OPA à Brisa é -facilmente alcançável- pela Abertis
07/12/2007
A JPMorgan considera que uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Brisa é "facilmente alcançável" pela Abertis, referindo-se à capacidade financeira da companhia espanhola. A visão da casa norte-americana é defendida numa nota em que iniciou a cobertura da Brisa com um preço-alvo de 10,60 euros e uma recomendação de "underweight".
"A Brisa tem sido assunto de grande especulação de fusões e aquisições na imprensa, com a Abertis a aumentar, recentemente, a sua posição de 10% para 14,6%. A Abertis afirmou que está compradora e nós acreditamos que deverá vir a aumentar a sua participação ao longo do tempo", refere a JPMorgan, acrescentando que "uma OPA à Brisa é facilmente alcançável para a Abertis", em termos financeiros.
As afirmações da equipa de "research" liderada por Robert Crimes são feitas numa nota de investimento onde a casa norte-americana inicia a cobertura das acções da Brisa, com um preço-alvo de 10,60 euros e uma recomendação de "underweight".
Face à cotação actual da Brisa [brisa] (10,03 euros), o "target" da JPMorgan confere aos títulos da concessionária um potencial de subida de 5,68%, o que leva os analistas a afirmarem que preferem a "Cintra e a Abertis, que oferecem um potencial de subida médio de 48%".
Relativamente à Brisa, a JPMorgan afirmam que a empresa liderada por Vasco Mello é "altamente dependente do mercado doméstico". A casa de investimento prevê um crescimento a longo-prazo do tráfego de 1,8%. "Se os dados ficassem 0,5% abaixo da nossa estimativa, o nosso preço-alvo cairia em 0,80 euros por acção".
Quanto à estratégia internacional "estamos cépticos", afirma a JPMorgan. "Na nossa perspectiva, a Brisa tem falta da experiência internacional de outros concorrentes, como a Cintra".
A Brisa, na opinião da equipa de "research", apresenta uma taxa de retorno do investimento "pouco atractiva". "Ao preço actual das acções, a Brisa oferece uma taxa de retorno de 7,1%m abaixo da média estimad a do sector, de 8,6% para outras concessionárias de auto-estradas europeias".
07/12/2007
A JPMorgan considera que uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Brisa é "facilmente alcançável" pela Abertis, referindo-se à capacidade financeira da companhia espanhola. A visão da casa norte-americana é defendida numa nota em que iniciou a cobertura da Brisa com um preço-alvo de 10,60 euros e uma recomendação de "underweight".
"A Brisa tem sido assunto de grande especulação de fusões e aquisições na imprensa, com a Abertis a aumentar, recentemente, a sua posição de 10% para 14,6%. A Abertis afirmou que está compradora e nós acreditamos que deverá vir a aumentar a sua participação ao longo do tempo", refere a JPMorgan, acrescentando que "uma OPA à Brisa é facilmente alcançável para a Abertis", em termos financeiros.
As afirmações da equipa de "research" liderada por Robert Crimes são feitas numa nota de investimento onde a casa norte-americana inicia a cobertura das acções da Brisa, com um preço-alvo de 10,60 euros e uma recomendação de "underweight".
Face à cotação actual da Brisa [brisa] (10,03 euros), o "target" da JPMorgan confere aos títulos da concessionária um potencial de subida de 5,68%, o que leva os analistas a afirmarem que preferem a "Cintra e a Abertis, que oferecem um potencial de subida médio de 48%".
Relativamente à Brisa, a JPMorgan afirmam que a empresa liderada por Vasco Mello é "altamente dependente do mercado doméstico". A casa de investimento prevê um crescimento a longo-prazo do tráfego de 1,8%. "Se os dados ficassem 0,5% abaixo da nossa estimativa, o nosso preço-alvo cairia em 0,80 euros por acção".
Quanto à estratégia internacional "estamos cépticos", afirma a JPMorgan. "Na nossa perspectiva, a Brisa tem falta da experiência internacional de outros concorrentes, como a Cintra".
A Brisa, na opinião da equipa de "research", apresenta uma taxa de retorno do investimento "pouco atractiva". "Ao preço actual das acções, a Brisa oferece uma taxa de retorno de 7,1%m abaixo da média estimad a do sector, de 8,6% para outras concessionárias de auto-estradas europeias".