Quebrou essa LTA pelo que o suporte estará na Lta inferior (que não tens no gráfico...
, parece-me ser a lta de médio prazo 
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Garfield Escreveu:aquilo nao é um Head & Shoulders? E o 2º ombro até ficou mais baixo que o 1º.
bolas que isso daria um "target" para os 6€!
Lucros da Mota-Engil crescem 5,9 por cento em 2006
2007-07-09
O Grupo Mota-Engil encerrou 2006 com um crescimento de lucro de 5,9 por cento relativamente ao ano anterior para um volume de negócios de 32,2 milhões de euros.
O aumento deve-se ao crescimento da actividade do Mota-Engil em Angola, ao início da contribuição do grupo Aenor para os resultados líquidos, e à redução da factura fiscal.
Num ano em que a actividade do grupo na construção registou uma ligeira quebra, a actividade na área da indústria e energia evidenciou um forte crescimento. A adopção do novo método de consolidação na Martifer permitiu ainda que a área da industria e energia não aumentasse o seu peso na estrutura de proveitos do grupo.
No final de 2006, a carteira de encomendas atingiu os 1,5 mil milhões de euros. A sua composição evidenciou um aumento da componente de contratos internacionais, com destaque para África e Estados Unidos da América.
Na carteira de encomendas começou a fazer-se notar, embora ligeiramente, os esforços de diversificação do grupo para outras áreas de negócios como o ambiente e os serviços.
Acções disparam para novo máximo
Lucro da Mota-Engil deverá subir 23% no primeiro trimestre de 2007
Os lucros da construtora Mota-Engil subiram 23% para os 2,2 milhões de euros, no primeiro trimestre de 2007, de acordo com as previsões do BPI. Nas últimas três sessões, os títulos da empresa já subiram mais de 7,5%.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
Os lucros da construtora Mota-Engil subiram 23% para os 2,2 milhões de euros, no primeiro trimestre de 2007, de acordo com as previsões do BPI. Nas últimas três sessões, os títulos da empresa já subiram mais de 7,5%.
O BPI prevê que, nos primeiros três meses do ano, o resultado líquido da Mota-Engil cresça 23% para os 2,2 milhões de euros, o que compara com o lucro de 1,8 milhões de euros registado no período homólogo.
O "cash-flow" operacional (EBITDA) da empresa deverá ter subido 94% para os 49,5 milhões de euros e as vendas 20% para os 324,1 milhões de euros.
Segundo os analistas do banco de investimento, o desempenho da Martifer, participada da Mota-Engil, deverá ficar em linha com as previsões apresentadas pela empresa. "Prevemos que as receitas da Martifer cresçam 48% face ao período homólogo e que a margem de EBITDA suba 0,8 pontos percentuais", referem os analistas no Iberian Daily de hoje.
O BPI chama ainda a atenção para a consolidação do negócio das concessões e prevê que as receitas desta unidade alcancem os 24 milhões de euros e que a margem de EBITDA suba 82%.
28-05-2007 18:18:00
ANA: Ferrovial e Odebrecht interessados na privatização
O presidente da ANA afirmou hoje que além do consórcio português Mota-Engil/Brisa, só Ferrovial, Odebrecht e Aeroports de Paris tiveram contactos formais demonstrando interesse na privatização da gestora aeroportuária, associada à concessão do novo aeroporto de Lisboa.
Num encontro com jornalistas, Guilhermino Rodrigues disse que todos os outros candidatos noticiados pela comunicação social, como os australianos da MacQuarie ou os alemães da Octive, não estabeleceram qualquer contacto com a empresa para demonstrar interesse na privatização.
No entanto, o presidente da ANA afirmou que os testes de mercado realizados pelo consultor financeiro na semana passada foram muito bem sucedidos.
Em reuniões com potenciais investidores realizadas em Londres e em Lisboa, o consultor financeiro da ANA, o consórcio BPI /Citigroup reuniu cerca de 400 representantes de negócios, adiantou.
A 26 de Janeiro, o governo decidiu que a privatização da ANA e a contratação da concepção, construção, financiamento e exploração do novo aeroporto de Lisboa sejam realizadas através de uma operação única, concretizada através de concurso público internacional, que deverá ser aberto no segundo semestre de 2007.
Diário Digital / Lusa
MOHAMED Escreveu:O que acham, 7,50??? 7,80???
De facto está interessantíssima e foi a construtora que ainda não explodiu...
MOHAMED Escreveu:O que acham, 7,50??? 7,80???
De facto está interessantíssima e foi a construtora que ainda não explodiu...
Hoje no Jornal de Negócios
Martifer entra em bolsa no final de Junho a valer 600 milhões
"Acabou esta dor de barriga [OPA sobre a REpower]. Correu bem, ganhamos. Agora a próxima guerra é o IPO." Carlos Martins, presidente da Martifer, adiantou ao Jornal de Negócios que a oferta pública inicial da empresa, "com a dispersão de 25% do capital em bolsa", está marcada para "a última semana de Junho".
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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt
"Acabou esta dor de barriga [OPA sobre a REpower]. Correu bem, ganhamos. Agora a próxima guerra é o IPO." Carlos Martins, presidente da Martifer, adiantou ao Jornal de Negócios que a oferta pública inicial da empresa, "com a dispersão de 25% do capital em bolsa", está marcada para "a última semana de Junho".
O dia exacto da estreia no mercado de capitais deverá ser anunciado "segunda [hoje] ou terça-feira [amanhã]", garantiu o empresário.
A operação será realizada através de um aumento de capital, em detrimento de uma oferta pública de venda. Os fortes investimentos da empresa, assim como a permanência na estrutura accionista da REpower, determinaram a opção. Após a conclusão do IPO, a Martifer deverá ficar a valer cerca de 600 milhões de euros
Why do we need wind power?
Wind is one of the most cost effective and technologically advanced renewables available.
UK looks at nuclear as secure source of energy
25 May 2007
LONDON (AP) — Britain’s government must decide this year whether to back a new generation of nuclear power stations, which outgoing Prime Minister Tony Blair
A Areva decidiu retirar a oferta pública de aquisição (OPA) que lançou sobre a REpower e fazer um acordo com os seus rivais Martifer e Suzlon, que mantêm a sua oferta de 150 euros por acção.
O Diário Económico cita um comunicado do grupo francês, no qual Areva reconhece muito difícil atingir a maioria do capital da REpower. Por isso, optou antes por chegar a acordo com os indianos da Suzlon.
Areva passe a ser o fornecedor privilegiado da Suzlon para a transmissão e distribuição de electricidade.
Mota-Engil diz que acordo entre Suzlon e Areva permite potenciar crescimento da Martifer
O acordo entre a Suzlon e a Areva, no âmbito da OPA lançada sobre a REpower, e cujo desfecho "conduzirá previsivelmente" a um controlo conjunto de 70 a 75% do capital social da REpower, dos quais 23,08% são actualmente detidos pela Martifer, é visto pela Mota-Engil como "extremamente positivo".
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O acordo entre a Suzlon e a Areva, no âmbito da OPA lançada sobre a REpower, e cujo desfecho "conduzirá previsivelmente" a um controlo conjunto de 70 a 75% do capital social da REpower, dos quais 23,08% são actualmente detidos pela Martifer, é visto pela Mota-Engil como "extremamente positivo".
Em comunicado à CMVM, a construtora sublinha que este resultado "permitirá potenciar o crescimento estratégico da Martifer nas áreas de energias renováveis e de equipamentos para a indústria de energia, através designadamente da joint-venture REpower Portugal".
Nesse sentido a Martifer "permanecerá accionista da REpower, no mínimo até 2009, por forma a materializar a cooperação estratégica com a empresa alemã e com o seu parceiro Suzlon", explica a mesma fonte
Martifer quer entrar na bolsa antes das férias de Verão
Jornal de Negócios - Portugal - 25 Mai 2007
A Martifer, empresa participada pela Mota-Engil, vai entregar na próxima semana o pedido de admissão das acções na Euronext Lisbon e quer estrear-se na bolsa antes “do início das férias de Verão”.
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