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MensagemEnviado: 19/11/2007 17:11
por Broker_Invest
Alan Greenspan, podia dar boas noticias sobre economia EUA, para ver se isto começa a subir de uma vez por todas.

MensagemEnviado: 19/11/2007 12:45
por paulodias796
Greenspan considera que a queda do dólar não tem impacto “real” na economia
Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".

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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt




Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".

"Desde que a queda do dólar não aumente a inflação, o que é uma grande preocupação em todo o globo para quem acompanha as taxas de juro, penso que é um fenómeno de mercado que não tem consequências reais na economia", afirmou Greenspan, em declarações citadas pela Bloomberg.

Os comentários do antigo presidente da Reserva Federal norte-americana acontecem numa altura em que o dólar tem fixado mínimos históricos, nomeadamente contra o euro, e em que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) consideram a possibilidade de realizarem uma reavaliação das suas divisas face ao dólar.

Na apresentação que Alan Greenspan fez em Nova Iorque, o antigo responsável falou também sobre a economia norte-americana, afirmando que "se conseguirmos superar este problema do mercado imobiliário, penso que [a economia do país] terá uma boa performance".

A maior crise imobiliária dos últimos 16 anos está a penalizar o ritmo de crescimento da maior economia do mundo. Os economistas consultados pela Bloomberg prevêem que os EUA registem um crescimento de 1,5% no último trimestre deste ano, o que compara com os 3,9% do trimestre anterior.

MensagemEnviado: 19/11/2007 11:50
por Touro
... o ciclo de subida das acções avança para uma nova bolha especulativa, que rebentará dentro de 18 meses.


A primeira parte da frase é uma verdade lapaliciana, pois todos os ciclos de subida nas acções tendem para uma bolha especulativa. A segunda parte da frase é adivinhação. A bolha vai rebentar daqui a 18 meses? De certeza? Então há que aproveitar estes 18 meses que precedem o rebentamento da bolha que por regra são os mais rentáveis. :mrgreen:

MensagemEnviado: 19/11/2007 11:21
por wolfbuda
estou ctg peter o grande

MensagemEnviado: 19/11/2007 10:22
por peter o grande
E não disseram isto antes de Agosto quando estava tudo em máximos. Aí sim poder-se-ia afirmar a existência de uma bolha. Agora depois deste periodo de correcção que eles abrem a boca LOL

MensagemEnviado: 19/11/2007 10:07
por Branc0
Mudam de opinião como quem muda de camisa... acho que este discurso é mais afectado pelos resultados deles neste trimestre do que outra coisa.

MensagemEnviado: 19/11/2007 9:42
por zambezi
“Vai ser muito mais difícil fazer dinheiro nos próximos 12 meses”
"Os investidores vão ter de começar a perceber que com esta crise financeira tudo mudou. Vai ser muito mais difícil fazer dinheiro nos próximos12meses". A frase pertence a David Shairp, "global strategist" da JPMorgan Asset Management, uma das maiores gestoras de activos do mundo e a mais recente a alertar para as mudanças no panorama dos mercados accionistas para o próximo ano.

Segundo o responsável, o ano que se avizinha vai ser marcado por uma "volatilidade como já não se vê desde 2003", o que obrigará os investidores a ter de arriscar mais.


Outra notícia no mesmo sentido, e que também saiu hoje.

Citigroup diz que se está a formar uma bolha nas acções

MensagemEnviado: 19/11/2007 9:41
por zambezi
Matt King, o principal estratega do Citigroup para o mercado de dívida, diz que o ciclo de subida das acções avança para uma nova bolha especulativa, que rebentará dentro de 18 meses. Desta vez, serão os mercados emergentes os protagonistas.

A história repete-se. E os mercados de capitais não são excepção. O especialista avisa que estamos a atravessar um período idêntico ao que aconteceu após a crise de 1998. Depois do susto do "subprime", as empresas vão aumentar o endividamento para conseguir gerar maiores lucros. E, tal como no fim dos anos 90, esta década vai terminar com uma bolha nas acções.

O actual momento dos mercados é favorável às acções, e mau para o segmento de dívida. Mas as nuvens negras adensam-se. Para Matt King, pertencerá aos mercados emergentes o papel que as empresas de tecnologia desempenharam no final da década de 90, que culminou na bolha especulativa de 2000.

"Os mercados emergentes têm o potencial para ser o novo sector das tecnológicas. Já estão caros, mas ficarão ainda mais há medida que a bolha se forma durante os próximos 18 meses, até rebentar", diz. Ou seja, prepare-se para o pior lá para o início de 2010.

Em entrevista ao Jornal de Negócios, diz ainda que o banco americano prevê um "abrandamento significativo" da economia, mas que Portugal está mais protegido por os bancos não terem exposição relevante ao "subprime", nem um mercado imobiliário sobreaquecido.