Caldeirão da Bolsa

Agora percebo porque sobraram tantos professores ...

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Dwer » 4/9/2007 20:24

vmmf40 Escreveu:só que nos anos 70, os alunos não eram propriamente como agora.


Os portugueses sofreram uma mutação genética que os tornou mais estúpidos?
Abraço,
Dwer

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Re: ...

por MAV8 » 4/9/2007 20:23

Keyser Soze Escreveu:
MAV8 Escreveu:Agora para responder à tua questão: para quem não sabe o que são NEE até que dás uns palpites porreiros acerca da educação. Os alunos NEE, são alunos que se encontram ao abrigo de alguns decretos de lei devido às dificuldades evidenciadas e diagnosticadas 1º pelos professores e posteriormente confirmadas por técnicos especializados(geralmente psicologos).

O que acontece é que estes alunos estão inseridos nas turmas, mas necessitam (como o nome indica) de um apoio individualizado fora das aulas e de uma atenção especial durante as mesmas, deixando o professor de estar disponivel para os outros alunos enquato lhes proporciona esse apoio.

Entre estes alunos encontram-se problemas desde a simples dislexia até aos casos de trissomia 21 ou P. Cerebral.


exacto...e qual é % de alunos destes alunos na pop. estudantil ?



Não sei precisar até poque tmbám não tenho muito interesse em números como já fiz referencia em cima.

Na escola do meus sobrinhos um deles tem 1 e o outro 2 em turmas de 25 reduzidas exatamente por estes alunos lá se encontrarem. E não foi só azar, reparei que a grande maioria das turmas tinha alunos NEE.

Mas a questão essencial é que todos são prejudicados em função da inexistencia de espaços proprios para estes alunos obviamente diferentes.
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por vmmf40 » 4/9/2007 20:22

só que nos anos 70, os alunos não eram propriamente como agora.
 
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Professores

por jarc » 4/9/2007 20:22

Macumba, não sejas assim... então queres ganhar dinheiro a dar cliks e vens com esses argumentos...Balhamedeus! Percebe uma coisa fundamental: Estão 38 alunos onde deveriam estar 25, o professor não vai fazer millagres, vai distribuir a atenção pelos 38. Isto significa que são os alunos que ficam a perder. Repara meste exemplo elementar: Há uma turma de 1.º ano no 1.º Ciclo, essa turma tem um aluno que apresenta um atraso simples de linguagem. Não há um professor que o acompanhe devidamente e os pais não podem suportar os custos das sessões de terapia da fala. sabes o calvário que essa criança vai passar para aceder a uma leitura funcional? Nem imaginas e nem vale a pena ires buscar gráficos que eles não ajudam em nada. Os gráficos valem o que valem. Olha! São assim como aqueles palpites dos analistas que prevêem descidas quando a coisa sobe quase 2%. Todos esses gráficos só dizem que em Prtugal há ainda muitos professores colocados pelo partido, sem componente lectiva. Mas isso os professores não podem resolver, teriam de ser os políticos. Acontece que eles não querem fazê-lo. Custa muitos votos. Vai lá saber quantos profs estão numa qualquer Direcção Regional de Educação e já agora pergunta a fazer o quê?
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por Keyser Soze » 4/9/2007 20:20

O que eu tentei explicar é que na Filandia por exemplo a maioria destes alunos não frequentam um percurso escolar identico aos restantes e que por isso mesmo os teus numeros deixam de ser comparaveis.

Numa grande parte destes países os alunos vão sendo filtrados de acordo com as dificuldades e atitude perante a escola por forma a que os alunos que cumprem objectivos minimos e cumpram regras possam beneficiar de uma sala de aula melhor.

Também se torna obvio que qualquer professor tem melhores resultados com 30 aluno filtrados do que com 20 heterogeneos.


em Portugal tb não temos isso ?

é que uma colega minha é professora de alunos com necessidades especiais, uma da coisas q se queixa é qie os outros professores que não gostam mt de trabalhar sempre que encontram um aluno mais lento mandam-no para a turma dele para não se chatearem
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por Dwer » 4/9/2007 20:20

Rui Aires Escreveu:A minha filha tem 33 alunos na sala dela no 5º ano.É no Porto É assustador como um professor consegue ensinar com tanto miudo, tantas personalidades e educação de casa diferente. Só digo o seguinte: apoiaram e bateram tantas palmas que agora temos que levar com eles


Fico perplexo com esta afirmação. Em toda a preparatória e liceu, nunca tive menos de 30 alunos na minha turma. Em algumas turma do Pedro Nunes em Lisboa cheguei a ter perto de 40 colegas. Nem sei como resisti a uma situação tão anti-pedagógica. Isto passou-se nos anos 70.

Trinta anos depois o que é que aconteceu aos alunos, que não podem ser mais de 20 e poucos por turma? Perderam as capacidades cognitivas?
Ou aos professores? Perderam as capacidades pedagógicas?

Poupem-me.
Abraço,
Dwer

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Re: ...

por MAV8 » 4/9/2007 20:17

Keyser Soze Escreveu:
MAV8 Escreveu:Agora para responder à tua questão: para quem não sabe o que são NEE até que dás uns palpites porreiros acerca da educação. Os alunos NEE, são alunos que se encontram ao abrigo de alguns decretos de lei devido às dificuldades evidenciadas e diagnosticadas 1º pelos professores e posteriormente confirmadas por técnicos especializados(geralmente psicologos).

O que acontece é que estes alunos estão inseridos nas turmas, mas necessitam (como o nome indica) de um apoio individualizado fora das aulas e de uma atenção especial durante as mesmas, deixando o professor de estar disponivel para os outros alunos enquato lhes proporciona esse apoio.

Entre estes alunos encontram-se problemas desde a simples dislexia até aos casos de trissomia 21 ou P. Cerebral.


exacto...e qual é % de alunos destes alunos na pop. estudantil ?
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por vmmf40 » 4/9/2007 20:15

Só não percebo, tenho nove turmas.
- 1 com 22 alunos
- 3 com 27 alunos
- 5 com 32 alunos
agora eu que sou professor de Física e quimica com é que vou dar aulas experimentais...........
os números são muito bonitos para quem está de fora
 
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Re: ...

por Keyser Soze » 4/9/2007 20:09

MAV8 Escreveu:Agora para responder à tua questão: para quem não sabe o que são NEE até que dás uns palpites porreiros acerca da educação. Os alunos NEE, são alunos que se encontram ao abrigo de alguns decretos de lei devido às dificuldades evidenciadas e diagnosticadas 1º pelos professores e posteriormente confirmadas por técnicos especializados(geralmente psicologos).

O que acontece é que estes alunos estão inseridos nas turmas, mas necessitam (como o nome indica) de um apoio individualizado fora das aulas e de uma atenção especial durante as mesmas, deixando o professor de estar disponivel para os outros alunos enquato lhes proporciona esse apoio.

Entre estes alunos encontram-se problemas desde a simples dislexia até aos casos de trissomia 21 ou P. Cerebral.


exacto...e qual é % de alunos destes alunos na pop. estudantil ?
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por Keyser Soze » 4/9/2007 20:07

Ebay Escreveu:Durante o Verão, discretamente, foram chegando orientações das direcções regionais no sentido de não serem autorizadas mais turmas que as existentes no ano passado e aumento do número de alunos pelas turmas existentes...ou seja, apesar de haver alunos para 10 ou 11 turmas de Português de 12.º ano, passou-se apenas para 9 turmas...



...apesar de haver alunos para 10 ou 11 turmas de Português...


qual é o nº de aluno por turma que estão a considerar ?



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...

por MAV8 » 4/9/2007 20:05

Que contas fantásticas!

Estamos a falar de alunos (crianças), se calhar têm nomes e não são o 1,2,3,4... um deles pode ser teu filho. Não os tratem por números sem saber os contextos.

Agora para responder à tua questão: para quem não sabe o que são NEE até que dás uns palpites porreiros acerca da educação. Os alunos NEE, são alunos que se encontram ao abrigo de alguns decretos de lei devido às dificuldades evidenciadas e diagnosticadas 1º pelos professores e posteriormente confirmadas por técnicos especializados(geralmente psicologos).

O que acontece é que estes alunos estão inseridos nas turmas, mas necessitam (como o nome indica) de um apoio individualizado fora das aulas e de uma atenção especial durante as mesmas, deixando o professor de estar disponivel para os outros alunos enquato lhes proporciona esse apoio.

Entre estes alunos encontram-se problemas desde a simples dislexia ou dificuldade de aprendizagem até aos casos de trissomia 21 ou P. Cerebral.

O que eu tentei explicar é que na Filandia por exemplo a maioria destes alunos não frequentam um percurso escolar identico aos restantes e que por isso mesmo os teus numeros deixam de ser comparaveis.

Numa grande parte destes países os alunos vão sendo filtrados de acordo com as dificuldades e atitude perante a escola por forma a que os alunos que cumprem objectivos minimos e cumpram regras possam beneficiar de uma sala de aula melhor.

Também se torna obvio que qualquer professor tem melhores resultados com 30 aluno filtrados do que com 20 heterogeneos.
Editado pela última vez por MAV8 em 4/9/2007 20:13, num total de 1 vez.
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Parece claro que...

por bboniek33 » 4/9/2007 19:59

existem professores a mais [definindo professor como alguem que quer (e pode) ensinar]; provavelmente tambem existem alunos a mais (definindo aluno como alguem que quer aprender).

Dificil, gerir esta freguesia.
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por Ebay » 4/9/2007 19:55

Durante o Verão, discretamente, foram chegando orientações das direcções regionais no sentido de não serem autorizadas mais turmas que as existentes no ano passado e aumento do número de alunos pelas turmas existentes...ou seja, apesar de haver alunos para 10 ou 11 turmas de Português de 12.º ano, passou-se apenas para 9 turmas...
 
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por Keyser Soze » 4/9/2007 19:52

rmachado Escreveu:De notar 2 coisas que talvez baralhem esse rácio.

1º Quantos professores não têm horário completo?
2º Quantos professores têm horário zero?


admito que sim

vamos então fazer algunas contas

pegando nos dados do quadro para o ensino secundário, se assumirmos que todos os Professores trabalham 40 horas semanais ( 20 horas lectivas ), dá 4 horas por dia

o output, a "oferta" da horas de educação por dia será 32.759 * 4 = 131.036 horas ensino/dia


se dividirmos a pop. estudantil por turmas de 16 alunos 258.629 / 16 = 16.165 turmas

se cada turmas receber 8 horas de aulas por dia, então a "procura" será 129.320 horas ensino/dia


a média da OCDE é de 24,1 alunos por turma
a média da Europa 19 é de 22,8 alunos por turma



se fizermos novamente as contas para turmas de 22 alunos, o resultado seria 94.047 horas/dia


seriam necessários 23.512 professores ( menos 28% )
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Re: ...

por Keyser Soze » 4/9/2007 19:50

MAV8 Escreveu:Não percebes ou não queres perceber o que eu disse!

Se o sistema educativo é diferente não podemos pegar nos teus dados e simplesmente camparar.

Eu pelo menos não comparo a qualidade da laranja portuguesa com a da tangerina espanhola.

Diz-me lá quantos alunos com Necessidades Educativas Especiais há nesses alunos holandeses, filandeses ou espanhois da tua tabela que tão bem te informa!


o que são exactamente alunos com Necessidades Educativas Especiais ?
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...

por MAV8 » 4/9/2007 19:44

Não percebes ou não queres perceber o que eu disse!

Se o sistema educativo é diferente não podemos pegar nos teus dados e simplesmente camparar.

Eu pelo menos não comparo a qualidade da laranja portuguesa com a da tangerina espanhola.

Diz-me lá quantos alunos com Necessidades Educativas Especiais há nesses alunos holandeses, filandeses ou espanhois da tua tabela que tão bem te informa!
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Re: ....

por Keyser Soze » 4/9/2007 19:10

MAV8 Escreveu:...Esta discussão não nos leva a lugar nenhum porque não temos os dados para comparar os diferentes países:

Por curiosidade - Sabem qual foi a resposta que o nosso 1º obteve na filandia quando questionou os seus congeneres acerca dos alunos com dificuldades...



já vos disse....estes dados estão todos online


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OCDE: http://www.oecd.org/document/6/0,3343,e ... _1,00.html
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por Keyser Soze » 4/9/2007 19:01

rmachado Escreveu:O sistema de colocação de docentes e gestão dos mesmos é arcaico e não satisfaz as necessidades de ng.

um sistema de gestão mais eficaz implica despedir professores de areas que estão a mais (história, humanidades, linguas...) e contratar em falta: fisicas, quimicas, matemática

fechar escolas com pouco alunos


os sindicatos estão na 1º linha do contra



pq razão se continua a deixar entrar tanta gente para cursos universitários destinados a docência para irem para o desemprego?

esta é uma afirmação deveras irresponsavel e de um paternalismo atroz

"deixar entrar" !?

mas não estamos num pais livre, os meninos com 18 aninhos que entram para a Universidade não têm capacidade, o discernimento de ponderarem qual a sua empregabilidade depois do curso terminado !?



pq razão não se usam os dados demográficos para prever em 6 anos as necessidades de professores e escolas? (6 anos é o tempo de chegar a escola e o tempo de acabar um curso...)

isso sabe-se ..... as pessoas é que são irresponsáveis, têm q ser Doutores à viva força e e depois no fim do curso exigem que o Estado lhe arranje um emprego

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por LS » 4/9/2007 18:55

AA Escreveu:
Se há professores a mais, afinal onde é que param?



Só pode ser na Av. 24 de Julho, em Lisboa, nos gabinetes da Av. 5 de Outubro, em Lisboa, e nas Direcções Regionais. Mas, esta gente é a clientela politica dos governantes actuais e dos que vêem a seguir.

O ano passado, a turma do meu filho mais velho, no 5º ano, tinha 28 alunos. Felizmente, alguns (4) foram desistindo. Mas ainda assim, está longe dos números apresentados pelo Ministério.

É preciso, também, ter em conta que o Ministério da Educação não tem um sistema de informação que lhe permita saber quantos alunos se encontram matriculados. Cada escola tem o seu próprio sistema de gestão. Tenho ideia que esta informação é recolhida através de questionários enviados para as escolas. Umas respondem, outras não, E a qualidade dos dados deve deixar muito a desejar.
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por Rui Aires » 4/9/2007 18:40

A minha filha tem 33 alunos na sala dela no 5º ano.É no Porto É assustador como um professor consegue ensinar com tanto miudo, tantas personalidades e educação de casa diferente. Só digo o seguinte: apoiaram e bateram tantas palmas que agora temos que levar com eles
 
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por aa » 4/9/2007 18:26

Há aqui qualquer coisa que não bate certo! Será que os professores estão assim tão mal distribuídos que se justifique tão grande discrepância entre o que é mencionado nos quadros postados acima e aquilo que eu e outros pais estamos a constatar na prática?

Se há professores a mais, afinal onde é que param?

Diga-se de passagem que o que mencionei no início deste tópico é a mais pura e triste das realidades e esse é que deveria ser o tema central.

Mas como assunto se politizou então também deixo a minha opinião.

É evidente que aqueles que cumprem com as suas obrigações fiscais, às vezes até com um elevado sacrifício financeiro em termos pessoais, prescindindo de muita coisa por isso mesmo, têm todo o direito de exigir contrapartidas do estado, nomeadamente o direito à educação e à saúde. Se há esbanjamento é porque infelizmente, ao longo dos anos, foram-se criando mecanismos de favorecimento de uns poucos em detrimento da maioria, nomeadamente dos políticos que se deram até ao luxo de instituírem elevados benefícios para si próprios, confrontando assim os valores de uma democracia onde todos deveriam usufruir dos mesmos direitos e obrigações.

Infelizmente parece que uns só têm obrigações e outros só têm direitos (os direitos que são só para alguns são na realidade privilégios).

Se há professores a mais em algum lado, racionalizem e coloquem-nos onde fazem falta.

Se uma sala de aulas tem lotação para 20 alunos, então é 20 alunos que a mesma deve levar.


Cps,

AA
 
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...

por MAV8 » 4/9/2007 17:52

É a chamada Integração

Digam lá ao Paulo Bento ou outro treinador qualquer que o Paulinho a partir de agora é jogador e tem de treinar e jogar de forma a ter uma integração total no grupo.

E depois vão ver os resultados obtidos pela equipa em termos de assimilação e de consolidação dos principios de jogo, táctica, etc...

É obvio que para inserir estes alunos no sistema vamos precisar de mais professores e que os resultados vão ser sempre piores que os dos países de sistemas diferentes.
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....

por MAV8 » 4/9/2007 17:43

...Esta discussão não nos leva a lugar nenhum porque não temos os dados para comparar os diferentes países:

Por curiosidade - Sabem qual foi a resposta que o nosso 1º obteve na filandia quando questionou os seus congeneres acerca dos alunos com dificuldades...

resposta:... alunos com dificuldades?

A questão não é que lá os alunos não tenham dificuldades, só que estes alunos são conduzidos desde cedo para outras vias de ensino, promovendo o seu sucesso e facilitando os processos de ensino aprendizagem dos restantes com níveis de exigencia mais altos.

Por cá continuamos a ter as tais turmas com vinte e muitos alunos (na generalidade das escolas), mas de entre estes encontram-se alunos que deveriam estar inseridos noutras vias de ensino, pois nesta dita normal eles para além de não aprenderem nada ainda ocupam o professor durante a maior parte do tempo util das aulas!
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por rmachado » 4/9/2007 17:34

De notar 2 coisas que talvez baralhem esse rácio.

1º Quantos professores não têm horário completo?
2º Quantos professores têm horário zero?

O sistema de colocação de docentes e gestão dos mesmos é arcaico e não satisfaz as necessidades de ng.

pq razão se continua a deixar entrar tanta gente para cursos universitários destinados a docência para irem para o desemprego?

pq razão não se usam os dados demográficos para prever em 6 anos as necessidades de professores e escolas? (6 anos é o tempo de chegar a escola e o tempo de acabar um curso...)

Enfim... planeia-se a curto prazo e não se corrigem os erros...
 
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por acintra » 4/9/2007 16:58

Os que não fazem puto, são os que trabalham para os sindicatos.
Se mesmo depois do gráfico do Keyser Soze, acham que são poucos professores, vão buscar os que só promovem greves e que não deixam os outros trabalhar e coloquem-os nos piores trabalhos e promovam os que sempre trabalharam.
Sindicatos...
 
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