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MensagemEnviado: 20/5/2007 16:00
por Jiboia Cega
acintra,

isso ainda carece de confirmação.


Quanto aos remédios propostos pela AdC são uma tanga e na sua maioria lesivos para o consumidor.

MensagemEnviado: 18/5/2007 22:53
por acintra
Utilizem agora as milhas que tem da Portugália, se não vão ao ar!

MensagemEnviado: 18/5/2007 21:42
por Resina
TAP satisfeita com decisão da AdC
A TAP está satisfeita com o projecto de decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) que lhe vai permitir concretizar a compra da Portugália, anunciada em 6 de Março do ano passado.

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Celso Filipe
cfilipe@mediafin.pt


A TAP está satisfeita com o projecto de decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) que lhe vai permitir concretizar a compra da Portugália, anunciada em 6 de Março do ano passado.

A transportadora, em comunicado, "congratula-se com a posição agora tomada" pela AdC sublinhando o papel que desempenhou para esta decisão.

"A TAP, que vive em ambiente de forte concorrência em praticamente todos os mercados onde opera, desenvolveu os seus melhores esforços para contribuir, de forma construtiva, para as decisões agora anunciadas pela Autoridade da Concorrência", refere a empresa. A decisão agora tomada deverá ser tornada definitiva no prazo de dez dias úteis.

A TAP refere ainda "que assumiu um conjunto de compromissos com a AdC que têm por objectivo facilitar a entrada de novos operadores nas ligações entre Lisboa e o Porto, prestar um melhor serviço aos passageiros das rotas em análise (Lisboa/Porto, Lisboa/Funchal e Porto/Funchal) e contribuir para que sejam evitadas potenciais situações de posição dominante".

A TAP vai pagar 140 milhões de euros para concretizar a compra da Portugália.

TAP pode comprar a Portugália

MensagemEnviado: 18/5/2007 21:37
por Resina
Empresa deverá aceitar “remédios”
AdC dá luz verde à TAP para comprar a Portugália
A Autoridade da Concorrência (AdC) notificou hoje a TAP e a Portugália da sua decisão de “não oposição” à concentração das duas companhias. Na prática, a entidade liderada por Abel Mateus estabelece um conjunto de sete compromissos que devem ser assumidos pela TAP para que a operação se concretize. A empresa portuguesa não deverá levantar objecções.

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Celso Filipe
cfilipe@mediafin.pt



A Autoridade da Concorrência (AdC) notificou hoje a TAP e a Portugália da sua decisão de "não oposição" à concentração das duas companhias. Na prática, a entidade liderada por Abel Mateus estabelece um conjunto de sete compromissos que devem ser assumidos pela TAP para que a operação se concretize. A empresa portuguesa não deverá levantar objecções.

Entre os "remédios" impostos pela AdC à companhia liderada por Fernando Pinto contam-se a "disponibilização a qualquer terceiro interessado em operar na rota Lisboa-Porto de um conjunto de slots que lhe permita uma oferta de voos naquela rota equivalente à actual oferta da Portugália" e o "congelamento do número de voos da TAP na rota Lisboa-Porto a partir do momento em que um novo operador independente da TAP passa a oferecer serviços de transporte regular de passageiros nesta rota".

Os outro cinco pontos deste projecto de decisão estão relacionados, além desta rota, com as operações entre Lisboa e Madrid e entre o Funchal, Lisboa e Porto. Fonte da TAP, contactada pelo Jornal de Negócios Online, diz que a companhia não deverá levantar quaisquer obstáculos às condições impostas pela AdC, mas reserva uma opinião definitiva para mais tarde, após uma análise cuidada do projecto de decisão.

A TAP acordou pagar ao Grupo espírito Santo 140 milhões de euros pela compra da Portugália. Tanto a TAP como a Portugália têm agora 10 dias úteis para comentar o projecto da AdC, período após o qual a entidade liderada por Abel Mateus emitirá a sua decisão final