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MensagemEnviado: 27/10/2007 18:54
por Branc0
JPtuga Escreveu:Este Sr. Jorge Pires ainda deve estar em 1975....
O estado comprar posições, ou nacionalizar bancos ainda deve estar no imaginário destes tipos, realmente.
E a teoria da conspiração, que, em caso de fusão ou compra, é logo para prejudicar os clientes. E o Ministério das finanças, o BDp e a Adc, não impôem remédios, e limites á concentração?
Enfim, é como ver o nome deste tópico PCP-BCP, uma contradição de 1ª.


Isto é o tipo de gente que elogiou as medidas tomadas pelo Presidente da Venezuela e disseram que fariam o mesmo em Portugal se fossem Governo (declarações recentes relativas às nacionalizações em curso nesse país).

Que esperavas?

O impressionante para mim é ainda terem quase 10% de eleitorado.

MensagemEnviado: 26/10/2007 21:22
por JPtuga
Este Sr. Jorge Pires ainda deve estar em 1975....
O estado comprar posições, ou nacionalizar bancos ainda deve estar no imaginário destes tipos, realmente.
E a teoria da conspiração, que, em caso de fusão ou compra, é logo para prejudicar os clientes. E o Ministério das finanças, o BDp e a Adc, não impôem remédios, e limites á concentração?
Enfim, é como ver o nome deste tópico PCP-BCP, uma contradição de 1ª.

PCP - BCP

MensagemEnviado: 26/10/2007 20:53
por Keyser Soze
ImagemImagem


PCP contra domínio estrangeiro da banca
Contra o que apelida de domínio estrangeiro sob a banca portuguesa, o PCP exige ao Governo que utilize todos os mecanismos legais possíveis a fim de impedir a fusão entre o BCP e o BPI.

( 20:18 / 26 de Outubro 07 )

Os comunistas consideram que caso se concretize esta união entre os dois bancos estamos perante um cenário «grave».

Jorge Pires, da Comissão Pública, sublinha que se o negócio avançar o BCP, o maior banco privado nacional, ficará nas mãos de capital estrangeiro para prejuízo dos clientes portugueses.

«Numa situação destas este banco ficaria em melhores condições e com maior capacidade para impôr condições mais gravosas na concessão de créditos, seja através da subida das taxas de juro, quer das comissões bancárias, o que irá criar ainda mais problemas aos muitos problemas que as famílias já têm neste momento», defende.

O ministro das Finanças Teixeira dos Santos afirmava, ontem, estar a acompanhar este processo de perto, mas lembrava que estamos perante um negócio entre duas empresas privadas. O PCP não aceita este argumento por entender que uma fusão entre o BPI e o BCP vai influenciar os interesses do país.

«É uma questão não de duas empresas privadas, como o ministro das Finanças dizia ontem na Assembleia da República, mas um problema que afectará toda a vida económica de um país», afiança Jorge Pires.

O dirigente comunista considera que existem várias soluções para o que considera ser um problema, por exemplo «o Estado pode adquirir posições no capital social dos bancos ou voltar a nacionalizar bancos».

O PCP pondera a hipótese de chamar o responsável pela pasta das Finanças ao Parlamento para prestar esclarecimentos sobre este assunto.

O PS e o CDS-PP recusaram-se tecer comentários quanto a este caso.

O PSD também não se pronunciou quanto ao desfecho da possível fusão entre BPI e BCP, mas apelou a que os centros de decisão estratégicos do sector financeiro se mantenham em Portugal.