BearManBull Escreveu:Eu nunca afirmei categoricamente nada disso. Talvez tenha mandado uns piropos mas eleições não é nem de perto algo que me interesse.
O que eu sei é que o Chega ganhou em muitas localidades que têm populaçao mais idosa e que ficou à frente do PS (nao me lembro de sondagens que lhe dessem um resultado tao optimista. O PSD ganhou fraquinho e por isso è que como tu mesmo acabaste de dizer antes governa de moletas se bem que lhe serve o interesse.)
https://sicnoticias.pt/especiais/eleico ... n=NACIONALQuem andou para aqui a bradar aos céus que o Chega desaparecia foste tu. Acto completamente erróneo quando se tornou líder da oposição.
Os teus palpites errados são mais “categóricos” do que os meus, porque eu costumo dizer “acho”, enquanto tu apresentas os teus como afirmações, embora sejam apenas palpites atirados para o ar.
Comento aqui também sobre o Biden, para não criar mais um post, embora não tenha interesse para aqui. Ele não se recandidatou, por isso não dá para saber se ganharia ou não. Eu acho que sim, porque tanto nos EUA como em Portugal os incumbentes costumam ganhar as eleições. Existem exceções nos EUA, como foi o caso do Trump, mas na maioria das vezes ganharam.
Depois, quando o Biden não se recandidatou, já disse que ganhava o Trump, porque o partido democrata nunca ganhou quando o incumbente não se recandidatou. Considero que acertei no resultado, embora isso não seja importante. As sondagens nos eua também acertaram no resultado.
O Chega teve um resultado fraquinho nas autárquicas, que é quando o resultado nas localidades realmente importa. Em número de votos, apesar de ter ganho em algumas localidades nas legislativas, ficou em terceiro lugar.
A AD alargou a vantagem em relação às eleições passadas. Em Portugal é quase sempre preciso o apoio de outro ou outros partidos para governar. As maiorias absolutas são raras. Não é só em Portugal, é também na Europa. A Europa não tem o regime dos EUA. Para a AD teria sido mais útil fazer uma maioria com a IL, mas não foi esse o resultado. Por causa disso, não é possível tomar medidas mais liberais na economia, como privatizar totalmente a TAP. Querer políticas liberais ao mesmo tempo que se apoia partidos que não o são, é um bocado incoerente.
Eu não disse que o Chega vai desaparecer. Eu disse e continuo a achar que é uma bolha e que vai rebentar, que vai descer bastante e que depois não vai voltar a ter a votação que teve. Quando a tendência de descida se tornar evidente, acho também que o André Ventura acabará por sair como o cunhal também saiu. Não digo que o chega vai desaparecer como, por exemplo, o PRD, mas também não descarto essa possibilidade.
Para já, existe um dado em comum com o PRD, o resultado das autárquicas. Foi exatamente o mesmo. Mas, por enquanto, digo mais que será como o PCP. E isto aplica-se mais ao caso de o Chega continuar no grupo do parlamento europeu de extrema direita. Parece que vai continuar, porque teve a oportunidade de mudar no ano passado e não o fez. Mas não são certezas, é apenas uma opinião, embora fundamentada com exemplos históricos.