Novo modelo: Boeing 787 Dreamliner
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Comparação Boeing 747-8(Intercontinental) versus A380 vista pela Boeing :
-6% cost per seat
-22% cost per trip
-13% fuel burn per seat
-22% fuel burn per trip
Comparação Boeing 747-8(Intercontinental) versus A380 vista pela Airbus :
-9% cost per seat
+12% cost per trip
-2% fuel burn per seat
Cada um puxa a brasa à sua sardinha mas se fizermos as médias entre ambas (a realidade andará por aí)penso que a Boeing consegue vantagem . O futuro o dirá .
No entanto acho que o novo Boeing é mais que a resposta possível e é um avião bastante reformulado , a começar pela parte mais fulcral em termos de consumo e performance : a asa
Abraços
-6% cost per seat
-22% cost per trip
-13% fuel burn per seat
-22% fuel burn per trip
Comparação Boeing 747-8(Intercontinental) versus A380 vista pela Airbus :
-9% cost per seat
+12% cost per trip
-2% fuel burn per seat
Cada um puxa a brasa à sua sardinha mas se fizermos as médias entre ambas (a realidade andará por aí)penso que a Boeing consegue vantagem . O futuro o dirá .
No entanto acho que o novo Boeing é mais que a resposta possível e é um avião bastante reformulado , a começar pela parte mais fulcral em termos de consumo e performance : a asa
Abraços
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- Registado: 4/6/2007 13:58
brakeza Escreveu:O novo 747-8 vem a caminho na versão Freighter e Intercontinental , em finais de 2009 está prevista a entrega dos primeiros . Claramente a Airbus vai ter de trabalhar "to keep the pace" .
o 747-8 é a resposta possível ao A380 mas não deixa de ser uma actualização de um modelo com décadas de existência. O A380 vai ter o menor custo por assento por milha voada de todas as aeronaves comerciais.
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O novo 747-8 vem a caminho na versão Freighter e Intercontinental , em finais de 2009 está prevista a entrega dos primeiros . Claramente a Airbus vai ter de trabalhar "to keep the pace" . Só um pormenor ergonómico que não gosto nos novos e nos antigos Boeing : ausência de sidestick . Mas não se pode ter tudo.
Abraços
Abraços
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- Registado: 4/6/2007 13:58
Atomez,
Está bem vista a tua opinião e na minha vai haver espaço para as duas. Quem já opera em hubs saturados, vai ter que ter aviões maiores para compensar a falta de slots (designação da autorização obtida por uma companhia para aterrar e descolar em determinado aeroporto a uma determinada hora) em alguns aeroportos. Quanto à tecnologia do B787, é uma lufada de ar fresco. O A330 e o A350 que se cuidem. Penso até que isto pode mexer com a produção do A350...
Entre AirBus e Boeing não há muita diferença de confirmo. Se falarmos noutros tipo de avião, como o MD aí já é outra coisa. Acho que realmente a grande diferença é o que cada companhia oferece como produto.
Está bem vista a tua opinião e na minha vai haver espaço para as duas. Quem já opera em hubs saturados, vai ter que ter aviões maiores para compensar a falta de slots (designação da autorização obtida por uma companhia para aterrar e descolar em determinado aeroporto a uma determinada hora) em alguns aeroportos. Quanto à tecnologia do B787, é uma lufada de ar fresco. O A330 e o A350 que se cuidem. Penso até que isto pode mexer com a produção do A350...
Entre AirBus e Boeing não há muita diferença de confirmo. Se falarmos noutros tipo de avião, como o MD aí já é outra coisa. Acho que realmente a grande diferença é o que cada companhia oferece como produto.
Atomez Escreveu:A diferença entre a Boeing e Airbus é de visão estratégica.
Ambas sabem que o transporte aéreo vai aumentar a um forte ritmo devido às novas grandes economias com grandes populações (China, India, Extremo Oriente) estarem em grande expansão.
Para a Airbus o futuro está em aviões de tecnologia tradicional mas de maior capacidade que os actuais com um custo passageiro/milha mais baixo a operar entre grandes hubs.
Para a Boeing o futuro está num grande número de aviões de média capacidade operando directamente entre aeroportos mais pequenos porque os hubs estão congestionados e os passageiros preferem fazer viagens directas da origem para o destino. Para conseguirem custos mais baixos aplicam novas tecnologias como os materiais compósitos.
Possivelmente ambas têm razão e vai haver mercado para as duas. Ou então não.
Eu acho que, acima de tudo, a Airbus conseguiu um tal sucesso com a tecnologia introduzida no começo dos anos 90 que se preocupou (na minha visão bem)mais em alargar a sua oferta a todos os sgmentos de mercado do que a inovar.
Mas o 787 vem mostrar que é preciso dar um passo em frente e a Airbus com certeza irá dar esse passo.
O 787 é concorrente do actual A330 e futuro A350. O A380 joga noutra liga. O mais directo concorrente que tem é o Boeing 747.
Na minha opinião depois do 787 a Boeing deve preocupar-se em substituir o 737. E só depois o 747.
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A diferença entre a Boeing e Airbus é de visão estratégica.
Ambas sabem que o transporte aéreo vai aumentar a um forte ritmo devido às novas grandes economias com grandes populações (China, India, Extremo Oriente) estarem em grande expansão.
Para a Airbus o futuro está em aviões de tecnologia tradicional mas de maior capacidade que os actuais com um custo passageiro/milha mais baixo a operar entre grandes hubs.
Para a Boeing o futuro está num grande número de aviões de média capacidade operando directamente entre aeroportos mais pequenos porque os hubs estão congestionados e os passageiros preferem fazer viagens directas da origem para o destino. Para conseguirem custos mais baixos aplicam novas tecnologias como os materiais compósitos.
Possivelmente ambas têm razão e vai haver mercado para as duas. Ou então não.
Ambas sabem que o transporte aéreo vai aumentar a um forte ritmo devido às novas grandes economias com grandes populações (China, India, Extremo Oriente) estarem em grande expansão.
Para a Airbus o futuro está em aviões de tecnologia tradicional mas de maior capacidade que os actuais com um custo passageiro/milha mais baixo a operar entre grandes hubs.
Para a Boeing o futuro está num grande número de aviões de média capacidade operando directamente entre aeroportos mais pequenos porque os hubs estão congestionados e os passageiros preferem fazer viagens directas da origem para o destino. Para conseguirem custos mais baixos aplicam novas tecnologias como os materiais compósitos.
Possivelmente ambas têm razão e vai haver mercado para as duas. Ou então não.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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Excelente a nova aeronave da Boeing. Depois de ter andado perdida durante alguns anos com aquele ideia estapfúrdia do supersónico a Boeing acertou em cheio, ou usando uma expressão bem americana, fez um home run.
E esta aeronave chega alguns anos antes e, ao que tudo indica, melhor do que o seu rival Airbus A350.
O 787 rompe bastante com as actuais aeronaves. É um verdadeiro passo em frente na aviação. E devolve à Boeing a posição de relevo que esta estava a perder para a Airbus. E a concorrência entre os dois gigantes só pode ser boa
E esta aeronave chega alguns anos antes e, ao que tudo indica, melhor do que o seu rival Airbus A350.
O 787 rompe bastante com as actuais aeronaves. É um verdadeiro passo em frente na aviação. E devolve à Boeing a posição de relevo que esta estava a perder para a Airbus. E a concorrência entre os dois gigantes só pode ser boa
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- Registado: 30/8/2005 15:11
Novo modelo: Boeing 787 Dreamliner
A Boeing finalmente lançou o seu trunfo no mercado aeronáutico comercial. Não se trata de uma resposta ao Airbus A380, celebre super avião que transporta mais de 500 pessoas, mas tratas-se de uma aposta ambiental, tecnológica que assenta no conforto dos seus passageiros.
O Boeing 787 Dreamliner transportará, dependendo da configuração interior, entre 210 a 340 passageiros, gravitando o seu preço entre os 140 e os 200 milhões de dólares.
O 787 poupa cerca de 20% de combustível comparando com aeronaves do mesmo segmento. Este ganho, segundo a Boeing, deve-se aos novos materiais usados, asas e fuselagem construídos num compósito ultra-leve utilizado e testado em caças americanos. Somente 20% da aeronave é construída com a tradicional liga de alumínio.
Com esta filosofia de construção foi possível poupar 1500 folhas de alumínio, 45 mil parafusos e porcas, milhares de rebites e 100 quilómetros de fio de cobre.
A proposta parece agradar às empresas de transporte aéreo pois mais de 50 companhias já fizeram 677 encomendas do novo avião. Esta eficácia deve-se também à optimização dos novos motores Rolls-Royce que proporcionam mais rendimento e menos consumo e menos ruído.
A imagem lançada na comunicação social sugere tranquilidade, segurança, funcionalidade, ausência de turbulência e forte liderança tecnológica, o conforto é o mote para uma habitabilidade diferente dentro deste avião. Uma antena de satélite colocada na superfície da fuselagem, transmitindo em banda KU permite o acesso à Internet, comunicações móveis e acesso a conteúdos multimédia de entretenimento a bordo.
in http://www.pplware.com/?p=5749#more-5749
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