Caldeirão da Bolsa

OMS prevê novas ameaças à saúde

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por MozHawk » 24/8/2007 7:13

E outras, como cá que da mesma forma que aparecem se vão. Normalmente, nas áreas remotas do interior norte que faz fronteira com esse grande país que dá pelo nome de República Democrática do Congo. O Marburgo já se sabe que o último surto foi mesmo por estas paragens, confesso que particularmente assustador. Já a malária, da mesma forma que os medicamentos antigos, como os que eram utilizados no período colonial, já não são eficazes, a verdade é também que têm surgido novas drogas sendo de destacar os fortes avanços registados pelos chineses e indianos nessa área. De tal forma que o último grito por cá com uma eficácia surpreendente e efeitos secundários "negligenciáveis" tem origem num desses países (penso que será a China). Isto para não falar da vacina que mais dia menos dia verá a luz do dia. Talvez quando a malária começar a notar-se no Norte, em resultado do aquecimento global.

Um abraço,
MozHawk
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por Pata-Hari » 24/8/2007 7:08

aqui está a versão original

http://www.who.int/whr/2007/en/index.html
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OMS prevê novas ameaças à saúde

por Pata-Hari » 24/8/2007 7:02

O relatório de hoje é de ontem, requentei-o:
"Relatório publicado hoje
OMS prevê novas ameaças à saúde pública e pede prevenção global
23.08.2007 - 19h17 PUBLICO.PT


Um mundo com cada vez maior risco de surtos de doenças, epidemias, acidentes industriais, desastres naturais e outras emergências que podem rapidamente tornar-se numa ameaça à saúde pública global. É este o cenário traçado pelo relatório publicado hoje pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“A saúde pública global depende da cooperação internacional e da disponibilidade dos países para agir com eficácia na tentativa de travar as ameaças emergentes”, diz o comunicado da agência das Nações Unidas.

Segundo a OMS, desde 1967, terão sido identificadas mais trinta e nove novas doenças, o HIV, o Ebola, Marburgo e a pneumonia atípica, e outras como a malária ou a tuberculose terão sofrido mutações e resistem cada vez mais aos medicamentos.

“Estas ameaças tornaram-se num perigo muito grande para um mundo caracterizado por uma grande mobilidade, interdependência económica e interligação electrónica. As defesas tradicionais nas fronteiras nacionais não protegem das invasões de doenças ou dos portadores”, disse Margaret Chan, directora geral da OMS.

“O relatório quer promover a segurança global e diminuir a vulnerabilidade das populações às fortes ameaças. A saúde pública internacional é uma aspiração colectiva mas também uma responsabilidade mútua”, acrescentou.

Segundo a OMS, as linhas aéreas transportam actualmente mais de dois mil milhões de passageiros por ano, permitindo que as pessoas, e as doenças que viajam com elas, passem de uns países para outros em algumas horas.

Sob o título “Um futuro mais seguro: a segurança global da saúde pública no século XXI”, o relatório anual da OMS deixa algumas recomendações aos governos dos países, entre as quais a implementação definitiva do regulamento sanitário internacional (revisto em 2005) e promoção de campanhas de prevenção e simulação de surtos epidémicos, de forma a garantir mecanismos de resposta e trocas de informações mais rápidos e eficazes.


Fonte é o público
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