EDP fugindo à escuridão
Será um duplo topo????
Estive a ver o gráfico final de hoje da EDP e...
Parece-me que estamos mais próximos de um duplo topo de que uma arrancada.
(repare-se no principio de Junho e final de Julho)
Parece-me que estamos mais próximos de um duplo topo de que uma arrancada.
(repare-se no principio de Junho e final de Julho)
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Na semana passada deixei aqui a minha visão sobre a EDP, tendo chamado a atenção para o fecho acima de 4,28 (o segundo mais alto desde 1997) e para a formação de uma possível bandeira, que acabava de ser quebrada em alta.
Nos dias que se seguiram a EDP retraiu mas manteve-se acima da linha de oferta da bandeira, pelo que tudo indica tratar-se de um reteste. Hoje arrancou novamente e voltou aos 4,28 pelo que as perspectivas altistas se mantêm.
Segue gráfico actualizado (ainda sem a sessão de hoje).
Nos dias que se seguiram a EDP retraiu mas manteve-se acima da linha de oferta da bandeira, pelo que tudo indica tratar-se de um reteste. Hoje arrancou novamente e voltou aos 4,28 pelo que as perspectivas altistas se mantêm.
Segue gráfico actualizado (ainda sem a sessão de hoje).
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Modelo de privatização -é uma solução muito inteligente e positiva- para EDP
12/10/2007
O modelo da próxima fase de privatização da EDP escolhido pelo Governo e que passa pela emissão de obrigações convertíveis agrada tanto ao presidente executivo como ao presidente do conselho geral e de supervisão da eléctrica.
António Mexia e Antonio de Almeida consideraram que esta é uma "solução inteligente" e que dá estabilidade à estrutura accionista da EDP, de acordo com declarações proferidas à margem da iniciativa "Energy Bus" para promover a eficiência energética.
António Mexia declarou aos jornalistas "esta é uma solução muito inteligente e positiva para a empresa".
O CEO da EDP explicou que "esta solução que tem opção de no final pagar em dinheiro ou com acções é sobretudo positiva no contexto actual em que o sector energético está em mudança".
Lembrando que Portugal é o país da Europa em que o Estado tem uma participação mais reduzida no capital de uma eléctrica nacional, António Mexia salientou que desta forma, "independentemente do prazo que o Governo venha a fixar, o Estado vai deter a actual posição por um prazo de cinco anos ou mais".
Também António de Almeida, presidente do conselho geral e de supervisão da eléctrica, partilha desta visão. "Este modelo, que já foi utilizado na última fase de privatização, permite que o Estado, juntamente com a Caixa Geral de Depósitos, mantenha 15% na EDP", o que é "uma posição muito confortável que assegura e até reforça a estabilidade accionista da empresa".
Sobre o impacto deste modelo no valor das acções, António Mexia afirmou que o preço "deve ser única e exclusivamente determinado pelo crescimento e capacidade de gerar valor da empresa".
O CEO da EDP recordou o plano estratégico, cujo "driver" é o aumento doa valor das acções a través do crescimento operacional da empresa.
fonte: www-bpionline.pt
12/10/2007
O modelo da próxima fase de privatização da EDP escolhido pelo Governo e que passa pela emissão de obrigações convertíveis agrada tanto ao presidente executivo como ao presidente do conselho geral e de supervisão da eléctrica.
António Mexia e Antonio de Almeida consideraram que esta é uma "solução inteligente" e que dá estabilidade à estrutura accionista da EDP, de acordo com declarações proferidas à margem da iniciativa "Energy Bus" para promover a eficiência energética.
António Mexia declarou aos jornalistas "esta é uma solução muito inteligente e positiva para a empresa".
O CEO da EDP explicou que "esta solução que tem opção de no final pagar em dinheiro ou com acções é sobretudo positiva no contexto actual em que o sector energético está em mudança".
Lembrando que Portugal é o país da Europa em que o Estado tem uma participação mais reduzida no capital de uma eléctrica nacional, António Mexia salientou que desta forma, "independentemente do prazo que o Governo venha a fixar, o Estado vai deter a actual posição por um prazo de cinco anos ou mais".
Também António de Almeida, presidente do conselho geral e de supervisão da eléctrica, partilha desta visão. "Este modelo, que já foi utilizado na última fase de privatização, permite que o Estado, juntamente com a Caixa Geral de Depósitos, mantenha 15% na EDP", o que é "uma posição muito confortável que assegura e até reforça a estabilidade accionista da empresa".
Sobre o impacto deste modelo no valor das acções, António Mexia afirmou que o preço "deve ser única e exclusivamente determinado pelo crescimento e capacidade de gerar valor da empresa".
O CEO da EDP recordou o plano estratégico, cujo "driver" é o aumento doa valor das acções a través do crescimento operacional da empresa.
fonte: www-bpionline.pt
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Privatização da EDP prevê -recompra- pelo Estado
12/10/2007
O modelo escolhido pelo Governo para a nova fase de reprivatização da EDP, com a emissão de obrigações convertíveis em acções, permite ao Estado reembolsar no fim do prazo os investidores pelo valor dos títulos, mantendo-os assim em seu poder.
O Conselho de Ministros aprovou ontem o Decreto-Lei para a 7ª fase de reprivatização da eléctrica, que prevê a alienação de até 5% dos 20,38% que a Parpública detém no capital da EDP.
O modelo escolhido para a operação, que o Jornal de Negócios avançou esta quarta-feira, tem a vantagem de permitir ao Estado garantir já o encaixe, mantendo os direitos inerentes à participação a alienar e salvaguardando a estabilidade accionista da EDP.
O Governo que estiver em exercício no fim do prazo definido para as obrigações poderá ainda optar por reembolsar os investidores, mantendo a participação no capital.
Esta solução permite conciliar os interesses do Governo e do presidente da EDP, António Mexia, que se manifestou publicamente contra uma nova privatização, devido à necessidade de estabilidade accionista no período de forte expansão que a empresa atravessa.
Ao preço de fecho de hoje, nos 4,30 euros, a venda de até 5% do capital da EDP permitiria ao Estado um encaixe de 786,15 milhões de euros, um valor que supera os 675 milhões que o Governo precisa para cumprir o plano de privatizações deste ano. As condições da operação serão definidas posteriormente.
12/10/2007
O modelo escolhido pelo Governo para a nova fase de reprivatização da EDP, com a emissão de obrigações convertíveis em acções, permite ao Estado reembolsar no fim do prazo os investidores pelo valor dos títulos, mantendo-os assim em seu poder.
O Conselho de Ministros aprovou ontem o Decreto-Lei para a 7ª fase de reprivatização da eléctrica, que prevê a alienação de até 5% dos 20,38% que a Parpública detém no capital da EDP.
O modelo escolhido para a operação, que o Jornal de Negócios avançou esta quarta-feira, tem a vantagem de permitir ao Estado garantir já o encaixe, mantendo os direitos inerentes à participação a alienar e salvaguardando a estabilidade accionista da EDP.
O Governo que estiver em exercício no fim do prazo definido para as obrigações poderá ainda optar por reembolsar os investidores, mantendo a participação no capital.
Esta solução permite conciliar os interesses do Governo e do presidente da EDP, António Mexia, que se manifestou publicamente contra uma nova privatização, devido à necessidade de estabilidade accionista no período de forte expansão que a empresa atravessa.
Ao preço de fecho de hoje, nos 4,30 euros, a venda de até 5% do capital da EDP permitiria ao Estado um encaixe de 786,15 milhões de euros, um valor que supera os 675 milhões que o Governo precisa para cumprir o plano de privatizações deste ano. As condições da operação serão definidas posteriormente.
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Deixo aqui a minha visão sobre a EDP.
O cotação parece-me ter dado dois fortes sinais de alta quase em simultâneo.
Por um lado, o fecho acima de 4,28 (linha a tracejado), o que acontece pela primeira vez desde Fevereiro e, note-se, pela segunda vez desde 1997.
Apenas em Fevereiro último houve um fecho mais acima (4,34) mas este ataque dos "toiros" foi prontamente anulado.
Por outro lado, identifico uma longuíssima bandeira que se desenvolveu ao longo de 8 meses e da qual a cotação acaba de sair pelo lado de cima. Não sei se é correcto considerar bandeiras com um horizonte temporal tão longo, mas se for aplicável, o price target seria na casa dos 5 euros
Dois gráficos em anexo com a bandeira e a linha dos 4,28.
Saudações,
Elias
O cotação parece-me ter dado dois fortes sinais de alta quase em simultâneo.
Por um lado, o fecho acima de 4,28 (linha a tracejado), o que acontece pela primeira vez desde Fevereiro e, note-se, pela segunda vez desde 1997.
Apenas em Fevereiro último houve um fecho mais acima (4,34) mas este ataque dos "toiros" foi prontamente anulado.
Por outro lado, identifico uma longuíssima bandeira que se desenvolveu ao longo de 8 meses e da qual a cotação acaba de sair pelo lado de cima. Não sei se é correcto considerar bandeiras com um horizonte temporal tão longo, mas se for aplicável, o price target seria na casa dos 5 euros
Dois gráficos em anexo com a bandeira e a linha dos 4,28.
Saudações,
Elias
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Ibersecurities avalia EDP a 5,21 euros e diz que acções estão baratas
11/10/2007
A casa de investimento espanhola afirma que as acções da EDP estão baratas e elogia a estratégia de António Mexia de apostar nas eólicas nos EUA, o que coloca a eléctrica nacional entre os grandes "players" do sector, em linha com a Iberdrola. A Ibersecurities subiu a avaliação do título para os 5,21 euros.
Num estudo publicado hoje, a Ibersecurities aumentou o preço-alvo das acções da Energias de Portugal (EDP) [EDP] dos 4,65 euros para os 5,21 euros.
O banco de investimento, que pertence ao grupo espanhol Sabadell, elogia a estratégia de investimento da Energias de Portugal (EDP) [EDP], nomeadamente o enfoque nas energias eólicas e na consolidação em Espanha através da Hidrocantábrico.
A nova avaliação tem implícita um potencial de valorização de mais de 20%, o que leva o banco a emitir uma recomendação de "comprar".
O analista Jorge González Sadornil diz que com a aposta nas renováveis nos Estados Unidos da América, a EDP antecipou-se a muitos dos "players" do sector.
A Ibersecurities compara mesma a empresa liderada por António Mexia à espanhola Iberdrola que também irá colocar em bolsa a sua divisão das renováveis, a Iberenova.
Segundo o analista, este poderá ser um "driver" para a EDP que também planeia dispersar em bolsa a NEO, provavelmente em 2008.
As acções da EDP estão a negociar em alta de 1,66% para os 4,28 euros.
11/10/2007
A casa de investimento espanhola afirma que as acções da EDP estão baratas e elogia a estratégia de António Mexia de apostar nas eólicas nos EUA, o que coloca a eléctrica nacional entre os grandes "players" do sector, em linha com a Iberdrola. A Ibersecurities subiu a avaliação do título para os 5,21 euros.
Num estudo publicado hoje, a Ibersecurities aumentou o preço-alvo das acções da Energias de Portugal (EDP) [EDP] dos 4,65 euros para os 5,21 euros.
O banco de investimento, que pertence ao grupo espanhol Sabadell, elogia a estratégia de investimento da Energias de Portugal (EDP) [EDP], nomeadamente o enfoque nas energias eólicas e na consolidação em Espanha através da Hidrocantábrico.
A nova avaliação tem implícita um potencial de valorização de mais de 20%, o que leva o banco a emitir uma recomendação de "comprar".
O analista Jorge González Sadornil diz que com a aposta nas renováveis nos Estados Unidos da América, a EDP antecipou-se a muitos dos "players" do sector.
A Ibersecurities compara mesma a empresa liderada por António Mexia à espanhola Iberdrola que também irá colocar em bolsa a sua divisão das renováveis, a Iberenova.
Segundo o analista, este poderá ser um "driver" para a EDP que também planeia dispersar em bolsa a NEO, provavelmente em 2008.
As acções da EDP estão a negociar em alta de 1,66% para os 4,28 euros.
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Iberdrola Renovables impulsiona EDP
10/10/2007
A dispersão em bolsa da "holding" de energias renováveis da Iberdrola está a ser um catalisador para as acções da EDP, com a colocação no mercado da empresa espanhola a servir de bitola para avaliar o valor potencial das renováveis da eléctrica portuguesa.
Ontem, o efeito Renovables levou a EDP, que admite cotar o negócio de energias alternativas em 2008, a subir mais de 2% em bolsa, com mais de 20 milhões de acções transaccionadas.
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[b]fonte: www.bpionline.pt[/b]
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10/10/2007
A dispersão em bolsa da "holding" de energias renováveis da Iberdrola está a ser um catalisador para as acções da EDP, com a colocação no mercado da empresa espanhola a servir de bitola para avaliar o valor potencial das renováveis da eléctrica portuguesa.
Ontem, o efeito Renovables levou a EDP, que admite cotar o negócio de energias alternativas em 2008, a subir mais de 2% em bolsa, com mais de 20 milhões de acções transaccionadas.
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[b]fonte: www.bpionline.pt[/b]
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Em termos de prespectivas futuras para a EDP, prevejo as melhores por algumas boas razões que volta e meia gosto de relembrar.
Durante muito tempo discutia-se a gestão da EDP e o seu Presidente era constantemente um gestor a parazo neste momento já ninguém fala no assunto, porque a gestão é forte é uma gestão com planos a curto médio e longo prazo e há uma excelente articulação com o governo.
Em boa hora abandonou, em meu entender viu-se livre do negócio das telecomunicações e centrou-se no seu cor, apostou forte nas renováveis e no gás onde tem excelentes parcerias.
Depois de reunidas, todas as condições acima apontadas, não faltam certamente no futuro, noivas onde possa casar as suas aréas de negócio, quem quer investir procura Empresas sólidas e com projectos crediveis, susceptíveis de rentabilzar o seu investimento.É básico mas nunca é demais relembar.
A questão dá participação Estatal, que muitos apontam como um travão a entrada de eventuais expeculadores no título e também determinados investidores, tem por força dos normativos Comunitários de ser reduzida ou até banida um dia e nesse dia, quando isso acontecer também já é tarde para quem pretende ganhar dinheiro com o título.
Em termos técnicos o Ulisses tem defendido se bem percebi que para quem esta fora do título seria recomendável uma entrada só acima dos valores de máximos dos últimos seis meses que se situam por volta dos 4,35 - 4,40 se não estou em erro, pessoalmente penso que não se deve de perder a oportunidade de negociar por hora o título neste valores entre os 4,04 e os 4,30 é um extensso intervalo e em alturas de alguma turbulência no mercado até não se tem portado mal.
É a minha opinião, sem a pretensão de estar certo, e não constitui nenhuma recomendação de compra como é óbvio.
sol
Durante muito tempo discutia-se a gestão da EDP e o seu Presidente era constantemente um gestor a parazo neste momento já ninguém fala no assunto, porque a gestão é forte é uma gestão com planos a curto médio e longo prazo e há uma excelente articulação com o governo.
Em boa hora abandonou, em meu entender viu-se livre do negócio das telecomunicações e centrou-se no seu cor, apostou forte nas renováveis e no gás onde tem excelentes parcerias.
Depois de reunidas, todas as condições acima apontadas, não faltam certamente no futuro, noivas onde possa casar as suas aréas de negócio, quem quer investir procura Empresas sólidas e com projectos crediveis, susceptíveis de rentabilzar o seu investimento.É básico mas nunca é demais relembar.
A questão dá participação Estatal, que muitos apontam como um travão a entrada de eventuais expeculadores no título e também determinados investidores, tem por força dos normativos Comunitários de ser reduzida ou até banida um dia e nesse dia, quando isso acontecer também já é tarde para quem pretende ganhar dinheiro com o título.
Em termos técnicos o Ulisses tem defendido se bem percebi que para quem esta fora do título seria recomendável uma entrada só acima dos valores de máximos dos últimos seis meses que se situam por volta dos 4,35 - 4,40 se não estou em erro, pessoalmente penso que não se deve de perder a oportunidade de negociar por hora o título neste valores entre os 4,04 e os 4,30 é um extensso intervalo e em alturas de alguma turbulência no mercado até não se tem portado mal.
É a minha opinião, sem a pretensão de estar certo, e não constitui nenhuma recomendação de compra como é óbvio.
sol
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EDP acorda compra de 190 turbinas eólicas à Suzlon
A EDP-Energias de Portugal acordou comprar à Suzlon Wind Energy 190 turbinas eólicas, correspondentes a uma capacidade de 400 megawatts (MW), para projectos da subsidiária da eléctrica Horizon Wind, de acordo com um comunicado emitido hoje.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A EDP-Energias de Portugal acordou comprar à Suzlon Wind Energy 190 turbinas eólicas, correspondentes a uma capacidade de 400 megawatts (MW), para projectos da subsidiária da eléctrica Horizon Wind, de acordo com um comunicado emitido hoje.
O acordo prevê uma distribuição idêntica para 2008 e 2009 em termos de capacidade, mais precisamente, 95 turbinas S88 de 2,1 MW, o que corresponde a 200 MW por ano.
A Suzlon assumirá no âmbito deste acordo a operação, manutenção e serviço das turbinas eólicas por um prazo de dois anos, com a opção de vir a ser alargado até cinco anos.
"Este acordo vem reforçar ainda mais a capacidade de realização do ambicioso plano que a EDP se propõe fazer nos próximos anos e ficam praticamente fechadas as nossas necessidades de aerogeradores até ao final de 2009", referiu o presidente da eléctrica, António Mexia não adiantando, no entanto, o valor do acordo.
fonte:www.negocios.pt
A EDP-Energias de Portugal acordou comprar à Suzlon Wind Energy 190 turbinas eólicas, correspondentes a uma capacidade de 400 megawatts (MW), para projectos da subsidiária da eléctrica Horizon Wind, de acordo com um comunicado emitido hoje.
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A EDP-Energias de Portugal acordou comprar à Suzlon Wind Energy 190 turbinas eólicas, correspondentes a uma capacidade de 400 megawatts (MW), para projectos da subsidiária da eléctrica Horizon Wind, de acordo com um comunicado emitido hoje.
O acordo prevê uma distribuição idêntica para 2008 e 2009 em termos de capacidade, mais precisamente, 95 turbinas S88 de 2,1 MW, o que corresponde a 200 MW por ano.
A Suzlon assumirá no âmbito deste acordo a operação, manutenção e serviço das turbinas eólicas por um prazo de dois anos, com a opção de vir a ser alargado até cinco anos.
"Este acordo vem reforçar ainda mais a capacidade de realização do ambicioso plano que a EDP se propõe fazer nos próximos anos e ficam praticamente fechadas as nossas necessidades de aerogeradores até ao final de 2009", referiu o presidente da eléctrica, António Mexia não adiantando, no entanto, o valor do acordo.
fonte:www.negocios.pt
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Teixeira dos Santos admite privatizar nova parcela da EDP ainda este ano
09/10/2007
O ministro das Finanças admitiu hoje, no Luxemburgo, acelerar a venda de parte da participação que o Estado ainda detém na EDP - Energias de Portugal, para cumprir o objectivo de angariar 950 milhões com privatizações este ano.
Fernando Teixeira dos Santos, que falava à entrada de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia (UE), a que preside, disse que a EDP está no programa de privatizações do Governo e que o cumprimento do objectivo orçamentado pode tornar necessário fazer uma operação até ao final do ano.
"Temos um objectivo de obtenção de receitas de privatização para o ano 2007 e, para atingirmos esse objectivo, poderá, de facto, tornar-se necessário ainda este ano a realização de uma operação de privatização, que poderá ser eventualmente a EDP", afirmou Teixeira dos Santos, citado pela Lusa.
"Para efeitos de mais de curto prazo de obtenção do encaixe financeiro necessário à obtenção do objectivo que nos propomos este ano em termos de dívida (...) isso pode vir a acelerar um pouco mais a operação da EDP", acrescentou.
O semanário Expresso noticiou, na sua edição de 5 de Outubro, que as Finanças estão a preparar "a privatização de 4% da EDP para o caso de Moçambique não pagar os 700 milhões de dólares que ainda faltam pela transferência da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa".
"A receita não faz parte dos 950 milhões de euros que o Governo prevê encaixar este ano com privatizações, mas poderia ser suficiente para dispensar novas operações", refere o jornal, acrescentando que, "neste momento, faltam ainda 605 milhões de euros que é um valor não muito distante da verba que pode chegar de Maputo a qualquer momento".
No Luxemburgo, Teixeira dos Santos afirmou que a possível privatização de uma nova tranche da EDP até ao final do ano é independente do pagamento da verba relativa a Cahora-Bassa.
"É uma operação a fazer independentemente do timing do governo moçambicano em efectuar o pagamento a cordado em relação a Cahora-Bassa", disse o ministro, segundo a Lusa.
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fonte:www.bpionline.pt
09/10/2007
O ministro das Finanças admitiu hoje, no Luxemburgo, acelerar a venda de parte da participação que o Estado ainda detém na EDP - Energias de Portugal, para cumprir o objectivo de angariar 950 milhões com privatizações este ano.
Fernando Teixeira dos Santos, que falava à entrada de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia (UE), a que preside, disse que a EDP está no programa de privatizações do Governo e que o cumprimento do objectivo orçamentado pode tornar necessário fazer uma operação até ao final do ano.
"Temos um objectivo de obtenção de receitas de privatização para o ano 2007 e, para atingirmos esse objectivo, poderá, de facto, tornar-se necessário ainda este ano a realização de uma operação de privatização, que poderá ser eventualmente a EDP", afirmou Teixeira dos Santos, citado pela Lusa.
"Para efeitos de mais de curto prazo de obtenção do encaixe financeiro necessário à obtenção do objectivo que nos propomos este ano em termos de dívida (...) isso pode vir a acelerar um pouco mais a operação da EDP", acrescentou.
O semanário Expresso noticiou, na sua edição de 5 de Outubro, que as Finanças estão a preparar "a privatização de 4% da EDP para o caso de Moçambique não pagar os 700 milhões de dólares que ainda faltam pela transferência da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa".
"A receita não faz parte dos 950 milhões de euros que o Governo prevê encaixar este ano com privatizações, mas poderia ser suficiente para dispensar novas operações", refere o jornal, acrescentando que, "neste momento, faltam ainda 605 milhões de euros que é um valor não muito distante da verba que pode chegar de Maputo a qualquer momento".
No Luxemburgo, Teixeira dos Santos afirmou que a possível privatização de uma nova tranche da EDP até ao final do ano é independente do pagamento da verba relativa a Cahora-Bassa.
"É uma operação a fazer independentemente do timing do governo moçambicano em efectuar o pagamento a cordado em relação a Cahora-Bassa", disse o ministro, segundo a Lusa.
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sol Escreveu:A EDP deu um salto, repentino dos 4,13 para os 3,17
num dia com alguma calma nos mercados, deixou-me um pouco surpreendido, em principio terá sido um passagem!
Porque também passou da 4ª mais negociada para o primeiro lugar do dia.Ainda não li nada que possa justificar tamanho estição....
Sol
Equities: ENI SUBMITTED PROPOSAL TO BUY BURREN ENERGY FOR 1,050P/SHR CASH
A EDP deu um salto, repentino dos 4,13 para os 3,17
num dia com alguma calma nos mercados, deixou-me um pouco surpreendido, em principio terá sido um passagem!
Porque também passou da 4ª mais negociada para o primeiro lugar do dia.Ainda não li nada que possa justificar tamanho estição....
Sol
num dia com alguma calma nos mercados, deixou-me um pouco surpreendido, em principio terá sido um passagem!
Porque também passou da 4ª mais negociada para o primeiro lugar do dia.Ainda não li nada que possa justificar tamanho estição....
Sol
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- Registado: 17/12/2002 10:41
Depois de ter melhorado o sentimento geral do mercado durante toda esta semana, optei por reforçar na EDP.
A cotação está muito distante dos 4,50 avaliação apontada pelo Deutsche Bank avaliação devidamente fundamentada em artigo neste mesmo tópico no Mês passado.
A notícia hoje divulgada pelo governo de que vai avançar com a contrução de 10 novas barragens, onde a EDP deverá estar envolvida também poderá dar valor ao título.
Se pensarmos em termos de médio prazo, os dividendos da EDP que deveráo ser de 12 cêntimos este ano, poderão dar um certo suporte ao título.
sol
A cotação está muito distante dos 4,50 avaliação apontada pelo Deutsche Bank avaliação devidamente fundamentada em artigo neste mesmo tópico no Mês passado.
A notícia hoje divulgada pelo governo de que vai avançar com a contrução de 10 novas barragens, onde a EDP deverá estar envolvida também poderá dar valor ao título.
Se pensarmos em termos de médio prazo, os dividendos da EDP que deveráo ser de 12 cêntimos este ano, poderão dar um certo suporte ao título.
sol
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AdC rejeita estar a acusar a EDP de restringir a concorrência em Portugal
A Autoridade da Concorrência (AdC) rejeita estar a acusar a EDP de restringir a concorrência em Portugal. O presidente do regulador, Abel Mateus diz que "é falsa a noticia veiculada hoje de que estamos a acusar a EDP de travar a concorrência em Portugal".
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
A Autoridade da Concorrência (AdC) rejeita estar a acusar a EDP de restringir a concorrência em Portugal. O presidente do regulador, Abel Mateus diz que "é falsa a noticia veiculada hoje de que estamos a acusar a EDP de travar a concorrência em Portugal".
O "Diário Económico" noticiava hoje que o "presidente deste organismo está na posse de um relatório onde faz uma análise apronfundada sobre o sector energético e tece fortes críticas sobre o papel da EDP e respectivo impacto na livre concorrência".
Os processos por abuso de posição dominante não dependem de queixa para serem iniciados pela Autoridade da Concorrência. O regulador tem autonomia para avançar com este tipo de processo por iniciativa própria.
Num encontro restrito com jornalistas esta manhã, Abel Mateus fez uma análise ao modelo de financiamento do sector energético na Europa, em termos de concorrência, rejeitando falar sobre casos concretos, nomeadamente, a nível nacional.
"Sobre a situação em Portugal não me pronuncio", afirmou Abel Mateus limitando-se a dizer que alguns aspectos [apontados nos últimos dias em Portugal, nomeadamente o conceito de operador dominante para a EDP e anúncio do abandono da Endesa no mercado liberalizado da electricidade em Portugal] têm a ver com a estrutura de mercado e não têm a ver com o comportamento da empresa.
"Não significa que haja um caso de posição dominante", disse Abel Mateus.
Sobre o funcionamento do MIBEL, Abel Mateus lembrou que a liberalização do mercado no Reino Unido demorou, entre dez a quinze anos, a ter efeitos em termos concorrenciais.
"Ainda estamos no princípio da construção do MIBEL, que tem apenas cerca de três meses de vida. Todos estes processos levam tempo e estou certo que também o MIBEL levará com certeza alguns anos a construir", disse o presidente do regulador.
Actualmente, há um "market spliting" que funciona em 80% do tempo o que significa que os dois mercados são separados, lembrando que há um estudo que aponta para 1% de variação do preço em Espanha e para 0,2% em Portugal.
Abel Mateus aproveitou ainda para clarificar que não recebeu qualquer queixa por parte da Endesa, que diz não ter condições para vender energia em Portugal a preços competitivos. Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa em Portugal, afirmou esta semana que vai abandonar o mercado liberalizado em Portugal por não ter condições para importar de Espanha electricidade a preços competitivos.
O presidente do AdC afirmou que esta, é uma questão de regulação sectorial da competência da ERSE.
fonte: www.negocios.pt
A Autoridade da Concorrência (AdC) rejeita estar a acusar a EDP de restringir a concorrência em Portugal. O presidente do regulador, Abel Mateus diz que "é falsa a noticia veiculada hoje de que estamos a acusar a EDP de travar a concorrência em Portugal".
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Tânia Ferreira
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A Autoridade da Concorrência (AdC) rejeita estar a acusar a EDP de restringir a concorrência em Portugal. O presidente do regulador, Abel Mateus diz que "é falsa a noticia veiculada hoje de que estamos a acusar a EDP de travar a concorrência em Portugal".
O "Diário Económico" noticiava hoje que o "presidente deste organismo está na posse de um relatório onde faz uma análise apronfundada sobre o sector energético e tece fortes críticas sobre o papel da EDP e respectivo impacto na livre concorrência".
Os processos por abuso de posição dominante não dependem de queixa para serem iniciados pela Autoridade da Concorrência. O regulador tem autonomia para avançar com este tipo de processo por iniciativa própria.
Num encontro restrito com jornalistas esta manhã, Abel Mateus fez uma análise ao modelo de financiamento do sector energético na Europa, em termos de concorrência, rejeitando falar sobre casos concretos, nomeadamente, a nível nacional.
"Sobre a situação em Portugal não me pronuncio", afirmou Abel Mateus limitando-se a dizer que alguns aspectos [apontados nos últimos dias em Portugal, nomeadamente o conceito de operador dominante para a EDP e anúncio do abandono da Endesa no mercado liberalizado da electricidade em Portugal] têm a ver com a estrutura de mercado e não têm a ver com o comportamento da empresa.
"Não significa que haja um caso de posição dominante", disse Abel Mateus.
Sobre o funcionamento do MIBEL, Abel Mateus lembrou que a liberalização do mercado no Reino Unido demorou, entre dez a quinze anos, a ter efeitos em termos concorrenciais.
"Ainda estamos no princípio da construção do MIBEL, que tem apenas cerca de três meses de vida. Todos estes processos levam tempo e estou certo que também o MIBEL levará com certeza alguns anos a construir", disse o presidente do regulador.
Actualmente, há um "market spliting" que funciona em 80% do tempo o que significa que os dois mercados são separados, lembrando que há um estudo que aponta para 1% de variação do preço em Espanha e para 0,2% em Portugal.
Abel Mateus aproveitou ainda para clarificar que não recebeu qualquer queixa por parte da Endesa, que diz não ter condições para vender energia em Portugal a preços competitivos. Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa em Portugal, afirmou esta semana que vai abandonar o mercado liberalizado em Portugal por não ter condições para importar de Espanha electricidade a preços competitivos.
O presidente do AdC afirmou que esta, é uma questão de regulação sectorial da competência da ERSE.
fonte: www.negocios.pt
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Luxor, da mesma forma que não considerei a quebra em baixa da LT ascendente de longo prazo também ainda não considero a ruptura, em alta, da LT descendente de curto prazo. Estamos a falar de valores muito próximos dessas linhas e, como não considero valores estáticos, falamos de zonas. Como tal, é uim bom sinal mas ainda não poderemos considerar definitivamente quebrada.
Um abraço,
Ulisses
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Deutsche Bank sobe “target” da EDP em 55% para 4,5 euros
Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O Deutsche Bank subiu a sua avaliação para os títulos da Energias de Portugal (EDP) em 55% para os 4,50 euros, com base na reavaliação da divisão das energias renováveis da companhia nacional. O banco alemão passou a recomendar a "compra" dos títulos da empresa liderada por António Mexia.
"A EDP é uma acção atractiva para comprar. Permite exposição a mercados emergentes e a uma unidade de energias renováveis em rápido desenvolvimento", afirma a analista Virgínia Sanz De Madrid Grosse.
Para o banco, "o negócio das renováveis da EDP parece ser barato face à divisão da congénere espanhola Iberdrola". Virgínia Grosse acrescenta que "a colocação da Iberdrola Renovables em bolsa no último trimestre poderá funcionar como catalisador para a EDP".
A divisão de energias renováveis foi a principal responsável pelo aumento do preço-alvo do Deutsche Bank para a EDP. O banco reavaliou a unidade em resultado das "aquisições efectuadas [pela EDP] nos últimos quinze meses", chegando a 1,1 euros por acção.
O "target" para os títulos da EDP passou de 2,90 euros para os 4,50 euros, um aumento de 55%, que confere às acções da eléctrica lusa um potencial de valorização de 14,8% face à cotação actual. Os títulos da EDP seguem em alta de 0,77%, a cotar nos 3,92 euros.
Muito obrigado Ulisses pela análise e pelos gráficos. Eu hoje estava mesma a reparar no que referiste... Pode existir falsos breaks da LTA, que levam a tirar, momentaneamente, ideias erradas acerca da acção...
Ainda bem que não entrei curto.
Vamos seguindo...
BN
Ainda bem que não entrei curto.
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BN
" E que horas são agora em Kuala Lumpur? "
Globetrotter, temos que ter bastante cuidado na análise de suportes/resistências/Linhas de tendência porque, muitas vezes, caimos no erro de considerarmos pontos isolados quando, na realidade, devemos sempre falar em zonas de suporte e resistência. Gosto sempre de frisar isso porque não é por uma acção fechar 1 ou 2 cêntimos abaixo do suporte que devemos concluir que ela quebrou o seu suporte.
Ainda po cima, neste caso, a linha que eu desenhei é de longo prazo e há ali algumas opções ligeiramente em termos do traçado do mesmo, o que a faz ficar ligeiramente mais ou menos inclinada. Mas eu continuo a "gostar" daquela minha linha de tendência ascendente de longo prazo. E é ela que continua a valer nas minhas análises e nas minhas decisões de "trading" em relação à EDP.
Hoje a EDP conseguiu recuperar para cima dessa linha, depois de Sexta ter fechado ligeiramente abaixo. O dilema de que falei na semana passada mantém-se, ou seja, em termos de longo prazo os touros continuam a ser reis e mostraram a sua força quando a LT ascendente voltou a estar em perigo. Por outro lado, em termos de curto prazo, são os ursos que marcam pontos e enquanto a LT descendente de curto prazo não for quebrada, qualquer entrada no papel é de alto risco.
Um abraço,
Ulisses
Ainda po cima, neste caso, a linha que eu desenhei é de longo prazo e há ali algumas opções ligeiramente em termos do traçado do mesmo, o que a faz ficar ligeiramente mais ou menos inclinada. Mas eu continuo a "gostar" daquela minha linha de tendência ascendente de longo prazo. E é ela que continua a valer nas minhas análises e nas minhas decisões de "trading" em relação à EDP.
Hoje a EDP conseguiu recuperar para cima dessa linha, depois de Sexta ter fechado ligeiramente abaixo. O dilema de que falei na semana passada mantém-se, ou seja, em termos de longo prazo os touros continuam a ser reis e mostraram a sua força quando a LT ascendente voltou a estar em perigo. Por outro lado, em termos de curto prazo, são os ursos que marcam pontos e enquanto a LT descendente de curto prazo não for quebrada, qualquer entrada no papel é de alto risco.
Um abraço,
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