Quanto valem as acções chinesas ? Em Singapura mt menos...!
Caros,
Um pequeno comentário sobre acções chinesas:
- Quanto é que vale realmente um produtor de carne chinês?
No continente, os investidores pagam 146 vezes os resultados da empresa para serem accionistas da Fortune Ng Fung Food (Hebei) Co. A China Yurun Food Group Ltd., listada em Hong Kong transacciona a 26 vezes os resultados. E em Singapura, a People's Food Holdings Ltd. é valorizada a 11.4 vezes os resultados.
``Não há grandes diferenças entre os negócios destas empresas, e portanto não deveria haver uma tão grande diferença enter as suas perspectivas e valorizações,'' afirma Greg Lesko, que participa na gestão de US$900 milhões no hedge fund Deltec Asset Management, baseado em Nova Iorque.
As restrições à transação são parcialmente responsáveis pelas valorizações. O que tem levado a uma procura de uma valorização mais racional das acções chinesas em termos de PER. Para alguns investidores, mesmo Hong Kong parece sobre valorizado. DE modo crescente, estão a descobrir múltiplos mais sensatos num mercado: Singapura.
``Uma valorização justa tem de ter múltiplos várias vezes mais baixos,'' afirma Robert Doll, que supervisiona $1.15 biliões como CIO par acções globais na BlackRock Inc. em Plainsboro, em Nova Jersey. ``Na medida em que haja um bom barómetro, Singapura é provavelmente o sítio para onde ir.''
O benchmark chinês CSI 300 teria que cair 54% para estar em linha com o PER do índice de Hong Kong's Hang Seng China Enterprises, que segue acções de 41 empresas do continente que estão listadas em Hong Kong. O CSI 300 teria que cair 65% para se poder comparar os múltiplos médios para as acções chinesas que transaccionam em Singapura, de acordo com cálculos da BLoomberg.
Restrições Governamentais
As diferentes valorizações são em parte devidas ás restrições que limitam o investimento estrangeiro na China continental e limitam a capacidade dos cidadãos chineses de investir no exterior, tornando difícil conseguir arbitragens entre acções listadas em várias bolsas.
O governo limita o investimento estrangeiro em títulos denominados na moeda local a US$10 mil milhões. Apenas 52 instituições internacionais têm a permissão do governo para investirem no continente chinês.
Investidores individuais chineses estão a abrir contas junto de brokers ao ritmo de 300 mil por dia no trimestre em curso, dando uma ajuda importante para a progressão de 92% do índice CSI 300 em 2007, o maior ganho medido em dólares entre os 90 benchmarks que a Bloomberg segue.
Ao longo do tempo, as valorizações no continente terão que estar em linha com os outros mercados, afirma Jim Rogers, que começou a comprar acções chinesas em 1999 e é o presidente da Beeland Interests Inc., baseada em Nova Iorque.
``Haverá um momento em que eventualmente todas as acções chinesas terão um preço idêntico em todo o lado,'' afirmou Rogers. ``Mas isso não poderá ocorrer até que a moeda seja convertível e que haja oportunidades de livre arbitragem.
Dados sobre Carteiras Emergentes
Receios de que tanto as acções do continente como as de Hong Kong estão sobre valorizadas levou a que alguns investidores internacionais tenham deixado estes mercados. Fundos internacionais concentrados na China tiveram a maior saída de capitais líquida nas cinco semanas terminadas a 6 de Junho do que qualquer outro período de 35 dias desde que o Emerging Portfolio Fund Research Inc., baseado em Cambridge no Massachusetts começou a obter dados semanais sobre a China a partir de 2002.
Investidores globais retiraram capitais da China com o responsável máximo do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, Li Ka-shing, o homem mais rico da Ásia e o antigo presidente do Fed, Alan Greenspan, a referirem os receios em relação às subidas de preços nas acções cotadas no continente.
Os fundos investidos nas chamadas acções H listadas em Hong Kong e as acções A denominadas em Yuans do continente tiveram um a saída líquida de capitais de US$2.62 mil milhões durante as 5 semanas terminadas a 6 de Junho, afiram a empresa de research. Desde o início do ano, os investidores retiraram um valor líquido de US$3.09 mil milhões de fundos chineses.
`O Avanço é Inevitável'
Os investidores domésticos têm ignorado os avisos em relação ao mercado doméstico. O índice CSI 300 levou menos de um mês a recuperar a queda de 9.2% de 27 de Fevereiro que provocou a formação por parte do governo de uma equipa especial para eliminar as ofertas ilegais de acções.
A decisão de 30 de Maio de triplicar o imposto de selo nas transações de acções arrefeceu a subida apenas temporariamente, como CSI 300 a cair 16% num período de quatro dias.
Desde então subiu 9.3%, com o banqueiro central Wu Xiaoling a afirmar na semana passada que o crescimento económico chinês significa ``que o avanço das acções no mercado é inevitável uma vez que os ganhos de longo-prazo no mercado chinês são inevitáveis.''
A China, a economia de entre as 10 maiores do mundo que mais cresce, expandiu-se ao ritmo anual de 11.1% nos primeiros três meses de 2007, acima das estimativas dos economistas.
`Tenho Feito Erros'
Tan Jiong, 33 anos, um segurança no distrito financeiro de Lujiazui em Xangai, investiu 90,000 yuan (US$11,754), equivalente a cerca de metade das suas poupanças, em acções locais em Março. Afirma que está ``extremamente preocupado'' com a decisão do governo de triplicar o imposto de selo mas decidiu manter a suas posições.
``Vender agora seria admitir que cometi erros, o que é se trona difícil de reconciliar comigo próprio também,'' afirmou Tan.
Os investidores globais compram acções em média a preços mais baixos do que Tan, mesmo para empresas com negócios similares.
O avanço de 0.9% da semana passada deixou o índice avaliado a 43.4 vezes a média de resultados seus membros. O índice de Hong Kong, Hang Seng
China Enterprises, transaciona a 19.8 vezes a média dos resultados.
O índice PrimePartners China, uma medida de 25 das maiores e mais activamente transaccionadas empresas chinesas que cotam em Singapura, está avaliado a 15.2 vezes os resultados, e grosso modo em linha com o índice Morgan Stanley Capital International para os Mercados Emergentes, um benchmark para 25 em vias de desenvolvimento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
Interior da Mongólia
Linyi, a holding de produtos alimentares baseada em Shandong, a maior fabricante de carne chinesa, transacciona com um PER 56% mais barato em Singapura do que as acções listadas em Hong Kong da China Yurun Food, baseada em Nanjing, a maior produtora de carne de porco e vendedora de presunto e salsichas.
A Fortune Ng Fung Food, baseada na província de Hebei, que produz bife e está listada em Xangai, tem um PER cerca de 13 vezes maior do que a Linyi. A empresa produz gado na província de Hebei e no interior da Mongólia e vende bife fresco e comida pronta a comer empacotada.
``Os investidores dão menos atenção a acções chinesas cotadas em Singapura, o que poderia explicar porque a Linyi tem uma valorização mais baixa
do que a China Yurun'', afirma Tiffany Feng, uma analista na Guotai Junan Securities de Hong Kong. Ela tem uma rating de "compra" na Yurun. A valorização da Fortune Ng não se justifica para uma acção do sector alimentar,'' afirma.
As empresas chinesas baseadas em Singapura, conhecidas por S-chips, são tipicamente mais pequenas dos as suas pares cotadas em Hong Kong. A metade superior da lista de empresas chinesas cotadas em Singapura têm um valor de mercado de S2 mil milhões (US$1.3 mil milhões) comparados com os S$111 mil milhões de capitalização bolsista das acções H que transaccionam em Hong Kong, de acordo com um relatório divulgado no mês passado pela UBS AG, baseada em Zurique, a maior gestora de fortunas do mundo.
`Com Certeza que Desaparecerá'
``As acções H são habitualmente de empresas com capitalizações bolsistas elevadas, com fortes marcas e posições no mercado,'' afirma Mark Tan, que participa na gestão de US$3 mil milhões de acções asiáticas na UOB Asset Management em Singapura. ``Também tem havido a percepção de que algumas empresas chinesas cotadas em Singapura são de qualidade inferior à cotadas em Hong Kong.''
A diferença de preços entre a acções H e as S-chips deverá encurtar dado o ambiente operacional ser semelhante na China, escreveu numa nota no mês passado, Min Lan Tan, estratega da UBS em Singapura.
``Nós compramos acções S-chip com base nas suas valorizações atractivas'' afirmou Mark Mobius da Templeton Asset Management, que gere US$30 mil milhões em Singapura. ``No longo prazo, se os fundamentais dos dois grupos estiverem a par, a diferença de preços com certeza que desaparecerá."
Um pequeno comentário sobre acções chinesas:
- Quanto é que vale realmente um produtor de carne chinês?
No continente, os investidores pagam 146 vezes os resultados da empresa para serem accionistas da Fortune Ng Fung Food (Hebei) Co. A China Yurun Food Group Ltd., listada em Hong Kong transacciona a 26 vezes os resultados. E em Singapura, a People's Food Holdings Ltd. é valorizada a 11.4 vezes os resultados.
``Não há grandes diferenças entre os negócios destas empresas, e portanto não deveria haver uma tão grande diferença enter as suas perspectivas e valorizações,'' afirma Greg Lesko, que participa na gestão de US$900 milhões no hedge fund Deltec Asset Management, baseado em Nova Iorque.
As restrições à transação são parcialmente responsáveis pelas valorizações. O que tem levado a uma procura de uma valorização mais racional das acções chinesas em termos de PER. Para alguns investidores, mesmo Hong Kong parece sobre valorizado. DE modo crescente, estão a descobrir múltiplos mais sensatos num mercado: Singapura.
``Uma valorização justa tem de ter múltiplos várias vezes mais baixos,'' afirma Robert Doll, que supervisiona $1.15 biliões como CIO par acções globais na BlackRock Inc. em Plainsboro, em Nova Jersey. ``Na medida em que haja um bom barómetro, Singapura é provavelmente o sítio para onde ir.''
O benchmark chinês CSI 300 teria que cair 54% para estar em linha com o PER do índice de Hong Kong's Hang Seng China Enterprises, que segue acções de 41 empresas do continente que estão listadas em Hong Kong. O CSI 300 teria que cair 65% para se poder comparar os múltiplos médios para as acções chinesas que transaccionam em Singapura, de acordo com cálculos da BLoomberg.
Restrições Governamentais
As diferentes valorizações são em parte devidas ás restrições que limitam o investimento estrangeiro na China continental e limitam a capacidade dos cidadãos chineses de investir no exterior, tornando difícil conseguir arbitragens entre acções listadas em várias bolsas.
O governo limita o investimento estrangeiro em títulos denominados na moeda local a US$10 mil milhões. Apenas 52 instituições internacionais têm a permissão do governo para investirem no continente chinês.
Investidores individuais chineses estão a abrir contas junto de brokers ao ritmo de 300 mil por dia no trimestre em curso, dando uma ajuda importante para a progressão de 92% do índice CSI 300 em 2007, o maior ganho medido em dólares entre os 90 benchmarks que a Bloomberg segue.
Ao longo do tempo, as valorizações no continente terão que estar em linha com os outros mercados, afirma Jim Rogers, que começou a comprar acções chinesas em 1999 e é o presidente da Beeland Interests Inc., baseada em Nova Iorque.
``Haverá um momento em que eventualmente todas as acções chinesas terão um preço idêntico em todo o lado,'' afirmou Rogers. ``Mas isso não poderá ocorrer até que a moeda seja convertível e que haja oportunidades de livre arbitragem.
Dados sobre Carteiras Emergentes
Receios de que tanto as acções do continente como as de Hong Kong estão sobre valorizadas levou a que alguns investidores internacionais tenham deixado estes mercados. Fundos internacionais concentrados na China tiveram a maior saída de capitais líquida nas cinco semanas terminadas a 6 de Junho do que qualquer outro período de 35 dias desde que o Emerging Portfolio Fund Research Inc., baseado em Cambridge no Massachusetts começou a obter dados semanais sobre a China a partir de 2002.
Investidores globais retiraram capitais da China com o responsável máximo do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, Li Ka-shing, o homem mais rico da Ásia e o antigo presidente do Fed, Alan Greenspan, a referirem os receios em relação às subidas de preços nas acções cotadas no continente.
Os fundos investidos nas chamadas acções H listadas em Hong Kong e as acções A denominadas em Yuans do continente tiveram um a saída líquida de capitais de US$2.62 mil milhões durante as 5 semanas terminadas a 6 de Junho, afiram a empresa de research. Desde o início do ano, os investidores retiraram um valor líquido de US$3.09 mil milhões de fundos chineses.
`O Avanço é Inevitável'
Os investidores domésticos têm ignorado os avisos em relação ao mercado doméstico. O índice CSI 300 levou menos de um mês a recuperar a queda de 9.2% de 27 de Fevereiro que provocou a formação por parte do governo de uma equipa especial para eliminar as ofertas ilegais de acções.
A decisão de 30 de Maio de triplicar o imposto de selo nas transações de acções arrefeceu a subida apenas temporariamente, como CSI 300 a cair 16% num período de quatro dias.
Desde então subiu 9.3%, com o banqueiro central Wu Xiaoling a afirmar na semana passada que o crescimento económico chinês significa ``que o avanço das acções no mercado é inevitável uma vez que os ganhos de longo-prazo no mercado chinês são inevitáveis.''
A China, a economia de entre as 10 maiores do mundo que mais cresce, expandiu-se ao ritmo anual de 11.1% nos primeiros três meses de 2007, acima das estimativas dos economistas.
`Tenho Feito Erros'
Tan Jiong, 33 anos, um segurança no distrito financeiro de Lujiazui em Xangai, investiu 90,000 yuan (US$11,754), equivalente a cerca de metade das suas poupanças, em acções locais em Março. Afirma que está ``extremamente preocupado'' com a decisão do governo de triplicar o imposto de selo mas decidiu manter a suas posições.
``Vender agora seria admitir que cometi erros, o que é se trona difícil de reconciliar comigo próprio também,'' afirmou Tan.
Os investidores globais compram acções em média a preços mais baixos do que Tan, mesmo para empresas com negócios similares.
O avanço de 0.9% da semana passada deixou o índice avaliado a 43.4 vezes a média de resultados seus membros. O índice de Hong Kong, Hang Seng
China Enterprises, transaciona a 19.8 vezes a média dos resultados.
O índice PrimePartners China, uma medida de 25 das maiores e mais activamente transaccionadas empresas chinesas que cotam em Singapura, está avaliado a 15.2 vezes os resultados, e grosso modo em linha com o índice Morgan Stanley Capital International para os Mercados Emergentes, um benchmark para 25 em vias de desenvolvimento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
Interior da Mongólia
Linyi, a holding de produtos alimentares baseada em Shandong, a maior fabricante de carne chinesa, transacciona com um PER 56% mais barato em Singapura do que as acções listadas em Hong Kong da China Yurun Food, baseada em Nanjing, a maior produtora de carne de porco e vendedora de presunto e salsichas.
A Fortune Ng Fung Food, baseada na província de Hebei, que produz bife e está listada em Xangai, tem um PER cerca de 13 vezes maior do que a Linyi. A empresa produz gado na província de Hebei e no interior da Mongólia e vende bife fresco e comida pronta a comer empacotada.
``Os investidores dão menos atenção a acções chinesas cotadas em Singapura, o que poderia explicar porque a Linyi tem uma valorização mais baixa
do que a China Yurun'', afirma Tiffany Feng, uma analista na Guotai Junan Securities de Hong Kong. Ela tem uma rating de "compra" na Yurun. A valorização da Fortune Ng não se justifica para uma acção do sector alimentar,'' afirma.
As empresas chinesas baseadas em Singapura, conhecidas por S-chips, são tipicamente mais pequenas dos as suas pares cotadas em Hong Kong. A metade superior da lista de empresas chinesas cotadas em Singapura têm um valor de mercado de S2 mil milhões (US$1.3 mil milhões) comparados com os S$111 mil milhões de capitalização bolsista das acções H que transaccionam em Hong Kong, de acordo com um relatório divulgado no mês passado pela UBS AG, baseada em Zurique, a maior gestora de fortunas do mundo.
`Com Certeza que Desaparecerá'
``As acções H são habitualmente de empresas com capitalizações bolsistas elevadas, com fortes marcas e posições no mercado,'' afirma Mark Tan, que participa na gestão de US$3 mil milhões de acções asiáticas na UOB Asset Management em Singapura. ``Também tem havido a percepção de que algumas empresas chinesas cotadas em Singapura são de qualidade inferior à cotadas em Hong Kong.''
A diferença de preços entre a acções H e as S-chips deverá encurtar dado o ambiente operacional ser semelhante na China, escreveu numa nota no mês passado, Min Lan Tan, estratega da UBS em Singapura.
``Nós compramos acções S-chip com base nas suas valorizações atractivas'' afirmou Mark Mobius da Templeton Asset Management, que gere US$30 mil milhões em Singapura. ``No longo prazo, se os fundamentais dos dois grupos estiverem a par, a diferença de preços com certeza que desaparecerá."