Caldeirão da Bolsa

Salários Públicos e Privados

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Keyser Soze » 7/10/2006 14:16

Sábado, Outubro 07, 2006
Saúde, liberdade de escolha

"Na saúde, o princípio de consumidor-pagador não deve ser invocado", assim declara Helena Roseta na moção de estratégia que leva ao congresso do PS com José Leitão.

O princípio do consumidor-pagador não é incompatível com um Estado com "preocupações sociais". Basta que o Estado passe a financiar as pessoas ao invés de financiar o seu próprio Serviço Nacional de Saúde.

Este financiamento poderia ser feito de várias formas, seja por pagamento directo de despesas, a seguros individuais geridos por uma entidade estatal. Mas o facto é que poderia não custar nem mais um tostão ao Estado (e portanto ao contribuinte), e no mínimo ter a mesma eficiência que o actual sistema (o que não é muito animador).

Contudo, se fossem as pessoas a serem financiadas, poderiam escolher, em função dos fundos que fossem atribuídos, recorrer aos serviços estatais funcionando pelo princípio do consumidor-pagador, ou aos serviços privados que não conhecem outra forma de funcionamento.

Esta possibilidade de escolha poderia representar não só um substancial ganho de bem-estar e saúde para as populações, como dinamizaria a Economia, gerando emprego e riqueza. Mantendo o Estado o financiamento das pessoas, a prestação de serviços estatais de Saúde poderia ser redimensionada, custando menos ao contribuinte.

Este é um sistema que não só aumenta a liberdade e a saúde dos cidadãos, como drena menos recursos à sociedade civil, como aumenta a transparência dos serviços públicos. Só tem um problema. Retira dos políticos o controle estalinista da Saúde, o poder sobre as pessoas, a convivência com os poderes corporativos do sector. Dá aos indivíduos a noção que podem viver sem a burocracia doentia do Estado-terapeuta.

De novo, repete-se: O princípio do consumidor-pagador não é incompatível com um Estado com "preocupações sociais". Rejeitar o princípio do consumidor-pagador, por princípio ideológico, só interessa a quem quer perpetuar um sistema que suprime o poder político e económico dos cidadãos, em nome de um todo-poderoso e desesperadamente ineficiente Estado absoluto.
"Na saúde, o princípio de consumidor-pagador não deve ser invocado", assim declara Helena Roseta na moção de estratégia que leva ao congresso do PS com José Leitão.

O princípio do consumidor-pagador não é incompatível com um Estado com "preocupações sociais". Basta que o Estado passe a financiar as pessoas ao invés de financiar o seu próprio Serviço Nacional de Saúde.

(continuar a ler "Saúde, liberdade de escolha")
Este financiamento poderia ser feito de várias formas, seja por pagamento directo de despesas, a seguros individuais geridos por uma entidade estatal. Mas o facto é que poderia não custar nem mais um tostão ao Estado (e portanto ao contribuinte), e no mínimo ter a mesma eficiência que o actual sistema (o que não é muito animador).

Contudo, se fossem as pessoas a serem financiadas, poderiam escolher, em função dos fundos que fossem atribuídos, recorrer aos serviços estatais funcionando pelo princípio do consumidor-pagador, ou aos serviços privados que não conhecem outra forma de funcionamento.

Esta possibilidade de escolha poderia representar não só um substancial ganho de bem-estar e saúde para as populações, como dinamizaria a Economia, gerando emprego e riqueza. Mantendo o Estado o financiamento das pessoas, a prestação de serviços estatais de Saúde poderia ser redimensionada, custando menos ao contribuinte.

Este é um sistema que não só aumenta a liberdade e a saúde dos cidadãos, como drena menos recursos à sociedade civil, como aumenta a transparência dos serviços públicos. Só tem um problema. Retira dos políticos o controle estalinista da Saúde, o poder sobre as pessoas, a convivência com os poderes corporativos do sector. Dá aos indivíduos a noção que podem viver sem a burocracia doentia do Estado-terapeuta.

De novo, repete-se: O princípio do consumidor-pagador não é incompatível com um Estado com "preocupações sociais". Rejeitar o princípio do consumidor-pagador, por princípio ideológico, só interessa a quem quer perpetuar um sistema que suprime o poder político e económico dos cidadãos, em nome de um todo-poderoso e desesperadamente ineficiente Estado absoluto.

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por J Alves » 7/10/2006 14:13

pedras11 Escreveu:Mas afinal sem empresas e empresários como o Estado pagava aos funcionários públicos. :?:



Desculpem lá, mas não resisti também a fazer um comentário a esta pergunta interessante do pedras. Apesar da pergunta não me ter sido dirigida, e sem querer estar a defender o público ou o privado, ela não é de fácil resposta, isto porque era necessário saber valores que neste momento não disponho tais como: valor global de quanto o estado paga aos funcionários públicos; quanto é que os funcionários públicos pagam de impostos ao estado devido à remuneração que o estado lhe paga, ou seja IRS; quanto é que os funcionários públicos pagam de ISP e IVA ao estado por encherem os depósitos do seu carro de combustivel, quanto é que os funcionários públicos dão ao estado de imposto sobre o tabaco por fumarem os seus cigarros, quanto é que os funcionários públicos pagam ao estado de IVA devido aos seus afazeres do quotidiano (roupa, supermercado) ou então então nos restaurantes, cafés, hotéis....).

Na minha modesta opinião, acho que só depois de contabilizar-mos estes impostos directos e indirectos que os funcionários públicos pagam e depois comparando-os com os valores que recebem do estado é que se poderia fazer esssa pergunta, se os funcionários públicos são auto-sustentáveis.

Um outro aspecto importante a saber é qual o peso dos ministérios nos gastos do estado, e aqui é que os valores têm pesos bastante diderenciados. Penso não estar em erro, mas li há sensivelmente 15 dias que o peso do ministério da educação, saúde e administração interna totalizam quase 40% dos gastos do estado com o seu proprio funcionamento.

O problema está precisamente aqui. Na administração interna fala-se constantemente em problemas de falta de efectivos de segurança, se os aumentarmos aumenta o gasto. Na saude queixamo-nos todos os dias da falta de profissionais, se os aumentar-mos aumenta o gasto. Na educação infelizmente o discurso não passa pela falta, mas sim pelo excesso, mas continua o problema é que cerca de 85% do orçamento do ministério é gasto em despesas correntes, o que torna dificil a sua gestão pois os recursos disponíveis para investimento acabam por ser bastante escassos.

Pedras apesar de infelizmente não ter uma resposta para a tua pergunta em inha opinião a leitura também deve passar por aqui, se assim não for corremos o risco de ter uma visão parcial e até redutora

Um abraço

J Alves
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Re: Salários Públicos e Privados

por J Alves » 7/10/2006 13:45

superveiga Escreveu:
Jim Beam Escreveu:Onde se lê "Salário Médio Real do Sector Privado" substituam por "Salário Medio DECLARADO do Sector Privado". Só assim poderei acreditar nesse estudo, pois essa não é a realidade que eu conheço !!!


E para além disso, esses números são altamente distorcidos com a existencia na função pública de ****** profissionais a ganhar 5 vezes mais que o Presidente da republica, a acumular pensões.

Os casos são mais que muitos. Os funcionários públicos das carreiras médias (assist administrativos recebem entre 600 e 900 (já no topo das suas carreiras tenham cursos superiores ou não)


Depois de várias coisas que já aqui foram ditas parece-me que é preciso fazer uma distinção que não deve deixar dúvidas. Uma coisa é a carreira de técnico superior outra coisa é a carreira administrativa. Quanto aos números dos salários deixo, em anexo, a tabela de remunerações do regime geral da função publica, para que não se continue a especular sobre os valores.
Anexos
Regime Geral.pdf
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por Jim Beam » 7/10/2006 13:35

Keyser Soze Escreveu:....e mt de vocês acham que não se deve alterar nada, deve continuar tudo na mesma


Acho que ninguem aqui disse que nada devia ser alterado.
Acho até que este governo tem mostrado bastante vontade de mudar o actual estado das coisas... Mas estas mudanças de fundo levam algum tempo a efectuar-se. Mas não tenhas dúvidas que estamos a caminhar nesse sentido, seja com modelos privados ou não...

O que eu acho incorrecto é culpabilizar-se sempre o funcionário público por todos os males do país. O funcionário público é tão culpado como o funcionário privado... é apenas o bode expiatório dos sucessivos governos e da sua má gestão...
"Live and learn!! Life's a lesson!!", DMX
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por PepeLegal » 7/10/2006 13:22

Quanto a mim o principal problema continua a ser a falta de formação do povo português. E isto influencia tudo o que existe na nossa sociedade.

- Os nosso empresários das PME são na sua grande maioria pessoas com a 4ª classe que (e bem) conseguiram singrar no meio até há uns anos, mas que não acompanharam (nem saberiam como) os desenvolvimentos da industria.

- A nossa classe politica dá ao povo aquilo que ele pede e merece. De quem nos queixamos nós? dos politicos ? quem votou neles? o povo. Então queixemo-nos do povo, e não dos politicos. :P

- Somos um povo que detesta mudanças. Ai de alguém que proponha um modelo em que a SS, a Educação, a Saúde e a Justiça sejam privatizadas total ou parcialmente. A pergunta é: Mas de que raio têm as pessoas medo ??? que os pobres não tenham acesso a um fundo de subsistencia? ao servico de saude? que haja descriminção social? que os idosos sejam ignorados nas suas necessidades?
Hellloo!!!....investiguem melhor...isto não é novidade, já existe e passa-se entre nós. Claro que há algumas excepções, mas no geral já convivemos com esta realidade.

Há muitos anos que defendo que o Estado deveria ser um elemento Regulador e Fiscalizador da actividade social e economica. Quase tudo o resto deveria ser privatizado total ou parcialemente (tipo golden-share), criando paralelamente uma estrutura de apoio social especifica imposta pelo Estado.

Infelizmente, o povo ainda tem demasiados ideais comunistas que os impede de ver muitas vezes a nossa própria realidade. Para resolver isto, é preciso tempo..é necessário deixar passar algumas gerações até se conseguir ter muitas destas mudanças.

Cumprimentos,
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por Keyser Soze » 7/10/2006 12:28

Cardoso Escreveu:Keyser,

propõe a privatização da Educação e Saúde... e já agora também da defesa nacional e segurança. A despesa do Estado descia para valores mínimos e começávamos todos a pagar pelo que consumimos - seja a escola dos nossos filhos, seja as despesas que temos com a saúde, seja a polícia de que precisamos, etc...

Assim era tudo sector privado e o país podia finalmente evoluir...


a tua solução é enterrar a cabeça na areia ?

o que eu disse em cima é verdade, é um facto, é a realidade .... não se altera com a cor politica de cada um

a tendência é para continuarmos a divergir com a Europa

vivemos num dito "modelo social" mas temos uns 2 milhões de pobre e umas das maiores disparidades entre pobre e ricos

na rua manifestam-se funcionários públicos contra qq alteração a este modelos, este funcionários públicos, pagos com o dinheiros cobrados sobre actividade dos privados, clamam para si direitos que os privados não têm: emprego garantido até ao fim da vida, aumentos salariais independemente da produtividade, evolução na carreira não por mérito mas apenas pelo tempo de trabalho ....


começávamos todos a pagar pelo que consumimos - seja a escola dos nossos filhos, seja as despesas que temos com a saúde, seja a polícia de que precisamos


quem é que paga agora esses serviços ?
tu achas que o dinheiro cai do céu ?

um problema grave da nossa sociedade são pessoas que pensam como tu ....vocês pensam que o Estado é uma identidade externa que tem uma maquina de fazer dinheiro

não compreendem que para gastar foi preciso primeiro cobrar...e só paga quem gera riqueza

num sistema privado continuava a ver educação e saúde para todos

hoje, a educação não é grátis ! se pegares no orçamento para a educação e dividires pelo nº de alunos, cada aluno "custa" cerca de 100 contos por mês...destes, 90 contos são para pagar os salários dos professores...o output do actual sistema é mediocre, os alunos portugueses estão entre os piores da ocde

num sistema privado existe um cheque ensino que é atribuido às familias e estes depois escolhem a escola onde querem por os filhos a estudar
(os pobres não ficam de fora)....as escolas é que eram privadas, tal como os professores mas o acesso à educação continuava a ser garantido pelo estado

educação, parte da saude ( cada pagava um seguro médico por ex) pode ser privatizada.....com isto espera-se uma redução dos impostos (dinamizador da economia) e uma melhor qualidade nos serviços

falaste na defesa nacional, sabes por acaso que, tiranado algumas unidades e um reduzido nº de equipamentos, as FA estão obsoletas e que 2/3 do orçamento é para pagar salários ?

mas acabo com o que disse no incio, nós estámos a ficar para trás em relação à Europa, isto é um facto, não é uma opinião....e mt de vocês acham que não se deve alterar nada, deve continuar tudo na mesma
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Militar indiciado por engano

por mcarvalho » 7/10/2006 12:22

Militar indiciado por engano


PGR garante que sargento não foi constituído arguido no processo de corrupção na Marinha






Um dos militares ouvido no âmbito da investigação sobre corrupção na Marinha, foi indiciado por engano.


SIC






A Procuradoria-geral da República esclarece que o sargento-ajudante Manuel Tiago Andrade de Sousa não foi constituído arguido no processo de inquérito.

O militar foi indiciado a 30 de Setembro como um dos três militares implicados num crime económico-financeiro, que envolvia contratos de aquisição de material para a Armada.

Dois empresários, um deles norte-americano, estão também relacionados neste processo.

Um dos suspeitos ficou em prisão preventiva.
 
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por Cardoso » 7/10/2006 8:30

Keyser,

propõe a privatização da Educação e Saúde... e já agora também da defesa nacional e segurança. A despesa do Estado descia para valores mínimos e começávamos todos a pagar pelo que consumimos - seja a escola dos nossos filhos, seja as despesas que temos com a saúde, seja a polícia de que precisamos, etc...

Assim era tudo sector privado e o país podia finalmente evoluir...
 
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por Keyser Soze » 7/10/2006 0:02

independentemente da ideologia de cada um, não vos faz confusão que num periodo de tempo semelhante e partindo de situações idênticas, a Irlanda apresente hoje um dos PIB per capita mais elevado da Europa, que a Espanha seja actualmente um dos paises mais fortes da Europa, que paises da Euroa de Leste que eram comunistas apenas há 15 anos nos tenham ultrapassado ?

não acham que há algo de errado com o nosso pais ?

e a culpa (por maus que sejam) é do sector privado que é o único que produz riqueza passivel de ser taxada para pagar ao sector público que oferece serviços de qualidade mediocre ?
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por kostta » 6/10/2006 23:59

achas que isso merece resposta? cada um temo seu papel na sociedade.
podemos ou nao concordar com este sistema, mas é o sistema que temos. e todos temos que cumprir com as nossas obrigações para nao haver desvios.
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por pedras11 » 6/10/2006 23:55

Kostta, responde á minha pergunta, sem empresas como o Estado pagava aos seus funcionários?
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"

Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges

Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
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por kostta » 6/10/2006 23:54

O relatório sobre competitividade do Fórum Económico Mundial é uma vergonha para os gestores e empresários portugueses e um elogio às instituições públicas. Portugal desceu do 31.º lugar para o 34.º entre 125 países fundamentalmente por causa do mau funcionamento das instituições privadas. Afinal, a fraca imagem do País deve-se em grande parte ao sector privado.
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por kostta » 6/10/2006 23:51

1ºse o serviço tem ou nao qualidade a questão é outra


2º o estudo internacional aqui colocado, no final de setembro, mostra que o serviço publico é melhor que o serviço privado
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por Keyser Soze » 6/10/2006 23:49

kostta Escreveu:
pedras11 Escreveu:Mas afinal sem empresas e empresários como o Estado pagava aos funcionários públicos. :?:

o estado garante ao cidadão uma serie de serviços:
educação, saude, justiça, segurança, limpeza, mobilidade, etc



o Estado cobra 50% da riqueza produzida para fornecer serviços de má qualidade
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por kostta » 6/10/2006 23:46

pedras11 Escreveu:Mas afinal sem empresas e empresários como o Estado pagava aos funcionários públicos. :?:

o estado garante ao cidadão uma serie de serviços:
educação, saude, justiça, segurança, limpeza, mobilidade, etc
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por pedras11 » 6/10/2006 23:44

Mas afinal sem empresas e empresários como o Estado pagava aos funcionários públicos. :?:
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"

Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges

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por kostta » 6/10/2006 23:43

nunca disse que concordava ou que nao concordava
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por Keyser Soze » 6/10/2006 23:42

kostta Escreveu:1º de ano para ano, as finaças têm vindo a recuperar mais impostos em divida


então já concordas com o gráfico ?
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por kostta » 6/10/2006 23:38

1º de ano para ano, as finaças têm vindo a recuperar mais impostos em divida

2º o ladraão anda sempre à policia. e os métodos usados são de "fina classe"
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por Keyser Soze » 6/10/2006 23:31

kostta Escreveu:podes falir, no entanto há muitos que andam uma vida inteira a fazer falcatruas, sem abrir falência


por culpa do estado que dá subsidios e por causa das leis deste pais e dos organismos públicos incapazes de punir os prevaricadorees....ou seja o Estado cria um enquadramento ondes estas situações são possiveis de se arrastarem ao longo dos anos e as instituções que existem para fazer cumprir a lei não o fazem...parece que servem apenas para pagar salários
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por kostta » 6/10/2006 23:25

podes falir, no entanto há muitos que andam uma vida inteira a fazer falcatruas, sem abrir falência
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por Keyser Soze » 6/10/2006 23:14

POrtugal está como está por uma simples razão, não há cultura do mérito! Não são os melhores que ficam nos melhores lugares, e isto acontece quer no privado quer no público. Depois a produtividade e os ordenados são disso reflexo


concordo...mas no privado podes sempre falir ou ser despedido se não fores competente...na FP não
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por Mágico » 6/10/2006 23:09

Há bons e maus funcinários públicos.
Há bons e maus empresários.
Há bons e maus funcionários no privado.

Essa dos empresários portugueses serem "case study" deixou-me surpreendido...conheço n casos dos relatados mas tb conheço n casos de empresários que constroem palácios andam de jaguar e não pagam aos empregados há mais de dois meses.

POrtugal está como está por uma simples razão, não há cultura do mérito! Não são os melhores que ficam nos melhores lugares, e isto acontece quer no privado quer no público. Depois a produtividade e os ordenados são disso reflexo.

Em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão!
O caos é uma ordem por decifrar
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por Keyser Soze » 6/10/2006 22:59

os empresários por mt mau que sejam têm sempre que produzir riqueza para pagar os salários dos empregados e aos fornecedores, senão abrem falência

os funcionários públicos não ehehe
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por kostta » 6/10/2006 22:54

e os empresarios portugueses estão no topo mundial. em todo o mundo querem estudar os empresarios nacionais.
como é que eles conseguem ser tão bons, quando aquele pais só tens maus resultados? é a questão levantada pelos maiores estudiosos do mundo
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