Cada um tem a sua opiniao mas e obvio que a TAP nao vai começar a ter voos directos intercontinentais para esses paises. O que a TAP esta a fazer esta finalmente a faze-lo bem que e a criacao de um mini hub para os paises lusofonos. Todos sabemos que a TAP e lider destacada no transporte da Europa para o Brasil e que cerca de 30% dos passageiros sao europeus. Ja em Africa nao esta a ter um dominio tao grande mas ainda assim tem uma quota de liderança apreciavel. O que a TAP precisa e de mais avioes e a compra da Portugalia foi inteligente, pois vai-lhe permitir por alguns do avioes da PGA em rotas que sao irregulares ou que nao justificam A320 ou A319 (120 a 150 passageiros). Estes avioes ficam libertos para atacar outros mercados ou reforçar Londres, Paris ou Italia, por exemplo.
Quanto a companhias estrangeiras virem operar dos tais destinos intercontinentais para a OTA, tal vai ser igualmente complicado, porque nao ha mercado que o justifique.
Quanto ao desvio de voos do Porto para Lisboa, sejamos claros. As companhias decidem para onde voam mas e preciso que o aeroporto tenha lugar para elas. Existem um termo (slot) que é a compra do direito de aterrar, permanecer e descolar de um determinado aeroporto. Esse direito nao é exclusivo desse aeroporto, porque quem gere as rotas aéreas europeias é uma instituiçao (Eurocontrol) sediada em Maastricht. Ai e decidido se o espaço aereo comporta novas rotas. Imaginemos, o aeroporto de Lisboa tem espaço (slots) para atribuir num horario xis e apresenta-o a companhia. A companhia vai decidir se quer ou nao, em funcao da programação estrategica dos seus voos. Quando o aeroporto do Porto esteve em obras houve redução de slots porque era impossivel manter as operaçoes a 100% tal qual elas estavam e ao mesmo tempo avançar com as obras. Portanto se houve reducao, algumas autorizaçoes foram canceladas (esta atribuiçao é bi-anual - horario de verao: Março a Outubro; horario de inverno: Outubro a Março) e é natural que algumas companhias tenham ficado sem o direito de poderem operar para o Porto. Em contrapartida pode ter-lhes sido oferecida a hipoetese de Lisboa mas ninguem as obrigou a desviar-se para lá como algumas pessoas têm afirmado.
O facto da TAP ter começado com voos à partida do Porto para NY ou Rio tem a ver com: primeiro sabem que o aeroporto tendo aumentado a capacidade, tem mais slots para atribuir e segundo viram que havia mercado que justificasse a criação de novas rotas.
As coisas não são assim tão lineares como as vemos escritas por aí muitas vezes...
Quanto a companhias estrangeiras virem operar dos tais destinos intercontinentais para a OTA, tal vai ser igualmente complicado, porque nao ha mercado que o justifique.
Quanto ao desvio de voos do Porto para Lisboa, sejamos claros. As companhias decidem para onde voam mas e preciso que o aeroporto tenha lugar para elas. Existem um termo (slot) que é a compra do direito de aterrar, permanecer e descolar de um determinado aeroporto. Esse direito nao é exclusivo desse aeroporto, porque quem gere as rotas aéreas europeias é uma instituiçao (Eurocontrol) sediada em Maastricht. Ai e decidido se o espaço aereo comporta novas rotas. Imaginemos, o aeroporto de Lisboa tem espaço (slots) para atribuir num horario xis e apresenta-o a companhia. A companhia vai decidir se quer ou nao, em funcao da programação estrategica dos seus voos. Quando o aeroporto do Porto esteve em obras houve redução de slots porque era impossivel manter as operaçoes a 100% tal qual elas estavam e ao mesmo tempo avançar com as obras. Portanto se houve reducao, algumas autorizaçoes foram canceladas (esta atribuiçao é bi-anual - horario de verao: Março a Outubro; horario de inverno: Outubro a Março) e é natural que algumas companhias tenham ficado sem o direito de poderem operar para o Porto. Em contrapartida pode ter-lhes sido oferecida a hipoetese de Lisboa mas ninguem as obrigou a desviar-se para lá como algumas pessoas têm afirmado.
O facto da TAP ter começado com voos à partida do Porto para NY ou Rio tem a ver com: primeiro sabem que o aeroporto tendo aumentado a capacidade, tem mais slots para atribuir e segundo viram que havia mercado que justificasse a criação de novas rotas.
As coisas não são assim tão lineares como as vemos escritas por aí muitas vezes...