Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A China todos os dias anuncia invenções extraordinárias que depois não dão em absolutamente nada.
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Nao devemos trocaram a realidade pela propaganda , os vermelhos estão agora com a China como estiverem com a URSS no pós guerra ., os brancos agarrados a supremacia eterna dos USA
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano.
O Sonho americano não passa mesmo disso, de um sonho, muito alavancado pelos filmes de hollywood
O pior é quando se acorda ou se sai da sala do cinema. O sonho normalmente vira pesadelo.
A narrativa é tão grande e há gente que a leva a peito, a ponto de terem acreditado e defendido acerrimamente há um ano, que o Irão tinha regressado à idade da pedra. Foram totalmente obliterados e as montanhas viraram piscinas.
Queres perceber o que é inovação, visita a China.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Algumas razões:
A Europa é o mesmo lixo só que pior.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Hoje, os EUA sofrem do mesmo problema da Europa, que a guerra da Ucrânia, e agora a guerra com o Irão, vieram "pôr a nu", o que já muitos diziam, inclusivé, dentro das Forças Armadas dos EUA.
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
niceboy Escreveu:Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
Não sei, estas decisões foram tomadas em 2022/23, quando a Ucrânia fazia 7.000 disparos de artilharia por dia.
Os EUA terão enviado para a Ucrânia mais de 3 milhões de projécteis de artilharia.
Hoje, a guerra na Ucrânia não é a mesma, deixou de ser uma guerra de atrito/exaustão, e assim sendo, não são tão necessários. No futuro, acho que ninguém saberá, pois vai depender muito do local e do opositor.
O que está em causa, é a incapacidade dos EUA reporem os seus stocks, e o conflito com o Irão veio agravar ainda mais a situação, pois ao contrário do que se possa pensar, os EUA não têm a capacidade industrial militar para produzir o que gastam, em tempo útil, e em muitas situações estão dependente de fornecedores externos.
Segundo consta, os problemas da General Dynamics Ordnance and Tactical Systems, em parte, têm a ver com o seu fornecedor turco (REPKON).
Para se ter uma ideia, os EUA construiram em 16 anos 2 porta-aviões (USS Gerald R. Ford e USS John F. Kennedy), enquanto a China construiu 2 (Shandong e Fujian) em 12 anos, e hoje tem uma marinha com mais navios que os EUA.
Os EUA têm um grande problema, que passa como as Administrações olham para a indústria bélica e política externa, consoante é a sua cor.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Irão (IRGC) alega que atingiu a base aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, com mísseis balísticos e drones, e que destruiu hangares que abrigavam caças F-15, F-16 e F-35 e drones MQ-9 Reaper .
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um pequeno exemplo dos problemas que os EUA enfrentam.
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os EUA sofrem do mesmo mal da Europa, por razões diferente e numa escala diferente.
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano. Aqui o sonho é andar a lamber as botas de um politico qualquer, ou trabalhar para a pensão. A Europa com a cultura que tem de risco nunca vai ser nada. Por isso que não tem chips, não tem clouid, não tem LLMs dignos de renome. Tem 2-3 excepções que confirmam a regra, Medíocre, sem sonhos, sem postura, sem carácter, sem ambição, vive da glória do passado, da perda de identidade, de ser a Disneylândia do planeta e resume-se a isto lentamente a convergir com as republicas das bananas das américas.
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― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A zona dos 80-84 tem sido relevante nos últimos anos.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Dubai is planning to build a new port and terminal to circumvent Iran’s control over the Strait of Hormuz.
Dubai-based port operator DP World is in talks to develop new facilities in the coastal area of Fujairah, people familiar with the matter told the Financial Times.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Guerra em Ormuz entra numa nova era: EUA estreiam barcos kamikaze não tripulados contra o Irão
Imagens divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos, conhecido como Centcom, mostram três embarcações não tripuladas Corsair a avançarem a alta velocidade em direção aos cais. Seguem-se grandes explosões e densas colunas de fumo sobre o porto
O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Isto parece-me tudo over reaction dos EUA. Os preços do oil estavam a cair muito, houve que intervir...
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
No início do mês, os EUA tinham na região cerca de 20 navios, incluindo o USS Abraham Lincoln e o USS George H.W. Bush.
O USS Nimitz, que viu a sua refoma adiada até março de 2027, está em Norfolk, na Virgínia.
O USS Gerald R. Ford, depois de um destacamento de 11 meses e vários desdobramentos, está em em Norfolk, na Virgínia, para executar o PIA (Planned Incremental Availability) e reparar os danos do incêndio de março. Tão cedo não deve voltar ao activo.
O USS George Washington, está no Mar das Filipinas, a executar operações de voo.
Neste momentos, os EUA têm 3 porta-aviões em operação, 3 em treinamento ou atracados, 4 em manutenção e 1 dedicado exclusivamente a treinamento.
Demasiado curto para manter um bloqueio constante no Mar Arábico e operações de ataque ao Irão, com a agravante do USS Abraham Lincoln, já ter mais de 200 dias em destacamento e sem atracar.
O Congresso dos EUA (National Defense Authorization Act), obriga a que os EUA tenham em permanência 11 porta-aviões, o que dá um máximo de 3 em operação simultâneamente.
Pedro
O USS Nimitz, que viu a sua refoma adiada até março de 2027, está em Norfolk, na Virgínia.
O USS Gerald R. Ford, depois de um destacamento de 11 meses e vários desdobramentos, está em em Norfolk, na Virgínia, para executar o PIA (Planned Incremental Availability) e reparar os danos do incêndio de março. Tão cedo não deve voltar ao activo.
O USS George Washington, está no Mar das Filipinas, a executar operações de voo.
Neste momentos, os EUA têm 3 porta-aviões em operação, 3 em treinamento ou atracados, 4 em manutenção e 1 dedicado exclusivamente a treinamento.
Demasiado curto para manter um bloqueio constante no Mar Arábico e operações de ataque ao Irão, com a agravante do USS Abraham Lincoln, já ter mais de 200 dias em destacamento e sem atracar.
O Congresso dos EUA (National Defense Authorization Act), obriga a que os EUA tenham em permanência 11 porta-aviões, o que dá um máximo de 3 em operação simultâneamente.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
"The Hormuz Strait is OPEN, and will remain OPEN, with or without Iran. We are reinstating the THE IRANIAN BLOCKADE, so named because it is only stopping Iran’s ships or customers from entering or leaving. All other countries will have fair and open use of the Strait.
"The U.S.A. will be, from this point forward, known as 'THE GUARDIAN OF THE HORMUZ STRAIT,' but as such, and as a matter of FAIRNESS, will be reimbursed, at the rate of 20% on all cargo shipped, for any and all costs necessary to do the job of providing safety and security to this very volatile section of the World. The process and formation will begin immediately."
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Irão abateu mais um drone MQ-9 Reaper, o que totaliza 30 drones, desde o início do conflito.
Os EUA perderam 20% dos MQ-9 Reaper, que têm um custo de cerca de 30 milhões de dólares.
https://x.com/AMK_Mapping_/status/2075069327007785077

Pedro
Os EUA perderam 20% dos MQ-9 Reaper, que têm um custo de cerca de 30 milhões de dólares.
https://x.com/AMK_Mapping_/status/2075069327007785077
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O porta-aviões USS Abraham Lincoln, da classe Nimitz, bateu o record de dias consecutivos no mar (210 dias), sem qualquer escala.
O USS Gerald R. Ford, da classe Ford, tem o record de um porta-aviões em operação (326 dias). No entanto, fez 9 escalas, quase todas para reabastecimento.
Por norma, os destacamentos tinham a duração de 6/7 meses, e lembrar que um porta-aviões leva 4.500/5.000 marinheiros, sem contar com os 1.500/2.000 da sua escolta.
Pedro
O USS Gerald R. Ford, da classe Ford, tem o record de um porta-aviões em operação (326 dias). No entanto, fez 9 escalas, quase todas para reabastecimento.
Por norma, os destacamentos tinham a duração de 6/7 meses, e lembrar que um porta-aviões leva 4.500/5.000 marinheiros, sem contar com os 1.500/2.000 da sua escolta.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Trump chegou a Ancara a bordo do novo "Air Force One", o Boeing 747-800 VC-25B "Bridge", oferecido pelo Catar, mas saíu a bordo do antigo "Air Force One" Boeing 747-200B VC-25A.
O Boeing VC-25B "Bridge" seguiu para a Base de Aérea de Mildenhall, no Reino Unido.
Esta troca foi imposta pelos Serviços Secretos e teve a ver com o reacender do conflito com o Irão.
Pedro
O Boeing VC-25B "Bridge" seguiu para a Base de Aérea de Mildenhall, no Reino Unido.
Esta troca foi imposta pelos Serviços Secretos e teve a ver com o reacender do conflito com o Irão.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
"The only thing new in the world is the history you do not know."
Pedro
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Estaline foi dos presidentes mais estáveis da história da humanidade. Absolutamente assertivo e metódico.
Superaste todas as tuas afirmações.
Algém que viveu sempre num estado de paranóia, foi dos presidentes mais estáveis. (Assim se vê a força do PC)
Foi estável, tanto que era o homem de ferro. Foi estável no sentido de eliminar toda e qualquer potencial concorrência, de dominar absolutamente tudo no regime.
O mal da história é não reconhecer os erros do passado. Se querem estabilidade para que querem democracia?
Reitero, Trump não é solução para nada, mas Macron, Costa, Schulz, Biden são previsivelmente iguais ou piores...
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
niceboy Escreveu:Estava a haver cessar-fogo.
O Irão começa a disparar contra todos os navios petroleiros que não lhe pagam portagem como lhe apetece.
E a culpa é do Trump.
Disparavam a navios antes do Trump começar a "excursao" militar no Irao?
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