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MensagemEnviado: 24/10/2007 22:34
por curvedair
Exacto LS!...

Só acredita quem quer!...

MensagemEnviado: 24/10/2007 22:19
por LS
Parece que vai por ali alguma confusão entre contenção salarial e contenção da despesa pública. Se calhar, a confusão é do jornalista.

Aproveito para deixar aqui o artigo de Manuela Ferreira Leite, esta semana no Expresso. Curto e sucinto. Esclarecedor da forma como se passa de um défice de 6% para 3%. Debaixo dos olhos de toda a gente.

MensagemEnviado: 24/10/2007 21:33
por Branc0
valves Escreveu:repara Pata nao nos podemos esquecer que existem eleicoes legislativas em 2009 e isso pesa e muito. sem os votos da funcao publica qualquer governo podera ter a sua eleicao muito comprometida ... Isto e o problema das democracias eleicoes sao do melhor que ha os eleitores e que ainda votam muito com base no nivel da algibeira ... talve la mais para a frente daqui a uns anos possa haver maturidade para as coisas nao se passarem assim :wink:


E é por estas e por outras que os portugueses têm de facto os politicos que merecem.

MensagemEnviado: 24/10/2007 21:25
por valves
repara Pata nao nos podemos esquecer que existem eleicoes legislativas em 2009 e isso pesa e muito. sem os votos da funcao publica qualquer governo podera ter a sua eleicao muito comprometida ... Isto e o problema das democracias eleicoes sao do melhor que ha os eleitores e que ainda votam muito com base no nivel da algibeira ... talve la mais para a frente daqui a uns anos possa haver maturidade para as coisas nao se passarem assim :wink:

Terminou o ciclo de contenção da despesa pública

MensagemEnviado: 24/10/2007 20:58
por Pata-Hari
Fórum para a Competitividade
Nogueira Leite: terminou o ciclo de contenção da despesa pública
24.10.2007 - 15h32
Por Lusa
A proposta de Orçamento do Estado para 2008 mostra que a contenção da despesa pública terminou, afirmou hoje o economista e ex-secretário de Estado do Tesouro, António Nogueira Leite.

No debate organizado pelo Fórum para a Competitividade, o ex-governante defendeu que a despesa corrente primária (sem juros da dívida) vai duplicar o seu ritmo de crescimento em 2008, com o Governo a decidir não repetir o congelamento dos salários dos funcionários públicos, como explicou na mesma conferência o economista João César das Neves.

Para Nogueira Leite, essa contenção da despesa terminou "cedo demais", pondo em perigo a sustentabilidade das finanças públicas a mais longo prazo, sobretudo se se tiver em conta que 2009 é um ano de eleições.