Página 1 de 1

MensagemEnviado: 20/7/2007 16:16
por acintra
Esqueceram-se que no final dos 3 anos a viatura pode ser adquirida pelo utilizador pelo valor residual.
O estado faz os valores residuais mais baixos do mercado, para premiar os seus administradores e directores.
Existem casos em que compram carros por 10% e 20% do valor de novo.

Nunca nenhum governo teve coragem de alterar esta situação porque ganham todos com isso. Está instituido...

APL gasta 829 mil euros com carros para as chefias

MensagemEnviado: 20/7/2007 12:56
por pvk
TC diz que custo é elevado para uma empresa endividada.
APL gasta 829 mil euros com carros para as chefias
O Tribunal de Contas criticou também as regalias do Conselho de Administração, chefes de divisão e directores da APL, que, além das remunerações têm direito a utilizar “viaturas de serviço para uso pessoal e respectivo pagamento de combustíveis, estacionamentos e portagens, até um limite plafonado”.

--------------------------------------------------------------------------------

Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt


O Tribunal de Contas criticou também as regalias do Conselho de Administração, chefes de divisão e directores da APL, que, além das remunerações têm direito a utilizar "viaturas de serviço para uso pessoal e respectivo pagamento de combustíveis, estacionamentos e portagens, até um limite plafonado".

Estas viaturas são trocadas de três em três anos. No total, a APL gasta 829,1 mil euros com os carros. O TC diz que "apenas se faz referencia a estes complementos remuneratórios porque os seus custos para esta empresa pública, fortemente endividada, são significativos".

O TC adianta ainda no seu relatório que a mudança constante nas administrações da APL é prejudicial para a empresa, liderada por Manuel Frasquilho. O TC sublinha que entre 2002 e 2005 foram nomeados três conselhos de administração e que os gestores nomeados em 2004 ficaram na empresas apenas 11 meses, tendo sido dispensados "sem que houvesse referência a qualquer desempenho menos satisfatório", Com efeito, o trabalho dos gestores foi mesmo elogiado.

O TC adianta mesmo que "tal rotatividade traduziu-se em instabilidade", nomeadamente a nível das chefias intermédias.