Analistas estão cautelosos porque têm "medo de falhar&q
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Re: Analistas estão cautelosos porque têm "medo de falh
D1as Escreveu:Analistas estão cautelosos para as acções europeias porque têm "medo de falhar"
Os analistas estão a ser demasiados cautelosos quanto aos ganhos das bolsas europeias para 2007 por "medo de falhar". Esta é a opinião dos principais estrategas do banco de investimentos norte-americano Citigroup.
Eu diria, como diz o ditado, quem tem medo compra um Cão, ou aplicando aos insvestimentos, quem tem medo compra Certificados de Aforro...
Pensa como pensam os sábios, mas fala como falam as pessoas simples.(Aristóteles)
Nao foi nada disso o que eu disse, caramba. Para deturpar voces estao sempre presentes
. Um analista analisa, ou seja, avalia, dados os dados conhecidos e dada a sua capacidade de precar (leia-se com c de cedilha) o que a empresa podera vir a ser e a valer no futuro. Se adivinhasse, nao seria analista mas bruxo rico e estaria permanentemente de ferias. So isso.
Essa do "seria trader" e' engracada. Os traders com maior sucesso sao sempre os que conseguem aliar a analise deste tipo, fundamental, com outros utensilios de analise. Nao se iludam pensando que quem analisa fundamentalmente nao sabe ou nao consegue olhar para tendencias e indicadores tecnicos... pelo contrario. Quem sabe fazer uma, sabe certamente fazer a outra podendo ou nao tomar esses indicadores em conta ou nao.
Desculpem la a falta de acentos mas as ferias a isso obrigam.
Essa do "seria trader" e' engracada. Os traders com maior sucesso sao sempre os que conseguem aliar a analise deste tipo, fundamental, com outros utensilios de analise. Nao se iludam pensando que quem analisa fundamentalmente nao sabe ou nao consegue olhar para tendencias e indicadores tecnicos... pelo contrario. Quem sabe fazer uma, sabe certamente fazer a outra podendo ou nao tomar esses indicadores em conta ou nao.
Desculpem la a falta de acentos mas as ferias a isso obrigam.
Analistas estão cautelosos porque têm "medo de falhar&q
Analistas estão cautelosos para as acções europeias porque têm "medo de falhar"
Os analistas estão a ser demasiados cautelosos quanto aos ganhos das bolsas europeias para 2007 por "medo de falhar". Esta é a opinião dos principais estrategas do banco de investimentos norte-americano Citigroup.
De acordo com o Citigroup, os analistas podem estar a fazer previsões erradas relativamente ao desempenho das bolsas europeias por "medo de falharem". Segundo o banco de investimento, as expectativas têm sido demasiado cautelosos, em parte, devido aos receios de um novo "crash", como o que ocorreu em 2000.
No entanto, um estudo do Citigroup revela que o número de recomendações de venda para as acções europeias já ultrapassou a média dos últimos seis anos e alcançou o nível do período compreendido entre 1995 e 2000. Além deste factor, há ainda a ter em conta que este pessimismo ocorre numa altura de crescimento da economia mundial e em que as empresas têm apresentado bons resultados.
Como explicar, então, a cautela dos investidores? "Os analistas ainda recordam o sofrimento causado pelo maior ‘crash’ [2000] das últimas décadas", diz uma nota do Citigroup enviada hoje os investidores onde recorda, no entanto, que "raramente as coisas têm sido tão boas como agora".
Após cinco anos consecutivos de subidas, o índice Dow Jones Stoxx 600 caiu cerca de 60% entre Março de 2000 e Março de 2003. Entre 1995 e 1999, este índice subiu, em média por ano, cerca de 25%.
Desde 1995, o maior número de recomendações de compra ocorreu em meados de 2000. Entre 2003 e 2006 a situação inverteu-se. O valor do Dow Jones Stoxx 600 duplicou, tendo-se registado o número mais elevado de recomendações de compra. Mesmo assim, de acordo com o Citigroup, o nível de pessimismo manteve-se no nível dos três ano anteriores. Em parte, porque as empresas sobrestimavam os seus desempenhos mas também porque os analistas acreditavam que o ciclo de ganhos tinha atingido o seu pico.
Amor e ódio
Neste estudo, o Citigroup definiu as acções mais amadas e as mais odiadas com base no número de recomendações de compra e de venda.
Entre as empresas europeias mais amadas encontram-se o National Bank of Greece, maior banco da Grécia, a STMicroelectronics e a Siemens. A espanhla Sacyr Vallehermoso está entre as mais odiadas, seguida da Alliance & Leicester e da Repsol.
http://www.jornaldenegocios.pt/default. ... tId=291311
Os analistas estão a ser demasiados cautelosos quanto aos ganhos das bolsas europeias para 2007 por "medo de falhar". Esta é a opinião dos principais estrategas do banco de investimentos norte-americano Citigroup.
De acordo com o Citigroup, os analistas podem estar a fazer previsões erradas relativamente ao desempenho das bolsas europeias por "medo de falharem". Segundo o banco de investimento, as expectativas têm sido demasiado cautelosos, em parte, devido aos receios de um novo "crash", como o que ocorreu em 2000.
No entanto, um estudo do Citigroup revela que o número de recomendações de venda para as acções europeias já ultrapassou a média dos últimos seis anos e alcançou o nível do período compreendido entre 1995 e 2000. Além deste factor, há ainda a ter em conta que este pessimismo ocorre numa altura de crescimento da economia mundial e em que as empresas têm apresentado bons resultados.
Como explicar, então, a cautela dos investidores? "Os analistas ainda recordam o sofrimento causado pelo maior ‘crash’ [2000] das últimas décadas", diz uma nota do Citigroup enviada hoje os investidores onde recorda, no entanto, que "raramente as coisas têm sido tão boas como agora".
Após cinco anos consecutivos de subidas, o índice Dow Jones Stoxx 600 caiu cerca de 60% entre Março de 2000 e Março de 2003. Entre 1995 e 1999, este índice subiu, em média por ano, cerca de 25%.
Desde 1995, o maior número de recomendações de compra ocorreu em meados de 2000. Entre 2003 e 2006 a situação inverteu-se. O valor do Dow Jones Stoxx 600 duplicou, tendo-se registado o número mais elevado de recomendações de compra. Mesmo assim, de acordo com o Citigroup, o nível de pessimismo manteve-se no nível dos três ano anteriores. Em parte, porque as empresas sobrestimavam os seus desempenhos mas também porque os analistas acreditavam que o ciclo de ganhos tinha atingido o seu pico.
Amor e ódio
Neste estudo, o Citigroup definiu as acções mais amadas e as mais odiadas com base no número de recomendações de compra e de venda.
Entre as empresas europeias mais amadas encontram-se o National Bank of Greece, maior banco da Grécia, a STMicroelectronics e a Siemens. A espanhla Sacyr Vallehermoso está entre as mais odiadas, seguida da Alliance & Leicester e da Repsol.
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