CE diz que Portugal deve baixar a carga fiscal das empresas
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A redução da carga fiscal
A redução da carga fiscal tem sido uma realidade nos últimos anos em muitos países europeus e também em Portugal. Ainda há cerca de três meses esta matéria foi notícia, como documenta o artigo abaixo, do JN:
Carga fiscal tem descido
18.04.2007 - Jornal de Notícias
A carga fiscal suportada pelas empresas portuguesas baixou 7,7 pontos percentuais, entre 2000 e 2006, e deverá voltar a cair em 2007, de acordo com um estudo da consultora Ernst & Young.
Esta evolução faz com que Portugal seja um dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) onde a redução da carga fiscal directa às empresas foi maior, no período entre 2000 e 2006, passando de 35,2%, para 27,5% do Produto Interno Bruto (PIB), refere o estudo sobre a globalização das administrações fiscais nacionais. Para a consultora, a tendência da redução da carga fiscal "irá continuar em 2007", caindo para os 26,5%, em virtude das alterações introduzidas na derrama. A Ernst & Young concluiu, ainda, que foi em países onde as empresas já pagam baixas taxas de imposto, como a Irlanda, Polónia ou República Checa, que a carga fiscal mais desceu nos últimos seis anos. Neste estudo, a consultora coloca a cooperação e a troca de informações internacionais no topo das prioridades das administrações fiscais nacionais, bem como a recolha de informação sob a forma electrónica e crescentes obrigações declarativas. A análise mostra, também, que a existência de diversos sistemas fiscais e de divergências na interpretação da informação e nos resultados obtidos, leva a situações de dupla tributação, que são mais evidentes nas multinacionais.
Carga fiscal tem descido
18.04.2007 - Jornal de Notícias
A carga fiscal suportada pelas empresas portuguesas baixou 7,7 pontos percentuais, entre 2000 e 2006, e deverá voltar a cair em 2007, de acordo com um estudo da consultora Ernst & Young.
Esta evolução faz com que Portugal seja um dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) onde a redução da carga fiscal directa às empresas foi maior, no período entre 2000 e 2006, passando de 35,2%, para 27,5% do Produto Interno Bruto (PIB), refere o estudo sobre a globalização das administrações fiscais nacionais. Para a consultora, a tendência da redução da carga fiscal "irá continuar em 2007", caindo para os 26,5%, em virtude das alterações introduzidas na derrama. A Ernst & Young concluiu, ainda, que foi em países onde as empresas já pagam baixas taxas de imposto, como a Irlanda, Polónia ou República Checa, que a carga fiscal mais desceu nos últimos seis anos. Neste estudo, a consultora coloca a cooperação e a troca de informações internacionais no topo das prioridades das administrações fiscais nacionais, bem como a recolha de informação sob a forma electrónica e crescentes obrigações declarativas. A análise mostra, também, que a existência de diversos sistemas fiscais e de divergências na interpretação da informação e nos resultados obtidos, leva a situações de dupla tributação, que são mais evidentes nas multinacionais.
CE diz que Portugal deve baixar a carga fiscal das empresas
A certeza é da Comissão Europeia. É preciso aliviar a carga fiscal sobre as pequenas e médias empresas para tornar a economia europeia mais competitiva.
O recado foi deixado em Lisboa, em mais uma reunião no âmbito da presidência portuguesa.
A carga fiscal é uma dificuldade sentida pelos empresários portugueses. É que somando todos os impostos, a tributação sobre as empresas ultrapassa os 30 por cento.
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