Página 1 de 1

MensagemEnviado: 16/8/2007 16:43
por JCS
Estou a seguir a contação da Countrywide Financial (CFC) e há dois minutos encontrava-se a cair mais de 25% para os $15,85...

MensagemEnviado: 16/8/2007 7:41
por JCS
karlitos Escreveu:
As acções da Countrywide perderam 18% para 21,29 dólares, registando a queda mais acentuada desde o "crash" de Outubro de 2007.



"houve" um "crash" em outubro de 2007? isto é futurologia?? lool
~

:) Penso que queriam dizer "1987".

MensagemEnviado: 16/8/2007 7:24
por JCS
Crise no crédito chega à Austrália


Já não são só os bancos norte-americanos a ser afectados com a crise no mercado de créditos de alto risco. Esta madrugada, o australiano Rams Home Loans anunciou que não conseguiu arranjar financiamento para créditos de curta-duração denominados em dólares no valor de 6,17 mil milhões de dólares australianos (3,70 mil milhões de euros). O banco vai ter de procurar financiamento de emergência.

--------------------------------------------------------------------------------

José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt


Já não são só os bancos norte-americanos a ser afectados com a crise no mercado de créditos de alto risco. Esta madrugada, o australiano Rams Home Loans anunciou que não conseguiu arranjar financiamento para créditos de curta-duração denominados em dólares no valor de 6,17 mil milhões de dólares australianos (3,70 mil milhões de euros). O banco vai ter de procurar financiamento de emergência.

Como consequência, as bolsas asiáticas e australianas encerraram com a sua maior queda no espaço de um ano. Só o Rams perdeu 59% do seu valor. Quase metade do financiamento bancário deste banco provém de papéis comerciais norte-americanos, o que o expõe bastante ao risco.

Um especialista no mercado de crédito afirmou à agência Bloomberg que "todos os bancos que se financiarem em dívida norte-americana serão afectados pela crise no mercado, numa altura em que a liquidez está a escassear".

MensagemEnviado: 16/8/2007 0:03
por karlitos
As acções da Countrywide perderam 18% para 21,29 dólares, registando a queda mais acentuada desde o "crash" de Outubro de 2007.



"houve" um "crash" em outubro de 2007? isto é futurologia?? lool

MensagemEnviado: 15/8/2007 23:33
por JCS
Crise no crédito volta a ensombrar bolsas americanas


Os principais índices americanos encerraram hoje com perdas superiores a 1%, com novas notícias sobre a crise no mercado de crédito à habitação a levarem os investidores a fugir das acções.

--------------------------------------------------------------------------------

André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt



Os principais índices americanos encerraram hoje com perdas superiores a 1%, com novas notícias sobre a crise no mercado de crédito à habitação a levarem os investidores a fugir das acções.

As acções americanas ainda ensaiaram uma recuperação, com ganhos em alguns momentos da sessão, com as empresas do sector financeiro a puxarem pelo mercado. Mas a possibilidade de falência da Countrywide, a maior empresa de concessão de empréstimos para habitação dos Estados Unidos, acabou por deprimir os mercados.

O índice S&P500 terminou a sessão com uma queda de 1,39%, anulando os ganhos obtidos em 2007. Também o indicador das maiores cotadas americanas, o Dow Jones, fechou em terreno negativo, cedendo 1,29%. O índice tecnológico Nasdaq foi o mais penalizado ao cair 1,61%. Os respectivos retornos este ano baixaram para 3,2% e 1,8%.

Hoje o banco de investimento Merrill Lynch divulgou uma nota de "reserch" onde recomenda "vender" as acções da Countrywide, afirmando que a empresa está em "insolvência efectiva", caso os credores reclamem as dívidas. As acções da Countrywide perderam 18% para 21,29 dólares, registando a queda mais acentuada desde o "crash" de Outubro de 2007.

A nota da Merril Lynch acabou por penalizar as empresas do sector financeiro, que recuaram 1%.

Entre as maiores perdas está também a Freeport-mcMoran, uma empresa mineira, com o receio de que o abrandamento da economia possa diminuir a procura por metais.




A situação como se vê é mais complicada do que parece... Esta segundo consta, era a maior dos EUA. Os bancos vão ficar novamente a "arder" com largos e largos biliões... A continuar assim o que se tem passado com as entidades financeiras é apenas o começo do problema...

Cumprimentos

JCS

Re: Bancos

MensagemEnviado: 14/8/2007 9:48
por Antunes
jarc Escreveu:Oh! Moz... Tira o cavalinho da chuva... provavelmente é uma grande asneira vender, a exposição dos bancos europeus a essa "cride é mínima. Claro que a tentativa de derubar ainda não parou, mas cá para o meu lado bem podem esgravatar que não apanham nem uma.


Se é uma grande asneira vender ou não só o tempo o dirá (eu tb acho, a estes níveis) mas como podes saber qual é a exposição dos bancos europeus se, eles próprios ainda não devem saber muito bem...?

MensagemEnviado: 14/8/2007 9:10
por MozHawk
LOL jarc, provavelmente daqui a uns meses chegaremos à conclusão que foi apenas um episódio tipo Março, ou talvez não. Mas como já dizia o outro, prognósticos só no fim do jogo...

Um abraço,
MozHawk

Bancos

MensagemEnviado: 14/8/2007 8:41
por jarc
Oh! Moz... Tira o cavalinho da chuva... provavelmente é uma grande asneira vender, a exposição dos bancos europeus a essa "cride é mínima. Claro que a tentativa de derubar ainda não parou, mas cá para o meu lado bem podem esgravatar que não apanham nem uma.

Novas vítimas: Deutsche Bank e CommerzBank

MensagemEnviado: 14/8/2007 7:11
por MozHawk
Deutsche Bank e Commerzbank, as novas vítimas
Inicialmente, a crise só atingiu o fundo de investimento IKB.

Cristina Krippahl em Colónia

Dois dos maiores bancos alemães, o Deutsche Bank e o Commerzbank, foram atingidos pela crise dos mercados de ‘subprime’ norte-americanos. Os dois bancos alemães pertencem ao número de credores da americana Homebanc, que acaba de falir. Na Alemanha, a crise parecia, inicialmente, atingir apenas o fundo de investimentos de Düsseldorf, IKB.

O Commerzbank veio deitar água na fervura, anunciando que o montante em risco é de 1,2 mil milhões de euros, o que significa que os resultados anuais poderão sofrer um recuo de 80 milhões de euros. O Deutsche Bank recusou-se a avançar números concretos, mas fontes bancárias afirmam que se trata de uma soma de pouca importância. Entretanto, também o WestLB e o Postbank cifraram os riscos derivados dos investimentos no mercado americano de créditos imobiliários. Trata-se de, respectivamente, 1,25 mil milhões e 600 milhões de euros, volumes considerados de pouca monta pelos especialistas. Mais grave parece a situação do SachsenLB, que tem um fundo de 13 mil milhões de euros empenhado no mercado de créditos americanos e que está a ser investigado pela agência de fiscalização da banca, BaFin. O SachsenLB garante que, ao contrário do que aconteceu com o IKB, não sofre de falta de liquidez, mas os analistas apontam para as somas comparáveis de risco.

Não obstante, tanto os analistas como a indústria reagem com descontracção aparente à crise do ‘subprime’, sublinhando a excelente situação financeira das empresas alemãs e a robustez da conjuntura nacional. Jean-Michel Six, responsável pela Europa na agência de ‘rating’ Standard & Poor´s, disse também que a banca alemã não se encontra em perigo de crise, estando os “poucos institutos afectados em condições para resolverem os seus problemas”. A confederação das indústrias mostra-se igualmente optimista, acreditando que a crise americana não ameaça a conjuntura alemã ou europeia. Embora reconheça que o crescimento alemão possa ser travado, caso o consumo privado americano – o motor de crescimento – recuar de modo a afectar a economia americana.


Fonte: Diário Económico