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Galp longe dos olhares da Iberdrola abre porta aos russos
Ferreira de Oliveira dormiu ontem mais descansado, depois de ver concretizado um desejo antigo: a saída da espanhola Iberdrola do capital da petrolífera portuguesa.
Hermínia Saraiva
É fácil de entender porquê. Numa altura em que dá os primeiros passos no mercado do gás natural e da electricidade, o presidente da Galp sempre temeu que a presença da Iberdrola, que há anos controla estes dois mercados em Espanha, no seu conselho de administração pudesse conduzir à fugas de informação. Mas se Pina Moura saí das reuniões da Petrolífera, mantém-se no conselho de administração da EDP. Resta saber por quanto tempo. A Iberdrola têm, à semelhança de outras empresas do sector, um arriscado plano de investimentos que precisa de acautelar e por isso já disse que vai desinvestir em alguns activos considerados não estratégicos. A saída da eléctrica portuguesa pode, por isso, também estar a ser equacionada. Na Galp, Ferreira de Oliveira pode agora concretizar um plano antigo, é que a saída da Iberdrola permite a entrada dos russos da Gazprom, que Amorim há muito quer ter como parceiros na estrutura accionista da Galp.
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