Caldeirão da Bolsa

OCDE revê em baixa crescimento da zona euro para 2,6 por cen

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por MozHawk » 6/9/2007 6:19

É interessante a notícia e as previsões em si. Se tiveremos em conta que os dados mais recentes do PIB norte-americano são de 4%, os próximos tempos não serão fáceis do outro lado do Atlântico até ao fim do ano. Por outro lado, temos o 1º mundo a acalmar e o resto com fortes taxas de crescimento.

Um abraço,
MozHawk
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OCDE revê em baixa crescimento da zona euro para 2,6 por cen

por Pata-Hari » 6/9/2007 6:08

Previsão para o PIB dos EUA também baixa
OCDE revê em baixa crescimento da zona euro para 2,6 por cento
05.09.2007 - 13h39 Lusa, PUBLICO.PT


A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) reviu em baixa as suas previsões de crescimento do PIB em 2007 para a zona euro, de 2,7 para 2,6 por cento, e para os Estados Unidos, de 2,1 para 1,9 por cento.

Para a Alemanha e a França, a previsão do crescimento do PIB foi mais acentuada do que para a zona euro, com a OCDE a prever para a Alemanha – a maior economia do espaço euro – um crescimento de somente 2,6 por cento contra os 2,9 antecipados nas previsões de Maio.

Para França, a previsão é de 1,8 por cento contra 2,2 antes, o que traduz a maior revisão em baixa do grupo dos sete principais países industrializados (G7).

Em contrapartida, as previsões de crescimento para o Reino Unido foram revistas em alta, de 2,7 para 3,1 por cento, assim como as para o Canadá, que passam de 2,5 para 2,7 por cento. As do Japão foram mantidas nos 2,4 por cento.

Perspectivas menos animadoras

Os valores agora revistos tinham sido divulgados relatório Economic Outlook de Maio e, nessa altura, a instituição já dizia que a crise no mercado de crédito imobiliário de alto risco (sub-prime) nos EUA era um aspecto central do actual ciclo de negócios, e por isso a instituição desencadeou então uma avaliação mais geral dos riscos.

A informação consta de uma avaliação intercalar assinada pelo economista chefe da instituição, Jean-Philippe Cotis, publicada hoje no respectivo site. Para este responsável, as perspectivas são agora menos favoráveis.

Cotis diz que as médias anuais reflectem os desenvolvimentos passados e que agora as perspectivas são “claramente menos animadoras e mais incertas”.

Os riscos são agora classificados como “maiores, num contexto onde é provável que as condições do conjunto do mercado financeiro se mantenham duradouramente mais apertadas”.

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