Re: PSI (PSI20) - Tópico Geral
Será que arrancou?? quebrou a ltd
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previsor Escreveu:yaya Escreveu:Estado vai entrar no capital de empresas nacionais?
https://eco.sapo.pt/2026/06/21/monteneg ... -empresas/
Montenegro anuncia fundo soberano do Estado gerido pelo IGCP para entrar no capital de empresas estratégicas.
Setores estratégicos e em áreas como a energia, a banca, as comunicações ou as infraestruturas.
![]()
Quanto a energia o estado já é acionista da Galp. Será que querem voltar a entrar na EDP e acelerar a independência energética do país?
Quanto a comunicações será que também querem voltar a entrar na MEO, ou fazem intenção de entrar na NOS? Na Vodafone não estou a ver. Ou será que querem aumentar a participação nos CTT?
Quanto a banca é que não dá para perceber, uma vez que o estado já é acionista da CGD, o único acionista. Será que querem voltar a entrar no NovoBanco?
Por falar em banca, será que os bancos nacionais já subiram os juros dos depósitos para refletir a subida da taxa de juro do BCE?
Resposta do ChatGPTSim — o que está a ser desenhado é, na prática, uma volta do Estado ao investimento direto em empresas, mas de forma mais “moderna” e indireta.
O que o governo (Montenegro) anunciou, segundo o que já foi noticiado, é a criação de um fundo soberano/fundo de fundos gerido pelo IGCP / Banco Português de Fomento, com capacidade para entrar no capital de empresas consideradas estratégicas (energia, banca, telecomunicações, infraestruturas, etc.) .
O ponto-chave não é “estatizar”, é “ter participações”
Isto não significa necessariamente o Estado voltar a controlar empresas como antigamente. O modelo mais provável é:
* participações minoritárias ou de influência
* co-investimento com privados
* intervenção em setores estratégicos sem gestão direta
Energia (EDP, Galp, etc.)
Aqui a tua leitura faz sentido, mas com nuances:
* O Estado já é acionista relevante da Galp (via Parpública)
* Na EDP, o Estado já esteve e saiu de controlo direto (China Three Gorges é o grande acionista)
O cenário mais provável não é “voltar a controlar a EDP”, mas sim:
* reforçar posições em projetos de:
* renováveis
* redes elétricas
* armazenamento
* ou entrar em novas empresas energéticas estratégicas
Ou seja: mais “infraestrutura energética” do que “compra da EDP”.
Telecomunicações (NOS, MEO, Vodafone, CTT)
Aqui é mais interessante:
* MEO (Altice) → muito difícil regresso do Estado como acionista relevante
* Vodafone → praticamente fora de hipótese
* NOS → possível apenas como posição minoritária estratégica (mas improvável politicamente)
* CTT → já teve Estado no passado e hoje é privado; aqui sim há mais “lógica histórica”
O mais realista:
* não é voltar a controlar operadores
* é investir em:
* fibra
* 5G
* satélite / data centers
* infra digital crítica
Banca (CGD, Novo Banco, etc.)
Aqui a tua dúvida é muito pertinente.
* CGD → já é 100% pública (não faz sentido “entrar mais”)
* Novo Banco → Estado já saiu (via Lone Star deal)
* Outros bancos (BCP, Santander, etc.) → possíveis apenas participações pequenas
O objetivo provável não é “comprar bancos”, mas sim:
* garantir estabilidade financeira
* ter influência em momentos de crise
* ou apoiar consolidação do setor
Em termos práticos: é mais “rede de segurança estratégica” do que controlo bancário.
Então o que isto é realmente?
Na prática, isto parece-se mais com:
* estilo França (Estado acionista em setores estratégicos)
* estilo Singapura (investimento via fundo soberano)
* estilo Noruega (gestão de capital com lógica financeira)
E menos com:
* nacionalizações clássicas dos anos 70–80
A tua última pergunta: bancos já subiram juros dos depósitos?
Resposta curta: sim, mas de forma incompleta
* Os bancos portugueses subiram depósitos entre 2023–2024 com o BCE a subir taxas
* Mas:
* continuam a pagar menos do que a taxa do BCE
* e têm sido lentos a ajustar
Regra geral em Portugal:
* BCE sobe rápido → depósitos sobem devagar
* BCE desce → depósitos descem rápido
Resumo direto
* Sim, o Estado vai voltar a investir no capital de empresas
* Não é “voltar ao passado”, é um modelo de fundo soberano moderno
* Energia e infraestruturas são os setores mais prováveis
* Telecom e banca → mais influência indireta do que controlo
* Depósitos bancários já reagiram às taxas, mas parcialmente
yaya Escreveu:Estado vai entrar no capital de empresas nacionais?
https://eco.sapo.pt/2026/06/21/monteneg ... -empresas/
Montenegro anuncia fundo soberano do Estado gerido pelo IGCP para entrar no capital de empresas estratégicas.
Setores estratégicos e em áreas como a energia, a banca, as comunicações ou as infraestruturas.
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Quanto a energia o estado já é acionista da Galp. Será que querem voltar a entrar na EDP e acelerar a independência energética do país?
Quanto a comunicações será que também querem voltar a entrar na MEO, ou fazem intenção de entrar na NOS? Na Vodafone não estou a ver. Ou será que querem aumentar a participação nos CTT?
Quanto a banca é que não dá para perceber, uma vez que o estado já é acionista da CGD, o único acionista. Será que querem voltar a entrar no NovoBanco?
Por falar em banca, será que os bancos nacionais já subiram os juros dos depósitos para refletir a subida da taxa de juro do BCE?
Sim — o que está a ser desenhado é, na prática, uma volta do Estado ao investimento direto em empresas, mas de forma mais “moderna” e indireta.
O que o governo (Montenegro) anunciou, segundo o que já foi noticiado, é a criação de um fundo soberano/fundo de fundos gerido pelo IGCP / Banco Português de Fomento, com capacidade para entrar no capital de empresas consideradas estratégicas (energia, banca, telecomunicações, infraestruturas, etc.) .
O ponto-chave não é “estatizar”, é “ter participações”
Isto não significa necessariamente o Estado voltar a controlar empresas como antigamente. O modelo mais provável é:
* participações minoritárias ou de influência
* co-investimento com privados
* intervenção em setores estratégicos sem gestão direta
Energia (EDP, Galp, etc.)
Aqui a tua leitura faz sentido, mas com nuances:
* O Estado já é acionista relevante da Galp (via Parpública)
* Na EDP, o Estado já esteve e saiu de controlo direto (China Three Gorges é o grande acionista)
O cenário mais provável não é “voltar a controlar a EDP”, mas sim:
* reforçar posições em projetos de:
* renováveis
* redes elétricas
* armazenamento
* ou entrar em novas empresas energéticas estratégicas
Ou seja: mais “infraestrutura energética” do que “compra da EDP”.
Telecomunicações (NOS, MEO, Vodafone, CTT)
Aqui é mais interessante:
* MEO (Altice) → muito difícil regresso do Estado como acionista relevante
* Vodafone → praticamente fora de hipótese
* NOS → possível apenas como posição minoritária estratégica (mas improvável politicamente)
* CTT → já teve Estado no passado e hoje é privado; aqui sim há mais “lógica histórica”
O mais realista:
* não é voltar a controlar operadores
* é investir em:
* fibra
* 5G
* satélite / data centers
* infra digital crítica
Banca (CGD, Novo Banco, etc.)
Aqui a tua dúvida é muito pertinente.
* CGD → já é 100% pública (não faz sentido “entrar mais”)
* Novo Banco → Estado já saiu (via Lone Star deal)
* Outros bancos (BCP, Santander, etc.) → possíveis apenas participações pequenas
O objetivo provável não é “comprar bancos”, mas sim:
* garantir estabilidade financeira
* ter influência em momentos de crise
* ou apoiar consolidação do setor
Em termos práticos: é mais “rede de segurança estratégica” do que controlo bancário.
Então o que isto é realmente?
Na prática, isto parece-se mais com:
* estilo França (Estado acionista em setores estratégicos)
* estilo Singapura (investimento via fundo soberano)
* estilo Noruega (gestão de capital com lógica financeira)
E menos com:
* nacionalizações clássicas dos anos 70–80
A tua última pergunta: bancos já subiram juros dos depósitos?
Resposta curta: sim, mas de forma incompleta
* Os bancos portugueses subiram depósitos entre 2023–2024 com o BCE a subir taxas
* Mas:
* continuam a pagar menos do que a taxa do BCE
* e têm sido lentos a ajustar
Regra geral em Portugal:
* BCE sobe rápido → depósitos sobem devagar
* BCE desce → depósitos descem rápido
Resumo direto
* Sim, o Estado vai voltar a investir no capital de empresas
* Não é “voltar ao passado”, é um modelo de fundo soberano moderno
* Energia e infraestruturas são os setores mais prováveis
* Telecom e banca → mais influência indireta do que controlo
* Depósitos bancários já reagiram às taxas, mas parcialmente
yaya Escreveu:Com a escalada do petróleo muitos já profetizavam subida da taxa de juro pelo BCE.
Tal não se verificou. Afinal as coisas não são assim tão óbvias.
https://eco.sapo.pt/2026/04/30/lagarde- ... veja-aqui/
E na FED enquanto Powell não sair as taxas também não sofrerão alteração.
Goya777 Escreveu:Mercados bem no verde e o PSI no vemelho... Que a Galp leve no lombo entendo, que as EDP's nao ajudem entendo menos
A crise orçamental no Japão e as ameaças dos EUA à Gronelândia levaram os índices europeus ao vermelho e Lisboa não foi exceção. Construtoras lideraram perdas e, entre os pesos pesados, só a Galp escapou às quedas.
Tosta mista Escreveu:PSI em modo de correcao ...
A praça portuguesa fechou a subir mais de 1% num dia em que a Europa se divide entre perdas e ganhos de pequena dimensão.
O índice nacional não acompanhou a recuperação das principais praças europeias depois da queda generalizada da sessão anterior. O setor energético penalizou o PSI.
MarcoAntonio Escreveu:yaya Escreveu:é impressão minha ou hoje houve um volume fora do normal no psi?
Bom, sim e não. É essencialmente o efeito do BCP...
A generalidade das restantes tem volumes que não se desviam especialmente da gama típica. O BCP teve porém um volume brutal (creio que é o máximo histórico) e como está cotada abaixo de 1 euro (ie, valor da cotada, por acção, bastante abaixo das restantes) então tem um impacto tremendo no total do volume do PSI. Um impacto desproporcionado, que não corresponde, de todo, ao seu peso em termos de capitalização...
Ilustrando, as três mais movimentadas:
BCP - 525 milhões (máximo histórico, creio)
EDP - 18 milhões (valor "normal", acima da média mas não é atípico, em 2025 já houve uma série de sessões com mais)
EGL - 4 milhões (idem, valor "normal", ie não é atípico)