Conselheiros de Bush revêem em baixa crescimento da economia
Conselheiros de Bush revêem em baixa crescimento da economia dos EUA
06/06/2007
Os conselheiros económicos da presidência dos Estados Unidos reviram em baixa as previsões de crescimento económico para 2007, após o abrandamento registado no primeiro trimestre de 2007. As novas estimativas apontam agora para uma expansão de 2,3%.
O produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos deverá subir 2,3% este ano e não os 2,9% estimados há seis meses, de acordo com o Conselho Económico da Presidência dos Estados Unidos.
Esta revisão em baixa reflecte o abrandamento registado no primeiro trimestre de 2007. Nos primeiros três meses do ano, a economia norte-americana cresceu 0,6%, face ao período homologo, o que representa o ritmo mais lento dos últimos quatro anos.
As novas projecções aproximam-se das apresentadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que aponta para um crescimento de 2,2% este ano. Os 65 economistas contactados pela Bloomberg estimam uma expansão de 2,1%.
Edward Lazear, presidente do Conselho Económico, explica, citado pela agência Bloomberg, que esta revisão é motivada "pelo fraco primeiro trimestre".
Lazear acredita ainda que os preços da energia não vão ter um grande impacto na economia. "A economia dos EUA tem conseguido anular os efeitos da subida dos preços da energia", disse Lazear. O Conselho Económico prevê ainda que os preços da energia não vão continuar a crescer ao mesmo ritmo dos últimos meses.
Relativamente à taxa de inflação, as previsões indicam que poderá ficar nos 3,2%.
06/06/2007
Os conselheiros económicos da presidência dos Estados Unidos reviram em baixa as previsões de crescimento económico para 2007, após o abrandamento registado no primeiro trimestre de 2007. As novas estimativas apontam agora para uma expansão de 2,3%.
O produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos deverá subir 2,3% este ano e não os 2,9% estimados há seis meses, de acordo com o Conselho Económico da Presidência dos Estados Unidos.
Esta revisão em baixa reflecte o abrandamento registado no primeiro trimestre de 2007. Nos primeiros três meses do ano, a economia norte-americana cresceu 0,6%, face ao período homologo, o que representa o ritmo mais lento dos últimos quatro anos.
As novas projecções aproximam-se das apresentadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que aponta para um crescimento de 2,2% este ano. Os 65 economistas contactados pela Bloomberg estimam uma expansão de 2,1%.
Edward Lazear, presidente do Conselho Económico, explica, citado pela agência Bloomberg, que esta revisão é motivada "pelo fraco primeiro trimestre".
Lazear acredita ainda que os preços da energia não vão ter um grande impacto na economia. "A economia dos EUA tem conseguido anular os efeitos da subida dos preços da energia", disse Lazear. O Conselho Económico prevê ainda que os preços da energia não vão continuar a crescer ao mesmo ritmo dos últimos meses.
Relativamente à taxa de inflação, as previsões indicam que poderá ficar nos 3,2%.