Banco Popular quer avançar para aquisiçoes
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Logo agora que o Sr Américo Amorim reforçou a sua posição accionista no Banco Popular para 6.75%.Engraçado.O Banif reforça no Finibanco já guardando o lugar para comprar o Finibanco.O banif tem negocios na Africa do Sul onde o Presidente Horacio Roque tem parcerias com o Tio Berardo e esse facto pode ser uma mais valia para Américo Amorim que ainda à cerca de 2 anos fundou um banco de raiz com a filha de José Eduardo dos Santos em Angola!Ora teremos portanto aqui criação de sinergias e por consequência criação de valor para os accionistas.
Bem boato ou não, a noticia n vem por acaso em vesperas de AG do BCP.Olhando para as cotações de hoje a banca domina as subidas.Eles andam ai ora seja para comprar ora seja para simplesmente especular.Estou dentro do BCP.
Bem boato ou não, a noticia n vem por acaso em vesperas de AG do BCP.Olhando para as cotações de hoje a banca domina as subidas.Eles andam ai ora seja para comprar ora seja para simplesmente especular.Estou dentro do BCP.
God save the Money!
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quem sabe???
Olá a todos.
Vitor79; pode ser só coincidência e não quero lançar nenhum boato nem tenho qualquer informação confirmada, mas o sr. Americo Amorim, que é accionista do Banco Popular, salvo erro, tem outros negócios em comum com o Comendador Horacio Roque, no estrangeiro.
JH
Vitor79; pode ser só coincidência e não quero lançar nenhum boato nem tenho qualquer informação confirmada, mas o sr. Americo Amorim, que é accionista do Banco Popular, salvo erro, tem outros negócios em comum com o Comendador Horacio Roque, no estrangeiro.
JH
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Banco Popular quer avançar para aquisiçoes
Na minha primeira msg publica.
Edição Impressa - Finanças
Banca 2007-05-22 00:05
Banco Popular quer avançar para aquisições em Portugal
Presidente do Banco Popular Portugal admite avançar para novas aquisições, mas ao preço certo.
Paula Alexandra Cordeiro e Patrícia Henriques
O Banco Popular está comprador em Portugal. O presidente do conselho de administração, em Portugal, do terceiro maior banco espanhol acredita que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) falhada do BCP sobre o BPI abre novas oportunidades de aquisição para os outros ‘players’ do sector, mas a abordagem nunca pode ser hostil. Na primeira entrevista ao Diário Económico, João Filipe de Lima Mayer, presidente do conselho de administração do Banco Popular Portugal, não esconde as conversas que tem tido com os responsáveis de algumas instituições financeiras portuguesas e aproveita para reiterar o interesse do seu banco em reforçar a posição no mercado nacional, através do crescimento orgânico, ou por via de aquisições.
O banco quer duplicar a sua quota de mercado, que actualmente é ligeiramente superior a 2,5%. No final de 2007, terá uma rede superior a 230 balcões, mas os objectivos de médio prazo apontam para 400 agências daqui a três anos.
“Temos esse objectivo de crescer com eficiência e de forma rentável, de acordo com uma estratégia de não hostilidade. Um erro que se cometeria, até por razões políticas”, disse o presidente do banco.
Para Lima Mayer, é possível crescer de forma orgânica em Portugal, apesar do mercado ser pequeno. O gestor nunca descarta a possibilidade do banco avançar para novas aquisições e lembra que a sua entrada em Portugal se concretizou através do Banco Nacional de Crédito Imobiliário (BNC).
“Américo Amorim é o maior accionista de referência privado do Banco Popular em Espanha. Fez um excelente negócio. Só a valorização das acções do Popular Espanhol possibilitou a duplicação do valor da troca de acções do BNC”, afirmou. “Queremos crescer, organicamente ou por aquisição, se pudermos, e a um preço razoável. Se aparecer uma operação semelhante como a que foi feita com o BNC, avançamos”, adiantou durante a mesma entrevista.
O presidente do Banco Popular Portugal considera que foram abertos precedentes muito complicados com a OPA hostil do BCP sobre o BPI e “pode haver oportunidades de aquisição”. “O sistema bancário não vai ficar na mesma. A dificuldade é saber o que é que vai surgir daqui. Estamos todos atentos às novas oportunidades que se nos deparem”, adiantou Lima Mayer durante a mesma conversa.
O mesmo responsável é peremptório em afirmar que os bancos portugueses estão caros, por causa da especulação à volta dos movimentos de fusões e aquisições à escala mundial.
Relativamente a instituições financeiras portuguesas que possam despertar a atenção do Popular Espanhal, o destaque vai para bancos de pequena dimensão, como o BPN, Banif, Finibanco, entre outros.
“Portugal é um país pequeno com quatro ou cinco bancos de referência. As contas têm de ser bem feitas. Quem não fizer estas contas não tem um banco que dure 90 anos a ganhar o que este ganha .
Esta noticia surge após 10 dias de volumes loucos de accoes BCP e a 4 dias da ass. geral
Edição Impressa - Finanças
Banca 2007-05-22 00:05
Banco Popular quer avançar para aquisições em Portugal
Presidente do Banco Popular Portugal admite avançar para novas aquisições, mas ao preço certo.
Paula Alexandra Cordeiro e Patrícia Henriques
O Banco Popular está comprador em Portugal. O presidente do conselho de administração, em Portugal, do terceiro maior banco espanhol acredita que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) falhada do BCP sobre o BPI abre novas oportunidades de aquisição para os outros ‘players’ do sector, mas a abordagem nunca pode ser hostil. Na primeira entrevista ao Diário Económico, João Filipe de Lima Mayer, presidente do conselho de administração do Banco Popular Portugal, não esconde as conversas que tem tido com os responsáveis de algumas instituições financeiras portuguesas e aproveita para reiterar o interesse do seu banco em reforçar a posição no mercado nacional, através do crescimento orgânico, ou por via de aquisições.
O banco quer duplicar a sua quota de mercado, que actualmente é ligeiramente superior a 2,5%. No final de 2007, terá uma rede superior a 230 balcões, mas os objectivos de médio prazo apontam para 400 agências daqui a três anos.
“Temos esse objectivo de crescer com eficiência e de forma rentável, de acordo com uma estratégia de não hostilidade. Um erro que se cometeria, até por razões políticas”, disse o presidente do banco.
Para Lima Mayer, é possível crescer de forma orgânica em Portugal, apesar do mercado ser pequeno. O gestor nunca descarta a possibilidade do banco avançar para novas aquisições e lembra que a sua entrada em Portugal se concretizou através do Banco Nacional de Crédito Imobiliário (BNC).
“Américo Amorim é o maior accionista de referência privado do Banco Popular em Espanha. Fez um excelente negócio. Só a valorização das acções do Popular Espanhol possibilitou a duplicação do valor da troca de acções do BNC”, afirmou. “Queremos crescer, organicamente ou por aquisição, se pudermos, e a um preço razoável. Se aparecer uma operação semelhante como a que foi feita com o BNC, avançamos”, adiantou durante a mesma entrevista.
O presidente do Banco Popular Portugal considera que foram abertos precedentes muito complicados com a OPA hostil do BCP sobre o BPI e “pode haver oportunidades de aquisição”. “O sistema bancário não vai ficar na mesma. A dificuldade é saber o que é que vai surgir daqui. Estamos todos atentos às novas oportunidades que se nos deparem”, adiantou Lima Mayer durante a mesma conversa.
O mesmo responsável é peremptório em afirmar que os bancos portugueses estão caros, por causa da especulação à volta dos movimentos de fusões e aquisições à escala mundial.
Relativamente a instituições financeiras portuguesas que possam despertar a atenção do Popular Espanhal, o destaque vai para bancos de pequena dimensão, como o BPN, Banif, Finibanco, entre outros.
“Portugal é um país pequeno com quatro ou cinco bancos de referência. As contas têm de ser bem feitas. Quem não fizer estas contas não tem um banco que dure 90 anos a ganhar o que este ganha .
Esta noticia surge após 10 dias de volumes loucos de accoes BCP e a 4 dias da ass. geral
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