Foi bastante esclarecedor. Obrigado
Começando pelo ponto 3, a AT não adivinha o que vai acontecer. Esse é um ponto onde há maior potencial para uma reacção mas é apenas isso que sabemos, a reacção pode ocorrer ou não.
Se ocorrer, é sinal de que a tendência ascendente se mantém válida. Se não ocorrer e quebrar a LT é um sinal de inversão de tendência...
Relativamente ao ponto 2, as posições curtas quando são tomadas têm o mesmo efeito de uma venda de uma posição longa. Para o mercado é uma venda como as outras. Quando existe um "excesso" de posições curtas contudo e o papel inicia uma correcção up, pode ocorrer um panic buy (um shortsqueeze) que é um movimento que tende a ser bastante violento dado que não só se registam compras voluntárias como compras forçadas por margin call. Estar 'errado' numa posição curta é mais complicado do que estar 'errado' numa posição longa. Tenho um artigo sobre isso nos artigos didácticos.
Relativamente ao ponto 1, é uma questão bastante complexa e as opiniões e critérios vão variar. Pessoalmente prefiro «trabalhar» com zonas de suporte em detrimento de «valores exactos». Outro critério que tomo é o de dar algum tempo de confirmação (este tempo é variável, depende do plano temporal da análise/tendência em questão) que pode ser de uma, duas ou três sessões de confirmação, por exemplo. As quebras intraday, tirando análises de muito-curto-prazo não devem ser levadas muito a sério, no mínimo deve-se esperar pelo fim da sessão.