três meses de 2007 face aos homólogos 25,59 milhões de euros, traduzindo-se numa margem EBITDA de 17,4% face aos 9,5% de 2006.

“Esta evolução deve-se ao contributo da área das concessões de transportes com um EBITDA de 20,7 milhões de euros e ao aumento verificado neste indicador na área de ambiente e serviços com a introdução das empresas do Grupo Tertir e a melhoria da margem EBIT no segmento de resíduos”, sublinha a Mota-Engil.

O EBIT aumentou 133,9% para os 30,21 milhões de euros no período em análise, contra os 12,91 milhões de euros registados no primeiro trimestre do ano passado, reflectindo “o constante aproveitamento das sinergias criadas pelo Grupo”.

O investimento do primeiro trimestre deste ano ascendeu a cerca de 64 milhões de euros, o que representa um crescimento de cerca de 51 milhões de euros face ao período homólogo, sendo “na sua quase totalidade efectuado em imobilizado corpóreo. Para esta evolução pesa sobretudo o contributo da área de concessões de transportes e do aumento ocorrido na indústria e energia”.

Devido ao peso que o endividamento sem recurso apresentou na área de concessões de transportes nos primeiros três meses, com a consolidação desta área pelo método da integração proporcional, a Mota-Engil apresenta pela primeira vez informação separada sobre o endividamento com recurso (que se situou nos 699 milhões de euros) e o endividamento sem recurso (que atingiu os 962 milhões de euros.

“A curva do endividamento com recurso do Grupo segue a sazonalidade tradicional do sector, verificando-se um crescimento, face a igual período de 2006. No que respeita ao endividamento sem recurso, este respeita na sua quase exclusividade à área de concessões de transportes, em particular às concessões do Grupo Aenor, ainda em fase de arranque”, refere a Mota-Engil.

Os resultados financeiros aumentaram 160,1% para os 25,87 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, face aos homólogos 9,95 milhões de euros, os quais foram negativamente influenciados pelo crescimento do endividamento e pelo incremento nas taxas de juro.

A carteira de encomendas da Mota-Engil no primeiro trimestre, manteve-se ao nível do valor apresentado em Dezembro do ano passado, ou seja, em cerca de 1,5 mil milhões de euros.

Para a carteira de encomendas do Grupo “a actividade internacional tem um peso cada vez mais significativo, quer por via de mercados bem conhecidos, como o Angolano, quer pela via da exploração de novos mercados, visível no incremento que o peso da carteira de encomendas da Europa Central teve sobre o total da carteira do Grupo”.

A Mota-Engil salienta que o peso relativo das áreas de negócio tem vindo a alterar-se devido à diversificação dos investimentos do Grupo, no entanto, a área de Engenharia e Construção é ainda responsável por mais de 60% das vendas e prestações de serviços do Grupo.

No primeiro trimestre de 2007, a construtora chegou a acordo com o BES para adquirir ao BCP as participações deste nas quatro concessionárias de auto-estradas do Grupo AENOR, e celebrou o contrato de concessão da Grande Lisboa com a LusoLisboa – Autoestradas da Grande Lisboa.

Durante o mês de Janeiro, a Mota-Engil recebeu uma dívida de entidade públicas angolanas no montante de cerca de 65 milhões de dólares, e entre Janeiro e Março procedeu à troca da participação que o Grupo detinha na Sols e Solsuni por uma participação qualificada na ParaRede.

A empresa reforçou ainda a sua posição nos terminais portuários de Lisboa, através da aquisição da Multiterminal (sociedade que detém 50% da Sotagus e 31,25% da Liscont).

Nos primeiros três meses do ano, a Martifer (empresa detida em 50% pela Mota-Engil) lançou juntamente com a indiana Suzlon Energy uma Oferta Pública de aquisição sobre a alemã REpower Systems.

A Mota-Engil anunciou no passado dia 25 de Maio o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre as acções que ainda não detém na Tertir, ou seja, 27,56% do capital.

A contrapartida ascende a 11,73 euros por acção, o que avalia a operação em 22,3 milhões de euros. O prazo da Oferta termina no próximo dia 8 de Junho.

A construtora nacional pagou, a partir do passado dia 30 de Abril, um dividendo de 11 cêntimos por acção aprovado em Assembleia Geral.

As acções da Mota-Engil fecharam a sessão de terça-feira a perder 0,42% para os 7,07€, tendo atingido um novo máximo histórico nos 7,40€.

Estimativas
As estimativas do BPI apontavam para que a empresa liderada por António Mota atingisse um resultado líquido de 2,2 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, o que representava uma subida de 23% face aos 1,8 milhões de euros registados em igual período do ano passado.

Em nota de análise publicada ontem, o banco adiantava que as vendas no negócio da construção apresentassem um recuo de 5% penalizadas pelo fraco crescimento do sector em Portugal

Quanto ao EBITDA, o BPI previa que atingisse os 49,5 mil milhões de euros entre Janeiro e Março, traduzindo um crescimento de 94% face aos 25,6 milhões de euros obtidos em igual período de 2006.

No total, e no período em análise, o banco estimava que as vendas alcançassem os 324,1 milhões de euros, mais 20% do que no período homólogo do ano passado e que as concessões
 
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por Kik1978 » 30/5/2007 16:18

Depois de um dia À benfica..ou seja uma nódoa e bermelho, gostei do arranque para o fecho nos 6,99. Recuperou do trambolho iniciale acabou a bater nos 7. Para mim foi o 2º melhor fecho...logo a seguir á SON...

aguardo comentários desta ESTRELA do PSI.

NOTA : Obviamente que tenho MOTA!
Não é tripeiro quem quer...é tripeiro quem PODE!
 
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por Oeiras » 30/5/2007 17:58

Tripeiro

Eu para já prefiro ficar de fora, ontem saltei e reentrei, hoje fuji bem acima dos 7, mas não gostei nada, e para ser sincero o fecho não me diz nada de especial, ainda para mais hoje foi saida de resulatdos, se olhares bem para o nosso PSI verifica o quem acontecido depois da saida dos resulatdos, quedas, independente de terem sido bons ou maus. Fica o alerta, mas cada um é livre de fazer o que bem entender

Um abraço
 
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por Baiqueeuespero » 31/5/2007 7:02

Grupos Mota-Engil e Brisa travam disputa por 558 km de auto-estradas no México
A rivalidade entre a Brisa e a Mota-Engil, que já tinha passado o território nacional e chegado ao Leste europeu, galgou o Atlântico e vai também rolar no mercado mexicano.

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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt


A rivalidade entre a Brisa e a Mota-Engil, que já tinha passado o território nacional e chegado ao Leste europeu, galgou o Atlântico e vai também rolar no mercado mexicano.

"Confirmo que a Mota-Engil formou um consórcio tendo em vista a sua apresentação ao concurso público internacional para a atribuição de quatro auto-estradas no México", adiantou Augusto Barros, administrador da Mota-Engil Concessões de Transportes, em declarações ao Jornal de Negócios.
 
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MOTA

por JUKIMSUNG » 31/5/2007 7:18

ainda em terreno negativo, mas sem explicação lógica.

Adquiri posição abaixo de 6,97.

Target para poder atacar novos máximos chegada silenciosa aos 7,30.

Com o lançamento da Martifer e as perspectivas criadas com os elevados lucros na Tertir, acho que deve estar quase a saltar para retomar o seu trajecto ascendente.

O meu target na Mota anda pelos 4% e hoje o sector acordou em excelente recuperação.
 
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Espero ainda ver aqui hoje um 1º

por JUKIMSUNG » 31/5/2007 7:30

ataque aos máximos a que cotou 2 dias atrás.

O volume já está a um nível engraçado e ainda nem saiu do sítio.

Target's 7,30, 7,80, 8 eur

Vamos lá ver se alcança e estabilza acima de 7;30 até 6ª feira.

Parece-me perfeitamente possível.
 
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por Baiqueeuespero » 5/6/2007 7:04

UBS sobe "target" da Mota-Engil para 8,00 euros
A UBS reviu em alta a sua avaliação para os títulos da Mota-Engil, dos 7,00 euros para os 8,00 euros, mantendo a recomendação de compra das acções da empresa liderada por António Mota. O novo preço-alvo definido para a construtora atribui à Mota-Engil um potencial de subida de 14,4% face ao fecho de ontem.

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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt


A UBS reviu em alta a sua avaliação para os títulos da Mota-Engil, dos 7,00 euros para os 8,00 euros, mantendo a recomendação de compra das acções da empresa liderada por António Mota. O novo preço-alvo definido para a construtora atribui à Mota-Engil um potencial de subida de 14,4% face ao fecho de ontem.

A casa de investimento suíça justifica a subida do "target" com a "maior carteira de encomendas em Portugal", o "IPO da Matifer, após o acordo com a REpower", "a maior avaliação para a Tertir" e também o "crescimento superior ao esperado em Angola".

Para os analistas Ignacio Sanz e Pedro Baptista os catalisadores para a Mota-Engil serão a dispersão da Martifer em bolsa, as novas concessões no Douro Litoral, novos contratos de energia eólica em Portugal e na Europa de Leste, bem como a potencial reestruturação da Tertir.

No médio-prazo, os projectos do comboio de alta velocidade e do novo aeroporto de Lisboa serão os catalisadores para o papel.

A UBS acrescenta que a Mota-Engil, através do consórcio do qual fazem parte também a Brisa e o BES, está bem posicionada para conquistar o contrato de concessão do novo aeroporto.
 
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por Nyk » 6/6/2007 17:15

Consórcio da Brisa/Mota-Engil procura operador aeroportuário que terá participação minoritária
O consórcio da Brisa e da Mota-Engil para o novo aeroporto de Lisboa está à procura de um operador aeroportuário internacional, que terá uma participação minoritária no consórcio candidato à privatização da ANA e construção do novo aeroporto.

Tiago Silva

O presidente da comissão executiva do consórcio, Joaquim Evaristo da Silva, que falava à margem do V Fórum Infra-estruturas 'Novo Aeroporto - Ota', disse que o consórcio "Asterion" (Mota-Engil, Brisa, Somague, BCP, BES e Caixa Geral de Depósitos) está à procura de um operador aeroportuário "que não queira uma posição dominante", escusando-se a adiantar nomes.

"É prematuro estar a adiantar nomes", afirmou o presidente da Comissão Executiva do consórcio, segundo avança a Lusa, acrescentando que "gregos, americanos e asiáticos querem constituir consórcios em que detenham uma posição minoritária".

Questionado sobre a hipótese do operador aeroportuário ter uma posição accionista no consórcio, Joaquim Evaristo da Silva disse que "não é óbvio que o operador tenha de ter uma posição accionista. Pode ter ou não ter", acrescentando que esta é uma hipótese que está em estudo, devendo o anúncio final ser feito em Julho.

Por seu turno, o presidente da Mota-Engil, António Mota disse que o grupo que preside "concordará sempre com a privatização da ANA e com a construção do novo aeroporto de Lisboa, seja onde for".

"O lóbi da construção vai fazer o aeroporto seja onde for", disse, acrescentando que a privatização da ANA "abre maiores perspectivas para quem concorre à construção, nomeadamente se o concurso for ganho por parceiros do sector aeroportuário".

"Queremos participar na construção e gestão da maior infra-estrutura portuguesa", sublinhou António Mota, defendendo que a construção do novo aeroporto na Ota é "exequível".
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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por Nyk » 8/6/2007 17:01

Mota-Engil é a preferida para ganhar concessão de auto-estrada na Hungria


08/06/2007


A Mota-Engil faz parte da "short-list" de três empresas candidatas a construir e explorar dois lanços de auto-estrada na Hungria, anunciou, hoje, o Governo húngaro. De fora, ficou o consórcio liderado pela Brisa.

O ministro da Economia da Hungria anunciou esta tarde que o consórcio liderado pela Mota-Engil é o preferido para construir e explorar dois lanços de auto-estrada no país, um de 49 quilómetros e outro de 30,2 quilómetros. O vencedor deverá ser anunciado no próximo mês de Novembro.

O consórcio liderado pela construtora portuguesa, o Alisca Sopianae, é constituído pela Hochtief PPP Solutions GmbH, a Macquarie Investment Management e a empresa húngara Euroaszfalt.

De fora da "short-list" ficou a Brisa que tinha concorrido a este projecto em parceria com a FCC Construcción, a Alpine Mayereder Baú, a Swietelsky Baugesellschaft, e a MSF.

Da lista final fazem ainda parte o consórcio liderado pela Strabag e o outro liderado pela empresa Bilfinger Berger GmbH.
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por Nyk » 12/6/2007 6:11

Mota e irmãos Martins não podem vender acções da Martifer durante seis meses
A Mota-Engil e MTO, dos irmãos Martins, são os maiores accionistas da Martifer sendo que não poderão vender acções da companhia, nos seis meses posteriores à admissão da companhia da praça portuguesa.

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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt


A Mota-Engil e MTO, dos irmãos Martins, são os maiores accionistas da Martifer sendo que não poderão vender acções da companhia, nos seis meses posteriores à admissão da companhia da praça portuguesa.

A Mota-Engil e a MTO controlam cada uma metade do capital da Martifer, sendo que se o aumento de capital de 25% for integralmente subscrito, ambas as companhias verão a sua posição reduzida para 37,5%.

De acordo com o prospecto, ambas as empresas acordaram com os bancos responsáveis pela operação que nos 180 dias posteriores à entrada da Martifer em Bolsa, não poderão vender acções da empresa. "A Martifer, a Mota-Engil e a MTO assumiram o compromisso, perante os membros do sindicato de colocação, [...] de não emitir, não realizar ofertas, não vender nem prometer vender, não dar de penhor nem de outro modo dispor, directa ou indirectamente, de acções representativas do capital da Martifer".

Só o poderão fazer se obtiverem o consentimento prévio e por escrito do BES Investimento e do CaixaBI, os bancos responsáveis pela operação de dispersão dos títulos em bolsa.

Um dos riscos identificados pela Martifer, no que diz respeito à OPS, é precisamente o facto de "o preço de mercado das acções poder ser influenciado negativamente por vendas posteriores de acções pelos actuais accionistas da Martifer".

Apesar de admitir que poderá ter que recorrer a aumentos de capital para financiar a sua actividade, a Martifer também está impedida de, nos próximos seis meses, fazer qualquer emissão de acções, ou outros títulos comparáveis.
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por kumbu » 12/6/2007 7:48

Pela declaração do millenium parece haver um impacto negativo na mota-engil com a IPO da Martifer. É assim? de facto parecem estar a corrigir apesar do aparente sucesso da operação :?
 
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por Nyk » 12/6/2007 19:51

Mota-Engil conclui OPA sobre a Tertir com sucesso


12/06/2007


A Mota-Engil concluiu com sucesso as ofertas públicas de aquisição lançadas sobre a Tertir e a Ternor, garantindo mais de 90% do capital de ambas as empresas, participações que lhe permite retirar as duas companhias da bolsa portuguesa. O investimento nas duas OPA foi de 290 milhões de euros.

Segundo o apuramento dos resultados da OPA, publicados hoje, a Mota-Engil comprou 1.660.946 acções da Tertir na oferta, tendo nesta operação gasto um total de 19,48 milhões de euros. Na OPA a Mota comprou 24% do capital da Tertir, reforçando a sua posição para 98,87%. No início deste ano, já depois do lançamento da OPA, a Mota tinha comprado 36,3% da Tertir, por 36,9 milhões de euros, reforçando na altura a sua posição para 70,3%.

Na OPA sobre a Ternor, a empresa liderada por António Mota comprou 20.235 acções por 361 mil euros, passando a controlar 97,68% do capital da companhia.

A contrapartida oferecida foi de 11,73 euros por cada acção da Tertir e de 17,84 euros por cada acção da Ternor.

Tendo garantido mais de 90% do capital de ambas as empresas, a Mota-Engil deverá avançar para uma OPA potestativa sobre as duas companhias, tal como tinha avançado no lançamento da oferta, sendo o objectivo retirar a Tertir e a Ternor da praça portuguesa.

A Mota-Engil tinha já avançado que gastaria 138 milhões na aquisição do Grupo Tertir. A construtora oferece 80 milhões de euros pelo capital do Grupo Tertir e assume também a sua dívida no valor de 134 milhões de euros, mas como venderá activos no montante de 76 milhões de euros, o valor final perfaz os 138 milhões.
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por aa » 13/6/2007 9:29

Tem tudo para subir mas está a corrigir porque os mercados em geral também estão a corrigir. Vamos ver é se se vai manter assim por muito mais tempo com o efeito Martifer.


cps,

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por aa » 13/6/2007 21:26

Por acaso estou bastante supreendido com o comportamento da Mota Engil. Seria natural que a euforia em torno do IPO da Martifer alastrasse à própria Mota quanto mais não fosse porque esta vai encaixar um montante de umas largas centenas de M. € e vai permanecer com 75% do capital da Martifer, uma empresa que o mercado deverá valorar muito bem.


cps,

AA
 
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por aa » 15/6/2007 6:26

Procura da Martifer já supera mais de 30% a oferta, logo:

1) O encaixe da Mota Engil vai ficar ao nível do topo definido pelo intervalo preços anunciado no IPO;

2) O rateio elevado torna pouco interessante a aquisição de Martifer via IPO devido às reduzidas quantidades disponibilizadas, deixando como opção mais viável o investimento indirecto na Martifer via Mota Engil para através desta se poder beneficiar da subida que aquela deverá ter logo no inicio da sessão que certamente acabará por contagiar de imediato a casa mãe.

cps,

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por aa » 15/6/2007 6:33

AA Escreveu:Procura da Martifer já supera mais de 30% a oferta, logo:

1) O encaixe da Mota Engil vai ficar ao nível do topo definido pelo intervalo preços anunciado no IPO;

2) O rateio elevado torna pouco interessante a aquisição de Martifer via IPO devido às reduzidas quantidades disponibilizadas, deixando como opção mais viável o investimento indirecto na Martifer via Mota Engil para através desta se poder beneficiar da subida que aquela deverá ter logo no inicio da sessão que certamente acabará por contagiar de imediato a casa mãe.

cps,

AA


:oops:

A procura da Martifer já supera mais 30 vezes a oferta e não em 30%, tal como escrevi acima.

cps,

AA
 
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por Nyk » 15/6/2007 16:29

Tertir diz Mota-Engil controla 98,87 pct capital


15/06/2007


LISBOA, 15 Jun (Reuters) - A Mota-Engil Ambiente e Serviços (MEAS), da Mota-Engil , detém 98,87 pct do capital social da Tertir-Terminais de Portugal e 98,83 pct dos respectivos direitos de voto, na sequência do 'takeover' lançado sobre a empresa de terminais, anunciou a Tertir.

"(...) em consequência do apuramento de resultados da OPA geral e obrigatória lançada pela Mota-Engil, Ambiente e Serviços sobre o capital social da Tertir (...) são imputáveis à MEAS um total de 6.821.780 acções correspondentes a 98,87 pct do capital social e 98,83 pct dos direitos de voto", refere em comunicado.

A Mota-Engil lançou em Outubro de 2006 uma Oferta Pública de Aquisição sobre a Tertir e a Ternor-Sociedade de Exploração de Terminais.

Negociaram-se 603.606 acções da Mota-Engil que fecharam a subir 1,43 pct para 7,10 euros.
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por aa » 15/6/2007 20:35

Acho espantoso é que no actual contexto, o pessoal não esteja a ligar nada à Mota. Parece-me que não vai ser assim por muito mais tempo. A ver vamos!

cps,

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por tiopatinhas » 18/6/2007 9:26

Alguém que nos actualize o gráfico pois parece-me estar a formar uma bandeira. Mas não sei ver os targets.
Obrigado e um abraço
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por tiopatinhas » 18/6/2007 22:45

Por favor, alguém que confirme ou infirme a hipotética bandeira da Mota :!:
Será? Como determinar o ponto base? 6,37?
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por tiopatinhas » 19/6/2007 12:34

Aqui os caldeireiros andam muito distraídos com a nossa MOta... isto é que é acelerar :wink: estamos numa recta e a meta ainda está longe. Contem com novos máximos e os 8 ali à porta...
Um abraço
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por Cali » 19/6/2007 15:59

pronto, Tio Patinhas, não estás só, eu estou contigo. :) Ficas mais satisfeito? :wink:
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por aa » 19/6/2007 17:44

Cali Escreveu:pronto, Tio Patinhas, não estás só, eu estou contigo. :) Ficas mais satisfeito? :wink:


Já somos dois... :wink:

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