Privatizações da TAP, Inapa e ANA avançam em 2008/2009
O Governo vai privatizar nos próximos dois anos as empresas que estavam no programa de privatizações 2006-2007 mas que ainda não avançaram, ou seja, a TAP, a Inapa e a ANA- Aeroportos de Portugal, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.
--------------------------------------------------------------------------------Jornal de Negócios com Lusa
O Governo vai privatizar nos próximos dois anos as empresas que estavam no programa de privatizações 2006-2007 mas que ainda não avançaram, ou seja, a TAP, a Inapa e a ANA- Aeroportos de Portugal, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.
Em resposta a uma pergunta do deputado do CDS-PP Diogo Feio, na comissão de Orçamento e Finanças, o secretário de Estado Carlos Pina disse que "as empresas que constam do actual programa de privatizações, mas que não foram objecto de privatização, vão ser incluídas no próximo programa".
O programa de privatizações para o biénio 2006-2007 previa as privatizações da Galp Energia, Portucel, REN - Rede Eléctrica Nacional, EDP, TAP, ANA e Inapa.
Como a Portucel, a Galp, a REN e a EDP já tiveram fases de privatização, ficam a faltar a TAP, a Inapa e a ANA, as quais devem por isso ser incluídas no próximo programa do biénio de privatizações.
Hoje mesmo foi publicado em Diário da República a decisão de privatizar até cinco por cento da EDP, através da emissão de obrigações convertíveis, operação que deve ocorrer até ao final de 2007, segundo garantiu o ministro das Finanças em Outubro, no Luxemburgo.
A privatização da TAP tem vindo a derrapar no tempo, com o governo a evitar comprometer-se com um novo calendário.
Em Julho, o ministro das Obras Públicas foi questionado no Parlamento sobre esse assunto e respondeu: "Não tenho datas. Queremos que a empresa prossiga o seu caminho, servindo cada vez melhor os portugueses, pelo que na altura adequada, na altura própria, a empresa será privatizada".
A privatização da ANA está dependente da decisão de localização do novo aeroporto de Lisboa porque essa privatização está incluída no novo modelo de negócio do aeroporto de Lisboa.
O orçamento do Estado para 2008 prevê um encaixe de 900 milhões de euros com privatizações mas o ministro tem dito que só em momento oportuno será divulgado novo programa para dois anos de privatizações.
Até agora o Estado só arrecadou 275 milhões de euros, com a privatização da REN, pelo que faltam ainda 675 milhões de euros de receitas para cumprir este objectivo.
O Governo vai privatizar nos próximos dois anos as empresas que estavam no programa de privatizações 2006-2007 mas que ainda não avançaram, ou seja, a TAP, a Inapa e a ANA- Aeroportos de Portugal, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.
--------------------------------------------------------------------------------Jornal de Negócios com Lusa
O Governo vai privatizar nos próximos dois anos as empresas que estavam no programa de privatizações 2006-2007 mas que ainda não avançaram, ou seja, a TAP, a Inapa e a ANA- Aeroportos de Portugal, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.
Em resposta a uma pergunta do deputado do CDS-PP Diogo Feio, na comissão de Orçamento e Finanças, o secretário de Estado Carlos Pina disse que "as empresas que constam do actual programa de privatizações, mas que não foram objecto de privatização, vão ser incluídas no próximo programa".
O programa de privatizações para o biénio 2006-2007 previa as privatizações da Galp Energia, Portucel, REN - Rede Eléctrica Nacional, EDP, TAP, ANA e Inapa.
Como a Portucel, a Galp, a REN e a EDP já tiveram fases de privatização, ficam a faltar a TAP, a Inapa e a ANA, as quais devem por isso ser incluídas no próximo programa do biénio de privatizações.
Hoje mesmo foi publicado em Diário da República a decisão de privatizar até cinco por cento da EDP, através da emissão de obrigações convertíveis, operação que deve ocorrer até ao final de 2007, segundo garantiu o ministro das Finanças em Outubro, no Luxemburgo.
A privatização da TAP tem vindo a derrapar no tempo, com o governo a evitar comprometer-se com um novo calendário.
Em Julho, o ministro das Obras Públicas foi questionado no Parlamento sobre esse assunto e respondeu: "Não tenho datas. Queremos que a empresa prossiga o seu caminho, servindo cada vez melhor os portugueses, pelo que na altura adequada, na altura própria, a empresa será privatizada".
A privatização da ANA está dependente da decisão de localização do novo aeroporto de Lisboa porque essa privatização está incluída no novo modelo de negócio do aeroporto de Lisboa.
O orçamento do Estado para 2008 prevê um encaixe de 900 milhões de euros com privatizações mas o ministro tem dito que só em momento oportuno será divulgado novo programa para dois anos de privatizações.
Até agora o Estado só arrecadou 275 milhões de euros, com a privatização da REN, pelo que faltam ainda 675 milhões de euros de receitas para cumprir este objectivo.