Caldeirão da Bolsa

PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA

por felinodelamego » 4/5/2007 7:23

PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA
Os mercados europeus devem abrir em baixa
ligeira, antes da divulgação do relatório sobre a criação
de emprego dos EUA, nesta sexta-feira. Os preços das
obrigações podem iniciar mistos. O euro e o ouro
desciam ligeiramente, enquanto o petróleo apreciava
levemente.
ACÇÕES: As acções europeias podem abrir
em queda ligeira, depois de terem encerrado em alta na
sessão anterior. Na quinta-feira, os fortes dados
económicos, os negócios anunciados e os robustos
resultados de empresas continuaram a suportar os
mercados. Os investidores estão agora de olhos postos
nos dados da criação de emprego no sector não agrícola
dos EUA, publicados nesta tarde. Espera-se que estes
dados desafiem as expectativas e dêem um alento
surpresa aos mercados antes do fim-de-semana.
Desta forma, o índice ‘spreadbettor’ Cantor
prevê que o FTSE abra a desvalorizar 2 pontos para
6535 pontos, que o DAX perca 2 pontos para os 7474
pontos e que o CAC recue 4 pontos para os 6000 pontos.
As principais empresas que apresentam
resultados nesta sessão incluem a Linde, a Munich Re e
a Endesa.
Na quinta-feira, em Wall Street, as acções
prolongaram o avanço que vinha da sessão anterior,
devido a uma vaga de entusiasmo acerca da economia
dos EUA. Este resultou no primeiro fecho acima dos
1.500 pontos desde Setembro de 2000 para o Standard
& Poor’s 500. Já nesta sessão, os futuros de acções dos
EUA seguem entre a estabilidade e a queda.
Com os mercados do Japão e da China
encerrados para feriado, o sector dos recursos naturais
impulsionou o mercado accionista da Austrália para
níveis recorde, nesta sexta-feira, depois de uma
escalada nos preços dos metais básicos e de uma
depreciação do dólar australiano. A BHP Billiton subiu
2,2% e a Rio Tinto avançou 4,2%.
Em Lisboa, o PSI-20 deve abrir em queda de
0,1% para cerca de 12.231 pontos, travado pela cautela
antes da divulgação do relatório sobre a criação de
emprego não agrícola nos EUA, às 1230 TMG. Os
investidores vão também estar atentos aos números do
comércio a retalho na UE, às 0900 TMG. Na frente
empresarial, o foco está sobre a Energias de Portugal
(EDP.LB), que deve beneficiar dos resultados do primeiro
trimestre acima do esperado, revelados no final de
2
quinta-feira. Os bancos também serão observados, já que
este é o último dia da Oferta Pública de Aquisição (OPA)
do Banco Comercial Português (BCP.LB) sobre o Banco
BPI (BPI.LB).
MERCADO CAMBIAL: O euro abre a
transaccionar em queda face ao dólar, após as perdas de
quinta-feira, mas consegue ainda assim recuperar face ao
suporte para sexta-feira, nos USD1,3535. Os mercados
estão a reavaliar o vigor subjacente da economia dos EUA,
depois da publicação dos robustos dados económicos na
véspera.
Contra o iene, a moeda única pode registar
algumas perdas, disseram alguns ‘dealers’. A análise
técnica da Dow Jones mostra que o suporte a médio prazo
está colocado nos USD163,00. O euro encontrava-se
ligeiramente acima deste nível nesta sexta-feira.
OBRIGAÇÕES: Os preços das obrigações
europeias podem abrir entre o terreno misto e a descida
ligeira, nesta sexta-feira, em resposta aos dados
económicos positivos dos EUA e antes da divulgação dos
dados sobre a criação de emprego nos EUA.
Os Treasurys seguem, por enquanto, estáveis
nesta sessão, depois de os preços terem descido e de a
curva do yield ter ficado mais plana, na quinta-feira. Os
investidores reequacionaram as apostas de que um fraco
número da criação de emprego nos EUA iria despoletar
ganhos nos preços dos Treasurys.
ENERGIA: Os preços do petróleo negociavam
em alta nesta sexta-feira, embora o mercado revelasse
pouca reacção à recente vaga de raptos de trabalhadores
de petrolíferas e aos ataques na região do delta da Nigéria,
rica em petróleo. Os analistas disseram que, embora os
ataques possam perturbar a produção, este é um factor já
digerido pelo mercado.
Os contratos de crude para entrega em Junho
negociados na Nymex acrescentavam USD0,06 para
cotarem nos USD63,25 por barril.
 
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Re: PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA

por _darkmoon_ » 3/5/2007 9:15

felinodelamego Escreveu: As acções e as obrigações devem abrir mistas e a negociar em intervalos de variação limitados, nesta quinta-feira.
:P
 
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PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA

por felinodelamego » 3/5/2007 9:02

BRIEFING MATINAL:PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA 03-05-2007 08:24
PANORAMA EUROPEU, EUA & ÁSIA

Os mercados europeus estão a travar antes da divulgação dos dados sobre o emprego nos EUA. As acções e as obrigações devem abrir mistas e a negociar em intervalos de variação limitados, nesta quinta-feira.

Os metais e o petróleo também apresentam poucas alterações, enquanto o euro testa novos máximos face ao iene.

ACÇÕES:

Os mercados europeus devem abrir entre terreno misto e de ligeira subida nesta quinta-feira, depois de terem avançado na sessão anterior. Entre as contínuas especulações de negócios, uma forte vaga de resultados de empresas vai confirmar se os preços merecem subir ainda mais.

Desta forma, o índice ‘spreadbettor’ Cantor prevê que o FTSE abra a desvalorizar 8 pontos para 6476 pontos, que o DAX ganhe 9 pontos para os 7464 pontos e que o CAC avance 4 pontos para os 5994 pontos.

Quanto aos negócios, a Royal Ahold NV revelou na quarta-feira que acordou a venda da distribuidora U.S. Foodservice a um consórcio de firmas de ‘private equity’ por USD7,1 mil milhões.

Nesta quinta-feira, em Wall Street, os futuros seguiam estáveis, depois de as acções terem apreciado na sessão anterior. Na quarta-feira, o vigor das encomendas às fábricas norte-americanas impulsionou o entusiasmo dos investidores acerca da economia.

As acções asiáticas subiam nesta quinta-feira. O índice Kospi da Coreia do Sul avançava para perto de território recorde, devido aos ganhos da Hyundai Motor e de outras acções relacionadas com as exportações.

As acções australianas também progrediam, animadas pelos ganhos da BHP Billiton e de outras mineiras. Os mercados do Japão estão encerrados para feriado. Em Lisboa, o PSI-20 deve abrir em queda de 0,1% para cerca de 12.230 pontos, travado pela cautela antes da publicação dos dados do emprego nos EUA, nesta sexta-feira.

Um operador de Lisboa alerta para os riscos da realização de mais-valias, já que a praça nacional tem ultimamente registado um melhor desempenho em relação aos pares europeus.

O foco está sobre a Jerónimo Martins (JMT.LB), que apresenta resultados do 1T antes da abertura, e sobre a Energias de Portugal (EDP.LB), cujos números são divulgados após o fecho. Na frente macro, os investidores vão estar 2 atentos ao IPC da OCDE, às 1000 TMG, e ao índice dos serviços ISM dos EUA, às 1400 TMG.

MERCADO CAMBIAL:
O euro abre estável face ao dólar, à medida que o mercado pondera se deve testar o suporte dos USD1,3555. Entretanto, a moeda única está a entrar em território recorde face ao iene e pode despoletar grandes quantidades de ordens ‘stop’, caso ultrapasse os Y163,50, disseram ‘dealers’.

Os analistas dizem, contudo, que o euro pode entrar numa tendência negativa na sexta-feira, caso os dados do emprego fiquem abaixo das expectativas. OBRIGAÇÕES: Os preços das obrigações europeias podem abrir com poucas alterações nesta quinta-feira, depois de terem recuado na sessão anterior.

Na quarta-feira, uma combinação de fortes dados económicos nos EUA e na Zona Euro gorou as expectativas de uma postura menos agressiva por parte da Reserva Federal (Fed) e do Banco Central Europeu.

Os Treasurys seguem estáveis na sessão asiática desta quinta-feira, depois de um fecho ligeiramente mais baixo na quarta-feira.

ENERGIA:
Os preços do petróleo negociavam com poucas alterações nesta quinta-feira, depois de os dados das reservas comerciais nos EUA terem revelado que os stocks de gasolina desceram menos do que o esperado, ao passo que os de crude cresceram.

Os contratos de crude para entrega em Junho negociados na Nymex acrescentavam USD0,05 para cotarem nos USD63,73 por barril. A situação mais calma na Nigéria e no Irão está também a aliviar a pressão sobre os preços.
 
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