Papa aliado de Sócrates?! (eh eh)
"Vaticano: Pagar impostos é dever de um bom cristão - Papa
31 de Outubro de 2007, 23:55
Roma, 01 Nov (Lusa) - O Papa Bento XVI afirmou quarta-feira que é dever de um bom cristão pagar os impostos, ainda que sejam "desagradáveis e onerosos", durante a habitual audiência geral aos peregrinos na Praça de São Pedro, em Roma.
O Sumo Pontífice citava São Máximo, bispo de Turim nos séculos IV-V, que defendeu "a relação profunda entre os deveres do cristão e os do cidadão".
Bento XVI explicou que, para São Máximo, "viver a vida cristã significava assumir os compromissos civis", inclusive pagar impostos, mesmo que fossem "desagradáveis e onerosos".
"Apesar de terem mudado as condições, serão sempre válidos os deveres dos crentes perante a sua cidade e a sua pátria", assinalou o Papa, reforçando que "o vínculo entre os compromissos do cidadão honesto e os de bom cristão não termimam nunca".
Bento XVI enfatizou ainda que "a fé não afasta o cristão das tarefas temporais mas, ao contrário, como já assinalou o Concílio Vaticano II, obriga ao seu cumprimento exacto, de acordo com a vocação de cada um".
ER.
Lusa/Fim"
31 de Outubro de 2007, 23:55
Roma, 01 Nov (Lusa) - O Papa Bento XVI afirmou quarta-feira que é dever de um bom cristão pagar os impostos, ainda que sejam "desagradáveis e onerosos", durante a habitual audiência geral aos peregrinos na Praça de São Pedro, em Roma.
O Sumo Pontífice citava São Máximo, bispo de Turim nos séculos IV-V, que defendeu "a relação profunda entre os deveres do cristão e os do cidadão".
Bento XVI explicou que, para São Máximo, "viver a vida cristã significava assumir os compromissos civis", inclusive pagar impostos, mesmo que fossem "desagradáveis e onerosos".
"Apesar de terem mudado as condições, serão sempre válidos os deveres dos crentes perante a sua cidade e a sua pátria", assinalou o Papa, reforçando que "o vínculo entre os compromissos do cidadão honesto e os de bom cristão não termimam nunca".
Bento XVI enfatizou ainda que "a fé não afasta o cristão das tarefas temporais mas, ao contrário, como já assinalou o Concílio Vaticano II, obriga ao seu cumprimento exacto, de acordo com a vocação de cada um".
ER.
Lusa/Fim"