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MensagemEnviado: 30/4/2007 14:17
por andrepfonseca
Sim, eu também estou à espera de uma correcção normal, designadmente porque estamos à beira do mês de Maio.

Acho que fazia mesmo falta uma bela correcçãozinha...

MensagemEnviado: 30/4/2007 13:09
por Resina
Porquê associar lá fora???? Mercados pouco sólidos, com problemas políticos, cortes orçamentais, ministros e presidentes em crise... Temos o país assim?, eu acho que não... Não há razões para alarme, apenas podemos esperar por uma correção normal (nos meses que seguem) e necessaria para continuar a tendencia que se segue...

Foguete

MensagemEnviado: 30/4/2007 12:31
por jarc
Fonseca, o rastilho parece querer virar-se para o lado do foguete. A entrada de posições curtas pode mesmo levar a mais um esticão. Quanto mais teimare...Hum...

MensagemEnviado: 30/4/2007 10:49
por andrepfonseca
Será este o rastilho para a esperada correcção?

Bolsa da Turquia afunda mais de 7% com crise política

MensagemEnviado: 30/4/2007 10:07
por Keyser Soze
MERCADOS Publicado 30 Abril 2007 11:01

Lira regista maior queda dos últimos 11 meses
Bolsa da Turquia afunda mais de 7% com crise política

O principal índice bolsista da Turquia, o Istanbul Stock Exchange, segue a negociar em forte queda, de mais de 7%, bem como a moeda oficial do país, a lira turca, depois do exército ter ameaçado intervir nas eleições presidenciais por forma a evitar que o candidato do governo concorra, dado o seu passado pró-islamita.

O Istanbul Stock Exchange segue a perder 6,23% para 43.940 pontos, tendo cedido um máximo de 7,99% durante a negociação de hoje, com 99 das cem cotadas a transaccionar em "terreno" negativo e apenas um título estável.

Além do mercado de capitais, também a moeda oficial regista uma forte quebra face ao dólar e ao euro. A lira turca caiu mais de 3%, a maior desvalorização dos últimos 11 meses, no câmbio face à divisa norte-americana e segue a perder mais de 2% contra a moeda única europeia, o euro.

Esta reacção negativa dos mercados financeiros surge depois do exército turco, que já participou em quatro golpes de estado desde 1960, ter acusado o governo de utilizar as eleições presidenciais para minar o secularismo.

Abdullah Gül, ministro dos negócios estrangeiros da Turquia e braço direito do primeiro-ministro, surge nestas presidenciais como o candidato do governo. O problema está no facto do candidato ser considerado um pró-islamita.

Ontem, centenas de milhar de turcos manifestaram-se nas ruas da capital, em Istanbul, contra a presença de Abdullah Gül na corrida às presidenciais, na defesa de um estado laico.