Chipidea vendida à MIPS por 147m
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Great business...
Esta empresa começou com um investimento inicial de 25.000 euros e 4 empregados...
Excelente negócio e valorização do capital intelectual de Portugal.
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Bruce Barton (1886 - 1967) American advertising executive, U.S. congressman
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Fundo Caravela multiplica por 2.8 o capital investido na...
Jornal de Negócios Online
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O Fundo Caravela, fundo de capital de risco gerido pela Inter-Risco – Sociedade de Capital de Risco, sociedade que é dominada integralmente pelo Banco BPI, participou recentemente no processo de alienação da Chipidea à norte-americana MIPS Technologies, tendo multiplicado por 2.8 vezes o capital investido.
"Esta operação representou o primeiro desinvestimento do Fundo Caravela, tendo gerado um encaixe de aproximadamente 6 milhões de euros, representando para os investidores do fundo uma rentabilidade anual de 37% e um múltiplo de investimento de 2.8 vezes o capital investido", refere a mesma fonte.
O investimento do Fundo Caravela na Chipidea teve a sua origem em 2001, tendo a Inter-Risco sido o primeiro investidor financeiro a apoiar o projecto de crescimento da Chipidea numa fase em que a empresa começava a destacar-se num mercado tecnológico em recessão.
O Fundo Caravela destina-se ao investimento na aquisição e detenção, por períodos de tempo limitado, de participações no capital de PME nacionais com potencial elevado de crescimento e valorização, contando entre os seus participantes o Fundo Europeu de Investimento, o IAPMEI e o próprio grupo BPI.
O Fundo Caravela investiu até à data aproximadamente 22 milhões de euros em sete empresas. Estes investimentos abrangeram diversos sectores, entre os quais o sector de electrónica (Chipidea), turismo, cafés, ambiente, automóvel, "facility services" e serviços de apoio à gestão.
Após a aplicação de mais de 70% do Fundo Caravela, a Inter-Risco deu início ao processo de "fund-raising" de um novo fundo.
A portuguesa Chipidea foi adquirida pela MIPS Technologie por 147 milhões de dólares (107,5 milhões de euros), o que irá gerar a segunda maior empresa de propriedade intelectual de design de semicondutores.
Ana Torres Pereira
atp@mediafin.pt
A portuguesa Chipidea foi adquirida pela MIPS Technologie por 147 milhões de dólares (107,5 milhões de euros), o que irá gerar a segunda maior empresa de design de semicondutores sobre Intelectual Propertie (IP), avançaram as empresas em comunicado.
Esta aquisição cria um "portfólio único de tecnologias e oferece uma poderosa proposta de valor aos clientes", refere a mesma fonte.
A MIPS Technologies vai pagar 147 milhões de dólares em dinheiros, com um pagamento adicional de 610.687 acções da MIPS Technologies em 2009.
A empresa norte-americana vai fazer um pagamento adicional de 120 milhões de dólares.
O Mercado mundial de semicondutores sobre IP cresceu 24%, em 2006. para os 1,8 mil milhões de dólares, segundo a Gartner.
A portuguesa Chipidea foi fundada por José Epifâneo da Franca, em 1997, e este ano, a empresa espera facturar acima dos 30 milhões de euros, prevendo crescer na Ásia, China, Japão, Taiwan, Coreia e EUA. Em termos de peso das receitas, os EUA contribuem para 40%, a Ásia 30% e Europa e Israel 28%.
Em declarações ao Jornal de Negócios, Epifâneo da Franca manifestou a sua vontade de em 2010 ter 600 colaboradores e em três anos previa duplicar essencialmente a capacidade de engenharia.
Ana Torres Pereira
atp@mediafin.pt
A portuguesa Chipidea, que foi hoje adquirida pela norte-americana MIPS Technologie, vai manter a unidade em Portugal, avançou José Epifâneo da Franca, presidente da tecnológica nacional, em conferência de imprensa.
"Um terço dos nossos colaboradores estão em Portugal, apesar de eu ser crítico quanto a situações no país como os impostos e a forma de recrutamento dos recursos humanos não há porque sairmos daqui", disse Epifânio da Franca.
O presidente da MIPS, John Bourgois, em Portugal, sublinhou "estamos satisfeitos com a companhia tal e qual como está, somos complementares".
O presidente da Chipidea salientou que mantém a sua estratégia "de termos um plano agressivo de recrutamento". Em 2010, a empresa portuguesa estimava ter 600 colaboradores, número que compara com os cerca de 300 que tem actualmente.
Chipidea vendida à MIPS por 147m
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