'Bringing American culture…': Greenlanders mimic fentanyl addicts after Trump’s takeover threat Filmed on snow-covered streets, the clip shows people copying the slow, bent movements often seen in videos linked to fentanyl addiction in US cities. Text on the footage reads, “Bringing American culture to Greenland.”
In the footage, individuals sway forward, bend at the waist and move slowly as snow falls around them. The movements closely copy scenes widely shared from US cities that show the impact of opioid addiction. https://www.moneycontrol.com/news/trend ... utm_source
Obrigado, djovarius , uma relíquia em casa de um país que era 50% da indústria no pós guerra .
O mais perturbador é que ninguém parece sequer questionar se isto é normal. É como assistir a um elefante a atravessar a sala…
Os imbecis do costume fazem o que sabem melhor alinham manchetes, inflam o peito e fingem análise: • “Trump’s Davos Speech marks new world order” (Bloomberg) • “Inside Trump’s Head-Spinning Greenland U-Turn” (WSJ) • “Trump rules out seizing Greenland by force but demands negotiations” (FT) • “The true danger posed by Donald Trump” (The Economist) • “Fatigué et confus lors de son discours à Davos…” (Les Échos) • “Trump arrondit les angles” (Le Parisien) • “Trump renonce à la force mais pas au Groenland” (Le Figaro) • “Trump moins va-t-en-guerre et tout en ego” (Libération) • “Europe–États-Unis : la cassure qui vient” (L’Opinion)
Uma procissão de títulos histéricos, escrita por gente que confunde indignação moral com pensamento estratégico.
“A Arte da Negociação” — mas para perceber isso era preciso ler o livro, coisa que manifestamente ninguém fez.
O guião é infantilmente e simples: 1. Ameaça absurda. 2. Escalada teatral. 3. Recuo calculado. 4. “Compromisso razoável”. 5. Vantagem estratégica
O resultado é sempre o mesmo , eu até agora estou a adorar .
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 22/1/2026 15:33
por djovarius
Olá,
Eu tenho em casa um objeto feito na América. A máquina de dactilografar do meu pai, dos anos cinquenta do século XX.
Chama-se "underwood portable" - aquelas coisinhas duravam a vida toda
De resto, não estou a ver nada feito ou apenas "montado" nos EUA....
Até de origem Europeia... tenho pouca coisa, talvez o frigorífico....
Abraço dj
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 22/1/2026 10:42
por Opcard
Só posso dizer bem de Trump. Ainda ontem, mais uma vez, fez-me ganhar dinheiro. E sejamos honestos , quem me faz ganhar é boa pessoa.
O ano passado foi o meu ano recorde de mais-valias e este começa em autêntica fanfarra.
Cheguei a pensar escrever um artigo longo sobre a situação atual e sobre o fim do mundo liberal tal como o conhecemos… mas acordei tarde.
Fica, para já, o título ,
Não foi Trump que matou o mundo liberal. Foi a China.
Deixo um pequeníssima parte do sonho : (Os EUA têm cerca de 3 % da marinha mercante mundial,/mas garantem a segurança de praticamente 100 % das rotas oceânicas. Durante décadas foram a marinha de guerra do comércio global ,enquanto outros exportavam, acumulavam excedentes e batiam recordes.Isto é segurança gratuita.)
E deixo a pergunta que tenho feito a toda a gente, com resultados sempre embaraçosos:
Qual foi a última vez que, em vossa casa, tocaram num objeto feito na América? Não desenhado na Califórnia. Não montado algures. Feito. Na América.
Pensem nisso.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 22/1/2026 1:16
por Neftis
Os EUA continuam a usar chantagem emocional sobre os europeus por causa da II Guerra Mundial, mas esquecem que a Crise de 1929, que eles provocaram, foi decisiva para a chegada ao poder dos Nazis. Seja como for, essa dívida está paga, porque a hegemonia que os EUA tiveram desde então só foi possível porque a Europa Ocidental ficou sob a sua esfera de influência, tendo daqui os americanos extraído muita riqueza, principalmente em recursos humanos altamente qualificados em todas as esferas públicas.
Agora, este regime trumpista quer moldar a sua esfera de influência à sua imagem, daí o apoio aos partidos de extrema-direita. Tal como durante a Guerra Fria a CIA financiou todos os partidos democráticos, artistas e até comunicação social pró-Ocidental na Europa. Neste mundo de esferas de influência, que nunca deixou de o ser, a Europa jamais ficaria para a Rússia, por razões de segurança. A Europa Ocidental e Central tem de continuar a ser um "quintal" dos EUA. O que mudou é que antes eles usavam a economia para atrair e integrar, agora usam-na para coagir, extrair e chantagear, na forma de tarifas. Mas isto também um sintoma de declínio, já não têm "cenouras", resta-lhes os "paus".
E de uma vez por todas, os europeus não têm de estar de acordo, nem têm de facilitar a política externa do Trump. Aquilo é feito contra a Europa, contra a toda a decência. A Europa tem de atacar a big tech trumpista para limitar a influência nefasta desses oligarcas de extrema-direita. Fazer o que fez a Austrália relativamente às redes sociais. Isto é muito sério, está a afectar a mente dos nossos jovens, bem como o seu desempenho escolar. É uma geração de destituídos intelectuais que está ser "formada".
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 17:38
por previsor
O Trump disse em Davos que não pretende ameaçar a NATO nem ocupar a Gronelândia pela força, mas que quer a Gronelândia. Disse também que a União Europeia não está a ir pelo caminho certo (mas isso não lhe diz respeito), e desvaloriza a dívida dos EUA e foca-se no crescimento.
Na União Europeia há muitas opiniões diferentes, mas prevalece a opinião da maioria. Às vezes parecem confusos, como no acordo do MERCOSUL. Em maioria aprovaram o acordo e agora, em maioria, decidiram enviá-lo para o tribunal. São lentos às vezes, mas acabam por chegar a um acordo.
Daqui a uns tempos (dias, semanas, meses ou anos) haverá uma crise financeira global e isso vai arrefecer os ânimos de toda a gente.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 14:34
por Neftis
previsor Escreveu:Não me parece que a UE vá dividir-se. Acho que vai unir-se e crescer ainda mais. Serão mais de 27. Faltam apenas 3 anos até o Trump deixar o cargo, e depois das eleições deste ano ele provavelmente terá mais problemas internos.
Em abril serão as eleições na Hungria, e as sondagens dão a vitória ao novo partido do PPE. O Orbán é um dos amigos do Putin que tem tentado dividir a UE e pode estar de saída. Será menos um a atrapalhar.
Mas essa escala continental da UE serve para quê? É uma "ONU" europeia sem capacidade estratégica. Já é difícil que a Alemanha e a França se entendam, e que a Itália tenha estofo para fazer alguma coisa (nem falo na Espanha, que não tem governo), quanto mais levar com os países de Leste, que estão completamente minados pela Rússia.
Os EUA vão continuar a ter muitos problemas internos depois do Trump. O consenso sobre a política externa quebrou-se. No aparelho de Estado, desde congressistas a serviços de segurança, ainda há uma maioria que vê utilidade na NATO, mas na população não. O Trump foi eleito duas vezes, não se pode desvalorizar isto. Alguém acredita que os americanos vão ajudar os países bálticos, ou os balcânicos em caso de ataque da Rússia? Não me admirava nada que já houvesse um entendimento entre Trump e Putin relativamente à divisão da Europa. Por isso é que ninguém na Europa tem interesse que a guerra da Ucrânia acabe já. Enquanto os russos estão presos àquele cenário, não avançam para outro.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 13:25
por previsor
In Trump’s message, sent Jan. 18, he said, "Why (does Denmark) have a ‘right of ownership’ anyway? There are no written documents, it’s only that a boat landed there hundreds of years ago, but we had boats landing there, also."
It’s inaccurate that there are no written documents establishing Denmark’s sovereignty over Greenland. Not only is Denmark’s sovereignty over Greenland well-established under international law, but the U.S. also has acknowledged it on several occasions, including in writing.
Denmark’s colonization of Greenland dates to the 1720s, and in 1933 an international court settled a territorial dispute between Denmark and Norway, ruling that Denmark "possessed a valid title to the sovereignty over all Greenland."
Greenland’s status as a Danish colony ended in 1953 when the territory was incorporated by constitutional amendment and given representation in the Danish Parliament. As a member of the United Nations, the U.S. voted to accept this change.
Since then, the Greenlandic people have pushed for greater autonomy, such as achieving home rule in 1979 and creating a separate parliament. The territory is now a district within the sovereign state of Denmark, with full voting rights in the Danish parliament. A 2009 law established that the Greenlandic people have the power to pursue independence from Denmark if they choose. To date, they have not done so.
Under international law, Greenland is still part of Denmark, much as Ohio is part of the U.S., one expert told us.
The United States has acknowledged Denmark’s control over Greenland several times.
As part of a 1917 agreement with Denmark to buy the Danish West Indies — now known as the U.S. Virgin Islands — then-Secretary of State Robert Lansing issued a written declaration that the U.S. "will not object to the Danish Government extending their political and economic interests to the whole of Greenland."
After taking responsibility — through written agreement — for Greenland’s defense in 1941, the U.S. established a military presence on the island. President Harry Truman tried to buy Greenland in 1946, but Denmark declined to sell.
The U.S. and Denmark signed another defense agreement in 1951 — and then updated and re-signed in 2004 — that affirms Greenland is "an equal part of the Kingdom of Denmark."
previsor Escreveu:Não me parece que a UE vá dividir-se. Acho que vai unir-se e crescer ainda mais. Serão mais de 27.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 12:03
por previsor
Ainda é um puto rico mimado, birrento e bully
"Considerando que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por ter impedido mais de 8 guerras, não me sinto mais obrigado a pensar puramente na paz, embora ela sempre seja predominante, mas agora posso pensar no que é bom e apropriado para os Estados Unidos da América", escreveu o presidente americano na carta.
A Europa unida talvez um dia sob a bandeira do Islão .
Um Estado laico assenta em três pilares básicos: Uma só lei para todos, Igualdade entre cidadãos , Direitos individuais acima de pertenças religiosas
Ha estados europeus onde , divórcios , heranças ,estatuto da mulher guarda de filhos e decididos por normas religiosas.
A Gronelândia tem a ver com isto os serviços da informação dos USA veem na segunda metade do século XXI pode haver estados islâmicos na Europa , tudo começa pela comida …
Não me parece que a UE vá dividir-se. Acho que vai unir-se e crescer ainda mais. Serão mais de 27. Faltam apenas 3 anos até o Trump deixar o cargo, e depois das eleições deste ano ele provavelmente terá mais problemas internos.
Em abril serão as eleições na Hungria, e as sondagens dão a vitória ao novo partido do PPE. O Orbán é um dos amigos do Putin que tem tentado dividir a UE e pode estar de saída. Será menos um a atrapalhar.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 0:58
por Neftis
Já não há pachorra para os discursos lamechas dos políticos europeus. Parece que estão de luto. Não admira que Trump só sinta desprezo por eles. O tempo não volta para trás. Os americanos elegeram Trump duas vezes. Será preciso fazer um desenho? É confrangedor!
A UE a 27 não vale nada, é uma mini-ONU. É óbvio que é preciso avançar na integração europeia, com os países que queiram avançar, para afastar os "Cavalos de Troia" dos processos de decisão. O alargamento a Leste foi o pior que a UE fez, e ainda falam em incluir o Kosovo ou a Ucrânia. A Ucrânia só serviria para rebentar com a UE!
A necessidade faz a ocasião. A China quanto mais obstáculos os EUA lhe colocam no caminho, mais capacidades próprias desenvolve, porque tem aí o estímulo para isso. O Trump com a China leva desprezo e pia fininho porque precisa das terras raras que só os chineses têm. A China joga com essa arma e não está para alimentar a "trash talk" do Trump. Este, para compensar, humilha os europeus porque pode, e o deixam.
A Europa vai-se dividir, não há dúvida sobre isso, mas "so what"? Há uma Europa que não interessa para nada. A Europa que interessa é a Europa Ocidental. Está na hora de voltar à origem da construção europeia e deixar de lado a canga do Leste.
China's controversial 'super' embassy in London approved The new embassy will be built within the historic Royal Mint site, which is next to the city's financial district and almost overlooks the Tower of London.
Um palácio imperial no coração do mundo ocidental.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 21/1/2026 0:40
por BearManBull
Trump: UK decision to hand Chagos Islands to Mauritius 'act of GREAT STUPIDITY' Donald Trump has lashed out at the UK in his latest Truth Social post.
The US president wrote: "Shockingly, our 'brilliant' NATO Ally, the United Kingdom, is currently planning to give away the Island of Diego Garcia, the site of a vital U.S. Military Base, to Mauritius, and to do so FOR NO REASON WHATSOEVER."
He is referring to the UK's decision to hand the Chagos Islands to Mauritius, which includes the island of Diego Garcia and its UK-US military base.
Under the signed deal, the site of the base will be leased back to the UK for 99 years.
Trump called this a "GREAT STUPIDITY", which is "another in a very long line of National Security reasons why Greenland has to be acquired".
E esta?
A China ganha guerras sem disparar balas.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 20/1/2026 22:05
por djovarius
A propósito dos líderes broncos.....
O que acham do facto do Banco Central da Polónia ter hoje mais reservas de ouro físico do que o BCE?
E ainda há pouco um bronco dizia que a havia uma bolha na IA? Pode ter razão, mas isso é fácil, eu tenho razão em muitas coisas e não tenho nalgumas outras....
Verba volutas, scriptum manent
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 20/1/2026 19:15
por Opcard
A Europa tem 40% da dívida dos EUA. Poderia ser um trunfo… mas é uma fraqueza. Contra o quê é que vamos “vender” isso? Ouro? e a dívida americana pode ser desvalorizada com um estalar de dedos.
Temos uma das maiores frotas do mundo mas sem proteção porta-aviões americanos, fica nas docas
Hoje o Macron faz discurso pro China a China sorri .
E a solução vem da Dinamarca: US$ 1 trilhão pela Califórnia, arrecadados via crowdfunding.
Porque se não podemos mandar no mundo, pelo menos podemos comprar um estado inteiro.
A linguagem dos líderes europeus já mudou, agora falam abertamente em chantagem e coerção por Trump. O que significa que a resposta também será mais dura, pois provavelmente os países europeus estarão melhor preparados. Trump é um gangster e comporta-se como tal na Casa Branca. Como um gangster usa a "protecção" para extorquir as suas vítimas, também Trump usa a dependência que os europeus têm do braço militar dos EUA para os chantagear.
Ainda hoje Trump ameaçou colocar tarifas de 200% sobre as importações de vinhos franceses porque Macron recusa aderir ao "Conselho da Paz" para Gaza, no qual é preciso entrar com 1 bilião de dólares. Macron não quer legitimar a "diplomacia" de Trump à custa da ONU, nem quer financiar os negócios privados de Trump em Gaza, como consequência, Trump na prática proíbe as importações de vinhos franceses. Isto é crime organizado, não é política internacional habitual. É com esta cambada ordinária que a Europa está a lidar, e ou responde à altura, mesmo pagando um preço, ou os governos que se deixarem humilhar vão ser todos varridos nas urnas, como bananas que são. Aliás, isto pode já ser o início da operação trumpista para incentivar a chegada ao poder da extrema-direita em todos os países da Europa. E é isso que lamentavelmente acontecerá se os partidos democráticos falharem na resposta a Trump.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 20/1/2026 18:10
por previsor
“Não suporto esta cumplicidade. As pessoas a desfazerem‑se no chão. Eu devia ter trazido um monte de joelheiras para todos os líderes mundiais.” “Espero que as pessoas percebam o quão patéticos eles parecem no palco mundial. Quero dizer, pelo menos de uma perspetiva americana, é embaraçoso.” “Diplomacia com Donald Trump? Ele é um T‑Rex. Ou te alias a ele ou ele te devora. Uma ou outra.” “Eles precisam ficar altos, firmes, unidos.” “As pessoas estão a desfazer‑se no chão. É simplesmente patético.” “Este tipo [Trump] está a fazer as pessoas de parvas.”
— Gavin Newsom, Governador da Califórnia, Partido Democrata, no Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça, 20 de janeiro de 2026
Trump’s crusade against Big Tech’s energy spending highlights a problem with no easy answers ‘It’s not something that can be solved overnight’: AI has overwhelmed the electricity grid, and everyone from average Americans to Trump is outraged https://www.marketwatch.com/story/trump ... =home_lead
Em 1980, quando tinha cerca de 34 anos, Donald Trump disse publicamente que os Estados Unidos deveriam ter invadido o Irão durante a crise dos reféns na Embaixada dos EUA em Teerão. 
Contexto: Em 1979–1980 estudantes iranianos tinham feito 52 americanos reféns na embaixada dos EUA em Teerão por 444 dias.  O que Trump disse: Numa entrevista de outubro de 1980 com a colunista Rona Barrett, ele respondeu que sim — os EUA “deveriam ter enviado tropas” e invadido o Irão para libertar os reféns.  Ele argumentou: Trump disse que a situação era “absolutamente ridícula”, que os EUA deveriam ser “respeitados” e que, se tivessem invadido, “hoje seríamos uma nação rica em petróleo” e que ele estava “muito desapontado por não termos feito isso”.
Esse comentário foi um dos primeiros posicionamentos públicos de Trump sobre política externa, muito antes de ele ser figura política ou presidente, e é frequentemente citado em análises sobre sua visão de força militar americana.
Re: Presidenciais Americanas (2024)
Enviado: 17/1/2026 13:26
por previsor
Trump quer comprar a Gronelândia e a ideia não é nova. Comprar território a outros países faz parte da história dos Estados Unidos.
É este o tema do meu primeiro episódio: Comprados pela América