Sargento Luís Gomes
Pata-Hari Escreveu: o pai biológico não soube da existência da criança até ter sido forçado a fazer o teste de paternidade. Mas isso contraria o que inicialmente se soube e foi dito do caso (li que o pai recusou aceitar a hipotese de ser pai durante a gravidez e que isso foi verdade para a familia dele, mesmo após o nascimento).
Pata, desde que foi publicado o acordão já não podemos alegar esconhecimento.
Deu uma q u e c a com uma brasileira de reputação duvidosa. ok. Quem tem um registo especialmente impoluto que atire a primeira pedra.
Quando ela engravidou não assumiu ser o pai. Aplica-se o mesmo que acima. Bolas, não é suposto o homem ser o abbé Pierre.
Foi forçado a fazer o teste de ADN porque o registro da criança mencionava pai incógnito e a mãe biológica assegurava que era o Baltazar. Nada de especial aqui. Procedimento corrente.
Quando os resultados acusaram positivo ele dispôs-se a tomar conta da criança na hora. Não a perfilhou, tal como já vi escrito, já que a perfilhação é automática
quando os testes dão positivo.
Não vejo aqui nenhuma conduta especialmente condenável.
Mas vejo as massas a ulularem, aos gritos de canalha, canalha. Só falta empalarem-no e ser esquartejado por quatro cavalos selvagens. E os restos serem espalhados
pela Sertã, Torres Novas, Lisboa e Freixo de Espada à cinta.
Não será hora de ler o acordão calmamente, com olhos de ver e cabeça fria? Bolas, não está em inglês. A preguiça não pode ir tão longe.
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Este outro artigo, serve para explicar que a profissão de juiz não é aplicação cega da lei mas a interpretação da intenção da lei que foi criada com o objectivo de
Obrigado Rui Rangel. Haja esperança.
não esquecer os outros valores essenciais da vida, como a sensatez, o bom senso, os afectos e os sentimentos. O juiz, sendo um técnico de Direito com específica formação, não pode ser um autómato da lei
Ser juiz não é só conhecer a lei e os códigos de cor, se não mais valia o Estado contratar máquinas para debitarem justiça pronta e desumana. O rigor técnico-formal das decisões judiciais não pode esquecer a componente humana que está presente no acto de fazer justiça.
Dito isto, reconheço que esta crónica não me é fácil, na medida em que me obriga a criticar colegas meus, companheiros de jornada, que não estiveram bem.
Reina, no meio judiciário, uma mentalidade de protecção excessivamente corporativa que sempre combati.
O maior desafio contemporâneo é a construção de uma ordem social justa, verdadeira e humanizada. É neste desafio que a Justiça deve procurar afirmar-se, ajudando a fortalecer os seus valores. Ser juiz nesta ordem social é servir a Justiça e o Direito, com vista à satisfação do bem humano. Estes mandamentos só serão alcançados se o juiz, ao aplicar a lei de acordo com as melhores regras interpretativas, não esquecer os outros valores essenciais da vida, como a sensatez, o bom senso, os afectos e os sentimentos. O juiz, sendo um técnico de Direito com específica formação, não pode ser um autómato da lei. Hoje em dia é também um criador de direito e um ‘fiscal’ da constitucionalidade das normas jurídicas. É por isso que as chamadas motivações não jurídicas, aquelas que se prendem com a experiência de vida, são decisivas na actividade do julgador.
Ser juiz não é só conhecer a lei e os códigos de cor, se não mais valia o Estado contratar máquinas para debitarem justiça pronta e desumana. O rigor técnico-formal das decisões judiciais não pode esquecer a componente humana que está presente no acto de fazer justiça.
Dito isto, reconheço que esta crónica não me é fácil, na medida em que me obriga a criticar colegas meus, companheiros de jornada, que não estiveram bem.
No caso do sargento Luís Gomes, não me resta outra saída. Reconheço que os juízes têm dificuldades em lidar com a crítica. Reina, no meio judiciário, uma mentalidade de protecção excessivamente corporativa que sempre combati, por ser negativa e nos isolar do mundo moderno.
Daí não poder ficar indiferente à polémica gerada em torno da decisão do Tribunal de Torres Vedras.
Ao acórdão deste tribunal, que condenou Luís Gomes numa pena de seis anos de prisão, por prática do crime de sequestro, escapou, lamentavelmente, tudo isto. É uma decisão cega, brutalmente injusta e desproporcional. Aqui só a norma jurídica violada, que, ainda por cima, se afigura de aplicação errada, quanto ao crime de sequestro, foi acolhida. Nesta casa da justiça, alguém esqueceu ou deixou fugir pela porta pequena as outras vertentes da vida.
Venceu a ditadura do Direito, perderam os valores humanos da Justiça, que também fazem parte da norma jurídica e que, neste caso, até eram facilmente conciliáveis. A saber, os superiores interesses da criança e o amor que lhe é devido. É preciso banir da cultura judiciária uns certos tiques de autoritarismo, que por falta de formação ou por juventude a mais a transformam numa presa fácil.
'HABEAS CORPUS'
A providência de ‘habeas corpus’ prevista na lei criminal visa atacar uma situação de prisão ilegal. Ocorre quando alguém é preso por entidade incompetente; quando os factos imputados não justificam a prisão; ou quando se encontra excedido o prazo de prisão preventiva. No caso do sargento Luís Gomes não se verifica nenhuma destas situações. O pedido é errado e injustificado e pretende criar ilusões e falsas expectativas nas pessoas, o que não é aceitável por ter sido subscrito por figuras ilustres do nosso burgo que deviam conhecer a lei.
Saber se a decisão está errada e se estamos na presença de um crime de sequestro só é possível por via de recurso ordinário para o Tribunal da Relação. As dez mil assinaturas só servem para tentar deslegitimar o poder judicial e nunca para resolver a prisão ordenada. Como afirma Tom Wolfe, “o que nesta fogueira se consome em lume de uma profunda e ácida ironia é a ignorância e a arrogância..."
Rui Rangel, Juiz
Obrigado Rui Rangel. Haja esperança.
Isto já parece uma solução mais interesssante para a criança:
Já agora, para o incognitus, o que me faria mudar de ideias relativamente à aparente incapacidade do pai biológico assumir a plena responsabilidade da criança seria saber que o pai biológico não soube da existência da criança até ter sido forçado a fazer o teste de paternidade. Mas isso contraria o que inicialmente se soube e foi dito do caso (li que o pai recusou aceitar a hipotese de ser pai durante a gravidez e que isso foi verdade para a familia dele, mesmo após o nascimento).
Entretanto, também li as declarações da mãe biológica em que dizia que achava que deixava lá a criança e que depois "pegava ela", como se de um pacote se tratasse. Acho perfeitamanente natural e compreensivel que os pais adoptivos se recusassem a que isso acontecesse e que evitassem, portanto, o contacto com a mãe biológica.
O pai de Esmeralda, Baltazar Nunes, está preparado para começar a conviver com a filha em casa do casal Gomes, que cuida dela desde os três meses de idade, desde que isso facilite a sua integração na vida da menina.
A possibilidade de Esmeralda continuar a viver com os pais afectivos enquanto não estabelece laços com o pai biológico deverá ser proposta pelo procurador do Ministério Público de Torres Novas, na conferência marcada para terça-feira, caso não haja entendimento sobre a guarda da menor.
Essa solução, que mereceu a concordância do procurador-geral da República, obrigará no entanto o casal Gomes a cumprir algumas condições, que passam por contar à menina da existência dos pais biológicos – Baltazar e Aidida – e de toda a situação que tem envolvido a sua curta mas complicada vida. Luís Gomes e Adelina Lagarto terão de facilitar essa convivência.
A proposta do Ministério Público será apresentada ao juiz responsável pelo processo de poder paternal, a quem cabe tomar a decisão.
O advogado de Baltazar Nunes, José Luís Martins, não quis comentar ontem a proposta do Ministério Público, mas disse, noutras ocasiões, que o seu cliente está “dispostos a todos os actos de flexibilidade”. No entanto, “não abdica do direito de conhecer e de conviver com a filha”.
Na óptica do defensor do pai biológico, a “única questão inultrapassável” é a “defesa do direito de ambos – pai e filha – se conhecerem e poderem conviver. Ele é uma pessoa humilde e tem aguardado, desde há quatro anos, pelo momento de acarinhar a filha, fazendo tudo o que está ao seu alcance para a recuperar, nos limites de qualquer cidadão”, explicou o causídico.
Falta ainda saber se o casal Gomes aceitará essa solução e abrirá as portas da sua residência aos pais biológicos. Até agora, Luís Gomes e Adelina Lagarto têm evitado o contacto entre a menina e os pais.
Além disso, o sargento fez chegar ao Tribunal de Torres Novas, através da sua advogada, Sara Cabeleira, um documento em que desvaloriza o interesse da conferência marcada para terça-feira, por entender que a reunião não é pertinente. O documento expressa ainda a sua discordância em relação à forma como decorreu o processo de regulação do poder paternal.
AIDIDA ESTÁ ARREPENDIDA
Aidida Porto Rui, mãe biológica de Esmeralda, veio ontem dizer que está arrependida de não ter ficado com a filha, mostrando-se disposta a lutar pela sua tutela. Refira-se que se a decisão de atribuição do poder paternal a Baltazar estivesse a ser cumprida, Aidida teria direito a estar com a filha aos fins-de-semana e épocas festivas.
MENINA VIVE COMO FUGITIVA
A vida da pequena Esmeralda – ou Ana Filipa como carinhosamente é tratada pelos pais afectivos – tem sido marcada por fugas às autoridades, desde que o Tribunal de Torres Novas atribuiu o exercício do poder paternal ao pai biológico, Baltazar Nunes, em Julho de 2004. A pouco e pouco a menina foi-se apercebendo de que algo de estranho se passava à sua volta, o que levou Adelina Lagarto a contar-lhe que não nasceu da sua barriga.
Também Luís Gomes se mostrou preocupado com a situação quando foi abordado pela Polícia Judiciária, em Outubro passado. Nestes últimos dois anos e meio a menina tem vivido em Torres Novas e no Entroncamento ou ainda junto dos avós afectivos – em Mação e Estremoz – e o seu paradeiro actual é desconhecido, sabendo-se apenas que está na companhia de Adelina Lagarto. Esta situação também tem impedido que frequente um infantário, onde poderia contactar e conviver com meninos da sua idade.
NOVA ESPERANÇA
CONSTITUCIONAL
O recurso do casal Gomes ao Tribunal Constitucional (TC), a reclamar o direito de recorrer da sentença do poder paternal, poderá ser atendido, pois já houve um caso semelhante. Em Abril de 2004 o TC decidiu a favor de quem reivindicava exactamente o mesmo.
OUTRO CASO
Nas ilhas Canárias, Espanha, existe outro caso semelhante ao de Esmeralda, em que um casal se recusa a entregar à mãe biológica uma menina de cinco anos. Piedad foi retirada à mãe aos cinco meses e entregue para adopção, mas o tribunal quer que volte para a família biológica.
CONTUMÁCIA
Se Adelina Lagarto não comparecer perante o tribunal até 19 de Fevereiro será declarada contumaz, de acordo com um edital do Tribunal de Torres Novas, afixado na sua morada no Entroncamento. Entretanto, Adelina já se dirigiu ao Conselho Superior da Magistratura, dizendo saber que andava a ser procurada pelos tribunais, mas que nunca foi notificada.
Já agora, para o incognitus, o que me faria mudar de ideias relativamente à aparente incapacidade do pai biológico assumir a plena responsabilidade da criança seria saber que o pai biológico não soube da existência da criança até ter sido forçado a fazer o teste de paternidade. Mas isso contraria o que inicialmente se soube e foi dito do caso (li que o pai recusou aceitar a hipotese de ser pai durante a gravidez e que isso foi verdade para a familia dele, mesmo após o nascimento).
Entretanto, também li as declarações da mãe biológica em que dizia que achava que deixava lá a criança e que depois "pegava ela", como se de um pacote se tratasse. Acho perfeitamanente natural e compreensivel que os pais adoptivos se recusassem a que isso acontecesse e que evitassem, portanto, o contacto com a mãe biológica.
pedrom Escreveu:A minha opinião relativamente a este assunto é que só há um grande culpado que o estado (segurança social), pois devia ter retirado a criança logo que soube das condições da mesma, e possivelmente é o que terá de fazer até fazer uma avaliação de quem poderá tomar conta da dela.
Notas soltas:
A conta bancária da brasileira (não devia ter pois estava ilegal) devia ser investigada bem como a sua vida desde a data da gravidez para averiguar se recebeu dinheiro pela criança.
Possivelmente a brasileira deve receber dinheiro para estar a favor dos do casal que recebeu a menina.
O sargento nunca entregou a crinça pois quando os amigos policias vinham para a ir buscar "nunca" a encontravam e deve ser o que consta dos relatórios.
Não existe nem nunca existiu pais adoptivos como toda a gente lhes chama pois nunca foram declarados como tal.
Na minha opinião a criança neste momento estaria melhor com os senhores que a acolheram no entanto isto não pode ser solução, pois estava-se a criar um precedente sem limites.
O casal que detem a menina devia ter era entregue a mesma à segurança social na altura em que a recebeu e a partir dai tentar a sua adopção.
Não é vida para aquela menina andar sempre a mudar de lugar e de amigos (se é que alguém a vê) devido à fuga constante dos pais.
A obcessão dos senhores que têm a menina pode ser muito prejudicial no futuro para a própria menina.
Só para relembrar a minha posição já que a discussão está muito mais acesa!!!
A propósito desta questão do espirito da lei e de como pode ser escrita de modo a que conduza a uma lei que, quando aplicada, não respeita esse espirito está neste momento a ser discutida nos estados unido. Inclusivamente, dado este caso, a lei foi alterada (infelizmente sem efeito retroactivo para o miúdo que foi julgado e considerado culpado).
Não sei como deixar o link exacto mas está em www.cnn.com e depois, fazer pesquisa em "Ten years in jail for teen sex" (neste momento está na homepage e nos top videos).
Não sei como deixar o link exacto mas está em www.cnn.com e depois, fazer pesquisa em "Ten years in jail for teen sex" (neste momento está na homepage e nos top videos).
Na mouche Pata, na Mouche ! Bravo !
Pata-Hari Escreveu:Surfer, o comentário nem parece meu porque parece demagógico quando não se tem conhecimento de causa. É que quando se é pai e mãe, aprendem-se coisas infinitas que nunca nos tinham ocorrido. Aprende-se que as crianças dependem exclusivamente de nós e que o seu bem estar é uma função só e apenas do nosso bom senso em todos os momentos. Aprende-se que basta um instante de distracção, um meio instante em que se larga uma mão pequenina para que a vida de alguém seja posta em causa. Aprende-se que a responsabilidade é um acto de continuidade e de permanencia. As crianças precisam de nós sempre, num sempre infinito e continuo. A ideia de que alguém pode abandonar uma criança oito meses e depois achar que é normalissimo vir buscar "o pacote" como se nada fosse, é absurda e chocante. Esta é uma daquelas situações em que nos tornamos como os nossos pais quando diziam "quando tiveres filhos, logo falamos". A realidade é tão longe dessa teoria que se torna absurdo discutir a realidade das crianças com alguém que desconhece o trabalho, a atenção, a responsabilidade, o esforço e tudo o que implica ter crianças. Desculpa lá eu soar como uma "velha jarreta" mas para mim isso é algo de muito óbvio. Oito meses não é um periodo temporal aceitável para se "recolher" o pacote "criança". Pai e mãe é quem garante que em instante nenhum falta o que quer que seja a uma criança, não é mais ninguém. O que aquela familia fez por aquela criança não tem preço. A criança deve a vida aquela familia.

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- Registado: 22/4/2003 23:12
SCPNUNO,
Se tinha visto o teu ultimo post não tinha colocado o meu de resposta à Angela. Basicamente dizemos o mesmo.
Os colegas com diferentes opiniões da nossa (que fazem bem em dabatê-las), estão, na minha opinião, a usar argumentos que não abonam em nada a favor do pai biológico bem pelo contrário. Assim essas posições são para mim incompreensíveis e ainda as aceitaria se fossem a favor da retirada da menina aos pais adoptivos mas nunca a favor da entrega ao pai biológico. Fique claro que não é esta a minha opinião, até prova em contrário acredito que para a menina a melhor solução é continuar à guarda dos pais adoptivos. (tenho sempre de referir o mesmo para ver se não sou mal interpretado)
Jito,
Mário Carrancho
Se tinha visto o teu ultimo post não tinha colocado o meu de resposta à Angela. Basicamente dizemos o mesmo.
Os colegas com diferentes opiniões da nossa (que fazem bem em dabatê-las), estão, na minha opinião, a usar argumentos que não abonam em nada a favor do pai biológico bem pelo contrário. Assim essas posições são para mim incompreensíveis e ainda as aceitaria se fossem a favor da retirada da menina aos pais adoptivos mas nunca a favor da entrega ao pai biológico. Fique claro que não é esta a minha opinião, até prova em contrário acredito que para a menina a melhor solução é continuar à guarda dos pais adoptivos. (tenho sempre de referir o mesmo para ver se não sou mal interpretado)
Jito,
Mário Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Aidida Porto justificou a entrega da filha ao casal com a falta de dinheiro e com o facto de estar ilegal no País. As dificuldades económicas levaram-na – para alimentar a filha – a aceitar a proposta de um indivíduo que lhe ofereceu dinheiro em troca de sexo, contou.
(correio da manhã dia 26)
Eu ja passei por muita necessidade para alimentar as minhas filhas mas nunca me vendi.
Não sei como podem duvidar que esta "senhora" não seja uma *****.
Oh Angela,
Ainda bem que nunca foi forçada a tal situação tão degradante e deprimente. Mas teria alguma duvida em faze-lo se fosse a unica forma que encontrava para alimentar uma filha? Se é verdade que a mãe foi forçada a isso, só me resta
essa sua atitude. Se o pai biológico vê a mãe dessa forma só reforça a minha ideia que ele é uma besta.Eu não percebo como ha tanta gente a defender um casal que nem conhecem, casal esse que desde que lhe foi entregue a menina nos braços dentro duma loja de roupas disse a mãe adoptiva. "Vais ser minha, já ninguém te tira". A mãe adoptiva não pode ter filhos, e se o digo é porque conheço.
Ok, não pode ter filhos, e que raio me interessa isso tambem, que altera neste caso o facto de poder ou não ter filhos?
Desde o inicio sabiam que estavam a proceder mal muita gente os avisou, mas o casal sabia que a mãe não podia fazer nada para voltar a ter a filha, como ela quis. O casal nunca pensou é que aparece-se o pai para reclamar a menina, quando isso aconteceu, foi o desastre completo. O sr sargento pensou até sair do país, e voçês dizem isso é impossivel ele é militar, pois é mas ele saiu e voltou novamente a entrar e mais não digo...
Tambem não vi ainda ninguem dizer que os pais adoptivos não cometeram nenhum erro. Se cometeram foi para bem da propria criança como fica provado com a prisão do Sargento. Se o(s) erro(s) que cometeram teem de ser penalisados, concordo! Agora nunca desta forma, os erros deles, até prova em contrário, só beneficiaram a criança. Já os erros dos pais biologicos foram muito prejudiciais para a menina. Infelizmente aos olhos da lei parece que os pais adoptivos são uns criminosos os biologicos são uns santos que até teem de ser indemnizados financeiramente. Um dos erros do Sargento foi, se como diz saiu do país, ter voltado. Ele devia era ter ficado por lá, está visto.
Neste momento, com os dados de que disponho são estas as responsabilidades por ordem decrescente:
1º-PAI BIOLÓGICO: de longe o principal responsável e a quem se quer atribuir uma indemnização (é de loucos)
2º- TRIBUNAL: posições absurdas, não respeita os superiores interesses da criança, muito menos entregando o filho ao pai biológico. Pena atribuida ao pai adoptivo complectamente exagerada e fora do contexto particular deste caso. Demora a que já estamos habituados.
3º- MÃE BIOLÓGICA: cometeu muitos erros, tenho duvidas se esses erros teem justificação aceitável ou não.
4º- CASAL QUE RECEBEU A MENINA: Não tomou as devidas precauções para evitar a situação actual. No entanto, não os coloco aqui por não respeitarem a ordem do tribunal (eu faria o mesmo).
INOCENTE: A criança, não tem culpa dos erros dos adultos e não pode ser penalisada por eles.
Eu não percebo como ha tanta gente a defender um casal que nem conhecem
Pois eu não percebo é como há tanta gente a defender a besta do pai biológico e o tribunal ainda lhe atribui uma indemnização monetária.
Abraço,
Carrancho
Carrancho
atenção que eu não escrevia "menina" ha 5 pontos e não 4, eu pessoalmente não conheço o casal mas conheço pessoas que os conhecem o que eu disse no post anterior foi o que me foi contado por essas pessoas. E eu dou este assunto por encerrado, só tenho pena da miuda quando se aperceber deste carnaval todo, desejo-lhe o melhor da vida.
- Mensagens: 9
- Registado: 30/6/2005 14:38
angela Escreveu:... Aidida Porto justificou a entrega da filha ao casal com a falta de dinheiro e com o facto de estar ilegal no País.......
Se calhar por isso também não a podia entregar á Segurança Social. Como o pai não a queria, fez o melhor que pode.
angela Escreveu:... As dificuldades económicas levaram-na – para alimentar a filha – a aceitar a proposta de um indivíduo que lhe ofereceu dinheiro em troca de sexo, contou....
Também a podia deixar morrer de fome ou atirá-la ao Douro (no caso, o Nabão está mais perto). Em nenhum dos casos era a primeira pessoa a fazer isso. Mas era muito mais condenavel
angela Escreveu:... Eu ja passei por muita necessidade para alimentar as minhas filhas mas nunca me vendi....
Se calhar as dificuldades que passou não a levaram a esse ponto. Eu também já passei dificuldades, também nunca me vendi, mas também nunca vi um filho com fome. Nem sequer tenho a pretensão de imaginar o que faria se me visse em semelhante circunstancia
angela Escreveu:... Não sei como podem duvidar que esta "senhora" não seja uma *****.....
Continuo sem ter nada que prove o contrário. E como a tal lei que tanto defendem tem a presunção de inocencia - lá está.
(referindo-me a um post anteripr, se uma pessoa que tem relaçoes com 2 pessoas é duvidosa...bem, carago, que país! para aí 90% é duvidoso..)
angela Escreveu:... Eu não percebo como ha tanta gente a defender um casal que nem conhecem, casal esse que desde que lhe foi entregue a menina nos braços dentro duma loja de roupas disse a mãe adoptiva. "Vais ser minha, já ninguém te tira". A mãe adoptiva não pode ter filhos, ...
Não poder ter filhos é um acidente da natureza, não um crime. Graças a pessoas sem filhos que adptam, há muita criança que tem uma vida melhor do que teria se isso não se verificasse
angela Escreveu:... e se o digo é porque conheço. Desde o inicio sabiam que estavam a proceder mal muita gente os avisou, mas o casal sabia que a mãe não podia fazer nada para voltar a ter a filha, como ela quis. O casal nunca pensou é que aparece-se o pai para reclamar a menina, quando isso aconteceu, foi o desastre completo. O sr sargento pensou até sair do país, e voçês dizem isso é impossivel ele é militar, pois é mas ele saiu e voltou novamente a entrar e mais não digo...
Ainda não vi ninguém questionar se o Sargento queria ir ou foi para o estrangeiro.
Nem interessa para o caso.
Não abandonou a menina (nem ele nem a esposa) coisa que os pais biologicos fizeram ambos, em situações diferentes. Ele abdicou da liberdade pela filha. 6 anos de vida.
angela Escreveu:... pois é mas ele saiu e voltou novamente a entrar e mais não digo...
Bem, isto é boato. Ou como estamos num forum de bolsa, inside. Qualquer das coisas é punida por lei. Quando não se pode ou não se quer dizer qualquer coisa, não se diz. "e mais não digo" é apenas querer alimentar "fogos"
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
angela Escreveu:Eu ja passei por muita necessidade para alimentar as minhas filhas mas nunca me vendi.
Não sei como podem duvidar que esta "senhora" não seja uma *****.
Vender não quer dizer que se seja uma p u t a...E já agora cada um faz o que quiser do seu corpo. Existe muita gentinha que se vende (não o corpo) e são bem piores que as p u t a s. E já agora o que eu gostava de saber, é se a miuda estivesse com a mãe verdadeira, se o Sr ia lutar por ela? Talvez não! Já viram o que é ter que visitar a filha sabendo que a mãe é uma P U T A. Vou ser claro, o proximo referendo bem tarde demais e talvez continue tudo na mesma....porque temos sempre a mania de querer impor aos outros aquilo que queremos para nós...muitos até querem impor aquilo que depois não fazem.
Ora cá esta um bom exemplo para as pessoas pensarem.....
carrancho Escreveu:Acrescento...
Se a mãe era "duvidosa", se a mãe era ilegal, se a mãe era isto e aquilo, não se deveria considerar que essa criança estava em risco? Isso só reforça a ideia que o pai biológico deveria ter tido ainda mais preocupação por uma criança que ia nascer nestas condições e podia muito bem ser sua. Que fez ele? Assobiou para o lado até o obrigarem a tomar uma atitude. Só demonstra ainda mais a irresponsabilidade dele.
Amiga Pata,
Num post anterior dirigiste-te a mim para dizeres para pararmos de dizer que a mãe biológica era "duvidosa". Atenção que não sou eu que o digo nem nunca disse. Se reparares no post que aqui cito a palavra duvidosa está entre "". Eu não sei se a senhora é duvidosa ou não e nem me interessa. Mas já que tanto usaram (outros) esse argumento, eu parti dele para demonstrar que ainda maiores eram as responsabilidades do pai perante a criança se assim ele (pai) considerava a mãe. Realmente tenho muitas duvidas em relação à mãe biológica, mas não tenho duvidas nenhumas em relação ao pai, É DE FACTO UM CANALHA!
Abraço,
Carrancho
Carrancho
oh angela;
bem ou mal, com maior ou menor dureza (sempre leal!), todos aqui andamos a falar de algo, meio misturado com abstracto, meio misturado com concrecto, meio misturado com o que sao as nossas proprias convicoes e dogmas (perspectivas que valorizamos mais em detrimento de outras)...
mas agora esse post, é grave, e tem sempre outro problema:
é que eu (falo por mim), nao a conheço, e tambem nao sei se diz verdade... e como tal, nao sei se esse post, pela forma como torna factuais algumas situacoes, nao deva ser revisto pelos Admins
cumprimentos (ok ok, beijos e abraços!
)
bem ou mal, com maior ou menor dureza (sempre leal!), todos aqui andamos a falar de algo, meio misturado com abstracto, meio misturado com concrecto, meio misturado com o que sao as nossas proprias convicoes e dogmas (perspectivas que valorizamos mais em detrimento de outras)...
mas agora esse post, é grave, e tem sempre outro problema:
é que eu (falo por mim), nao a conheço, e tambem nao sei se diz verdade... e como tal, nao sei se esse post, pela forma como torna factuais algumas situacoes, nao deva ser revisto pelos Admins
cumprimentos (ok ok, beijos e abraços!
Pata-Hari Escreveu:Carrancho, o que tem graça é que vocês aceitem a afirmação feita pelo pai que ela era duvidosa. Porque partem do principio que ele é credível? Eu não vejo nenhuma atitude que o credibilize. Parece-me que os dados nos dizem que o único duvidoso era ele: achava-a dúbia mas andou lá. Era pai mas só quando foi obrigado a enfrentar esse facto (com um teste que foi obrigado a fazer e pago com os meus impostos) é que foi obrigado a aceitar a paternidade. Abandonou a criança durante a gravidez e durante os primeiros 8 meses. Eu não aceito nenhuma das afirmações dele como certas, o track record não é particularmente bom.
Por favor parem de dizer que ela era duvidosa e que o acto dele de abandono da criança e da mãe era justificado. Onde arranjaram os dados para afirmar isso? Ou é parte daquela atitude de homens responsáveis de “ se ela aceitou dar uma queca comigo é porque era uma p… . Se é uma p…, agora aguente-se!”.
Desculpem lá mas não vale a pena estar a fazer juízos de valor da senhora. Não sabemos se é ou era duvidosa , não sabemos qual foi o teor da relação com o Baltazar, não sabemos nadinha daquilo que se passou. Portanto não vale apena estar a fazer interpretações.
O que sabemos é:
A senhora teve uma relação com o Baltazar da qual resultou uma criança. A Esmeralda.
O Baltazar não perfilhou a criança porque julgava não ser sua.
Através de um teste de ADN compulsivo, que resultou positivo, a criança foi automaticamente perfilhada, isto é, deixou de ser filha de pai incognito para ser dada como filha do Baltazar.
A partir daqui é que podemos começar a analisar o caso. Sobre os factos anteriores só podemos especular.
Não vale a pena tratar o homem como um biltre porque não sabemos se era um biltre ou não.
Não vale a pena tratar a senhora como uma p u t a porque também não sabemos nada sobre isso.
Na minha opinião, qualquer análise sobre o caso que se apoie em especulações está viciada à partida.
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
A mãe biológica revelou ontem que a menina, que está a ser disputada na Justiça, se chamou Isabel nas primeiras semanas. “Ficou Esmeralda porque a mãe do Baltazar se chama assim”, explicou Aidida Porto. Hoje, a menina é tratada por Ana Filipa na família Gomes, a única que conhece e que a acolheu aos três meses. Aidida Porto justificou a entrega da filha ao casal com a falta de dinheiro e com o facto de estar ilegal no País. As dificuldades económicas levaram-na – para alimentar a filha – a aceitar a proposta de um indivíduo que lhe ofereceu dinheiro em troca de sexo, contou.
(correio da manhã dia 26)
Eu ja passei por muita necessidade para alimentar as minhas filhas mas nunca me vendi.
Não sei como podem duvidar que esta "senhora" não seja uma *****.
Eu não percebo como ha tanta gente a defender um casal que nem conhecem, casal esse que desde que lhe foi entregue a menina nos braços dentro duma loja de roupas disse a mãe adoptiva. "Vais ser minha, já ninguém te tira". A mãe adoptiva não pode ter filhos, e se o digo é porque conheço. Desde o inicio sabiam que estavam a proceder mal muita gente os avisou, mas o casal sabia que a mãe não podia fazer nada para voltar a ter a filha, como ela quis. O casal nunca pensou é que aparece-se o pai para reclamar a menina, quando isso aconteceu, foi o desastre completo. O sr sargento pensou até sair do país, e voçês dizem isso é impossivel ele é militar, pois é mas ele saiu e voltou novamente a entrar e mais não digo...
(correio da manhã dia 26)
Eu ja passei por muita necessidade para alimentar as minhas filhas mas nunca me vendi.
Não sei como podem duvidar que esta "senhora" não seja uma *****.
Eu não percebo como ha tanta gente a defender um casal que nem conhecem, casal esse que desde que lhe foi entregue a menina nos braços dentro duma loja de roupas disse a mãe adoptiva. "Vais ser minha, já ninguém te tira". A mãe adoptiva não pode ter filhos, e se o digo é porque conheço. Desde o inicio sabiam que estavam a proceder mal muita gente os avisou, mas o casal sabia que a mãe não podia fazer nada para voltar a ter a filha, como ela quis. O casal nunca pensou é que aparece-se o pai para reclamar a menina, quando isso aconteceu, foi o desastre completo. O sr sargento pensou até sair do país, e voçês dizem isso é impossivel ele é militar, pois é mas ele saiu e voltou novamente a entrar e mais não digo...
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A minha afirmação de duvidosa vem na sequência de um processo que tem em tribunal com outro homem (amante) por dividas. Ela diz que ele lhe dava dinheiro em troca de companhia e ele diz que emprestou...
Outra coisa que me deixa confuso é ela não entregar a criança á SS.
Alguém sabe quanto custa um exame ADN por iniciativa do próprio? Podemos estar num caso de falta de recursos para o dito exame...
Outra coisa que me deixa confuso é ela não entregar a criança á SS.
Alguém sabe quanto custa um exame ADN por iniciativa do próprio? Podemos estar num caso de falta de recursos para o dito exame...
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
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A minha afirmação de duvidosa vem na sequência de um processo que tem em tribunal com outro homem (amante) por dividas. Ela diz que ele lhe dava dinheiro em troca de companhia e ele diz que emprestou...
Outra coisa que me deixa confuso é ela não entregar a criança á SS.
Alguém sabe quanto custa um exame ADN por iniciativa do próprio? Podemos estar num caso de falta de recursos para o dito exame...
Outra coisa que me deixa confuso é ela não entregar a criança á SS.
Alguém sabe quanto custa um exame ADN por iniciativa do próprio? Podemos estar num caso de falta de recursos para o dito exame...
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
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Pata-Hari Escreveu:Por favor parem de dizer que ela era duvidosa e que o acto dele de abandono da criança e da mãe era justificado. Onde arranjaram os dados para afirmar isso? Ou é parte daquela atitude de homens responsáveis de “ se ela aceitou dar uma queca comigo é porque era uma p… . Se é uma p…, agora aguente-se!”. Já me estou a passar….SCPnuno, vem salvar-me. Vou almoçar fora para não ser expulsa do fórum.
(Este último parágrafo foi acrescentado por edição e num ataque de mau génio)
Cá estou!
Ainda vamos ser expulsas as duas e forum fica entregue á bicharada...
Ok, senhora duvidosa? alguém olhou para a senhora em causa? eu vi-a, no Pros e Contras. De vamp, não tem nada. Em português corrente, é uma ulana feiosita e gorducha. Quem recorre a "senhoras duvidosas", tem muito melhor por onde escolher. E, quem tem essa vida, com varios clientes, estará protegida contra a gravidez e, caso esta aconteça, terá muita dificuldade em acertar no pai á primeira. Tou a ser suficientemente clara? Espero que sim, não me obriguem a usar expressões portuenses. E quem é o anormal nos tempos que correm que recorre a uma "senhora duvidosa" sem se proteger? Voçês são homens, ponham a mão na consciencia...
A unica coisa que az sentido aqui, é que ela não seja nada duvidosa. Que eles tivessem uma relação onde abdicaram de protecção.
Mas, a eterna cobardia masculina (felizmente rara, mas que existe) diz logo "sei lá se fui eu o unico" - pois, isso nunca homem nenhum sabe. Se foi o unico. Mas as mulheres também não sabem se são as unicas.
A diferença é que o homem diz "sei lá se fui o unico" e dá de frosques. As mulheres ficam com a gravidez - não dá para virar as costas. Ou faz um aborto, ou aguenta uma gradivez provavelmente não desejada, uma gravidez renegada pelo pai da criança, dá á luz um bébé e ainda tem que se sujeitar á vergonha de ser feito um teste para provar que, o que ela sempre disse, que o fulano X é o pai, se confirme.
O homem de honra, um homem com H maiusculo, sabendo que havia a possibilidade ou até a grande probabilidade de ser o pai, acompanharia a mae durante a gravidez, acompanharia o nascimento e solicitaria de imediato o teste se ainda lhe restassem duvidas.
Sabendo como é a nossa burocracia, imagino o que ela teve que dizer e preencher para registar a filha como filha de pai icognito. Teria sido mais facil ele ir ao registo e de imediato se predispor a registar a criança, no entanto ressalvando um teste que o provasse.
Mas, nada disto aconteceu.
A culpa, no fundo, é da natureza. Permite que os homens tomem estas atitudes. Há quem seja homem, e quem seja cobarde. Há quem sabe "onde se mete" e quem ande em qualquer ldo.
E no fim, a solução mais facil é sempre por em causa a credibilidade da mãe, não é? Até é brasileira ... e, se calhar, até é uma mulher decente.
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
longBlackCandle Escreveu:Lutav Escreveu:um gajo, militar ou nao, que infringe a lei, por 1 bebé, que biologicamente nao é seu, e o faz, pensando no bem estar da mesma, nao me lixem, tem o caracter e o amor, que mtos outros nunca terão!
Amazing!!!
Vamos então instituir na nossa Lei o conceito de "rapto por amor".
Foi isso que disse não foi, Lutav?
oh senhor velapretamuitomasmesmomuitocomprida;
pensei que nas minhas entrelinhas, tava perceptivel que NAO estava a ser populista, e que corria o risco de o ser (e aqui aceitei).
o que eu sei, e vou explicar melhor, é que o senhor infringiu a lei por amor! e claro, está para ser damagogico para os dois lados; e se calhar, eu vou fazer a vontade, e começo eu:
esse "amazing" todo cinico, só existe, porque o sangue vale tudo (na sua perspectiva) ; se fosse o pai biologico, nao havia problema, o amor era automaticamente aceite! como nao é pai biologico, saem essas tiradas sobre 2Vamos então instituir na nossa Lei o conceito de "rapto por amor".
na minha perspectiva, alguem que infringe a lei, por 1 bebé que nao é seu, tem o meu respeito: porque mtos de nós que aqui escrevemos, se calhar nao o faziamos por filhos biologicos! ou entao, faziamos, mas tinhamos a desculpa do "oh senhor, eu fiz mal, mas é o meu filho caramba, eu tinha de o fazer."
mas como NAO é o pai biologico a infringir a lei, aqui d'el rei!
eu sinceramente, acho isto meio demagogico; tirando de lado (temporariamente) a lei estar correcta ou nao, assim como as respectivas decisoes judiciais, quem somos nós para por em causa a MOTIVACAO do acto do "senhor sargento"?
qdo os meus filhos precisarem que infrinja a lei por eles, assim eu tenha coragem para o fazer...
espero ter-me explicado melhor;
peço desculpa pela aparente dureza da forma deste post, mas como nao fui bem entendido (explicado talvez) no outro, espero ter sido mais claro agora
beijos e abraços
Olha sinceramente acho que era mais justo. A lei é demasiado geral e abstracta e isso para mim é injusto. Se for possível ver caso-a-caso melhor.longBlackCandle Escreveu:Lutav Escreveu:um gajo, militar ou nao, que infringe a lei, por 1 bebé, que biologicamente nao é seu, e o faz, pensando no bem estar da mesma, nao me lixem, tem o caracter e o amor, que mtos outros nunca terão!
Amazing!!!
Vamos então instituir na nossa Lei o conceito de "rapto por amor".
Foi isso que disse não foi, Lutav?
Carrancho, o que tem graça é que vocês aceitem a afirmação feita pelo pai que ela era duvidosa. Porque partem do principio que ele é credível? Eu não vejo nenhuma atitude que o credibilize. Parece-me que os dados nos dizem que o único duvidoso era ele: achava-a dúbia mas andou lá. Era pai mas só quando foi obrigado a enfrentar esse facto (com um teste que foi obrigado a fazer e pago com os meus impostos) é que foi obrigado a aceitar a paternidade. Abandonou a criança durante a gravidez e durante os primeiros 8 meses. Eu não aceito nenhuma das afirmações dele como certas, o track record não é particularmente bom.
Por favor parem de dizer que ela era duvidosa e que o acto dele de abandono da criança e da mãe era justificado. Onde arranjaram os dados para afirmar isso? Ou é parte daquela atitude de homens responsáveis de “ se ela aceitou dar uma queca comigo é porque era uma p… . Se é uma p…, agora aguente-se!”. Já me estou a passar….SCPnuno, vem salvar-me. Vou almoçar fora para não ser expulsa do fórum.
(Este último parágrafo foi acrescentado por edição e num ataque de mau génio)
Por favor parem de dizer que ela era duvidosa e que o acto dele de abandono da criança e da mãe era justificado. Onde arranjaram os dados para afirmar isso? Ou é parte daquela atitude de homens responsáveis de “ se ela aceitou dar uma queca comigo é porque era uma p… . Se é uma p…, agora aguente-se!”. Já me estou a passar….SCPnuno, vem salvar-me. Vou almoçar fora para não ser expulsa do fórum.
(Este último parágrafo foi acrescentado por edição e num ataque de mau génio)
Um homem, um homem de verdade, não deicha de cometer erros, mas assume-os e aceita as suas responsabilidades, não as transfere para outros. Há responsabilidades que são reparáveis outras não. Foi esta a educação que os meus pais me deram, é esta a educação que pretendo transmitir às minhas filhas.
Neste caso ele cometeu um erro ao ir ter com uma mulher "duvidosa", cometeu outro ao não se proteger (até aqui era reparável). Os erros que cometeu depois já não são reparáveis nem compreensiveis.
Neste caso ele cometeu um erro ao ir ter com uma mulher "duvidosa", cometeu outro ao não se proteger (até aqui era reparável). Os erros que cometeu depois já não são reparáveis nem compreensiveis.
Abraço,
Carrancho
Carrancho
carrancho Escreveu:Long (é melhor assim que o nick é mesmo "long" lol),
Se acompanhas o tópico como julgo devias ter reparado que já respondi a essa pergunta a um outro colega, aqui vai o copy.Citação:
Faça um esforço e ponha-se no lugar de alguém que teve uma relação com uma senhora com profissão duvidosa (quer dizer, toda a gente sabe qual é) e que depois afirma que está grávida de si... o que faria nessa situação?
Ora aqui está uma resposta que nem devia dar de tão obvia que me parece.
Já o disse antes, depois de a mae lhe dizer que estava gravida dele, a besta só tinha duas possibilidades, se podia ser filho dele, ou aceita a criança como tal ou faz o teste para tirar duvidas que tivesse. Assobiar para o lado é outra possibilidade, mas para as bestas não para pessoas normais. Isto aplicasse independentemente da profissão da mãe e de quem ela seja, andou... aceita ou testa primeiro, era o que eu faria sem pensar duas vezes. Aliás, se uma qualquer mulher viesse ter comigo dizendo que estava grávida de um filho meu e eu nunca tivesse visto tal pessoa nem tivesse tido qualquer contacto com ela, faria imediatamente o teste como prova do que dizia sem nada a temer. Quem não deve não teme!
Desculpa Carrancho, no meio de tanto post tinha-me esquecido que já tinhas respondido à minha pergunta.
Estou mais ou menos esclarecido. Obrigado.
Abraço.
Acrescento...
Se a mãe era "duvidosa", se a mãe era ilegal, se a mãe era isto e aquilo, não se deveria considerar que essa criança estava em risco? Isso só reforça a ideia que o pai biológico deveria ter tido ainda mais preocupação por uma criança que ia nascer nestas condições e podia muito bem ser sua. Que fez ele? Assobiou para o lado até o obrigarem a tomar uma atitude. Só demonstra ainda mais a irresponsabilidade dele.
Se a mãe era "duvidosa", se a mãe era ilegal, se a mãe era isto e aquilo, não se deveria considerar que essa criança estava em risco? Isso só reforça a ideia que o pai biológico deveria ter tido ainda mais preocupação por uma criança que ia nascer nestas condições e podia muito bem ser sua. Que fez ele? Assobiou para o lado até o obrigarem a tomar uma atitude. Só demonstra ainda mais a irresponsabilidade dele.
Abraço,
Carrancho
Carrancho
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