No nosso país 'algum' crime compensa?
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No nosso país 'algum' crime compensa?
O empresário Vasco Pereira Coutinho terá sido multado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).Isto no âmbito das declarações sobre o alegado interesse de um grupo chinês no lançamento uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre o Benfica.
Segundo um comunicado divulgado esta semana, e citado pelo «Diário Económico», o conselho directivo da CMVM, reunido na passada quinta-feira, deliberou aplicar uma coima no valor de 50 mil euros, num processo de contra-ordenação muito grave por violação do disposto no Código dos Valores Mobiliários relativamente à qualidade da informação prestada ao mercado.
Segundo o Código, esta informação deve ser completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita», nomeadamente quando se refere a «ofertas públicas, mercados de valores mobiliários, actividades de intermediação e a emitentes que seja susceptível de influenciar as decisões dos investidores». Sendo qualificada como contra-ordenação muito grave, o CVM prevê uma coima compreendida entre 25 mil euros e 2,5 milhões de euros.
Nos últimos meses, a única situação pendente em que se verificaram estes pressupostos foi, precisamente, o chamado «caso Benfica».
Em declarações ao «Diário Económico», Vasco Pereira Coutinho, referiu o interesse de um grupo chinês em comprar um clube na Europa, podendo estar a estudar o lançamento de uma OPA sobre o Benfica concorrente à operação lançada a 15 de Junho por Joe Berardo.
Este grupo chinês, com interesse em vários sectores de actividade, estaria disponível, segundo o Diário Económico apurou na altura, para oferecer o dobro da contrapartida então proposta, ou seja, sete euros por acção. A oferta nunca se concretizou, mas as acções do clube da Luz subiram de imediato 60%, tendo sido negociadas a um máximo de 6,11 euros.
Segundo um comunicado divulgado esta semana, e citado pelo «Diário Económico», o conselho directivo da CMVM, reunido na passada quinta-feira, deliberou aplicar uma coima no valor de 50 mil euros, num processo de contra-ordenação muito grave por violação do disposto no Código dos Valores Mobiliários relativamente à qualidade da informação prestada ao mercado.
Segundo o Código, esta informação deve ser completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita», nomeadamente quando se refere a «ofertas públicas, mercados de valores mobiliários, actividades de intermediação e a emitentes que seja susceptível de influenciar as decisões dos investidores». Sendo qualificada como contra-ordenação muito grave, o CVM prevê uma coima compreendida entre 25 mil euros e 2,5 milhões de euros.
Nos últimos meses, a única situação pendente em que se verificaram estes pressupostos foi, precisamente, o chamado «caso Benfica».
Em declarações ao «Diário Económico», Vasco Pereira Coutinho, referiu o interesse de um grupo chinês em comprar um clube na Europa, podendo estar a estudar o lançamento de uma OPA sobre o Benfica concorrente à operação lançada a 15 de Junho por Joe Berardo.
Este grupo chinês, com interesse em vários sectores de actividade, estaria disponível, segundo o Diário Económico apurou na altura, para oferecer o dobro da contrapartida então proposta, ou seja, sete euros por acção. A oferta nunca se concretizou, mas as acções do clube da Luz subiram de imediato 60%, tendo sido negociadas a um máximo de 6,11 euros.
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