EDP fugindo à escuridão
Preço de referência de mercado de 50 euros/MW
Governo aprova fim dos contratos de aquisição de energia
Anunciada, no ano passado, pelo ministro da Economia como uma das medidas para baixar o preço das tarifas de electricidade, o fim dos CAE – contratos de aquisição de energia já é efectiva.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
Anunciada, no ano passado, pelo ministro da Economia como uma das medidas para baixar o preço das tarifas de electricidade, o fim dos CAE – contratos de aquisição de energia já é efectiva.
O decreto-lei que regulamenta as disposições aplicáveis à cessação destes contratos foi hoje publicado em Diário da República, tendo por base um preço médio anual de 50 euros por megawatt (MW), contra os actuais 36,7 euros por MWh. Este valor segue a média do mercado e as conclusões do relatório da Comissão Europeia sobre Portugal.
Este valor, que vai servir de base para os cálculos do valor de compensação pagos à EDP – Energias de Portugal, inclui a garantia de potência e os serviços do sistema, sendo o preço e a produtividade diferenciados por postos horários.
O Executivo assegura que esta mudança é neutral do ponto de vista do montante global pago aos produtores, resultando menores desvios anuais entre o preço de referência e o preço efectivo de mercado, "contribuindo assim para manter mais estável a tarifa de electricidade ao longo do tempo", diz o comunicado de Diário da República.
Os CAE foram celebrados em 1995 entre os centros electroprodutores e a REN – Redes Energéticas Nacionais, sendo agora extintos com este decreto-lei. Desde modo, a energia abrangida pelos 30 contratos – e que abrangem cerca de 80% da energia total – ficará liberta para ser colocada no mercado.
Com base nos 50 euros por MWh, a EDP, que detém a maior fatia dos CAE, deverá receber um encaixe adicional próximo dos mil milhões de euros pela compensação do fim dos contratos.
A empresa já admitiu a possibilidade de concretizar a titularização deste valor – operação que prevista na lei.
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Governo aprova fim dos contratos de aquisição de energia
Anunciada, no ano passado, pelo ministro da Economia como uma das medidas para baixar o preço das tarifas de electricidade, o fim dos CAE – contratos de aquisição de energia já é efectiva.
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Tânia Ferreira
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Anunciada, no ano passado, pelo ministro da Economia como uma das medidas para baixar o preço das tarifas de electricidade, o fim dos CAE – contratos de aquisição de energia já é efectiva.
O decreto-lei que regulamenta as disposições aplicáveis à cessação destes contratos foi hoje publicado em Diário da República, tendo por base um preço médio anual de 50 euros por megawatt (MW), contra os actuais 36,7 euros por MWh. Este valor segue a média do mercado e as conclusões do relatório da Comissão Europeia sobre Portugal.
Este valor, que vai servir de base para os cálculos do valor de compensação pagos à EDP – Energias de Portugal, inclui a garantia de potência e os serviços do sistema, sendo o preço e a produtividade diferenciados por postos horários.
O Executivo assegura que esta mudança é neutral do ponto de vista do montante global pago aos produtores, resultando menores desvios anuais entre o preço de referência e o preço efectivo de mercado, "contribuindo assim para manter mais estável a tarifa de electricidade ao longo do tempo", diz o comunicado de Diário da República.
Os CAE foram celebrados em 1995 entre os centros electroprodutores e a REN – Redes Energéticas Nacionais, sendo agora extintos com este decreto-lei. Desde modo, a energia abrangida pelos 30 contratos – e que abrangem cerca de 80% da energia total – ficará liberta para ser colocada no mercado.
Com base nos 50 euros por MWh, a EDP, que detém a maior fatia dos CAE, deverá receber um encaixe adicional próximo dos mil milhões de euros pela compensação do fim dos contratos.
A empresa já admitiu a possibilidade de concretizar a titularização deste valor – operação que prevista na lei.
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Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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Lá se foi...
EDP abandona bolsa de Nova Iorque
O conselho de administração da EDP – Energias de Portugal decidiu retirar de negociação na Bolsa de Nova Iorque (NYSE) os seus “american depositary shares” (ADS), cada um representativo de 10 acções ordinárias da empresa. A PT passa a ser a única cotada portuguesa em Wall Street.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
O conselho de administração da EDP – Energias de Portugal decidiu retirar de negociação na Bolsa de Nova Iorque (NYSE) os seus "american depositary shares" (ADS), cada um representativo de 10 acções ordinárias da empresa. A PT passa a ser a única cotada portuguesa em Wall Street.
A eléctrica portuguesa vai ainda anular o registo e extinguir as obrigações de divulgação de informação no mercado norte-americano. Com esta decisão, a eléctrica deixa a PT isolada em Nova Iorque, depois de a Brisa e o BCP terem no passado abandonado Wall Street, devido aos elevados custos de estar cotado naquele mercado.
Em comunicado enviado à CMVM, a EDP diz que "informou por escrito a NYSE da sua intenção de retirar os seus ADS da negociação em bolsa e prevê apresentar o formulário aplicável no dia 29 de Maio de 2007". A EEP está cotada em Nova Iorque desde Junho de 1997.
Esta decisão surge cerca de dois meses depois da EDP ter efectuado nos Estados Unidos uma das maiores aquisições realizadas até hoje pela eléctrica. A EDP adianta que "valoriza a presença dos investidores americanos no seu capital", mantendo por isso um programa que permita a estes investidores reterem os ADS e negocia-los no mercado secundário.
O presidente executivo da eléctrica, António Mexia, afirma que "a actual medida está inteiramente alinhada com os compromissos assumidos pela administração da EDP junto dos seus accionistas de uma eficiência superior, através de uma optimização dos custos operacionais e não representa qualquer perda dos actuais níveis de exigência e transparência na divulgação da informação ao mercado".
O gestor, no comunicado, diz ainda que "a relação custo/benefício de nos mantermos na NYSE justifica esta opção, até porque o volume médio da transacções naquela plataforma representou, nos últimos anos, menos de 2% do total transaccionado".
A recente criação da plataforma NYSE-Euronext veio reforçar esta decisão.
Além disso, a EDP justifica a saída com o reduzido volume médio de transacções diário das acções representadas por ADS, que tem permanecido "relativamente baixo" desde 2002 e representou, nos anos 2005 e 2006, menos de 3% do total das acções transaccionadas em todos os mercados financeiros onde a EDP se encontra cotada (ajustado para reflectir o rácio de 1 ADS por 10 acções);
A empresa pretende ainda apresentar um formulário apropriado junto da SEC, congénere americana da CMVM, para promover a cessação do seu registo, após o dia 4 de Junho. Nesta data entram em vigor as regras revistas do SEC quanto a esta matéria.
A cessação do registo vai tornar-se efectiva 90 dias após a apresentação do formulário.
Os ADS da EDP fecharam hoje nos 56,53 dólares por título, a subirem 1,29%.
O conselho de administração da EDP – Energias de Portugal decidiu retirar de negociação na Bolsa de Nova Iorque (NYSE) os seus “american depositary shares” (ADS), cada um representativo de 10 acções ordinárias da empresa. A PT passa a ser a única cotada portuguesa em Wall Street.
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Tânia Ferreira
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O conselho de administração da EDP – Energias de Portugal decidiu retirar de negociação na Bolsa de Nova Iorque (NYSE) os seus "american depositary shares" (ADS), cada um representativo de 10 acções ordinárias da empresa. A PT passa a ser a única cotada portuguesa em Wall Street.
A eléctrica portuguesa vai ainda anular o registo e extinguir as obrigações de divulgação de informação no mercado norte-americano. Com esta decisão, a eléctrica deixa a PT isolada em Nova Iorque, depois de a Brisa e o BCP terem no passado abandonado Wall Street, devido aos elevados custos de estar cotado naquele mercado.
Em comunicado enviado à CMVM, a EDP diz que "informou por escrito a NYSE da sua intenção de retirar os seus ADS da negociação em bolsa e prevê apresentar o formulário aplicável no dia 29 de Maio de 2007". A EEP está cotada em Nova Iorque desde Junho de 1997.
Esta decisão surge cerca de dois meses depois da EDP ter efectuado nos Estados Unidos uma das maiores aquisições realizadas até hoje pela eléctrica. A EDP adianta que "valoriza a presença dos investidores americanos no seu capital", mantendo por isso um programa que permita a estes investidores reterem os ADS e negocia-los no mercado secundário.
O presidente executivo da eléctrica, António Mexia, afirma que "a actual medida está inteiramente alinhada com os compromissos assumidos pela administração da EDP junto dos seus accionistas de uma eficiência superior, através de uma optimização dos custos operacionais e não representa qualquer perda dos actuais níveis de exigência e transparência na divulgação da informação ao mercado".
O gestor, no comunicado, diz ainda que "a relação custo/benefício de nos mantermos na NYSE justifica esta opção, até porque o volume médio da transacções naquela plataforma representou, nos últimos anos, menos de 2% do total transaccionado".
A recente criação da plataforma NYSE-Euronext veio reforçar esta decisão.
Além disso, a EDP justifica a saída com o reduzido volume médio de transacções diário das acções representadas por ADS, que tem permanecido "relativamente baixo" desde 2002 e representou, nos anos 2005 e 2006, menos de 3% do total das acções transaccionadas em todos os mercados financeiros onde a EDP se encontra cotada (ajustado para reflectir o rácio de 1 ADS por 10 acções);
A empresa pretende ainda apresentar um formulário apropriado junto da SEC, congénere americana da CMVM, para promover a cessação do seu registo, após o dia 4 de Junho. Nesta data entram em vigor as regras revistas do SEC quanto a esta matéria.
A cessação do registo vai tornar-se efectiva 90 dias após a apresentação do formulário.
Os ADS da EDP fecharam hoje nos 56,53 dólares por título, a subirem 1,29%.
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
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Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
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Exacto. Umas vezes assume-se bem, outras vezes mal. Umas vezes também são honestos outras vezes não.
É por isso que me recuso a lançar suspeições sem algo mais concreto. Porque muitas vezes acaba por pagar o justo pelo pecador.
Até te digo mais... algumas vezes, determinadas afirmações - sem justificação (por serem feitas à priori) - podem dar origem a processos judiciais muito chatos.
Um abraço,
Ulisses
É por isso que me recuso a lançar suspeições sem algo mais concreto. Porque muitas vezes acaba por pagar o justo pelo pecador.
Até te digo mais... algumas vezes, determinadas afirmações - sem justificação (por serem feitas à priori) - podem dar origem a processos judiciais muito chatos.
Um abraço,
Ulisses
Ulisses Pereira Escreveu:Isso pode acontecer, mas acho abusivo que se conclua isso sem ter qualquer elemento que suporte isso.
ALiásm o que acho curioso é que este género de acusações só surjam quando saiam "downgrades" ou reduções de price targets...
Um abraço,
Ulisses
oh Ulisses, surgem, porque é qdo eles querem comprar...
é como qdo surgem PTs 40% acima do valor, e nós assumimos (umas vezes mal, outras bem), que eles querem vender...
uma coisa é a teoria da conspiracao constante, outra coisa é ignorar que o nosso mercado é pequeno e por vezes manipulavel...
Aliás, ha uns tempos andava aí um topico/link, sobre a UBS andar a ser investigada pela SEC. E convenhamos, os EUA até ja têm outra dimensao.
eu compreendo a tua postura Ulisses: nem tudo na bolsa é racionalizavel ou compreensivel, e convem que se tenha isso presente. Mas, por outro lado, nem tanto ao mar, nem tanto à terra
beijos e abraços
Hoje observei a negociação, e houve certos momentos em que se registaram vendas de lotes muito significativos. Vi pelo menos uma ordem de +/-800.000 acções.
A partir da hora do almoço reparei que entrou também alguém com mão forte a comprar no mercado quando a cotação começou a bater no suporte ajustado ao dividendo. Reparei, por exemplo, que os volumes das ordens de compra que começaram a aparecer a partir da hora do almoço eram de cerca de 150.000 acções, o que me parecem valores significativos.
É evidente que amanhã abre em gap up para cima dos 4, e se não houverem vendas como as desta manhã a acção dispara, sem sombra para dúvidas. Os 4,10 serão um preço natural logo pela manhã.
Agora, Ulisses, desculpa mas também me pareceram estranhos os comentários da UBS e da Lisbon Brokers, especialmente tendo em conta o momento em que foram feitos.
Bem sei que não se pode acusar ninguém de nada, e que não podemos estabelecer nexos de causalidade nestas coisas, mas ainda assim tenho o direito à minha opinião pessoal, e essa é de que tudo isto foi muito estranho.
Claro que a minha opinião não vale nada, mas é minha.
A partir da hora do almoço reparei que entrou também alguém com mão forte a comprar no mercado quando a cotação começou a bater no suporte ajustado ao dividendo. Reparei, por exemplo, que os volumes das ordens de compra que começaram a aparecer a partir da hora do almoço eram de cerca de 150.000 acções, o que me parecem valores significativos.
É evidente que amanhã abre em gap up para cima dos 4, e se não houverem vendas como as desta manhã a acção dispara, sem sombra para dúvidas. Os 4,10 serão um preço natural logo pela manhã.
Agora, Ulisses, desculpa mas também me pareceram estranhos os comentários da UBS e da Lisbon Brokers, especialmente tendo em conta o momento em que foram feitos.
Bem sei que não se pode acusar ninguém de nada, e que não podemos estabelecer nexos de causalidade nestas coisas, mas ainda assim tenho o direito à minha opinião pessoal, e essa é de que tudo isto foi muito estranho.
Claro que a minha opinião não vale nada, mas é minha.
- Mensagens: 253
- Registado: 25/1/2007 18:53
- Localização: lisboa
Boa tarde
Acho muito curioso que aqundo a UBS, quer comprar qualquer titulo, penso que neste caso será EDP, lança cá para fora um PT abaixo do que aquele que está neste momento a fazer, e depois faz o inverso em relação ás vendas, isto é quando quer vender alguma posição de um titulo lança cá para fora um PT alto, só que este tipo de jogo parece estar a começar a não funcionar.Isto é a minha leitura
Acho muito curioso que aqundo a UBS, quer comprar qualquer titulo, penso que neste caso será EDP, lança cá para fora um PT abaixo do que aquele que está neste momento a fazer, e depois faz o inverso em relação ás vendas, isto é quando quer vender alguma posição de um titulo lança cá para fora um PT alto, só que este tipo de jogo parece estar a começar a não funcionar.Isto é a minha leitura
- Mensagens: 296
- Registado: 14/9/2006 8:24
- Localização: Santo Tirso/Porto
Acções Portugal: EDP - A UBS reduz a recomendação
Acções Portugal: A EDP (EDP:xlis) - A UBS reduz a recomendação de 'neutral' para 'reduce' (fonte: Bloomberg).
in "Best Trading Pro"
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Um copo de vinho por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!!
maromatics Escreveu:Se assim for, em dia de fraca liquidez, pode ser que de repente, entre as 8:00 e as 8:05 apareçam oportunidades de negócio.
Olho vivo e pé ligeiro.
Estou a apostar forte neste titulo e tentando aproveitar a oportunidade reforcei nos 4.01 hoje.
O que custa é o primeiro milhão....
- Mensagens: 370
- Registado: 24/10/2006 13:08
- Localização: Porto
Com jeitinho, pode ver-se qualquer uma dessas duas figuras. Pessoalmente, com alguma frieza, não creio que devamos ir por aí. Estamos a assistir a uma lateralização em cima do suporte. Distribuição? Acumulação? Só o tempo nos dirá, mas não tenho dúvidas de que o próximo movimento será forte.
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
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