Um em cada seis não é mau, em Portugal de ser tres em cada seis no minomo, enfim é o capitalismo no seu melhor, não são só as empresas que querem €€€ as pessoas também. Se o preço mais baixo e desbloqueado isso ja não acontecia , enfim.
O Fenómeno da Pirataria...
[quote=""]Um em cada seis iPhone foi desbloqueado para funcionar noutras redes
A Apple revelou ontem, após a apresentação dos resultados, que um em cada seis iPhone adquirido foi desbloqueado ilegalmente para funcionar noutras operadoras que não a AT&T, números que surpreenderam os analistas que acreditavam que este problema não tinha tão larga escala.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Apple revelou ontem, após a apresentação dos resultados, que um em cada seis iPhone adquirido foi desbloqueado ilegalmente para funcionar noutras operadoras que não a AT&T, números que surpreenderam os analistas que acreditavam que este problema não tinha tão larga escala.
Timothy Cook, administrador executivo operacional da Apple, afirmou que 250 mil dos 1,4 milhões de iPhone vendidos pela fabricante, desde que este equipamento começou a ser comercializado (em Junho), teve como propósito o desbloqueio ou a modificação do "software" por forma a permitir utiliza-lo com outras operadoras da rede móvel.
Os clientes que compram iPhone mas não subscreveram o serviço da AT&T, a operadora norte-americana com quem a Apple tem um contrato de exclusividade, estão a provocar danos a ambas as companhias já que estas deixam de receber as comissões mensais do serviço.
Este número de iPhone desbloqueados ilegalmente superou largamente as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg que apontavam para que este problema tivesse atingido entre 10 a 100 mil unidades do novo "best seller" da Apple.
De acordo com a Bloomberg, têm-se registado casos de clientes que compram cinco iPhone de cada vez nas lojas norte-americanas da empresa. Estes equipamentos são depois desbloqueados da operadora e depois vendidos por um preço mais elevado para países fora dos EUA.
Recentemente o jornal "Kommersant" noticiou que a euforia com o iPhone na Rússia estava a levar os russos a antecipar-se à introdução do equipamento naquele mercado, optando por comprá-lo no "mercado negro", já desbloqueado, por somas que ascendiam aos 1.100 euros.
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