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Presidente da Bulgária perdoou as cinco enfermeiras e o médico búlgaros condenados a prisão perpétua na Líbia, anunciou o MNE Ivailo Kalfine logo após terem chegado a Sofia.
"Com base na convicção categórica da sua inocência, o Presidente (Gueorgui) Parvanov exerceu o direito de perdão", anunciou o chefe da diplomacia búlgara.
As cinco enfermeiras e o médico, de origem palestiniana, foram detidos em Fevereiro de 1999 acusados de terem inoculado o vírus da sida em crianças líbias no hospital de Benghazi, onde trabalhavam.
Em 2004, as enfermeiras e o médico foram condenados à morte, pena confirmada em 2006 e a 11 de Julho passado.
Logo após um acordo com as famílias das 438 crianças contagiadas com o vírus da sida, que aceitaram uma indemnização de um milhão de dólares por família para deixarem de exigir a aplicação da pena capital, esta sentença foi comutada para prisão perpétua pelas autoridades líbias.
Na sequência de intensas negociações diplomáticas e devido ao acordo judiciário existente entre a Bulgária e a Líbia de 1984, as cinco enfermeiras e o médico foram extraditados para Sofia.
Pois, primeiro a Europa paga um balurdio e depois afinal são inocentes. Não há pachorra para este tipo de países...